TRADUTOR

sábado, 25 de setembro de 2010

Por que não cantar?


"Agora escrevei para vós este cântico, e ensinai-o aos filhos de Israel; ponde-o na sua boca, para que este cântico me sirva de testemunho contra os filhos de Israel...E quando o tiverem alcançado muitos males e angústias, este cântico dará testemunho contra eles, pois não será esquecido de seus descendentes..." Deuteronômo 32.19,21

Já ouvi pregadores questionar o cantar de muitos cristãos cânticos com frases como: Eu não preciso ser reconhecido por ninguém, a minha glória é fazer com que conheçam a Ti, ou, Eu te amo mais que tudo... e é assim que eu te amo Jesus! Questionam por que como dizem, muitos dos que cantam não vivem, que estas musica descrevem realidades que muitos crentes não estão dispostos a viver. E é até justo o questionamento, quem não quer ser reconhecido por alguém, e diz o hino; eu não preciso ser reconhecido por ninguém. Mas, estes versículos que tenho retirado do livro de Deuteronômio, diz uma outra realidade destas músicas que, talves os amados irmãos ainda não tenham meditado. É que a música cristã não é apenas para ser uma expressão da nossa realidade, mas, ela também serve como uma forma de incutir a doutrina em nossa mente. O cântico de Moisés seria lembrado e cantado pelos israelitas mesmo, quando eles não tivessem mais, vivendo conforme a realidade contida neste cântico, mas, a doutrina estaria ali em suas mentes fixadas por uma melodia, e quando se lembrassem veriam que precisavam e necessitavam de se reconciliarem com Deus. Então por que não cantar estas músicas? Por que não? Ora eu não quero telas grudadas em minha consciência me dizendo que eu preciso me arrepender e aprumar em minha vida? Ou seja só posso cantar as músicas que não me fazem refletir na milha realidade? Deixo este questionamento para que os irmão meditem, e respondam para vocês mesmos!

Um mega abraço a todos!

sábado, 18 de setembro de 2010

Seis indivíduos diferentes e a Fé



"Crê no Senhor Jesus e será salvo tú e a tua casa"

Este texto tenho tomado apenas para abertura do que pretendo aqui descrever, que é sobre seis indivíduos e a fé, ou seis atitudes que você pode ter diante da verdade, pois na concepção que Deus me concede de fé. Ela é a "aceitação da verdade".

I. O que tem fé, o crente, ou seja aquele que recebe a verdade.Este é o que crer de todo coração, é aquele que recebe a verdade a qual lhe foi revelada.

II. O que não tem fé, ou incrédulo. Já este descrer, ou recusasse a crer de todo o coração, é o que rejeita a verdade a qual lhe foi revelada, mesmo que se prove ou seja, mesmo se lhe for revelada não simplismente declarada, mas, mostraram lhe a evidencia de ela ser a verdade, e mesmo assim a rejeitou. Este não recebeu a verdade em seu coração, não creu, ou seja foi lhe mostrada a verdade por palavras ou por obras, por meio da pregação ou do textemunho e ele a rejeitou.

III. Apostata. Diferente do incrédulo, o apostata é alguém que um dia creu na verdade, recebeu a em seu coração, e depois a rejeitou(Hebreus 6.4-6).

IV. O indeciso ou duvidoso.É o que crer um pouco ou durante um tempo, descrer um pouco ou durante um tempo. Não é nem crente, nem incrédulo. É o de coração incompleto, imperfeito diante de Deus.É assim por estar cheio de dúvidas, de incertezas a respeito da verdade, só Deus pode trazer luz suficiente ao indeciso e arrancar-lhe todas as trevas do conhecimento(Salmo 36.9 pb). Mas, Deus nos usa para tal, e a verdade sempre é revelada ao humilde, o orgulhoso sempre andará em trevas, ele pode até ser simples, mas, continuar orgulhoso, a humildade é um estado da vontade e não tem nada a ver com simplicidade.

