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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Por meio de quê Deus nos prova? Parte 2.

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1.Deus nos prova por meio de nossas tribulações e tentações.
Para mim tribulação é a somatória de lutas, perseguições, mais tentações; poque durante uma tribulação estamos sendo tentados, estamos batalhando contra a carne, o diabo e o mundo, e somos perseguidos pelos nossos adversários. O cristianismo é a arte da guerra espiritual, um bom cristão é um bom guerreiro. Tenho também que tribulação é sofrimento, pertubação, aflição na carne; digo isso para nós cristãos, porque em Cristo Jesus temos paz com Deus(Romanos 5.1), pois estamos reconciliados com Deus por meio da confiança, que temos em Jesus. E quando somos tentados e atribulados em nossa carne, por intermédio desta tentação, Deus está nos provando, mas, digo só somos tentados por não vigiarmos e orarmos como Jesus nos recomendou, então a tentação é pra nós em nós, a prova ou evidencia(não o teste) de Deus a nós, de que não estamos vigiando e orando como devíamos, " e não aconteça que os vossos corações se sobrecarreguem de bebedeiras, glutonarias dos cuidados desta vida ..." Lucas 21.34. A tentação além de ser para nós a evidência de Deus em nós da nossa falta de vigilância, também é um meio de Deus nos provar(testar) para por meio desta prova ele nos conceder evidencias irrefutáveis de nossas loucuras ou pecados internos; ou evidencias irrefutáveis de nossa fidelidade em meio a tribulação ou sofrimento na carne, que esta tentação pode nos vir a causar.Não que a palavra de Deus não seja suficiente, visto conhecer ele o nosso coração, mas, para que não haja desculpas e todo o homem fique calado diante de Deus, e Deus manifeste a sua justiça.
Mas muita das vezes somos vigilantes e temos uma vida intima de comunhão com Deus, e mesmo assim somo atribulados isso é o que tenho dito. " A luta é o resultado natural do viver". Você já viu um morto lutando? Um defunto, chorando, trabalhando, sendo perseguido? Uma pedra cria famílias, por si mesmo ela entra em conflito com a outra? Certamente que não. Desde que vivemos em Cristo, estamos lutando contra o mundo, e contra a morte lutamos para viver.
2. Por meio de nossas lutas, e os instrumentos usados contra nós para nos tentar e atribular; para promover a luta. E por meio dos que operam promovendo essa luta em nós.
Satanás usa o mundo, o mundo usa a carne, a carne usa o próprio mundo e os instrumentos por ele oferecidos. Estes instrumentos, são pessoas, são sentimentos, são pensamentos, são problemas de nível social, ou cultural, pessoal ou geral, são organizações, e religiões, todos, todo o meio que nos arrodeia é um mar de conflitos, de desafios a nossa fé, fidelidade, sinceridade, amor a Deus, etç...
Eles estão a se opor a nós, mas, não sabem que são indiretamente, instrumentos de Deus; para o nosso próprio proveito e para a promoção do provar de Deus(Romanos 9.22-24/Hebreus 12.2-11)

Por meio de quê Deus nos prova? Parte 1.

