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domingo, 27 de março de 2011

Eu acredito em fadas...


Alguém ai, já deve ter lido ou assistido ao filme Peter Pan, nele ocorre um fato curioso e muito instrutivo sobre a realidade dos mitos e crendices populares.Quando a fada Sininho, morre, as crianças começam a dizer um mantra. "Eu acredito em fadas..." E misteriosamente todas as pessoas da terra do Nunca e do próprio planeta terra, começam inconscientemente a dizer esse mantra. E com isso a Sininho, pelo poder da crença nas fadas, manifestado por este mantra, ressuscita.
Recentemente assisti um filme de nome, "Fúria de Titãs", nele entre os diálogos dos deuses gregos, é revelado uma crença popular, que dizia se que o poder de Zeus, vinha das orações e cultos dos homens. Lembrei-me instantaneamente de um hino cantado por uma famosa cantora que diz:"Deus não rejeita oração, oração é alimento". Confrontando a crença na fábula da fada, e os dizeres da mitologia grega, ambos acima citados, com o que diz este hino, vi que havia um erro neste hino, pois ele assim como prega estas duas histórias acima citadas, afirma indiretamente o que os ateus querem e insistem tanto em proclamar, e até mesmo o espírito do ante-cristo o afirma. Mas, o que realmente ele diz? Que Deus é uma invenção humana, que a sua vida e existência está condicionada as minhas e as vossas orações, que Ele precisa e depende de nossas adorações, como se Ele fosse, como a fada Sininho, precisando de minhas orações para viver. Precisando que eu n'um mantra interminável, o invoque; "Eu acredito em Deus".
A verdade é a que Ele mesmo diz de si:
"Eu Sou o que Sou", não depende de mim de você Ele não é uma fábula, não preciso de acreditar nele para que Ele exista ou viva, Ele vive e creio nele por que antes de tudo Ele creu em mim, e apostou em mim quando ninguém mais o fez. Por que Ele podia e pode viver sem mim, mas, escolheu me poupar, o caso aqui é o contrario é eu que dependo dele para existir. "Por nele vivemos e nos movemos, e existimos"(Êxodo 3.14/Atos 17.28).

Deus vos abençoe!!

Palavra importante 8: Discernimento


"Convêm pois que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio,...
não dado ao vinho...(1 Timóteo 3.2,3)"


Selecionei estes trechos de Timóteo, para falar sobre uma palavra que não aparece neles, todavia está contida neles, palavra esta de grande necessidade para mim, e para todos nós nestes últimos dias, a qual se chama, discernimento. Tempos de muitas idéias, muitos argumentos, muitas filosofias, muitas religiões, muitas explicações e pontos de vistas...
Discernir é a capacidade de diferenciar, distinguir, discriminar uma coisa da outra, devido ao tudo ou nada dos nossos últimos tempos não temos o exercício de discernir as coisas. A necessidade é tão grande na igreja, que o líder não pode ser dado a bebida alcoólica, por que ele precisa ter uma mente sã o suficiente para conseguir entender, tanto espiritualmente, como naturalmente o que se passa, o pastor precisa conhecer bem não só a alma mas, as situações em que passa a sua igreja, e saber quando ela esta bem ou ou parece apenas que esta bem, mas, está mal. Você pode introduzir um lobo no púlpito da igreja para que a possa contaminar com a sua maldade se não souber disso. Já ouve caso em que por falta de discernimento deixei com que profetas de botequim da esquina viesse e pregasse num culto de jovens por não ter o discernimento, quando eu ia ver estava ele ali a passar uma salada triunfalista na igreja.

Às vezes vemos alguns lideres como Acabe e Josáfa, em igreja cheios de profetas com espíritos de mentiras em suas bocas, com a finalidade de induzi-los a morte e quando vem um servo com o Espírito da verdade não sabem e o condenam como o fez Acabe. E não sabia que estava selando a sua própria sepultura.