V. O inconstante. A fé é a aceitação da verdade. A verdade pode ser muito aburda, muito dúra, a verdade é muito simples, a mentira por sua vez é muito complexa. O inconstante no tocante o seu relacionamento com a fé, é aquele que aceita e crer com muita facilidade tudo, desde que não esbarre em seus vícios.Procura, por esta causa, um meio de contornar a verdade, ou de fazer uma releitura da mesma, ou mesmo a descarta e sai a procura de outra resposta. Faz isso muita das vezes por orgulho.Pode crer só em certos aspéctos que lhe convém, ou que quer acreditar, porém em outras verdades que não lhe convem, não crer.É como o coração representado pela terra pedregosa, de que Jesus falou, é difícil da palavra criar raiz em sua vida, pois ela encontra muitas resistencias(Mateus 13.20,21).

VI. O ignorante. Se não conheço como posso crer ou descrer? Nem um incrédulo é totalmente ignorante, ele sabe mesmo que seja uma simples noção.

Deus voz abençoe!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Afeição natural X Afeição Espiritual


"O segredo de amar é ser amado", disse Max Lucado."Nós o amamos por que ele nos amou primeiro", disse João em sua primeira epístola. Esta é uma das formas de entendermos o "amor derramado em nossos corações pelo Espírito Santo".Mas, também quando não temos condição de amar, quando não conseguimos sentir amor por alguém, Deus nos torna capazes de amar, o Espírito Santo vem e opera em nós amor,afeto por alguém. E é este amor que eu chamo de afeição Espiritual, pois não é produzido em nós pela vontade da carne, mas, sim em nós é gerado pelo Espírito, a sua origem é no Espírito Santo e não na carne. É quando pelas nossas limitações não conseguimos amar, mesmo sendo amados por Deus, mas, o Espírito Santo de Deus vem e põem em nós amor pelas almas perdidas. Esse amor vem em nós como um auxiliar, para melhor desenvolvermos a obra de Deus. Não vem em nós para escravizar nos a fazer a sua vontade, a satisfazê-lo, mas, para nos auxiliar, para fazermos bem e com alegria, e inteira disposição tudo, e para o bom e perfeito executar daquilo que Deus nos tem confiado.
No caso de um inimigo nosso, muita das vezes dizemos que amamos, mas, não somos sinceros quanto ao sentimento.Talvez somos sinceros quanto ao propósito, pois como cristãos estamos inseridos na prática do amor que é mandamento, do amor que resume toda a lei, na santidade que é a total consagração a prática do bem, mas, de uma certa forma nossa sensibilidade ainda não manifesta um sentimento correspondente. Sei que há os que falam da boca para fora, pois não estão inseridos na prática deste amor, são hipócritas.Mas, no caso dos que são sinceros quanto ao propósito, são surpreendidos por uma sensação de achar que são hipócritas, quanto ao que dizem ou querem dizer que amam, mas, não manifestam tal sentimento em sí. E isso impedi nos de fazermos a vontade de Deus com alegria, no tocante a amar os nossos inimigos, isso digo,o sentimento contrário, que é o que provavelmente está em nós, leva nos a pensar que é impossível amar os nossos inimigos.
E se amamos no amor espiritual, não o fazemos com tal disposição sempre, por que as vezes nos cansa e fica enfadonho a prática do amor. Por isso fazemos com dificuldade lutando contra nós mesmos.Não estou dizendo que não temos vontade de o fazer e fazemos, se não estaria dizendo que somos hipócritas, mas, e assim que nós sentimos quando não conseguimos sentir afeto por alguém.Estou dizendo que sim, temos vontade e somos sinceros quanto a vontade, mas, que a falta de um sentimento correspondente a nossa vontade(nesse caso o afeto), torna nos forçoso o fazer o que Deus quer e tem posto no nosso coração, ou seja a vontade de Deus que está em nós.
Então quando nos encontramos nesta situação, o Espírito do Amor, que está em nós, operando o amor Espiritual(benevolência desinteressada, obra do Espírito Santo nos santos, que corresponde ao fruto do Espírito que são as nove virtudes, e também a caridade a primeira delas) o afeto espiritual, para nos estimular a prática do bem, ao amo caridade desinteressada, que Deus quer e tem derramado em nós.
A diferença entre o afeto espiritual e o afeto natural, é que o espiritual assim como ele é gerado no Espírito de Deus, no coração de Deus,a sua origem é espiritual por ser vinda da parte do Espírito Santo, e é posto em nós por ele mesmo, por Deus. E o afeto natural é gerado na carne(sensibilidade) e é nela a sua origem e não posto em nós, pois, é de nós mesmos.Embora os demónios possa também provocar na carne paixões e afetos, mas, diferente do Espírito de Deus, o que é provocado ou estimulado em por demónios na carne, visam escravizar o homem, e o que é de Deus não, mas, são auxiliares e servos nossos a serviço de Deus.
Por que Deus põem em nós, os demónios provocam e estimulam os sentimentos que há em nós tornando agressivo e maléfico para nós mesmos. Por isso quando digo o que o Espírito obra em nós, digo que é afeto Espiritual, ou seja, gerado no Espírito e posto em nós, na nossa sensibilidade, por que por ser sentimento, eles são manifestos pela nossa sensibilidade na carne( carne aqui não é sinonimo de mal). Mas a sua origem não é como a do outro na sensibilidade, mas, no Espírito Santo.
Estes estímulos que os demónios,põem em nossa sensibilidade,como alguns pensamentos pecaminosos, são o que podemos entender, que está escrito, como "dardos inflamados do maligno" em Efésios 6.10.
Agora, Paulo escreve em suas cartas sobre bons sentimentos e amor uns nos outros, como também há outros que o Espírito Santo gera em nós, como compaixão, alegria etc...
São estímulos para manter a chama desses sentimentos acesas, feitos por servos de Deus a servos de Deus, numa fraternidade, movidos pelo Espírito Santo e não por demónios e seus seguidores.São estímulos santos, pela oração, pela instrução da palavra, pelo amor.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tome hoje uma posição!!