Certo é que somo provados, e certo é também que toda a prova, todo o teste, possui meios pelos quais eles são efetuados, e estes meios podem ser criados por este alguém que planeja realizar o teste, ou estes meios apenas aproveitados por este alguém.É por isso que digo que as lutas não são de Deus, nem as provações, nem as tentações, nem qualquer ação ou intenção puramente humana; mas, Deus usa todos estes para por meio deles, ou através deles, realizar nos provar; quando a intenção ou ação do homem é inspirada pelo Espírito de Deus, então ela é de Deus; quando é por um demônio ela é demoníaca; mas, o homem pode e quer também por sí mesmo, ou seja sem ser influenciado, por outro, ou por Deus e por um demônio.Agora como sabemos que o provar de Deus, é por intermédio de um meio criado por Ele mesmo, ou apenas aproveitado por ele?(Quando digo,"meio criado por Deus", e "meio apenas aproveitado por Deus", é que este"meio", mesmo que tenha sido também criado por Deus, com o objetivo de ser usado para provar você, pode ser usado como prova como uma forma de aproveitar este meio para fazer também uma prova).
Pela natureza do meio(veículo ou instrumento da ação, ou objeto de observação e ou referência); pela relação do meio com Deus, ou seja, sendo de Deus mesmo, será revelado pela sua relação, a autoria divina, Tiago 1.13 deixa subtendido isto quando diz, que "Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta", ou seja nenhum mal tem relação com Deus, porque o mal não tenta e nem consegue isso realizar em Deus, e o Senhor não cria um mal para por meio dele nos provar, por exemplo; no acontecimento Bíblico em que Deus testa a Abraão pedindo-o que lhe sacrifique Isaque o seu único herdeiro.Queria Deus mesmo que Abraão matasse o seu filho para por meio da morte dele saber que Abraão o temia?Certamente que não, sendo já precavido de que antes de Abraão chegasse ao local do sacrifício preparasse um cordeiro para ser morto no lugar de Isaque; pois a sua intenção jamais concebe ou concebeu o mal(Gênesis 22.18).E mesmo que aparentemente o conceba, como no caso da confusão das línguas em Babel(Gênesis 11.1-9); e como no caso das pragas do Egito(Êxodo 7-12), e da morte de Acabe(I Reis 22.13-40), são casos que antes de uma conclusão precipitada em afirmar que por causa disso há mal em Deus; devesse levar em consideração primeiro o contexto da história, segundo a justiça de Deus, terceiro a onisciência de Deus.
Deus sabia do que havia no coração dos construtores de Babel," tornemos celebres o nosso nome".Deus sabia da obstinação do coração de Faraó(Gênesis 15.13,14), ele não tornou o coração de Faraó assim, pelo contrário; sabendo de antemão que o coração de Faraó seria assim usou isso como ocasião para mostrar nele o seu poder; vale levar em consideração também, a visão e o pequeno conhecimento que o povo tinha na época a respeito da pessoa de Deus; e também a justiça de Deus em julgar a Faraó. No caso aqui de Acabe, o espírito que veio da parte de Deus simplesmente veio exercer juízo, sobre este rei que já havia vendido-se ao mal. Mas de forma nenhuma Deus intencionou o mal, pelo contrário, fez uso dele para exercer juízo e justiça; não o criou, não concebeu, ao percebe-lo  e a probabilidade de exercer justiça através dele, apenas o aproveitou  da maneira mais sábia possível. Isso é permitindo-o não o efetuando. E muitos são os meios pelos quais Deus nos prova. Continua...

sábado, 17 de dezembro de 2011

O DNA e a característica pessoal de cada célula exemplificam a trindade.

