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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Táticas do espírito do Anticristo.Parte 11

Contaminação:

Alem da primeira tática do espírito do Anti-Cristo que tenho refletido, que é a divisão. O espírito do Anti-Cristo dentro do cristianismo promove ou age também contaminando. Contaminação, é macular a sã doutrina por meio de idéias, sentimentos e movimentos semeados. Vamos dividir esta contaminação em duas, uma de cunho religioso, outra de cunho ideológico.
*De cunho religioso temos os “ismos”.Quando falo de cunho religioso, me refiro aquela contaminação própria da religião quando o homem esquece de suas raízes, de seu Deus e da santa palavra de Deus. Citarei aqui apenas dois ismos.
Sincretismo: Esse se refere a mistura de elementos de outras culturas religiosas ao cristianismo, ai vemos desde elementos do judaísmo, até elementos do culto afro-brasileiro. Como exemplo temos os deuses africanos dentro dos templos católicos identificados como santos, temos o uso de elementos e práticas do espiritismo usados pelos neo-pentecostais, como o descarrego, o uso de sal. O sincretismo religioso traz uma descaracterização da identidade cristã.
Formalismo:Surge quando o culto litúrgico perde o seu sentido e passa de forma tradicional a ser exercido mecanicamente. É a característica de uma igreja morta, onde existe apenas a casca e não mais a essência que traz vida ao cristianismo, onde o Espírito Santo não tem mais prazer em atuar.
*De cunho ideológico,geralmente é a mistura de conceitos de filosofias danosas ou contrária a palavra de Deus. Esta contaminação surge de idéias que as pessoas trazem tentando aperfeiçoar o cristianismo, é típico de nosso século onde as pessoas que não querem abrir mão do mundo e de seus ideais, vem para as igrejas e querem converter o cristianismo ao seus estilos de vida e de pensamento. São pessoas que não são convertidas, pois não mudaram, seus corações para com Deus, não estão dispostas a Ele, nem procuram aliar suas idéias a dele, mas, procuram mudar o cristianismo e até mesmo o Deus do cristianismo. É um tipo de contaminação onde as pessoas, que acham que porque o mundo mudou seu modo de pensar, ou seja, perverteu seus pensamentos, e sua ótica em relação ao pecado, penas é claro revelando o que já tinham encravado em suas almas, todavia, estavam preso a um senso de moral herdado da influencia do cristianismo, acham por isso que o cristianismo deve seguir os seus passos. Este senso de moral, o qual a sociedade pós-moderna chama de ultrapassado, careta,  hipocrisia(é isso mesmo), é o que salva o mundo de si mesmo; preferem para deixar de serem hipócritas revelarem o que realmente são, ao invés de se tornarem pessoas melhores.
O pos-modernismo  trás também consigo o pluralismo, o qual prega a idéia de tolerância a todas as religiões, mas, ao mesmo tempo não tolera o proselitismo religioso (a propagação da religião através  da conversão de pessoas de outras religiões, por meio da comunicação das ideologias da mesma, de suas crenças e "verdades). Como o cristianismo genuíno é principalmente proseletista, sabemos que este pluralismo se volta mais contra ele.
Voltando ao assunto em pauta esta contaminação ideológica, começa também nos seminários teológicos, e as nomenclaturas das contaminações são muitas.
Temos o marxismo, conceitos freudianos de psicoterapia aplicado como doutrina cristã, humanismo ,teologia liberal, teologia gay(inclusiva), conceitos da nova era, ecumenismo, conceitos filosóficos de outras religiões como as orientais, e muitas outras contaminações que saem do coração do homem(Mateus 15.17-20).
Estas duas formas de contaminação ataca a identidade do cristianismo no tocante a liturgia, a tradição, e a doutrina cristã, bem como esvazia a sua essência. Com isso temos um cristianismo exótico, exotérico, mundano, e manipulável.
Cristianismo ortodoxo é sempre da contra mão.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Por que há tantas pregações ruins?

POR CARL TRUEMAN | 04 de dezembro de 2013

A pregação é fundamental para o protestantismo. A proclamação da palavra de Deus é o meio primário pelo qual o cristão encontra Deus. Assim, a pergunta óbvia é: por que tantas pregações são tão ruins?
Esse não é um problema encontrado apenas em pequenas igrejas das quais ninguém jamais ouviu. Alguns anos atrás eu estava em uma conferência onde um grupo de pregadores estava sendo apontado como modelos para serem seguidos. Um desses pregadores, de uma das maiores e mais conhecidas igrejas evangélicas do universo dos novos calvinistas fez um sermão cheio de belas anedotas pessoais. Ao fim, ele havia enternecido meu coração em seu favor, como pessoa. Mas como pregação, aquilo foi simplesmente terrível, funcionalmente desconexo do texto bíblico que havia sido lido. Sinceramente, ele poderia muito bem ter substituído a leitura bíblica por um solilóquio de Rei Lear e não precisaria mudar uma sentença sequer do sermão. Pode ter sido eloquente e emocionante; mas, como pregação, foi uma completa catástrofe. E, infelizmente, foi uma catástrofe apresentada para uma multidão de milhares como o modelo do que se fazer no púlpito.
Afinal, por que tanto das pregações, mesmo as das celebridades das conferências, é tão ruim? É impossível responder essa questão em apenas uma frase. Sermões podem ser ruins por uma variedade de razões. Aqui estão oito que me parecer ser as mais significativas. Eu as dividi em categorias: teológica, culturais e técnicas.
Teológica

Primeiro, a razão teológica: para pregar bem, o pregador precisar entender o que ele está fazendo. Entender o que é uma tarefa é básico para fazer bem essa tarefa. Se você pensa que pregação é apenas comunicar informações, entreter ou fomentar uma discussão, isso vai moldar a forma com que você prega. O maior perigo para os estudantes nos seminários é que eles assumem que as aulas que eles ouvem são modelos para os sermões que eles vão fazer nos púlpitos. E não são. Pregação é um ato teológico. O pregador encontra seu correspondente não nos auditórios ou salas de aula nem, na pior das opções, no circuito de stand-up comedy. Ele o encontra nos profetas do Antigo Testamento, trazendo uma palavra de confrontação do Senhor que explica a realidade e demanda uma resposta.
Culturais

