TRADUTOR

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Deus não te corrige para prová-lo.


A correção de Deus, não é o provar de Deus, por que ao corrigir não é este seu propósito, Ele não esta aplicando um teste em seus servos, antes esta a corrigi-los. O propósito de Deus na correção, não é o de mostrar evidencias sobre algo, ou de obter tais evidências. O propósito de Deus, é que o seu servo que está sendo corrigido, possa desperta-se da sua loucura, possa por meio da correção enchergar, quão mal, louco e abominável tem se feito e possa enchergar quão amoroso é o Pai que o castiga e voltar atrás, ou seja o propósito de Deus é corrigir um erro, não seu, mas, de seu filho( Hebreus 12. 6-7).
Embora, ao crente, por meio da correção perceber o seu erro e voltar atrás, estará evidente para ele que estava num caminho de loucura e imprudência, e Deus com seu grande amor veio a resgata-lo e a salva-lo de seu próprio pecado ao desperta-lo. Não é este o propósito o de prová-lo testando-o, mas, mais tarde Deus pode apresentar ao crente isto, como prova(evidencia) de seu amor e correção.
"E lhe poras o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados" Mateus 1.21
Essa correção de Deus , aqui é a vontade corretiva de Deus, não digo,permissiva. Por que há muitas formas de Deus corrigir alguém, como no caso de Simão o "ex-mágico"(Atos8.9-24),bastou que Pedro lhe chamasse a atenção.Mas, há as vezes que isto não basta para fazer com que um servo seu seja despertado de sua loucura,as vezes é preciso que Deus permita com que o próprio resultado natural de seu erro, de sua loucura, sirva para que, ele ali na sarjeta, no fundo do posso, no meio dos porcos competindo por bolotas;às vezes enfermo, ou com familiares enfermos, passando por grandes tribulações, venha a parar e ver que não precisava ser assim e então voltar-se para Deus. Esta é a vontade corretiva de Deus não a permissiva, não nesse caso, por que o querer de Deus aqui é corrigir, e por isso permite o mal, por ser necessário.Não por ser a sua vontade permitir, mas, por ser a sua vontade corrigir permitindo o mal.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

As lutas e as tentações, não são o provar de Deus


1. As lutas, não são o provar de Deus. Elas em si não, mas, são por Deus usadas para o seu provar. Não é Deus que nos dá lutas, elas vêm como um resultado natural do viver, seja o viver em Cristo, seja qual for.

Você luta para viver, para nascer, para existir, para ser alguém, para não ser alguém, para fazer prevalecer a sua vontade, para destronar e fazer com que não prevaleça à vontade da carne, do diabo e do mundo. E luta para permanecer coerente com a vontade de Deus. Quem nunca lutou não existiu, nunca fez nada nem deixou de fazer. Quando você move a mão para cima esta lutando contra a lei da gravidade que a puxa para baixo,está lutando contra o ar que ocupa o espaço onde ela vai passar.

Assim como existe luta física, há lutas espirituais e da alma. Como dizia quem nunca lutou, nunca viveu. E para ser livre também lutamos. Quando nascemos de novo passamos a lutar, por que agora estamos vivos para Deus no sentido de que estamos em comunhão com Ele, estamos reconciliados, e lutamos por que estamos vivos e pretendemos nos manter assim. Vivos e livres do domínio da carne, do mundo e de Satanás (Efésios 2.1-6).

São muitas as lutas, mas, não é Deus que as manda, porém as permite fazendo uso das mesmas para nos provar. Prova aqui, digo, é um teste ou avaliação para que por meio de seus resultados possa conceder provas ou evidencias, e também digo provas no sentido de evidencias, para nós e para outros. Ou seja Ele nos prova por meio de nossas lutas. Quando lutamos contra doenças, calúnias, incidentes ou seja seus resultados, contra os nossos inimigos, contra a carne, somos provados por Deus por meio destas lutas. Mas, não pensemos que Deus nos manda lutas. Como alguém pode dizer, “estou tendo muita luta o Deus”! Como que querendo dizer, que Deus é quem manda as lutas. Não!