No nosso complexo organismo, que é o corpo humano, temos vários órgãos com funções diferentes, que na composição de seus tecidos existe grupos de células específicas para eles. Portanto uma é a célula do cabelo, e outra é a célula dos olhos, outra a da pele, outra a da gordura, mas, uma coisa todas tem em comum, o mesmo DNA. No início surgiram elas de uma mesma célula que foi se duplicando, e de acordo com as necessidades do organismo se diferenciaram em suas funções, mas, mantiveram o mesmo DNA. E no que isso pode exemplificar a trindade?Simples, são três pessoas(células), mas, um único Deus(organismo). Três pessoas diferentes(células de órgãos diferentes de um mesmo organismo), mas, todos são eternos, onipotentes, onipresentes e oniscientes, ou seja possuem a mesma essência (Tem um mesmo DNA). Logo Deus é um como Deus, um na mesma essência(DNA), mas, três pessoas com suas individualidades(Neurônios, hemoglobinas, etç ...).
A doutrina da trindade defendida pelas igrejas ortodoxas cristãs, nunca foi difícil de ser entendida, talvez a pedra de tropeço seja as pessoas não conseguirem aceitar, as existência de um Deus, que seja três pessoas ao mesmo tempo.O que acontece é que quando se fala sobre Deus as pessoas o veem no conceito popular e pagão de um super-homem, mas, Deus primeiramente não é homem nem mulher, porque ele não tem sexo, isso é uma capacidade que Deus deu aos homens e animais do mundo natural; outra coisa não sendo Deus homem, então a classificação "Deus" não é seu nome, e nem pode ser usada para descriminar que ele é alguém único, nem tão pouco masculino; a classificação Deus também é uma invenção humana, que não o pode designar como um ser único, mas, sim pode só apenas se referir ou revelar a sua natureza, que é divina.
Já há quem diz que Deus é um ser que se manifestou de três formas diferentes, e em situações diferentes se mostrou uma pessoa diferente, como no inicio foi o Pai, no evangelho foi Jesus, e agora é o Espírito Santo. Como se vê no exemplo das células e do DNA, num outro exemplo também que dei da mexerica, não há dificuldade em compreender a doutrina da trindade, e sim o que há é uma dificuldade em aceitá-la. Da parte dos judeus até compreendo eles não tem a revelação de Jesus Cristo, pois o não aceitam como sendo o Messias, o enviado. Pois se o tivessem aceitado como o enviado, veriam claramente os diversos diálogos de Jesus nos evangelhos e como neles ele faz a diferenciação de si e do Pai, e do Espírito Santo, principalmente no Evangelho segundo escreveu São João se vê claramente isso, e ao mesmo tempo em que ele faz essa diferenciação ele mantem-se na posição se declarando "Filho" do Pai, dizendo com isso compartilhar da mesma essência que o Pai este outro ser a quem Jesus em sua missão se submete espontaneamente.
Ainda tenho algo, para refletir, sobre este assunto, e o faço com uma pergunta. Se Jesus é Deus, o Espírito Santo é Deus, o Pai é Deus, se porventura hipoteticamente falando, Jesus queira se desassociar da trindade ele deixaria de ser Deus?Bem para tentar responder essa pergunta começo afirmando que isso é impossível de acontecer, pois, existe na trindade um atributo que impede que Jesus, ou qualquer das outras pessoas da trindade tome o caminho contrário ou pense diferente, este atributo se chama onisciência. E porque este atributo impede que Jesus ou outra pessoa da trindade se torne um opositor aos demais? Porque pela onisciência eles sabem de tudo, e sabem o mal ou a catástrofe que essa decisão tomada poderia causar, eles sabem o que isso pode fazer e compreendem que só há um caminho, e sabem o que uma decisão errada pode causar, e sabem qual a melhor decisão a tomar, e é por isso que sempre preferem a comunhão. Tiago diz que eles não podem ser tentado pelo mal, ou seja em sua onisciência e soberania o mal jamais os consegue derrotar, pois antes que ele suja, Deus já o sabe.Agora se hipoteticamente, Jesus viesse a tomar este caminho, uma coisa que não existe que se chama dualismo, passaria a existir, pois seria Jesus de um lado e o Pai e o Espírito Santo do outro, mas, isso como eu já afirmei devido a onisciência é algo impossível de acontecer, isso só aconteceria o dia em que Jesus deixasse de ser onisciente, e ele só deixaria de ser onisciente o dia em que ele deixasse de ser Deus.
Mas, o que isso tem a ver com o assunto em pauta?Com esta argumentação acima estou tentando te demonstrar, que o Deus trino é um em tudo, de menos em pessoa, mas, que isso não anula a sua unidade, porque pelos seus atributos a onisciência, onipresença, e onipotência, e por sua soberana vontade é que a sua unidade é estabelecida e mantida.Segundo João 17.21 fica subtendido, que a comunhão é o caminho, que percorrem para manter esta santa unidade.
Deus voz abençoe!!!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Ponto a considerar 3: Sã doutrina