Em segundo lugar, há uma falha em prover um contexto apropriado para o treinamento dos pregadores. Os seminários tem um poder limitado; pregar três ou quatro vezes para seus colegas de classe e ser filmado enquanto isso não é uma preparação adequada para o púlpito. E a estranha prática de desencorajar pessoas que não foram licenciadas para tal não ajuda. Como alguém pode licenciar alguém para pregar a não ser que se saiba se ele consegue pregar? E como alguém vai saber fazê-lo se não tiver experiências reais em uma igreja real? A falta dos cultos noturnos em muitas igrejas não é apenas um triste testemunho sobre a perda do Dia do Senhor; também limita as oportunidades de pregação para aqueles em treinamento. Igrejas precisam fazer um trabalho melhor em encorajar aqueles que pensam que foram chamados para serem pregadores para testarem seus dons, talvez em cultos noturnos ou em outras situações. Basta pensar um pouco.
Em terceiro, há uma relativização da palavra pregada e o crescimento da ênfase no aconselhamento pessoal. Eu não estou negando a utilidade do aconselhamento pessoal, mas estou dizendo que a maioria dos problemas que muitos de nós temos deveriam ser lidados muito adequadamente por meio da proclamação pública da palavra de Deus. O mundo ao nosso redor nos diz que somos todos únicos e temos problemas igualmente únicos. Essa conversa sobre exclusividade é bastante exagerada. Precisamos criar uma cultura eclesiástica onde a exclusividade é relativizada e onde pessoas vêm à igreja esperando que a palavra pregada irá lidar com seus problemas particulares. Fico abismado com o fato de que, por mais que Paulo faça algumas aplicações individuais bastante pontuais, ele normalmente opera em um nível mais genérico. Seminários deveriam fazer da pregação a prioridade em todos os níveis; pregadores deveriam aprender a pregar com a confiança de que irão impactar indivíduos para o bem ao falarem com todos eles do púlpito.
Em quarto, há, às vezes, um fracasso em estabelecer a própria voz. Tendo sido convertido na década de 80, eu me lembro que não havia nada mais vergonhoso do que ouvir mais um pregador britânico que havia decidido que deveria soar exatamente como o Dr. Lloyd-Jones e pregar por tanto tempo quanto o grande Galês pregava. Muitos sermões brilhantes de meia hora eram implodidos pela necessidade do pregador de esticá-los até a marca de cinquenta minutos.
Hoje, talvez, o problema seja pior. Há alguns anos, questionei um grupo de estudantes sobre quem eram seus modelos favoritos de pregação. Nenhum deles mencionou qualquer dos pastores sob quem eles haviam crescido. Os nomes todos pertenciam ao pequeno e limitado grupo do circuito de pregação das megaconferências.
Isso é desastroso por mais razões, mas não menos pelo fato de que essas conferências apresentam consistentemente como normativo um espectro muito limitado de vozes e estilos. Cada pregador precisa encontrar sua própria voz; a tragédia é que a dinâmica de preencher cinco ou dez mil assentos em um estádio significa que a única voz ouvida é aquela daquele capaz de atrair tanta gente. Mas muitas dessas vozes pastoreiam igrejas onde há pouco contato entre o pastor e o povo. Eles podem encher estádios, mas não são as únicas vozes que os aspirantes a pregadores deveriam ouvir. O tempo e o acaso podem transformar homens em pastores de mega-igrejas. Muitos pregadores muito melhores operam em igrejas menores e são eles que realmente podem testemunhar sobre a importância de se encontrar a própria voz.
Em quinto, nos círculos presbiterianos, pelo menos, é possível que se tenha uma imagem muito grande do ministério. Isso é contra-intuitivo, particularmente vindo de um presbiteriano que acredita que uma visão grande do ministério pastoral é um aspecto importante de uma igreja saudável. O que eu quero dizer aqui é: se a cultura da sua igreja projeta uma imagem tão alta do ministério a ponto da congregação pensar que o ministério ordenado é o único chamado digno para um homem cristão, a consequência infeliz é que homens que não tem as habilidades básicas para serem ministros irão, apesar disso, sentir a necessidade de serem ministros, para poderem servir da melhor forma. E homens, no ministério, que realmente não tem as habilidades pessoais necessárias para pregar não irão pregar bem. Precisamos de igrejas onde um entendimento saudável da vocação cristã é ensinada e cultivada, para que os homens não sintam esse tipo de pressão.
Técnicas

Há muitos aspectos técnicos na pregação, mas aqui estão três das mais comuns falhas técnicas que geram pregações ruins:
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A falha da falta de estrutura clara. Minha impressão é que pregadores em treinamento muitas vezes assumem que a estrutura do sermão que prepararam é tão clara para a congregação quanto é para eles. E raramente é. Pregadores experientes conseguem tornar a estrutura clara simplesmente por meio de clareza de pensamento, progressão lógica e sentenças bem conectadas. Até que se atinja esse nível, eu aconselho os estudantes a esclarecerem logo no início qual é a estrutura. “Os três pontos que eu quero que vocês vejam nessa passagem são…” pode ser uma forma muito mecânica de começar a seção principal de um sermão, mas pelo menos deixa claro quais são os objetivos do pregador.
A falha de não conhecer ou não entender a congregação. Isso se manifesta de muitas formas. Normalmente, para estudantes e pregadores recém ordenados, se manifesta em entupir o sermão com o máximo possível de linguagem teológica especializada (conhecida na sala de aula como “terminologia técnica” e no púlpito como “conversa fiada”). O importante não é impressionar a congregação com o seu conhecimento. É apontar as pessoas para Cristo da forma mais clara e concisa possível.
A falha de não saber o que deixar de fora. Talvez, depois da falta de uma estrutura clara, essa é a falha mais comum entre os pregadores em treinamento. Você já leu tudo que poderia sobre a passagem; agora você quer dizer à congregação tudo o que você aprendeu. Você não pode fazer isso. Não faça a congregação beber de um hidrante. Pense com cuidado sobre quais são as coisas  mais importantes para essa congregação nesse momento (o que requer, é claro, conhecer alguma coisa sobre a congregação) e foque nisso. Todo aquele material fascinante restante? Bom, use em outro sermão sobre a mesma passagem um dia.


Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

"O importante é ter fé?"

"Ora a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem". Hebreus 11.1

A fé é uma ferramenta, uma faculdade, ela  é  um mecanismo ou condição dada por Deus ao homem, que possibilita ao crente( aquele que crer) a alcançar a salvação.A fé em si é nada, e não pode nada, a fé não pode fazer nada porque a fé, não é um ser e ou uma pessoa. É como se você desse uma colher a uma pessoa e dissesse para ela se fartar de colher que ela teria sua fome saciada. Na verdade se você não lhe desse em seguida um bom prato de comida para que ela utilizasse aquela colher, a colher de nada serviria para aliviar aquela fome, ela de certo não se saciaria. Assim da mesma forma a fé precisa estar direcionada a algo e ou alguém e é este algo e ou alguém em quem você confia que fará alguma coisa. Por isso em si não pode nada, mas, o alvo dela, ou aquilo e aquele em quem crer é que pode. Na verdade, a fé como diz o versículo acima, ela é a fundação ou fundamento da edificação de toda a vida seja ela, espiritual, emocional, ou física, mas, Jesus antes disso ressalta, que o mais importante é o terreno onde se lança as bases e ou fundamentos de sua vida( Mateus 7.24-27).
 Assim, há pessoas que creem em tudo, e não possuem um discernimento na sua fé, pede oração a um crente, um despacho a um pai de santo, frequenta uma mesa de espiritismo, crer em Jesus, São Francisco, Santa Maria, Buda, Maomé, Chico Xavier. Crer que Deus é poderoso, mas, crer que o dipirona ajuda. Isso parte de um pensamento divulgado entre as pessoas nos dias atuais, onde sua máxima é;"o importante é ter fé", ou seja, o importante é ser um religioso, na prática este pensamento diz que não importa em quem você crer, ou no que você crer, mas, o importante é crer. Então essa ideia relativiza a religião, e deusifica a fé. É a fé na fé. Já ouvi médicos afirmarem, ou dizerem que os religiosos que são curados apenas foram recuperados porque a fé desencadeou algo no organismo, que veio a realizar a cura, ou seja, uma ideia intrínseca de força do pensamento positivo, ou auto-sugestão. Segundo os mesmo, religiosos são mais otimistas.
Logo o "deus" não é o mais importante, e sim a fé, esquecem que até a fé genuína só surge diante da certeza proporcionada por Deus, certeza esta adquirida diante da pregação da palavra como diz o texto bíblico, "A fé vem pelo ouvir a palavra de Deus",(Romanos 10.17 ) ou seja, até mesmo a capacidade de crer vem ao homem da parte de Deus.
Concluo esta breve reflexão dizendo, a fé em Deus, fundamentada nas palavras de Jesus, é que pode alguma coisa. E que coisa é esta que esta fé pode? Pode apenas, significar o sinal verde, que você voluntariamente da para que Jesus possa realizar a obra que Ele tem para fazer na sua vida, e por fim te levar para perto de Deus, por toda a eternidade, salvo, reconciliado, justificado e regenerado.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Ponto a considerar 9: Se o Senhor(Deus) quiser...

"Em lugar do que devíeis dizer:Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.Mas, agora, vos gloriais em vossa presunções; toda glória tal como essa é maligna".Tiago 4.15,16.

Hoje me deparei com este texto, ousado e instrutivo de Tiago a igreja do século I(sim igreja do século primeiro, pois o termo primitivo nos dias atuais, soa como algo em evolução, cheio de defeitos, e no caminho da melhora, e hoje sabemos que a história da igreja por meio dos séculos tem provado, que a igreja primitiva era como uma modelo ideal  o qual a igreja dos dias atais veio a se desviar, é claro que os teólogos modernos ditos "progressistas",duma forma arrogante, ainda sonham com uma igreja melhor do que aquela, digamos assim,sem "preconceitos").Este texto me fez lembrar daquelas pessoas que sempre te repreende toda a vez que você diz; "Se Deus quiser"... e acrescentam "Deus quer"..., mas, acho que os tais pregadores desconhecem esta parte da palavra de Deus, e porque dizer "Deus quer", não é algo assim tão prudente e certo de se dizer, pelo contrario o texto que trago para a questão diz, que é pura presunção. Porque? Questionaria um destes teólogos da prosperidade ao apóstolo Tiago, e o contesto nos diz, que nós não sabemos nem conhecemos os planos de Deus, e que por este fato devemos nos portar de forma humilde, levando em consideração a vontade soberana dele, e antes de procurarmos fazer qualquer coisa, saber e ter a certeza da vontade de Deus sobre o assunto é essencial. E mesmo que pensemos que sabemos a vontade do Senhor, devemos mesmo assim continuar na mesma postura de humildade levando em consideração, a sua vontade, pois é justamente isso que essa expressão pressupõem " se Deus quiser", ou seja, "se for da vontade de Deus". Porque mesmo que cuidamos saber a vontade de Deus para um plano nosso, todavia, devemos procurar saber também a vontade de Deus, para os detalhes que envolve este plano, e a vontade de Deus em cada passo. As pessoas que são presunçosas ignoram os detalhes, sabem o ponto e onde devem chegar, mas, ignoram a vereda por onde devem passar, e a vontade de Deus não se faz apenas com o objetivo, mas, com toda a estrategia para o alcançar.
Logo trazendo isso para os nosso planos pessoais, assim como exemplifica Tiago,mesmo os nossos projetos devem com uma postura levar em consideração os Deus o nosso Senhor(se é que ele é o teu Senhor?),pensa e se vai ou não aprovar. Mas, a postura do "Deus quer", nunca pressupõem na verdade a vontade de Deus, mas, na verdade pressupõem a carnal vontade da própria pessoa. O mesmo Tiago em sua epístola fala sobre a oração que não é respondida porque a pessoa que esta orando não busca a vontade de Deus, mas, sim a satisfação de sua concupiscência(Tiago 4.1-3)
.

