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quarta-feira, 9 de março de 2011

Quando tentamos a Deus? Parte 2


"Deus não pode ser tentado pelo mal"( Tiago 1.13), portanto Satanás, nem o mundo consegue fazer Deus pecar; não se pode fazer a verdade acreditar na mentira. Mas se pode provocar a reação de Deus contra o pecado, e isso todo o justo igualmente reage contra a injustiça. E isso também os injustos o fazem contra as injustiças que as suas carnes não estão acomodadas a elas. A diferença é que o pecador faz para agradar a um sentimento cego de justiça inflamado em sua carne, e Deus e seus justos não. Deus e seus justos são movidos por princípios, pela inteligência e pela razão, pela "pura razão". Há uma diferença entre o racional e o sensual.Ambos podem por fora serem os mesmos. O sensual usa a razão para satisfazer a sensação, portanto ele é segundo a sensação(carne), e não segundo a razão. O racional usa a sensação para satisfazer a razão em Romanos 2.14-16/7.23, que todos temos a lei de Deus em nossa consciência, revelada ou enxergada pela razão, ou revelada pelo Espírito Santo a razão verdade da qual tomamos consciência. A lei do meu entendimento. O que me é suficiente dizer aqui para concluir também que:
5. Tentamos a Deus quando despertamos o seu zelo pela justiça, equidade e piedade, zelo esse que como já afirmei, não é um sentimento cego ardendo no peito de Deus, mesmo que seja o tal expressado nas mesmas palavras. E mesmo é claro que este sentimento nesta hora haja em Deus,mas, não é isso que o move a zelar pela justiça. E sim por que Deus tem consciência de que é assim que deve agir, para tornar evidente a sua justiça, para assegurar o equilíbrio e a boa ordem do governo moral, a liberdade, e acima de tudo para a promoção do bem universal por seu valor próprio (intrínseco) e por amor de seu nome, o bem de Deus também é o bem universal, por isso a sua promoção é a nossa também( I Coríntios 10.1-11).

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