TRADUTOR

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O pensamento de Finney


O que pensava Finney?Não sou um especialista em Finney, e quem realmente quizer saber leia a sua teologia sistemática, mas, tenho lido alguns artigos que deixam a desejar, e que nada dizem. Como por exemplo falam de que a teologia liberal é oriunda dos pensamentos de Finney e John Wesley, e muitas outras coisas, que não me é a intenção sitar aqui neste texto, estou aqui para falar sobre o que tenho persebido em sua telogia ser a idéia mais persistente e comum por ele defendida.

Primeiramente, ele era alguém coerente, em sua teologia, ele procura desenvolver explicações para diversas matérias sem contudo se contradizer, ou voltar atras no que ele já havia dito antes.
Segundo, ele acreditava que Deus,era também coerente e não se contradizia, uma coisa é você defender isso como dogma, outra é você defender isso como uma convicção enraizada em sua mente.

O 1º pensamento comum que percebi em sua teologia, era de que temos uma faculdade do intelecto chamada razão, e que por ela persebemos as verdades universais que não necessitam de prova, verdades absolutas que não podem ser negadas pela alma.E que as verdades do Espírito, são verdades reveladas por que como a Bíbia diz, o espíritual só se discerni espiritualmente.Mas a verdade de Deus, esta, se persebe universalmente pela mente humana, e por isso todo o homem é indesculpável.
O 2º, Finney interpreta o termo bíblico paulino "carne", como se referindo a faculdade do intelecto ou do sistema nervoso humano, chamada de sensibilidade, ou a capacidade de sentir, era portanto coerente em suas definições toda vez que se referia a tentação, ao se referir a ela ou interpretar a tentação como prioritariamente, sentimentos e pensamentos oriundos ou que surgem na intenção de satisfazer estes sentimentos ou mesmo em serviço dos mesmos, em outras palavras uma mentalidade carnal.
O 3º, baseado na passagem bíblica que diz",portanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita a lei de Deus,nem, em verdade o pode ser.Por que os que estão na carne não podem agradar a Deus."(Rm 8.7,8). Finney intende, sendo coerente com sua interpretação de carne e tentação, como sendo a sensibilidade ou aquela capacidade de sentir, tem o discernimento de que os seres humanos, foram originalmente criados para serem guiados pela sua razão e discernimento, pela consciência e auto-consciência, e que toda vez que se optam por andar segundo os seus sentimentos, não sendo essa opção uma conduta racional, ele então ao se tornar um ser impulsivo, se torna semelhante a um animal, sem discernimento de nada. Por que a carne não e um ser vivo, e não tem como optar pelo bem ou mal por si mesma, quando ela busca algo, só tem o objetivo de satisfazer a um sentimento, e não se isso é bom ou ruim, certo ou errado, não há discernimento nisso, portanto quem anda sendo guiado pela carne, é semelhante a um a animal, por que não discerne nada.E nisso não agrada a Deus de maneira nenhuma, por que nem é esta sua real intenção, a carne só quer ser satisfeita. O carnal, pode chorar com uma pregação e sair da igreja e sorrir com uma piada imunda, não há discernimento nele.E nisso uma hora ele pensa ser alguém muito sensível a voz do Espírito, outra ele se mostra um verdadeiro carnudo. Pessoas assim podem chorar e falar em línguas ao som de um louvor espiritual, mas, contudo ao invez de agradar a Deus podem estar causando nauzeas nas narinas, do Altíssimo...

Tenho mais, para dizer sobre o pensamento de Finney, mas, neste texto gostaria de deixar apenas estes textos para a sua reflexão. Depois continuamos...

Deus voz abençoe!!

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Pensando na onisciência e no limitar-se de Deus


Quando Davi em seu Salmo 139, diz. “Senhor tu me sondaste...”.Mostra pela palavra a constante observação de Deus a cada passo e pensamento que se manifesta e que se há de manifestar em nós. Numa compreensão comum da para pensar que Deus precisou de investigar a Davi, para que conhecesse-o, lançando então trevas ao conhecimento da onisciência de Deus, mas, o texto é uma oração onde Davi lançando mão da onisciência de Deus, declarasse-se justo e inocente de todas as acusações, e no final do Salmo nos versos 3,24 ele faz lhe um pedido, para que o investigue e vê se naquilo em que o condenavam ele era realmente culpado e mais fundo foi, “vê se há e mim algum caminho mal, e guia-me pelo caminho eterno”.Deus não precisava fazer isso, mas, mostra ao fazer isso a intimidade que tem com seus filhos e as suas criaturas, e o seu cuidado paternal, e no caso aqui com o salmista. Não pretendo investigar esse salmo porque o vejo como por demais claro na declaração da onisciência divina, o tomo apenas como base, para o título e assunto que aqui apenas cito, contido ou subentendido nas palavras, “Tu me sondas”.Título o qual é “o provar de Deus”(Assunto este que vou começar a abordar mais a frente, em outras postagens).

Para te provar, para saber o que estava no teu coração,se guardarias ou não os seus mandamentos”.(Dt 8.2)Há muitas passagens na Bíblia semelhantes a estas, que lançam dúvidas à onisciência de Deus,mas, vemos pela experiência e pela história da palavra de Deus, que em seu convívio com o homem sempre lançou mão desta ferramenta ou seja, de se limitar ao limite do homem, entendo particularmente, que para melhor se comunicar e relacionar com o homem, assim como subentendo pela passagem de Oséias 11.4, que diz:

Atraí-os com cordas humanas, com cordas de amor...”

Vemos isso em Gênesis 2.18-20/3.8-13, quando o homem pecou e Deus se limitou mesmo assim ao limite do homem, isso digo, quando perguntou o que Ele já sabia. Quando Deus e seus anjos se limitaram a forma humana e comeram e dialogaram com Abraão e Sara, Gênesis 8.1-21.E quando chegou a Balaão e lhe perguntou: “Quem são estes homens contigo?”(Nm 22.8-20).Então por essas e outras passagens vemos que Deus se limita ao limite humano, em certo sentido para melhor se comunicar e relacionar com Ele. Mas, também pela palavra sabemos que Deus também tem se revelado um pouco como ele é, para que saibamos como ele é maravilhoso ao se limitar-a nós, do contrário como ele mesmo disse; “A sua presença nos consumiria...”, e isso Isaías o viu o povo de Israel e ficaram assombrados(Isaias 6/Êxodo 24.15-18).Mas, um dia disse João em I João 3.2, que um dia seremos semelhantes a Ele, pois o veremos como Ele é.

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