"Tu, porém fala o que convém à sã doutrina.(Tito 2.1)"


 O que quer dizer isso? O próprio nome reponde a esta dúvida, é uma doutrina ou ensinamento que não é doente, enfraquecido por algum mal. Aplicando-se ao contexto que é o cristianismo, sã doutrina é aquela doutrina ou ensinamento que não tem influencia de algum sentimento ou filosofia pecaminosa que possa a deturpar, ou levar o ensinador a ensiná-la de forma a favorecer o seu erro, ou ao seu pecado ou a sua forma filosófica contrária ao cristianismo bíblico. A sã doutrina consiste nos ensinamentos de Jesus ( os quais estão registrados nos evangelhos) e os ensinamentos dos Apóstolos ( registrados nas cartas apostólicas e no livro de Atos).
A sã doutrina é aquela que é pura de todo ódio, rancor, tristeza, cobiça, vício, preconceito, amargura, ilusão e ou utopia. Por exemplo, o pastor ao qual lhe é responsável ser o zelador da doutrina da igreja, se este pastor for escravo da masturbação, e acontecer que numa escola dominical couber-lhe a responsabilidade de falar sobre o assunto, ele então terá os seguintes caminhos.
Primeiro, ele hipocritamente vai pregar contra, e numa aula de representação, poderá até mesmo causar em seus discípulos uma certa repugnância contra este ato, mas, sua doutrina não resultará em transformação nem mesmo em libertação, quem que estiver no ato continuará do mesmo jeito, a não ser que pela misericórdia Deus venha a operar. Ou pode causar um efeito contrário aquilo que se espera, pois só o Espírito produz santidade real e genuína.
Segundo, ele pregará sendo sincero, mas, ou não se dedicará a aprofundar sobre o assunto, por ser incomodado pela sua situação espiritual e com isso deixará muitas dúvidas nos corações dos discípulos que precisam de um esclarecimento. Ou apenas encherá os discípulos de enformações exaustivas sobre o assunto, bem como estatísticas, pesquisas, causas e consequências, deixando contudo que os mesmo tirem as sua próprias conclusões, como não é liberto também omitirá uma solução palpável e útil(pelo fato de não a ter).
E terceiro poderá para ser coerente pregar a favor e usar o fato de que a Bíblia não trata claramente sobre o assunto e usar isso como brecha, se desculpando pelo seu desvio. Paulo disse, que nos últimos tempos amontoariam doutores para si segundo as suas próprias concupiscências(2 Timóteo 4.3). Logo podemos concluir, que este pastor ou confessa e procura sinceramente a libertação e recusa a oportunidade de falar sobre o assunto não sendo o mesmo apto, ou aceita falar contaminando assim seu ensinamento por causa do pecado, expondo para a  igreja uma doutrina fraca, sem poder, sem aquilo que a igreja precisa, para uma vida vitoriosa.
A sã doutrina cristã(Tito 2.7,8):
*Mostra incorrupção(integridade), o ensinador jamais distorce a palavra ou a usa para seus fins, sejam eles quais forem, mas, a ensina como ela é, sem alteração.Não negocia ela por dinheiro, não influencia ela para se proteger, ou favorecer seus erros teológicos, ou pecados, se ele errar pede desculpas procura reparar e prossegue, ele não deve ter do que se envergonhar diante do evangelho, nem deve ser motivo para escândalos e difamação do bom nome que em nós é revelado.É ser integro, honesto com seus ouvintes.
*Gravidade(seriedade, reverência), o ensinador jamais brinca com a palavra, manuseando a como um brinquedo, lembrem-se ela é a espada do Espírito, e não a sua espada, embora acostumamos a dizer que ela é a arma do cristão, na verdade ela é usada pelo cristão, mas, não é dele(Efésio 6.17,18).
*Sinceridade, não preciso detalhar, não vá enganar a si mesmo, a palavra jamais vai aprovar o seu erro, se você distorce a Bíblia, então você é que esta dizendo não ela.
*Linguagem sã e irrepreensível saiba que você está sendo pesado, suas próprias palavra poderão e serão usadas contra você. No tribunal dos homens e no tribunal de Deus. Como ensinador da palavra de Deus e da justiça, sua linguagem deve e precisa ser o primeiro referencial da verdade e deve inspirar a justiça e o caminho da santidade na vida daqueles que te ouvem, sua linguagem precisa ser sã, o que é isso primeiramente a linguagem de alguém vem do que a inspira e dita seus rumos na vida, se ele é um escravo do pecado não só a sua doutrina será ditada de forma a agradar ao seu senhor, o pecado a concupiscência, como também todo o seu ser será governado e ele vai seguir por um estilo de vida ditado pela lei do pecado.Vida doente, linguagem doente, doutrina doente.
Se você é escravo do pecado, todo o seu caminho será pra agradar a ele, se você é um servo de Deus da mesma forma. A gente vive para agradar aquilo que fala mais alto dentro do nosso coração. Um simples sentimento pode ser só isso, mas, a partir da hora que ele toma conta da sua vida, a partir da hora que ele submete a vontade a seus caprichos, então ele passa de um simples sentimento a um senhor, e o seu querer passa a ser lei para a pessoa sobre quem ele está. Ele até muda de nome, de sentimento passa a se chamar concupiscência, de desejo sexual passa a se chamar lascívia e por ai vai.
Vida sã doutrina sã, Jesus tem vida e vida com abundância João 10.10.


