TRADUTOR

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Por meio de quê Deus nos prova? Parte 1.

Certo é que somo provados, e certo é também que toda a prova, todo o teste, possui meios pelos quais eles são efetuados, e estes meios podem ser criados por este alguém que planeja realizar o teste, ou estes meios apenas aproveitados por este alguém.É por isso que digo que as lutas não são de Deus, nem as provações, nem as tentações, nem qualquer ação ou intenção puramente humana; mas, Deus usa todos estes para por meio deles, ou através deles, realizar nos provar; quando a intenção ou ação do homem é inspirada pelo Espírito de Deus, então ela é de Deus; quando é por um demônio ela é demoníaca; mas, o homem pode e quer também por sí mesmo, ou seja sem ser influenciado, por outro, ou por Deus e por um demônio.Agora como sabemos que o provar de Deus, é por intermédio de um meio criado por Ele mesmo, ou apenas aproveitado por ele?(Quando digo,"meio criado por Deus", e "meio apenas aproveitado por Deus", é que este"meio", mesmo que tenha sido também criado por Deus, com o objetivo de ser usado para provar você, pode ser usado como prova como uma forma de aproveitar este meio para fazer também uma prova).
Pela natureza do meio(veículo ou instrumento da ação, ou objeto de observação e ou referência); pela relação do meio com Deus, ou seja, sendo de Deus mesmo, será revelado pela sua relação, a autoria divina, Tiago 1.13 deixa subtendido isto quando diz, que "Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta", ou seja nenhum mal tem relação com Deus, porque o mal não tenta e nem consegue isso realizar em Deus, e o Senhor não cria um mal para por meio dele nos provar, por exemplo; no acontecimento Bíblico em que Deus testa a Abraão pedindo-o que lhe sacrifique Isaque o seu único herdeiro.Queria Deus mesmo que Abraão matasse o seu filho para por meio da morte dele saber que Abraão o temia?Certamente que não, sendo já precavido de que antes de Abraão chegasse ao local do sacrifício preparasse um cordeiro para ser morto no lugar de Isaque; pois a sua intenção jamais concebe ou concebeu o mal(Gênesis 22.18).E mesmo que aparentemente o conceba, como no caso da confusão das línguas em Babel(Gênesis 11.1-9); e como no caso das pragas do Egito(Êxodo 7-12), e da morte de Acabe(I Reis 22.13-40), são casos que antes de uma conclusão precipitada em afirmar que por causa disso há mal em Deus; devesse levar em consideração primeiro o contexto da história, segundo a justiça de Deus, terceiro a onisciência de Deus.
Deus sabia do que havia no coração dos construtores de Babel," tornemos celebres o nosso nome".Deus sabia da obstinação do coração de Faraó(Gênesis 15.13,14), ele não tornou o coração de Faraó assim, pelo contrário; sabendo de antemão que o coração de Faraó seria assim usou isso como ocasião para mostrar nele o seu poder; vale levar em consideração também, a visão e o pequeno conhecimento que o povo tinha na época a respeito da pessoa de Deus; e também a justiça de Deus em julgar a Faraó. No caso aqui de Acabe, o espírito que veio da parte de Deus simplesmente veio exercer juízo, sobre este rei que já havia vendido-se ao mal. Mas de forma nenhuma Deus intencionou o mal, pelo contrário, fez uso dele para exercer juízo e justiça; não o criou, não concebeu, ao percebe-lo  e a probabilidade de exercer justiça através dele, apenas o aproveitou  da maneira mais sábia possível. Isso é permitindo-o não o efetuando. E muitos são os meios pelos quais Deus nos prova. Continua...

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