Deus nos abençoe, e se Deus quiser, estaremos aqui numa próxima postagem.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Conheça as “3 mudanças culturais que desfiam a Igreja” em nossos dias

Texto original do site gospel prime.
O conhecido evangelista e apologeta Josh McDowell participou da Conferência de Apologética Cristã Evangélica. Ele disse ser necessário aos cristãos ficar alertar para “três mudanças culturais que desafiam e ameaçam a igreja”.
Segundo McDowell, a primeira é uma mudança epistemológica que se intensifica em relação às verdades bíblicas, cada vez mais desacreditadas como “Palavra de Deus”.
“Tivemos uma grande mudança sobre o que entendemos ser a verdade e de onde ela vem. Passamos de algo centrado em Deus para algo centrado em nós mesmos. Do que era objetivo para o subjetivo, do interior para o exterior”, explicou.
O evangelista argumenta que a verdade maior, que sustenta a Igreja, é vista hoje apenas como a opinião pessoal de algumas pessoas. Em especial está sendo desacreditada pelos jovens, que abandonam a ideia de um Deus pessoal.
“Em 1991, 51 % dos adultos jovens evangélicos disseram que não há verdade além de suas próprias opiniões. Hoje, esse número chega a 91 %”, disse McDowell.
O segundo aspecto destacado pelo apologista é “a explosão de informação” da Internet, que desafia a cultura das pessoas, seus pontos de vista morais e opinião sobre a Igreja. Ele cita uma pesquisa recente, a qual aponta que um usuário da rede tem disponível, a cada dia, cerca de 34GB de dados da Internet e cerca de 100 mil palavras. E a tendência é um crescimento anual de 5% desse número.
“Cada pastor, pastor de jovens, e todos os pais estão concorrendo com a Internet e as informações de que estão sendo espalhando toda hora”, disse McDowell. ”A maioria dos jovens não recebem mais as notícias dos canais de televisão. Preferem ler os blogueiros. Há cerca de 181 milhões de blogueiros que disputam a atenção de seus filhos”.
Essa quantidade ilimitada de informações on-line que as pessoas têm acesso está causando um aumento no ceticismo, lamenta McDowell. “Se você não acredita em mim, procure os jovens nas faculdades e no ensino médio. Leve algumas frases e diga que aquilo é “sem dúvida alguma, verdadeiro”. Você vai ouvi-los dizer:” Como você sabe que isso é verdade? “ Há tanta coisa que não sabemos…. [Para] todos os jovens, até mesmo cristãos, a era da Internet está enfraquecendo suas convicções, porque eles acham que amanhã poderão descobrir outras coisas.”
Ele enfatiza: “As perguntas que você costumava ouvir nas universidades 15, 20 anos atrás…. sobre fé, Jesus e a Bíblia, sobre ceticismo, questionamentos que você costumava ouvir nos últimos dois anos de faculdade hoje são feitas por crianças de 10, 11 anos. Eles aprendem mais sobre a vida no Facebook [que na escola]“.
O terceiro e último aspecto destacado por ele, é que os pastores não podem pastorear da mesma maneira que fizeram nos últimos 20 anos. Os pais tampouco podem querer educar seus filhos da mesma forma que foram criados, pois o mundo mudou.
“Vinte anos atrás, dizíamos que você precisava ganhar a alma das pessoas até os 18 anos, caso contrário teria muitas dificuldades e alcançá-las. Agora, ateus e agnósticos têm o mesmo acesso aos seus filhos que você. A internet mudou as regras, e agora se você não ganhar uma criança até seu aniversário de 12 anos, você pode não conseguir mais”.
McDowell enfatizou que um dos aspectos mais claro é que os jovens estão cada vez mais viciados em pornografia. “Lamentavelmente, parece não haver nenhuma diferença nos números dentro e fora da igreja.” Citando outra pesquisa, lembrou que um número crescente de pastores têm problemas com a pornografia. McDowell apontou que a exposição maior a imagens de pornografia influencia na busca de “outros tipos de prazer… incluindo o homossexual”.
Seu conselho é que pais e pastores preparem melhor as pessoas sob seus cuidados para o que eles, inevitavelmente, encontrarão no dia-a-dia nessa sociedade. Ele acrescentou: “É tão idiota quanto dizer, ‘você não pode ouvir música”, em nossa cultura. Você não conseguirá passar a vida sem ouvir música. Hoje, você sequer conseguirá viver sem ser exposto à pornografia. Os pais que prepararem seus filhos irão ganhar, os que pensam que irão consegui-los isolar do mundo, irão perder”. Com informações de Christian Post.

sábado, 12 de outubro de 2013

O Espírito Santo não está na internet

Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.
Mateus 18:20


O Espírito Santo não está na internet, ou seja, ele não se transmite via web, não promove a comunhão do corpo de Cristo via internet. Pois a experiencia da comunhão vivida pelo cristão só se da pelo contato olho a olho, mão a mão coração com coração, é você conviver com o próximo sem ter uma vida editada pelas teclas e o mouse, e ou mesmo pelo touch, e é pela imposição de maus que os enfermos são curados, se recebe o batismo com o Espírito Santo, e os demônios são expulsos( Marcos 16.18/Atos 6.6/8.14-17). Não ignoro o fato de que para ser curado, liberto, receber o batismo com o Espírito você não necessariamente precisa que alguém lhe imponha a mão, pois para isso se faz necessário mesmo é só a vontade de Deus e a sua fé de forma verdadeira e perseverante(Lucas 18.1-8
). Agora quando falo que é pela imposição de mãos falo tendo em vista a pessoa do ministro e que como servo de Deus, ele precisa estar próximo da pessoa para ministrar, o que também não impede que Deus cure a distancia pela ministração do mesmo, levando em consideração a comunhão entre o ministro e o ministrado não é a mesma coisa, pois a comunhão profunda e genuína se da pelo contato pessoal.
Logo quando falei que o Espírito santo não esta na internet, estou dizendo que Ele sendo o Consolador, aquele que convence o pecador da justiça, juízo, pecado, não pode estar no isolamento, porque não aprova a solidão antes ele exprime a comunhão em todos os seus sentidos, pois Ele não apenas veem as pessoas, mas, traz consigo a pessoa do Pai e do Filho. A comunhão e união da igreja é feita por Ele, até mesmo todas as cerimonias da Igreja remete ao cristão a necessidade de estar presente em corpo, mesmo que sabemos que podemos ter comunhão em espírito com alguém, mas, o crescimento do corpo não se faz com distancia e separação. A santa ceia fala de comunhão, o modelo de evangelismo ensinado por Jesus aos discípulos fala de comunhão, a igreja cresceu e se desenvolveu porque estavam em comunhão e tinham tudo em comum.