Palavra importante 11: Zelo

"O zelo da tua casa me devorará".(João 2.17 Pb)


O que é zelo?E por que isto é importante para mim como um cristão? Qual foi a atitude e o sentimento de Jesus diante das senas de corrupção explícita dentro do templo? Ele sentiu revolta, ele se posicionou, não com argumentos vazios, mas, com atitude. E indagado sobre o porque fazia isto, ele respondeu ."Derribem este templo e em três dias eu o reedificarei". Ele respondeu com uma resposta em relação ao seu próprio corpo. Isto é ser zeloso, isto é zelo.
Não temos mais líderes tão zelosos, não se ver fervor na defesa da doutrina, da pureza e da santidade, aqueles ladrões estão de novo dentro do templo, agora não estão mais no pátio do templo, estão nos púlpitos, estão berganhando a nossa fé, negociando o nosso louvor, comercializando os nossos milagres. Não estou generalizando, são poucas as vozes ou melhor são até muitas as vozes, mas, são poucas as disposições, são poucos os corações que resolvem cuidar, zelar, procurar manter e até mesmo restaurar a fé, a doutrina, e os valores do cristianismo.
Se você não cuida da sua herança, ela se perde, se nós não cuidamos do que Cristo e os apóstolos deixaram, para nós, seremos reputados por um bando de fundamentalistas tagarelas, que só sabem falar, e inspiram escarneos, e blasfêmias da parte daqueles, que não querem saber de zelar, cuidar da boa e sã doutrina, da boa tradição.
Ser zeloso, não é apenas falar, mas, como Jesus, promover a restauração ao nosso redor, cuidar dos valores do cristianismo, não só denunciar os ladrões e falsos mestres, dentro do templo, mas, expulsar repreender, ou seja tomar a atitude que te for possível, e estiver na sua mão. Além desta boa disposição em combater os maus,é  preciso apregoar insistentemente e com dedicação à sã doutrina.
Seja um zelador do sagrado. Comece pela tua vida, não almeje apenas uma restauração de Deus, receba e viva esta restauração. Não diga apenas, o que você precisa reparar, repare, e vigie sempre, ore sempre, cuide da sua coroa, para que ninguém a tome(Apocalipse 3.11).