É para isso que serve o discernimento. Há pelo menos dois grandes discernimentos que precisamos ter, o primeiro é o espiritual: Que pode ser, o discernimento de espírito, para sabermos e termos a sabedoria de Deus para compreendermos que tipo de espírito estranho e de engano na igreja. Ou pode ser o discernimento de Deus para conhecer o intimo e a necessidade da igreja.

O segundo discernimento é o moral: Este é na área do ensinamento, da doutrina, precisamos distinguir a sã doutrina, dos modismos e doutrinas pagã que se introduzem encobertamente no seio da igreja, e se enraízam na mentes das pessoas, e determinam modos de pensar errados condutas apoiadas em má doutrinas, filosofias de homens.

Queria falar mais, mas, espero ter algo, mais sobre o assunto para compartilhar com os amados em outras postagens.


Um grande abraço a todos!!

terça-feira, 15 de março de 2011

O instrumento e o operador da tentação, não são a provação.


O instrumento e o operador da tentação, não são o provar de Deus.
O que vem a ser o instrumento da tentação?
Ele é o instrumento ou meio usado por Satanás, pelo mundo para promover em nós a tentação, ou seja para nos tentar. É como o apetite que é despertado pela linda visão e pelo cheiro de um pernil assado. O apetite a tentação, o pernil o instrumento, a vítima alguém que devido a sua obesidade não pode provar deste prato. Uma pessoa ou carro ou qualquer objeto do desejo, ou objeto que deserta a cobiça, ou a ira ou qualquer sentimento, de qualquer espécie em alguém, principalmente aquele o qual o inimigo sabe que não esta sobe nossa vigilância; estes instrumento e o seu operador Satanás que a Bíblia declara como tentador ou promotor da tentação( Mt 4.3/1 Tes 3.5) são apenas elementos da nossa luta cotidiana e não são o provar de Deus. Embora através deles Deus está a nos provar, " para te dar a conhecer( a entender) que o homem não viverá só de pão, mas, de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem"(Dt 8. 3 parte b).

Não é o provar de Deus, o que quero dizer?

Quando digo que algo não é o provar de Deus, é que:
Primeiro, este algo não vem de Deus para nos provar, e se vem de Deus não com este intuito, o de nos provar.
Segundo, e que quando digo que, embora algo não seja o provar de Deus, ele o usa para que através deste possa nos provar; é que Deus em sua uniciência, vê que se algo não for útil para nós e para os seus bons propósitos em nada, então ele não permitirá; que isto venha sobre nós.
Terceiro, e quando digo, que embora o corrigir de Deus não tenha o propósito de provar ele o use para nos conceder provas de seu amor e justiça; é que Deus é justo em todos os seus atos, e amoroso; e tem de dar a conhecer isto diante dos homens.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quando tentamos a Deus? Parte 2


"Deus não pode ser tentado pelo mal"( Tiago 1.13), portanto Satanás, nem o mundo consegue fazer Deus pecar; não se pode fazer a verdade acreditar na mentira. Mas se pode provocar a reação de Deus contra o pecado, e isso todo o justo igualmente reage contra a injustiça. E isso também os injustos o fazem contra as injustiças que as suas carnes não estão acomodadas a elas. A diferença é que o pecador faz para agradar a um sentimento cego de justiça inflamado em sua carne, e Deus e seus justos não. Deus e seus justos são movidos por princípios, pela inteligência e pela razão, pela "pura razão". Há uma diferença entre o racional e o sensual.Ambos podem por fora serem os mesmos. O sensual usa a razão para satisfazer a sensação, portanto ele é segundo a sensação(carne), e não segundo a razão. O racional usa a sensação para satisfazer a razão em Romanos 2.14-16/7.23, que todos temos a lei de Deus em nossa consciência, revelada ou enxergada pela razão, ou revelada pelo Espírito Santo a razão verdade da qual tomamos consciência. A lei do meu entendimento. O que me é suficiente dizer aqui para concluir também que:
5. Tentamos a Deus quando despertamos o seu zelo pela justiça, equidade e piedade, zelo esse que como já afirmei, não é um sentimento cego ardendo no peito de Deus, mesmo que seja o tal expressado nas mesmas palavras. E mesmo é claro que este sentimento nesta hora haja em Deus,mas, não é isso que o move a zelar pela justiça. E sim por que Deus tem consciência de que é assim que deve agir, para tornar evidente a sua justiça, para assegurar o equilíbrio e a boa ordem do governo moral, a liberdade, e acima de tudo para a promoção do bem universal por seu valor próprio (intrínseco) e por amor de seu nome, o bem de Deus também é o bem universal, por isso a sua promoção é a nossa também( I Coríntios 10.1-11).