Deus vos abençoe e promova a comunhão!

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Os sem igreja(desigrejados).

Texto original do blog O tempora, O mores

Postado por Augustus Nicodemus Lopes

(reprint do post de 2010 - ainda bastante atual)

Para mim resta pouca dúvida de que a igreja institucional e organizada está hoje no centro de acirradas discussões em praticamente todos os quartéis da cristandade, e mesmo fora dela. O surgimento de milhares de denominações evangélicas, o poderio apostólico de igrejas neopentecostais, a institucionalização e secularização das denominações históricas, a profissionalização do ministério pastoral, a busca de diplomas teológicos reconhecidos pelo estado, a variedade infindável de métodos de crescimento de igrejas, de sucesso pastoral, os escândalos ocorridos nas igrejas, a falta de crescimento das igrejas tradicionais, o fracasso das igrejas emergentes – tudo isto tem levado muitos a se desencantarem com a igreja institucional e organizada.Alguns simplesmente abandonaram a igreja e a fé. Mas, outros, querem abandonar apenas a igreja e manter a fé. Querem ser cristãos, mas sem a igreja.

Muitos destes estão apenas decepcionados com a igreja institucional e tentam continuar a ser cristãos sem pertencer ou frequentar nenhuma. Todavia, existem aqueles que, além de não mais frequentarem a igreja, tomaram esta bandeira e passaram a defender abertamente o fracasso total da igreja organizada, a necessidade de um cristianismo sem igreja e a necessidade de sairmos da igreja para podermos encontrar Deus. Estas idéias vêm sendo veiculadas através de livros, palestras e da mídia. Viraram um movimento que cresce a cada dia. São os desigrejados.
Muitos livros recentes têm defendido a desigrejação do cristianismo (*).

Em linhas gerais, os desigrejados defendem os seguintes pontos.

1) Cristo não deixou qualquer forma de igreja organizada e institucional.

2) Já nos primeiros séculos os cristãos se afastaram dos ensinos de Jesus, organizando-se como uma instituição, a Igreja, criando estruturas, inventando ofícios para substituir os carismas, elaborando hierarquias para proteger e defender a própria instituição, e de tal maneira se organizaram que acabaram deixando Deus de fora. Com a influência da filosofia grega na teologia e a oficialização do cristianismo por Constantino, a igreja corrompeu-se completamente.

3) Apesar da Reforma ter se levantado contra esta corrupção, os protestantes e evangélicos acabaram caindo nos mesmíssimos erros, ao criarem denominações organizadas, sistemas interligados de hierarquia e processos de manutenção do sistema, como a disciplina e a exclusão dos dissidentes, e ao elaborarem confissões de fé, catecismos e declarações de fé, que engessaram a mensagem de Jesus e impediram o livre pensamento teológico.

4) A igreja verdadeira não tem templos, cultos regulares aos domingos, tesouraria, hierarquia, ofícios, ofertas, dízimos, clero oficial, confissões de fé, rol de membros, propriedades, escolas, seminários.

5) De acordo com Jesus, onde estiverem dois ou três que crêem nele, ali está a igreja, pois Cristo está com eles, conforme prometeu em Mateus 18. Assim, se dois ou três amigos cristãos se encontrarem no Frans Café numa sexta a noite para falar sobre as lições espirituais do filme O Livro de Eli, por exemplo, ali é a igreja, não sendo necessário absolutamente mais nada do tipo ir à igreja no domingo ou pertencer a uma igreja organizada.

6) A igreja, como organização humana, tem falhado e caído em muitos erros, pecados e escândalos, e prestado um desserviço ao Evangelho. Precisamos sair dela para podermos encontrar a Deus.

Eu concordo com vários dos pontos defendidos pelos desigrejados. Infelizmente, eles estão certos quanto ao fato de que muitos evangélicos confundem a igreja organizada com a igreja de Cristo e têm lutado com unhas e dentes para defender sua denominação e sua igreja, mesmo quando estas não representam genuinamente os valores da Igreja de Cristo. Concordo também que a igreja de Cristo não precisa de templos construídos e nem de todo o aparato necessário para sua manutenção. Ela, na verdade, subsistiu de forma vigorosa nos quatro primeiros séculos se reunindo em casas, cavernas, vales, campos, e até cemitérios. Os templos cristãos só foram erigidos após a oficialização do Cristianismo por Constantino, no séc. IV.

Os desigrejados estão certos ao criticar os sistemas de defesa criados para perpetuar as estruturas e a hierarquia das igrejas organizadas, esquecendo-se das pessoas e dando prioridade à organização. Concordo com eles que não podemos identificar a igreja com cultos organizados, programações sem fim durante a semana, cargos e funções como superintendente de Escola Dominical, organizações internas como uniões de moços, adolescentes, senhoras e homens, e métodos como células, encontros de casais e de jovens, e por ai vai. E também estou de acordo com a constatação de que a igreja institucional tem cometido muitos erros no decorrer de sua longa história.

Dito isto, pergunto se ainda assim está correto abandonarmos a igreja institucional e seguirmos um cristianismo em vôo solo. Pergunto ainda se os desigrejados não estão jogando fora o bebê junto com a água suja da banheira. Ao final, parece que a revolta deles não é somente contra a institucionalização da igreja, mas contra qualquer coisa que imponha limites ou restrições à sua maneira de pensar e de agir. Fico com a impressão que eles querem se livrar da igreja para poderem ser cristãos do jeito que entendem, acreditarem no que quiserem – sendo livres pensadores sem conclusões ou convicções definidas – fazerem o que quiserem, para poderem experimentar de tudo na vida sem receio de penalizações e correções. Esse tipo de atitude anti-instituição, antidisciplina, anti-regras, anti-autoridade, antilimites de todo tipo se encaixa perfeitamente na mentalidade secular e revolucionária de nosso tempo, que entra nas igrejas travestida de cristianismo.
É verdade que Jesus não deixou uma igreja institucionalizada aqui neste mundo. Todavia, ele disse algumas coisas sobre a igreja que levaram seus discípulos a se organizarem em comunidades ainda no período apostólico e muito antes de Constantino.

