TRADUTOR

sábado, 20 de novembro de 2010

Os pioneiros e os sermões


Realmente, não tenho lido muitos sermões, de grandes homens da história do cristianismo, mas, uma coisa eu sei todos os seus discursos, refletiam e transmitiam ideias oriundas de horas de profundas reflexões. Eram reflexões de suas questões com Deus, de suas interminadas meditações e leituras das Sagradas Escrituras.Falavam de convicções que tinham, nascidas no fogo do Espírito Santo, verdades em que não somente criam, mas, viviam e defendiam. Não tinham nada mastigado, e quando chegavam no púlpito não contavam histórias a todo tempo, quando profetizavam, não determinavam, pelo contrário revelavam. O que eu quero dizer com essa ultima afirmativa,"quando profetizavam não determinavam", por que diziam o que Deus lhes diziam e não o que desejassem que Deus estivesse dizendo, às vezes penso que os que fazem isso, estão determinando o que Deus fará, quando dizem: "Eu profetizo...", por acaso isso não é a mesa coisa que dizer:"Eu determino..."?Pois a intenção e a forma como é evocado trás em si o mesmo sentido. Agora quando revelamos o coração de Deus, falamos o que ele quer dizer, ele conhece o coração de Deus. A profecia bíblica nunca foi feita por vontade de homens.
Voltando aos sermões dos pioneiro do cristianismo, começamos pelos expostos de Pedro, Estêvão e de Paulo, e aprofundemos por Charles Finney, Moody, e outros homens de Deus, não que seus sermões fossem aulas profundas e exaustivas de teologia, mas, eram convicções, falavam de Deus tendo a certeza de que o Altíssimo estava em pé, ao seu lado com a mão em seus ombros sussurrando as suas leis e vontades em seus corações. Aqui, por certo alguns tinham sermões escritos, outros por sua vez improvisavam em cima da hora, mas, uma coisa é certa estavam firmes naquilo que diziam e expressavam convicções profundas e cravadas em suas almas. Agora tenho ouvido sermões, que a pessoa até mesmo entra em contradição em suas declarações, fala coisas de que não sabe e nem entende, de que não esta convicto, conta longas histórias interrompendo-as para fazer aplicações triunfalistas. Que o Senhor, venha abrir, os olhos e o coração desta geração antes, que ela se amontoe de doutores segundo as suas próprias concupiscências.



Deixo para o amado irmão alguns links, sobre este assunto, afim de insetivá-lo a não ser simplesmente diferente, mas, eficas na sua pregação:
Conselho aos pregadores
Onde estão os pregadores?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Reclamar é um vício


Já faz bem um tempo que fiz esta constatação,de que as pessoas que reclamam, reclamam atoa sempre e por qualquer motivo, e que aqueles que não reclamam, muito dificilmente se queixam. Tenho uma colega de serviço constantemente reclama, ou porque tem muito serviço e esta sobre carregada, ou por que tem pouco serviço e está quase dormindo, reclama de quem não faz nada e de quem faz também, parece brincadeira, mas, para muitos reclamar é um vício. A pessoa se torna negativa e não consegue ver bem em nada, mesmo quando tudo está bem, ele reclama. Lembro-me do povo de Israel no deserto, não havia coisa que Deus fizesse que poderia os alegrar, pois estavam sempre descontentes, estavam sempre com os olhos no Egito, é difícil agradar a alguém que está sempre com a mente no Egito, pois para ele, por mais, ruim que lá fosse aqui tá sempre pior.
A Bíblia nos ensina a termos uma mente melhor, até mesmo as tribulações devemos ver como Paulo com olhos bons."A nossa leve e momentânea tribulação..."(2 Co 4.17). Diz que os pensamentos de Deus, são os melhores ao nosso respeito( Jr 29.11). E que devemos encarar as aflições com bom animo (Jo 16.33).É claro, que o Senhor conhece as nossas limitações, e sabe que uma hora ou outra não vamos aguentar e vamos reclamar, mas, bom é que seja com Ele, e não murmurando pelos cantos.

Um mega abraço para todos os leitores que Deus voz abençoe!!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Por que os pioneiros não pararam?

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