2. As tentações, não são o prova de Deus. Tentação, digo no sentido de provocar ou estimular um sentimento. O provar de Deus é uma atitude d’Ele, e Deus a ninguém tenta (Tiago 1.13,14), antes somos tentados pelas nossas próprias concupiscências, ou sentimento exagerado, e por meio dele Satanás e o mundo nos tenta. O sentimento não força ninguém a satisfazê-lo, mas, se você se subjuga a ele você faz o que ele quer. Quando ele vem da a impressão de que não vamos resistir, é o atrair que Tiago fala no verso 14 do capítulo 1, mas, a carne não é um ser vivo que tem o poder para nos controlar, sem que nós o permitamos, ela não é um gigante, é só a sombra de ago perto da chama de uma vela. Agora se caímos nessa, ai é que somos seduzidos por ela. Satanás nos tenta por meio dela e também o mundo, quem a vence, resiste aos outros.

As setas do inimigo são estimulantes, provocações. Com o escudo da fé poderemos apagar todos os dados inflamados do inimigo (Efésios 6.16). Portanto se não vigiamos e oramos e logo viemos a cair em tentação, não temos o direito por não vigiarmos e oramos de dizer: “Eu não pude resistir”! Pois isto é a prova de Deus contra nós por não lhe darmos ouvidos (Lucas 21.34-36).

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Avaliados pelo Altíssimo


Deus visa à promoção da união de seu povo, a santificação e a comunhão. Como o provar de Deus poderá produzir estas coisas?Já se vê que em meio às adversidades o povo se uniu, os que não são verdadeiros se manifestam e a comunhão se intensifica. Aqui falo de prova no sentido de testificar, conceder evidencia, no sentido de submeter alguém ou algo a teste pa que com os resultados obtidos possa conceder provas ou evidencias. Digo mais, que o provar de Deus tem o poder de revelar o oculto, de o manifestar.

As adversidades e lutas de um servo de Deus, leva os que são sinceros a se mobilizarem em sua ajuda. A enfermidade de um irmão pode levar um santo homem de Deus a se por na brecha em prol de sua recuperação, a visitá-lo orar por ele, ministrar palavras de fé e encorajamento, ou mesmo num caso de desemprego de um pai de família. Vês que ouve nisto a manifestação dos que são sinceros, o comungar deste irmão com sofrimento de seu próximo e a união da fé deste com a daquele, com a união de seus corações. O hipócrita é sempre pego numa falha e suas próprias lutas e adversidades o revelam a sua hipocrisia; embora diante da adversidade do próximo ele cultive para que o povo veja uma falsa equidade, todavia diante de Deus ele está nu. Mas as provações de Deus são para que ele próprio veja a sua hipocrisia (por que o hipócrita engana-se a si mesmo), e outros vejam o seu fingimento. Por que os que não são sinceros caem e afundam seduzidos pelas suas próprias concupiscências (Tg 1.14,15). Pois como diz Tiago,Deus não nos tenta,mas, Ele usa nossas próprias tentações como provas ou evidencias, de quem nós somos, a nós mesmos, a Satanás e ao próximo.

*A nós, por que como poderia Deus através de seu servo Isaías repreender a Ezequias por causa de seu orgulho, se não o provasse primeiro através dos embaixadores de Babilônia por meio da qual ele o revelou, e Deus usou esta evidencia para o repreender e corrigir. Por que as provas de Deus são ferramentas de sua justiça para que nenhum homem possa dizer que Deus é injusto (Isaías 39/II Reis 20.12-19). “Por que todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23).Não que Deus implante a prova de seu pecado em você para ter de quê o acusar, mas, o próprio pecado que está em seu coração, tem de se manifestar (I Timóteo 5.24,25), à luz da sua palavra(João 3.17-21/5.38), ou de suas próprias trevas de iniqüidade como nos dá a saber Tiago 1.14. Por que a palavra de Deus é luz e nada fica oculto, ao se ministrar a palavra a alma pecadora que a escuta, as suas verdades são tão profundas que fica evidente a alma que a vida que ela tem levado, não é uma vida correta e de justiça diante de Deus.

* Vemos também que a presença de Deus também manifesta e evidencia o nosso erro, por que à luz da justiça santidade de Deus, o homem miserável confessa com a própria boca os seus pecados; mesmo que o justo também se considere imundo diante da glória de Deus, o pecador confessa o seu pecado (Lucas 5.8,9/Isaías 6.5).

*Ou as trevas de sua própria iniqüidade, pois a própria cobiça o há de seduzir e levá-lo a manifestar a iniqüidade. Como ele está em trevas, pode não perceber como no caso de Ananias e Safira até que Deus lance luz sobre a sua nudez (Atos 5.1-10), e no caso da igreja de Laudisséia (Apocalipse 3 14-22).