O que você esta pensando e qual tem sido a sua reação diante de tantos ataques ao direito de livre expressão, diante de tanta ameaça meu objetivo aqui não é falar vou apenas citar alguns links de blogs que tenho lido aqui na blogosfera os quais são um verdadeiro alerta para nós!

*Você sabe o que estão tramitando contra você no congresso, Igreja?
*Religiosos temem a lei em defesa dos gays
*Pronunciamento do Pr.Pashoal
*Está lá no ministério da justiça
*Alerta do pastor Silas Malafaia

E aqui também para sua meditação vai alguns textos meus, que falam sobre a mentalidade de hoje e destes que procuram nos calar.

Opinião contraria
Estado laico, povo não
Fobia de expressão

Que Deu venha a iluminar e direcionar a sua vida nesta eleição!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Esperança em Deus


Esperança:Ato de esperar o que se deseja.Expectativa.Fé em conseguir o que se deseja. O que se espera ou desejo.
Expectativa:Esperança fundada em supostos direitos, probabilidades ou promessas.
Perseverar: Conservar-se firme e constante; permanecer sem mudar ou sem variar de intento.

Em esperança creu contra a esperança que seria feito pai de muitas nações.(Rm 4.18)

Posso dizer que Abraão permaneceu a ter esperança quando não havia motivos, ele perseverou na esperança. Há dois tipos de esperança, que desejo considerar, a que é em Deus e a que é em o natural. É fácil ter esperança em Deus quando se tem esperança na capacidade natural.Como no caso de Abraão e Sara, quando ainda eram jovens, sabiam que tinha capacidade natural para serem pais, mas, quando veio a velhice não tinham mais, essa esperança de serem pais, mas, quando veio a velhice não tinham a esperança de serem capazes de filhos, pois a sua avançada idade lhes havia tirado a capacidade de serem pais. Os seus amigos, conhecidos e servos, não tinham mais a esperança em que seriam pais. Mas a esperança no natural é produzida pela fé no natural; e a esperança em Deus é produzida pela fé em Deus, e a esperança em Deus permaneceu firme quando a esperança no natural desabou. A Abraão creu contra a esperança no natural, pois, não cria que seria pela sua capacidade natural pai de muitas nações. Por isso posso dizer que a fé em Deus apoiada na fé no natural é uma fé paralítica; que não consegue por mais queira, mover uma palha; mas, quando a fé se desliga do natural, e passa a ser voltada totalmente pra Deus, sendo um grão de mostarda ela move o mundo, pois esta é a fé de todo o coração.
Disse de início que ele perseverou na esperança que tinha em Deus; creio que enquanto tinha capacidade par ter filhos sua fé não era totalmente em Deus.Mas ele creu na capacidade de Deus o fazer pai, e não na capacidade natural de ser pai.