1) Jesus disse aos discípulos que sua igreja seria edificada sobre a declaração de Pedro, que ele era o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mt 16.15-19). A igreja foi fundada sobre esta pedra, que é a verdade sobre a pessoa de Jesus (cf. 1Pd 2.4-8). O que se desviar desta verdade – a divindade e exclusividade da pessoa de Cristo – não é igreja cristã. Não admira que os apóstolos estivessem prontos a rejeitar os livre-pensadores de sua época, que queriam dar uma outra interpretação à pessoa e obra de Cristo diferente daquela que eles receberam do próprio Cristo. As igrejas foram instruídas pelos apóstolos a rejeitar os livre-pensadores como os gnósticos e judaizantes, e libertinos desobedientes, como os seguidores de Balaão e os nicolaítas (cf. 2Jo 10; Rm 16.17; 1Co 5.11; 2Ts 3.6; 3.14; Tt 3.10; Jd 4; Ap 2.14; 2.6,15). Fica praticamente impossível nos mantermos sobre a rocha, Cristo, e sobre a tradição dos apóstolos registrada nas Escrituras, sem sermos igreja, onde somos ensinados, corrigidos, admoestados, advertidos, confirmados, e onde os que se desviam da verdade apostólica são rejeitados.

2) A declaração de Jesus acima, que a sua igreja se ergue sobre a confissão acerca de sua Pessoa, nos mostra a ligação estreita, orgânica e indissolúvel entre ele e sua igreja. Em outro lugar, ele ilustrou esta relação com a figura da videira e seus galhos (João 15). Esta união foi muito bem compreendida pelos seus discípulos, que a compararam à relação entre a cabeça e o corpo (Ef 1.22-23), a relação marido e mulher (Ef 5.22-33) e entre o edifício e a pedra sobre o qual ele se assenta (1Pd 2.4-8). Os desigrejados querem Cristo, mas não querem sua igreja. Querem o noivo, mas rejeitam sua noiva. Mas, aquilo que Deus ajuntou, não o separe o homem. Não podemos ter um sem o outro.

3) Jesus instituiu também o que chamamos de processo disciplinar, quando ensinou aos seus discípulos de que maneira deveriam proceder no caso de um irmão que caiu em pecado (Mt 18.15-20). Após repetidas advertências em particular, o irmão faltoso, porém endurecido, deveria ser excluído da “igreja” – pois é, Jesus usou o termo – e não deveria mais ser tratado como parte dela (Mt 18.17). Os apóstolos entenderam isto muito bem, pois encontramos em suas cartas dezenas de advertências às igrejas que eles organizaram para que se afastassem e excluíssem os que não quisessem se arrepender dos seus pecados e que não andassem de acordo com a verdade apostólica. Um bom exemplo disto é a exclusão do “irmão” imoral da igreja de Corinto (1Co 5). Não entendo como isto pode ser feito numa fraternidade informal e livre que se reúne para bebericar café nas sextas à noite e discutir assuntos culturais, onde não existe a consciência de pertencemos a um corpo que se guia conforme as regras estabelecidas por Cristo.

4) Jesus determinou que seus seguidores fizessem discípulos em todo o mundo, e que os batizassem e ensinassem a eles tudo o que ele havia mandado (Mt 28.19-20). Os discípulos entenderam isto muito bem. Eles organizaram os convertidos em igrejas, os quais eram batizados e instruídos no ensino apostólico. Eles estabeleceram líderes espirituais sobre estas igrejas, que eram responsáveis por instruir os convertidos, advertir os faltosos e cuidar dos necessitados (At 6.1-6; At 14.23). Definiram claramente o perfil destes líderes e suas funções, que iam desde o governo espiritual das comunidades até a oração pelos enfermos (1Tm 31-13; Tt 1.5-9; Tg 5.14).

5) Não demorou também para que os cristãos apostólicos elaborassem as primeiras declarações ou confissões de fé que encontramos (cf. Rm 10.9; 1Jo 4.15; At 8.36-37; Fp 2.5-11; etc.), que serviam de base para a catequese e instrução dos novos convertidos, e para examinarem e rejeitarem os falsos mestres. Veja, por exemplo, João usando uma destas declarações para repelir livre-pensadores gnósticos das igrejas da Ásia (2Jo 7-10; 1Jo 4.1-3). Ainda no período apostólico já encontramos sinais de que as igrejas haviam se organizado e estruturado, tendo presbíteros, diáconos, mestres e guias, uma ordem de viúvas e ainda presbitérios (1Tm 3.1; 5.17,19; Tt 1.5; Fp 1.1; 1Tm 3.8,12; 1Tm 5.9; 1Tm 4.14). O exemplo mais antigo que temos desta organização é a reunião dos apóstolos e presbíteros em Jerusalém para tratar de um caso de doutrina – a inclusão dos gentios na igreja e as condições para que houvesse comunhão com os judeus convertidos (At 15.1-6). A decisão deste que ficou conhecido como o “concílio de Jerusalém” foi levada para ser obedecida nas demais igrejas (At 16.4), mostrando que havia desde cedo uma rede hierárquica entre as igrejas apostólicas, poucos anos depois de Pentecostes e muitos anos antes de Constantino.

6) Jesus também mandou que seus discípulos se reunissem regularmente para comer o pão e beber o vinho em memória dele (Lc 22.14-20). Os apóstolos seguiram a ordem, e reuniam-se regularmente para celebrar a Ceia (At 2.42; 20.7; 1Co 10.16). Todavia, dada à natureza da Ceia, cedo introduziram normas para a participação nela, como fica evidente no caso da igreja de Corinto (1Co 11.23-34). Não sei direito como os desigrejados celebram a Ceia, mas deve ser difícil fazer isto sem que estejamos na companhia de irmãos que partilham da mesma fé e que crêem a mesma coisa sobre o Senhor.