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A provação promove a unidade do corpo( Santidade, união e comunhão) Parte II


c) Comunhão. E o último desses três itens que promovem a unidade do corpo. Comunhão é quando compartilhamos das mesmas idéias, sentimentos, intenções e pensamentos. A comunhão, entre ela e os dois primeiros itens, já mencionados, é a que melhor e mais contribui para a promoção da unidade do corpo de Cristo.De posse do conceito de união e comunhão;digo que a comunhão constrói um órgão, ou seja, em cada célula que compõem um fio de cabelo, se encontra o DNA para a composição do fio de cabelo, toda a informação que precisa par a existência daquele fio de cabelo, a sua cor(preto, vermelho ou amarelo) e se será crespo ou liso. E isto em cada célula das milhões que compõem um único fio de cabelo, isto é a comunhão de DNA. Mas, a união constrói um sistema de órgãos como por exemplo o circulatório, que é composto pelo coração, pelas artérias, veias, venículas, arteríolas, vasos e capilares. Também constrói um organismo, como por exemplo o nosso corpo; em que um órgão precisa do outro e não pode negar a existência dele para o bem de sua própria existência, já dei o exemplo do pulmão e do coração. Também todo o nosso DNA ou informação genética que há para a construção de um corpo humano cheio de órgãos, que há na célula de um cabelo, há também na célula do pulmão, sendo assim órgãos diferentes, mas, iguais em seus DNA.
O que quero dizer com isso?Que a comunhão e união são fatores vitais para o corpo de Cristo, e que sem a comunhão não haveria corpo de Cristo, e que assim como um câncer destrói as células de um órgão primeiro e se espalha até matar o corpo. A crescente falta de comunhão entre os cristãos e denominações, querem ou intentam matar o corpo de Cristo. Por que há um único DNA em cada crente chamado Espírito Santo, o qual torna-nos células de um único corpo, e é ele que promove a plena comunhão; e sem Ele não somos de Cristo (I Coríntios 12.12-31 Romanos 8.9).

d)Qual vinculo entre Santidade,união e comunhão, para a promoção da unidade do corpo de Cristo? Em que está o provar de Deus em tudo isto?
A estabelece o elo, a comunhão o conteúdo do elo, e a santidade a integridade do elo. A comunhão diz em que estamos unidos, a santidade visa manter e aperfeiçoar esta união. Agora o vínculo entre união, santidade e comunhão para a unidade do corpo é, que pode haver união sem todos terem comunhão, sem serem santos ou puros de intenção ao se unirem, pode justos e injustos estarem unidos num único propósito e isto é união e talvez em particular e minúscula comunhão que é o ponto no qual e pelo qual estão unidos, e nada mais; a união é a base para a comunhão, contudo, não é comunhão; e santidade é diferente de ambas, a santidade mantem e aperfeiçoa a comunhão e a união; a prova da santidade é a comunhão com os santos( não necessariamente a plena comunhão, mas, uma comunhão progressiva que caminha para a plena); o vínculo é este que não pode haver corpo de Cristo, não pode haver a unidade dele, sem santificação para a sua integridade e comunhão e união; se faltar união o corpo é esquartejado, se faltar comunhão há rejeição e órgãos, se faltar santidade há câncer e morte do corpo, o vínculo resumidamente falando é que só podemos sermos um em Cristo, se não faltar e abundar em nós estes três itens.
E o provar de Deus está em que, ele promove a santificação do corpo, a sua integridade e regeneração, ao revelar pelos frutos os justos e os injustos, promove a união ao despertar os santos para ajudarem os que estão necessitados de apoio em todas as áreas da vida, promove a comunhão ao unir todos a Cristo, a verdade e a vida, e ao caminho; ao mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, a palavra viva e muito mais.(Filipenses 2.5/ 2 Coríntios 4)

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domingo, 4 de dezembro de 2011