domingo, 5 de setembro de 2010

Esperança e fé


Esperança e fé, são duas virtudes intimamente ligadas, segundo Romanos 8.24,25, só é esperança quando não vemos, pois, como esperaremos o que vemos?"Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos".Por isso podemos dizer com base em Hebreus 11.1, que a fé e o fundamento, o motivo ou causa de nossa esperança, pois lá diz:"a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem", e se é assim, podemos dizer que é o fundamento da esperança, visto a esperança ser aquilo que não vemos, mas, que temos a certeza de que assim o será, e por que temos a certeza? Por que confiamos, por que temos fé, e isto é a esperança.
I. A nossa esperança está em Cristo e ele é a nossa esperança, mas, não esperamos nele só para salvação, vida eterna, morarmos com ele, mas, ele é a nossa esperança em tudo, em que havemos de ser curados, libertos, transformados, etc...
II Não existe esperança sem fé, e por ela conhecemos que alguém tem fé.Quando Tiago falou sobre que a fé sem obras é morta, mostrou o aspecto físico da esperança, pois a fé sem esperança é morta.
a) Tiago 2.21,22. No acontecido em que Abraão ofereceu a Isaque sobre o altar, ele é interrogado pelo filho sobre o por que não tinham o cordeiro, ao que Abraão responde; Deus proverá para si o cordeiro do holocausto, meu filho"(Gn 22.7,8), dentro de si sabia que o cordeiro seria Isaque, mas, nesta frase transparece a esperança dele em que Deus haveria de livrar a Isaque. Ele obedeceu a Deus crendo que em Isaque seria chamada a sua semente(Gn 21.12/Hb 11.17-19),o mesmo Deus que agora pede a Isaque tempos antes o prometera ele cumpriria, e já esperava que uma hora ou outra isso ocorreria. Essa esperança é que fez abraão obedecer a Deus, sem temer que a promessa acerca de Isaque fosse por água a baixo, e por isso é que a esperança é o fruto da fé.
b)A verdadeira fé leva a atitudes,mas, não podemos dizer que a atitude é um ato de fé, pois nem sempre a atitude será produzida pela fé. O filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes, tentaram expulsar um demónio, na autoridade do nome de Jesus, ou seja tiveram a atitude, nome do qual eles não criam, pois disseram: "Esconjuro-vos por Jesus a quem Paulo prega", eles não criam em Jesus, era o Jesus que Paulo pregava, não eles. E o demónio não lhes respeitou.Por isso a esperança não a atitude, é que é a obra da fé(Atos 19.13).
c)Atitude de fé é quando a fé leva alguém a tomar uma atitude.Mas, estritamente falando; a fé só levará alguém a tomar uma atitude, quando ele for uma fé esperançosa.Se a fé não produzir a esperança, de maneira alguma levará a tomar uma atitude, pois a genuína fé sempre faz alguém esperar, sempre espera ela é sinonimo de confiança; por isso se alguém diz que tem fé, mas, vive desesperado a fé deste está morta.Outras coisas, ou outros motivos poderá levar a atitude, mas, somente a fé esperançosa levará a tomar a atitude de fé.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Visão de Dois Ministérios


"Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes, e rompiam-se lhes as redes.Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los.E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique". Lucas 5.6,7