É curioso que a passagem predileta dos desigrejados – “onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18.20) – foi proferida por Jesus no contexto da igreja organizada. Estes dois ou três que ele menciona são os dois ou três que vão tentar ganhar o irmão faltoso e reconduzi-lo à comunhão da igreja (Mt 18.16). Ou seja, são os dois ou três que estão agindo para preservar a pureza da igreja como corpo, e não dois ou três que se separam dos demais e resolvem fazer sua própria igrejinha informal ou seguir carreira solo como cristãos.

O meu ponto é este: que muito antes do período pós-apostólico, da intrusão da filosofia grega na teologia da Igreja e do decreto de Constantino – os três marcos que segundo os desigrejados são responsáveis pela corrupção da igreja institucional – a igreja de Cristo já estava organizada, com seus ofícios, hierarquia, sistema disciplinar, funcionamento regular, credos e confissões. A ponto de Paulo se referir a ela como “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3.15) e o autor de Hebreus repreender os que deixavam de se congregar com os demais cristãos (Hb 10.25). O livro de Atos faz diversas menções das “igrejas”, referindo-se a elas como corpos definidos e organizados nas cidades (cf. At 15.41; 16.5; veja também Rm 16.4,16; 1Co 7.17; 11.16; 14.33; 16.1; etc. – a relação é muito grande).

No final, fico com a impressão que os desigrejados, na verdade, não são contra a igreja organizada meramente porque desejam uma forma mais pura de Cristianismo, mais próxima da forma original – pois esta forma original já nasceu organizada e estruturada, nos Evangelhos e no restante do Novo Testamento. Acho que eles querem mesmo é liberdade para serem cristãos do jeito deles, acreditar no que quiserem e viver do jeito que acham correto, sem ter que prestar contas a ninguém. Pertencer a uma igreja organizada, especialmente àquelas que historicamente são confessionais e que têm autoridades constituídas, conselhos e concílios, significa submeter nossas idéias e nossa maneira de viver ao crivo do Evangelho, conforme entendido pelo Cristianismo histórico. Para muitos, isto é pedir demais.

Eu não tenho ilusões quanto ao estado atual da igreja. Ela é imperfeita e continuará assim enquanto eu for membro dela. A teologia Reformada não deixa dúvidas quanto ao estado de imperfeição, corrupção, falibilidade e miséria em que a igreja militante se encontra no presente, enquanto aguarda a vinda do Senhor Jesus, ocasião em que se tornará igreja triunfante. Ao mesmo tempo, ensina que não podemos ser cristãos sem ela. Que apesar de tudo, precisamos uns dos outros, precisamos da pregação da Palavra, da disciplina e dos sacramentos, da comunhão de irmãos e dos cultos regulares.

Cristianismo sem igreja é uma outra religião, a religião individualista dos livre-pensadores, eternamente em dúvida, incapazes de levar cativos seus pensamentos à obediência de Cristo.------------------------------------------------------------------------------------------
NOTA:(*) Podemos mencionar entre eles: George Barna, Revolution (Revolução), 2005; William P. Young, The Shack: a novel (A Cabana: uma novela), 2007; Brian Sanders, Life After Church(Vida após a igreja), 2007; Jim Palmer, Divine Nobodies: shedding religion to find God(Joões-ninguém divinos: deixando a religião para encontrar a Deus), 2006; Martin Zener,How to Quit Church without Quitting God (Como deixar a Igreja sem deixar a Deus), 2002; Julia Duin, Quitting Church: why the faithful are fleeing and what to do about it (Deixando a Igreja: por que os fiéis estão saindo e o que fazer a respeito disto), 2008; Frank Viola,Pagan Christianity? Exploring the roots of our church practices (Cristianismo pagão? Explorando as raízes das nossas práticas na Igreja), 2007; Paulo Brabo, Bacia das Almas: Confissões de um ex-dependente de igreja (2009).

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Palavra importante 17: Coragem

"Não fui eu que ordenei a você? Seja forte e corajoso! Não se apavore nem desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar". Josué 1.9