A provação promove a Unidade do corpo(Santificação, união e comunhão).Parte I

Além do que já tenho dito do provar de Deus, com um apanhado;gostaria de dizer particularmente sobre cada um dos itens principais que promovem a unidade do corpo, e ligá-los ou seja descrever como a provação traz ou promove eles e com eles a unidade do corpo.
a) Talvez todos ou pelo menos a maioria saiba o que significa santificação.Se não sabe expressar em teoria sabe em prática. Toda a vez que separamos algo para um uso exclusivo, nosso ou de alguém, estamos o destacando; sabendo é claro de ante mão que santificação, não é uma consagração(separação para o sagrado)  ao ego, mas, a Deus. Todavia Deus diz a Moisés; "pois me não santificaste no meio dos filhos de Israel"(Deuteronômio 32.51), nos da a entender que santificação não é só,"ser separado para o uso santo", mas, também é "mostrar a majestade de Deus (Ezequiel 20.41)".
Sabemos também que Deus é infinitamente Santo, isto é, em toda a sua plenitude, em todos os sentidos. Mas o que é santidade, digo; não o que significa a palavra "santidade", nem as varias aplicações que a palavra pode receber; mas, o que é santidade ensinada por Jesus e seus discípulos, a qual o escritor aos Hebreus, disse,"sem a qual ninguém verá a Deus". Esta santidade é pureza de coração; intenção pura, projetos puros, um fim de vida separado para agradar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo( Hebreus 12.14/Mateus 5.8).
A pureza moral ou de coração, é exemplificada pelos rituais de pureza física do velho testamento onde o homem se separa dos relacionamentos sexuais para chegar diante de Deus nos dias de festa, e de qualquer animal morto ou imundo, ou de sangue ou de semem; ou da mulher na época da menstruação ou no período de resguardo (Números 6.1-21;9.6-14;19;31/ Levíticos 12;15). Na santificação sacerdotal, o qual não poderia se contaminar, isto é, se tornar imundo por ninguém; a não ser os da família que tivessem morrido(Levítico 21.1-15).Pureza moral é você está livre de toda a má intenção, de toda mesmo, e não somente isso, mas estar consagrado a toda boa intenção. E quando digo má intenção digo de ser egoísta, de andar segundo a carne e a     mente carnal, de  deixar de agradar a si mesmo em primazia. E quando digo de boas intenções, digo de ser caridoso, na caridade não egoísta, isto é estar consagrado a prática do bem a Deus e ao próximo, em agradar não a carne, mas, ao Espirito.


b)União. O segundo item que promove a unidade do corpo de Cristo, é a união; deixando por isso claro que união é quando um grupo de pessoas se ajuntam num único propósito ou para realizar alguma coisa, unidade é quando somos um.E todos nós estamos unidos em torno do nome de Cristo, de semear a sua boa palavra. Nada mais uni tanto os crentes em Cristo e uns aos outros do que a perseguição. E aprendi também com Cristo que a prosperidade espiritual promove a liberalidade(ou generosidade) entre os ministérios; e que o ministério prospero que retem a liberalidade para com o próximo, pode e certamente ocorrerá a sua queda (Lucas 5.4-7/12.13-21/Isaías 32.5-8).
Com isso quero dizer que sem as células que compõem um orgão, ele jamais seria o que seria, mas, se um orgão não cumprir a sua função ajudando o outro, tanto ele como o outro com as celulas que os compõem serão destruídos e perderão as suas funções vitais. Por exemplo, o coração e o pulmão. O pulmão recebe o sangue do coração, e o esvazia do gaz carbônico(CO2) e o carrega de oxigênio(O2), devolvendo ele para o coração que o próprio se beneficia do sangue que recebe do pulmão. Da mesma forma se um cristão ou ministério se recusar na sua prosperidade de ajudar o próximo, assim como os dois órgãos entrariam em falência, estes também entrariam em falência espíritual.
Portanto se estamos unidos em Cristo estejamos também unidos com o nosso próximo. Pois é mais fácil acharmos erros em alguém que vemos, do que em alguém que não vemos. Pois até mesmo Cristo quando estava aqui sendo visto pelos homens, havia os fariseus e doutores da lei que diziam. "Ele come com pecadores".

continua...

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