Na prosperidade espiritual, onde há muitos frutos, aqui há um segredo, um ministério deve compartilhar com o outro, essa bênção, assim o outro vai o ajudar e ambos se fartaram das bênçãos de Deus.
O que acontece na verdade é que na ganancia o ministério próspero, tende a construir um tempo maior para abrigar todas as almas(
Lc 12.13-21). Digo que os frutos com um tempo se perderão, mofando, dando bicho, devemos lembrar dos Israelitas que comiam além da conta o maná, ainda em sua boca dava bicho, e em suas vasilhas e vasos davam bicho.O ministério poderá ser bem sucedido, em manter todos na igreja, porém poderá ela dar assistência boa espiritual para todos?Se Pedro não pedisse ajuda afundaria com seu barco, e perderia o seu barco e seus peixes, o mesmo acontece, quantos grandes ministérios, com grande safra de desviados, e os que estão dentro estão raquíticos, na sua estrutura espiritual? Digo que os tais, são ministérios, "barcos afundados".
Diz a palavra de Deus sobre o liberal:
"...pela sua liberalidade está em pé."Isaías 32.8(Bíblia João F.A, revista e corrigida de 1997).
Agora por que o título deste texto é: Visão de dois ministérios? Por que é assim você abençoa o ministério de seu irmão e ele te abençoa, você pode ter em sua rede muitos peixes, mas, se você se abrir com seu irmão e compartilhar a pescaria poderás e certamente estarás livres do risco de viver uma vida de naufrágio.
Um Grande abraço para todos!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Andando por fé (Parte 2)


IV. Andar por fé como descansar na popa do barco, durante uma grande tempestade(Mateus 8.23,24).

A)Isso não quer dizer que você tem que ser cego e surdo, diante das necessidade de seu irmão.Por que fé produz obras(Tiago 2.22 e 26).Este andar por fé, e para você, Jesus te deu exemplo.Mas se o teu irmão não tem fé, como foram o discípulo(Mt 8.25,26), deves ajudá-los, na as incredulidade(Mc 9.24) ou na sua pouca fé(Mt 8.26).

b)Quem tem fé ou quem anda por fé, não tem medo das grandes ondas que querem engolir o seu pequeno barco, pois é por fé e não por vista.Posso dizer ainda que se é por fé e não por vista ele nem está enxergando a onda. Mas e se for fogo o perigo e não água?O calor eles não sentiram e nem tão pouco terão seus danos (Daniel 3.27). Pode descansar tranquilamente nas águas, no leito, dentro do barco.

V. Andar por vista, é se desesperar por causa da tempestade. (Mt 8.25)

Se você não poder crer em Deus tudo será demasiadamente difícil para você, você será cruelmente maltratado, pelas lutas provas e tribulações,vais afundar, nas águas(Mt 14.30,31), vais ser morto pelo calor do fogo(Daniel 3.22), e a sua obra, de maneira nenhuma será aprovada por Deus,ou não passará no teste (I Coríntios 3..12,13).

b) Quem anda por vista sempre censura aquele que anda por fé(Mc 4.38). Como os discípulos (Não se te dá que pereçamos? Ou não te preocupas?).Ao estarem embaraçados por não terem fé, olham e em meio a tribulação, vêem que o crente anda tranqüilo ou “dorme”, num profundo sono. Não que ele seja igual a Jonas (Jonas 1.5,6), não se importando com o próximo, mas, o criticam por que ele não se desespera, como eles.Para eles o se preocupar é se desesperar. Para quê? Convém lembrar, que esse preocupar não é por causa da tribulação, mas, sim por causa do próximo, por isso não desesperamos. Por que preocupamos é em ajudar o nosso próximo o qual está em dificuldade na sua fé, com a nossa fé produzindo obra .

VI. Andar por fé, é como lançar as redes pelo mandado do mestre. (Lc 5.4-6)

a)O mar é o mundo, para se estar nesse mundo como cristão, (mundo aqui é “ essa vida terrena”), agradando a Deus, temos que nos submetermos a vontade de Deus, sempre buscado ser dependente de D’Ele,ma, para conseguirmos isso, temos que crer verdadeiramente em Deus, a ponto de não duvidarmos,mas, mesmo se já tentamos e não conseguimos façamos de novo, não vendo a impossibilidade passada, com Pedro ao viu, mas, “crendo somente”.

b) Como resultado de uma vida de fé e obediência aos mandados de Deus, os frutos serão abundantes. Não ficaremos sós, pois careceremos que outros nos ajude com sua igreja e suas orientações, visto não conseguimos, mais comporta em nós os frutos. Não seremos como aquele homem rico, gananciosos, querendo apenas para nós, mas também repatiremos com os outros templo maiores, ao invés disso compartilharemos os frutos com os outros, pastores e templos a nossa volta( Lc 12.13-21/Lc 5.6-7).


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