terça-feira, 8 de março de 2011

Quando tentamos a Deus? Parte 1


O resultado do tentar a Deus não é o provar de Deus.
Quando tentamos a Deus?Quando abusamos da confiança que temos d'Ele?(Mateus 4.5-7)
Entre um acidente e um ato intencional, há um grande abismo. Quando Satanás disse para Jesus na tentação o deserto; "pula", citou o salmo que diz, "se tropeçares", estava distorcendo o sentido claro da passagem, que não falava sobre pular, mas, sobre o acidente do tropeço. E Deus não vai nos livrar de algo que resulte em um nada para Ele, mas, sim de um acidente que poderá resultar na nossa própria morte espiritual ou mesmo a física.É claro que na morte física ou de qualquer outro mal físico, se este for preferível para o nosso bem, não seremos livrados dele. Mas, de modo algum a morte espiritual será preferível para o nosso bem, pois dependendo ela pode significar também a morte eterna.Mas quando mesmo que tentamos a Deus?
1. Quando procuramos fazer, o que Deus não disse para fazermos, confiando que seremos bem sucedidos diante d'Ele.Ora a fé inabalável em Deus consiste em obedecermos a sua determinação.Pois se Ele disse. Ele zelará par fazer cumprir, veja o exemplo de Pedro na pesca maravilhosa, e no andar sobre o mar( Lc 5.4-11, Mt 14.22-32).
2. Quando somos ingratos pela salvação a nós concedida, e a rejeitamos pelo fato de sermos ingratos a salvação(Hb 2.2-4). Foi o que aconteceu a Israel, ao receber a salvação de Deus não lhe foram gratos, antes a rejeitaram pelo que ficaram prostrados no deserto.Pois se houvessem sido gratos, não ansiariam voltar ao Egito, não murmurariam, e se é que em algum momento foram gratos, foi só neste, não mais.Confiariam em Deus, visto não terem motivos para procederem ao contrário, isto se realmente eram os tais gratos a Ele.
3. Quando procuramos fazer algo além das nossas forças.Deus conhece os nossos limites, e não exigirá algo além; e se vier ampliara primeiro o nosso limite, por meio da fé que temos n'Ele; do contrario não. E se fizermos estamos o tentando (I Coríntios 10.22).
4. Tentamos a Deus quando tudo está bem conosco, e procuramos o mal, com nossas próprias mãos.Seja o mal físico, moral ou espiritual. A qualidade do tentar pode determinar o resultado.Mas tentar traz a ira de Deus.
*Mas o resultado do tentar a Deus, não é o provar de Deus; mas, poderá ser usado por Ele como evidencia, para a própria pessoa, e vier a sobreviver, a qual nunca mais vai querer tentar a Deus, de que Deus foi justo e ele não, ou então servirá de evidencia e alerta aos outros caso ele não sobreviva.No caso das nossas tentações e lutas, também as usa como teste, no caso da correção e do resultado do tentar a Deus não há um propósito de Deus aproveitá-los os usar ou aproveitá-los como teste, todavia também os usa como evidencia.


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