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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O pensamento de Finney(parte 2)


Gostaria agora de continuar a falar sobre o pensamento de Finney, o que comecei a refletir num texto anterior, parei, na 3ª observação, então vamos lá:

O 4º pensamento que percebi em sua teologia, é que Finney não concorda com a máxima de que Adão passou a humanidade o pecado, tornando a natureza de todo aquele que vem de sua linhagem intrísicamente pecaminosa, ou seja você peca ou é pecador só pelo fato de existir e ser humano. Segundo Finney a natureza humana é realmente pecaminosa, e sim Adão como sendo o primeiro humano passou a todos os seus descendentes o pecado, pois como diz á própria Bíblia, "...como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram" (Rm 5.12).Mas, ele observa, a natureza não é intrísicamente pecaminosa, ter a capacidade de pecar, só explica uma coisa, o nosso livre arbítrio, Adão já possuía tal capacidade, por isso pecou, se ele não a possuísse, não pecaria. Outra observação, nossa natureza é pecaminosa, simplismente por que nos permite pecar, e nos da a ocasião, mas, não pecamos ou somos pecadores por ela. Outra, o nosso corpo está frágilisado pelo fato de que Adão sendo nosso patriarca adquiriu com seu pecado a morte e essa sim a Bíblia diz, que passou a todos homens, quanto ao pecado ela diz, que entrou no mundo bem diferente, ou seja era algo que nunca havia acontecido aqui na terra, e com Adão isso veio a ocorrer sendo na verdade o pecado inaugural e não original.
O 5º pensamento coerente com o 4º, é que se a nossa natureza é pecaminosa em si mesma, ou seja só pelo fato de existir, se a nossa natureza nos torna pecadores só pelo fato de a termos, então o pecado deixa de ser pecado, pois como poderemos ser condenados por algo que não está no nosso controle? Se pecar é uma qualidade humana, então não pode ser crime ou transgressão contra a lei de Deus, pois como um cego de nascença pode ser culpado de sua cegueira? Mas, se afirmamos tal coisa, corremos o risco de dizermos que Deus é injusto, uma vez que ele nos condena por algo que não escolhemos e que nascemos com ele, sabemos que Deus não é injusto e que portanto tal afirmação é errónea. Por que Deus não nos condena pela morte a qual recebemos de Adão, mas, sim por seguir os passos do mesmo.

Deus voz abençoe!!

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