Então a prova de Deus promove santificação ao revelar os sinceros e os que não são. E também promove a comunhão, quando mobiliza a comunidade dos santos, em torno das adversidades e lutas do próximo para o ajudar. Quando as perseguições desafiam a comunidade cristã a orar, e vigiar e crescer no conhecimento de Cristo; ao saber que nossos irmãos igualmente em toda a parte do mundo, estão a sofrer pela mesma causa que nós a causa do evangelho. Assim e de outras maneiras elas as provações faz com que mais e mais o povo se uma em torno do nome de Cristo Jesus.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Palavra importante 7:Sinceridade


Pelo que façamos festa não com o fermento velho,nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade. 1 Cor.5.8

A pessoa sincera é aquela, que nada oculta, mas, será que somos absolutamente sinceros em todas as áreas de nossa vida?O coração sincero é isento de todo sentimento, possa comprometer a verdade. O texto diz sobre o fermento, aquilo que faz render algo, que promove dissensões, divisões.Ele fala mais, sobre o fermento da maldade, mas, como assim? A maldade aqui é no coração, atos e palavras proferidos, e projetos feitos e arquitetados, com o intuito de destruir a harmonia entre os irmãos, o amor a comunhão. Pessoas que sobre o pretexto de fazer justiça, declarando-se profetas de Deus, semeiam calúnias,, difamação e desconfiança entre os irmãos. Há outro fermento ainda aqui relacionado no texto, é o fermento da malícia, este é o mal juízo, ou a má interpretação que as pessoas fazem, quando ignoram os fatos e a realidade das coisas, podem fazer uma tempestade num copo d'água.
A sinceridade é semelhante a um pão asmo, ou sem fermento, ela é pura e não promove ou deixa com que o mal se espalhe, mas, pelo contrário é como um verdadeiro veneno na raiz do mal. A sinceridade não é contaminada por sentimentos, quando alguém precisa dar uma opinião sincera sobre algo, e antes avalia as circunstâncias e as conseqüências e as reações que podem serem negativas diante da sua opinião sincera, então se ele ver que não convém dar a sua opinião, ele tem a opção de se calar, para não correr o risco de ocultar a verdade não sendo sincero, por medo, ou sentimento semelhante.Ou então ele é sincero e deixa a coisa rolar, se as intenções dele a dar a sua opinião forem sinceramente boas, ele poderá pesquisar meios alternativos que ele poderá expressar a sua opinião. Mas, se suas intenções são más, ele nem mesmo fará tal avaliação acima como já havia pensado. A questão é que a sinceridade não é apenas de palavras, mas, de sentimentos de intenções,  sim precisa ser absoluta, é um móvel totalmente sem será, a pessoa pode ser sincera quanto aos sentimentos, mas, pode não ter calculado o peso de sua decisão e quando isso lhe pesa ela volta atrás na sua decisão.
O medo sem dúvida é o maior inimigo da sinceridade, pois muitos de nós ocultamos fatos ou mesmo camuflamos a verdade por causa do medo. Outro inimigo da sinceridade é a cobiça a pessoa pode até mesmo se fazer de amiga do próximo, no intuito de pegar e tomar o que é dele.
As crianças no geral são sinceras, o mundo contudo incube de arrancar isto com o tempo, através do medo e da cobiça.

Um grande abraço e sejam totalmente sinceros

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Mal, obsessão ou vício


Pessa a alguém que te defina pecado, e ele te fará um tratado, com um volume de cinco livros grossos, e pesa este mesmo alguém que apenas fale sobre santidade, e ele te dará uma página apenas, e mesmo para falar sobre santidade terá que fazer referencia sobre pecado. Até mesmo as pregações triunfalistas cheias de você, vai vencer, fala muito mais sobre a luta do que sobre a vitória, as vezes penso que no sub-consciente das definições de muitas pessoas o mal é um estado, e o bem apenas um momento, ou uma fase. Por que falamos muito mais sobre o mal, por que não faz sentido dizer e pensar sobre o bem, sem inferir mesmo que seja referencia ao mal? Será que na eternidade, até mesmo o conceito de mal, será extirpado?
É interessante pensar sobre isso, o fato é que na verdade existe o mal necessário, creio que na eternidade, não seremos poupados do conceito do mal, pois penso que isso seria como que uma vacina, que serve para prevenir as pessoas de se contagiarem com o vírus. E como que é feito isso, ou do que as vacinas são feitas? As pessoas recebem em seus corpos vírus ou pedaços de vírus inativos, ou mortos, e nossos corpos na presença deles criam defesas, criam anticorpos que servem como proteção que nos livra dos vírus vivos e ativos.Assim da mesma forma funcionaria nas pessoas que Deus preservasse neles o conceito de mal, assim, livrando-os do mal.
Agora voltando ao que pensávamos, sobre o quanto somos versados no mal, e pouco versados no bem, sobre tudo o que é mal, somos mais propensos e até mesmo quando falamo sobre bem, referimo-nos ao mal, Deus em sua sabedoria certa vez disse, "Eu formo a luz e crio as trevas..." (Isaias 45.7)O que já existia antes de existir a luz?"E havia trevas sobre a face do abismo..."(Gênesis 1.2), o fato é que as trevas já existiam, Deus então formou a luz, e a luz se misturava com as trevas, e Deus então as separa, e ai começa a existir a distinção entre trevas e luz, e Deus assim as nomeia e lhes dá ainda outro nome, dia e noite, como numa conseqüência a criação da luz, veio a tornar evidente a existência das trevas.No caso do mal a coisa é o contrário,o bem é o curso normal, o homem foi criado nele, mas, só veio a ter a noção dele, quando provou do mal, uma criança só sabe que o fogo é mal,quando se queima nele, o homem só veio saber que o pecado era mal, quando recebeu a morte espiritual(perca de sua comunhão com o Altíssimo) e física, e todas as conseqüências que isto veio a lhe significar. O que é o mal, então para nós, uma obsessão ou um vício? O fato é que assim como as trevas, só se discerniu com a chegada da luz, o homem só veio a saber o que era o bem, quando provou do mal, e teve a morte como conseqüência, isso é conhecimento prático.Assim mesmo Jesus disse, a quem muito foi perdoado muito amou(Lucas 7.36-50), só dá o devido valor ao bem aquele que nunca o teve, quem o teve só o valoriza ao perde-lo, como o fez o filho pródigo(Lucas 11.32).

Deus voz abençoe, e voz enriqueça no bem!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O pensamento de Finney(parte 2)


Gostaria agora de continuar a falar sobre o pensamento de Finney, o que comecei a refletir num texto anterior, parei, na 3ª observação, então vamos lá:

O 4º pensamento que percebi em sua teologia, é que Finney não concorda com a máxima de que Adão passou a humanidade o pecado, tornando a natureza de todo aquele que vem de sua linhagem intrísicamente pecaminosa, ou seja você peca ou é pecador só pelo fato de existir e ser humano. Segundo Finney a natureza humana é realmente pecaminosa, e sim Adão como sendo o primeiro humano passou a todos os seus descendentes o pecado, pois como diz á própria Bíblia, "...como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram" (Rm 5.12).Mas, ele observa, a natureza não é intrísicamente pecaminosa, ter a capacidade de pecar, só explica uma coisa, o nosso livre arbítrio, Adão já possuía tal capacidade, por isso pecou, se ele não a possuísse, não pecaria. Outra observação, nossa natureza é pecaminosa, simplismente por que nos permite pecar, e nos da a ocasião, mas, não pecamos ou somos pecadores por ela. Outra, o nosso corpo está frágilisado pelo fato de que Adão sendo nosso patriarca adquiriu com seu pecado a morte e essa sim a Bíblia diz, que passou a todos homens, quanto ao pecado ela diz, que entrou no mundo bem diferente, ou seja era algo que nunca havia acontecido aqui na terra, e com Adão isso veio a ocorrer sendo na verdade o pecado inaugural e não original.
O 5º pensamento coerente com o 4º, é que se a nossa natureza é pecaminosa em si mesma, ou seja só pelo fato de existir, se a nossa natureza nos torna pecadores só pelo fato de a termos, então o pecado deixa de ser pecado, pois como poderemos ser condenados por algo que não está no nosso controle? Se pecar é uma qualidade humana, então não pode ser crime ou transgressão contra a lei de Deus, pois como um cego de nascença pode ser culpado de sua cegueira? Mas, se afirmamos tal coisa, corremos o risco de dizermos que Deus é injusto, uma vez que ele nos condena por algo que não escolhemos e que nascemos com ele, sabemos que Deus não é injusto e que portanto tal afirmação é errónea. Por que Deus não nos condena pela morte a qual recebemos de Adão, mas, sim por seguir os passos do mesmo.

Deus voz abençoe!!

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