Nunca houve uma época em que esta palavra não foi importante para o individuo cristão. Desde o primeiro século, desde a reforma, desde a era das trevas na idade média, até mesmo hoje. E creio que se fará cada vez mais será importante, pois devido o crescimento de escândalos e da oposição ao cristianismo devido crescimento da oposição ateísta, e de outras naturezas e fontes.É claro que ser cristão sempre precisou de coragem, e é claro que em países de origem hindu e muçulmana coragem precisa estar associada a perseverança, pois a perseguição não toma folego.O fato é que o evangelho não faz concessões, pois se nem o próprio Cristo, nosso Senhor e mestre abriu concessões de forma que morreu pela causa de Deus, como poderia eu o menor e mais imperfeito dos servos abrir mão do Cristianismo, de sua verdade santa que é nos trazida pelo evangelho.
É por falta de coragem , que alguns lideres tem cedido aos apelos do mundanismo, que jaz não mais na porta da igreja como antes, mas, em seus púlpitos, formulando as suas teologias, semeando os seus valores e instituindo os seus princípios, que como já falei em outras postagens quando o mundo institui os seus princípios primeiro ele destrói os antigos princípios. A celebre ideia deles se resume em: "Esqueçam tudo o que vocês aprenderam até aqui, pois estava tudo errado".
Mas, porque essa palavra é tão importante para o cristianismo? Pois coragem é a postura que Deus procura em seus seguidores para desbravar o mundo em nome do evangelho. Por hoje as pessoas ditas cristãs não se posicionam corajosamente, que sedem a boa mensagem do evangelho para uma mensagem ecumênica. Ora pois, o evangelho é universal, mas, não é ecumênico, ele é para o mundo ouvir e crer, mas, não se adéqua ao mundo e sim a pessoa que se converte a ele é que precisa se adequar ao mesmo.A coragem também é a postura que se torna necessária na igreja atual para como diz, o versículo," depois de feito tudo permanecer firme."(Efésios 6.13)Não tem como defendermos e mantermos a pureza de nossa doutrina, se não formos corajosos. Pois o mundo não sera bonzinho diante do evangelho, porque sendo luz o evangelho denuncia o estilo mal fazendo com que os mesmo venham a aborrece-los( João 3.19-21).E se o mundo aborrece o evangelho ele logo se posiciona de forma hostil a toda a mensagem por ele propagada.
O saudoso pastor Anselmo Silvestre sempre exortou seus liderados a permanecerem firmes e não abrir mão da sã doutrina, ele até mesmo classificava os pastores que não estava dispostos a pregar a palavra, e serem firmes diante dela, como pastores "calça-frouxas". Gostaria para resumir deixar 3 observações apenas do porque coragem é uma palavra importante e essencial para o cristianismo na atualidade, embora já tenha dito e muito ai em cima.
*Primeira, a palavra coragem é importante porque ela é a postura necessária para manter a integridade das doutrinas base do evangelho.
*Segundo, como já disse coragem é a postura necessária para a propagação do evangelho. Quando Jesus dizia aos discípulos a respeito da missão dos mesmos diante do mundo ele declarou a seguinte verdade:"Eis que eu voz envio como ovelhas em meio aos lobos"( Mateus 10.16-20).Neste mesmo testo fica-nos subtendido que a coragem do cristão nem sempre é uma postura para os preparados, mas, é uma postura que nos deixa preparados se a mesma esta aliada a nossa fé em Jesus, e nossas decisões são guiadas pelo Espírito Santo.Digo, isso pois, para que coragem dê certo para o cristão e ele não quebre a cara, ele precisa estar de acordo com a vontade de Deus, não adianta dar uma de valente, se estas sempre a se render ao pecado. Jesus disse a respeito disso, que  aquele que é vencido pelo pecado se torna servo do mesmo(João 8.34).
*Terceiro, é necessário para não negar ao evangelho.

Termino esta reflexão com o texto, que diz: "A nossa luta não é contra a carne e sangue"(Efésios 6.12), o evangélico original e real é um verdadeiro guerreiro, mas, somos diferentes de ativistas de ideologias e  movimentos seculares. Porque eles lutam para se imporem em nossa sociedade, nós apenas divulgamos o evangelho e permanecemos firmes diante de sua verdade, e para isso eles fazem guerra contra nós para não nos permitir. Não procuramos limitar a liberdade alheia e é isso que eles fazem, nossa luta não é contra a carne, e acredite a deles são.Por essas e outras, pois o mundo não é pacifico, somos ovelhas  eles são lobos. Pareço radical em meu argumento, qualquer pessoa lendo essas declarações pode ter esta impressão, pareço estar vendo conspiração aonde não há, mas, a nossa luta como diz a conclusão do versículo é contra as potestades espirituais, logo mesmo que as pessoas do mundo não se enxergue assim como as descrevo, ou mesmo com a palavra de Deus as descreve, todavia é assim que na prática elas são, mesmo que possam dizer o contrario, pois é pelo fruto que se conhece a arvores.

Que Deus nos dê coragem diante deste grande mar, que é o mundo, pois o nosso barquinho não pode ser naufragado, e não será pois é Jesus Cristo quem está em sua direção.

sábado, 14 de setembro de 2013

Candeia escondida

"Não se acende uma candeia e coloca debaixo do alqueire(ou vasilha)" Mateus 5.15

Jesus declarou uma verdade universal, numa sentença de fácil observação. Aqui em casa desde que nosso filho nasceu, minha esposa tem colocado o abaju debaixo da mesa no quarto e forrado a mesa com um toalha grossa, com a finalidade de ascender uma luz fraca para manter a iluminação no quarto durante a noite, devido a presença de nosso pequenino. Hoje eu estava  na sala, assentado no sofá, procurando um tema para postagem, e estando a porta do quarto aberta, olhei e vi o quarto escuro e o abaju ligado debaixo da mesa, e logo me lembrei desta passagem.
A luz na Bíblia é a verdade, Jesus disse em João 17.17, que a palavra de Deus é a verdade que santifica. Há pessoas que hoje em dia, as quais pecam usando como desculpa a palavra de Deus, e ou mesmo dizendo que agora é que conhecem a verdade.Pode porventura a revelação da palavra de Deus causar injustiça, intolerância, pecado violência?De certo que não, antes a verdade como luz que é tem o poder de lançar fora todo o erro, todas as trevas. João nos ensina em sua 1ª carta que devemos andar ou seja viver na luz( 1 João 1.7). João ainda diz o seguinte, que Deus é Luz(1 João 1.5), Jesus também diz ser luz( João 8.12), mas, diz que também somo Luz( Mateus 5.14), ou seja nossa vida na verdade precisa ser tal, que sejamos propriamente revelações pessoais da verdade.Assim como Deus o faz( 1 joão 1.7), "Se andarmos na luz como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo o seu filho nos purifica de todo o coração".
Crentes que não vivem a verdade, por mais que digam serem servos de Deus e preguem a palavra, mesmo que os tais não se escondam, e declarem-se ao povo serem cristãos, todavia estão a esconder Deus debaixo da mesa como na minha ilustração, ou mesmo debaixo da vasilha como diz o texto base.
Como assim?
É porque no tocante a verdade somos neste mundo o testemunho Deus. Nossos escândalos e condutas repreensíveis, levam os incrédulos, a não conseguir diferenciar a verdade da mentira, pois a verdade como luz precisa ser sublime a tudo. Quando o mundo não consegue enxergar, a verdade, e acha que ela é só relativa, é porque não estamos vivendo e sendo luz, ou seja verdade aos seus olhos ignorante e tão escura quanto a mentira. Jesus disse assim." Para que sejam um, assim como Tu o Pai, és em mim e eu em ti, que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que Tu me enviaste" João 17.21. Notou como o nosso testemunho,nossa justiça e nossa unidade precisa ser mais, excelente que o mundo?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Qual o peso de suas palavras?


“Tenho voz dito isto para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas, tende bom animo; eu venci o mundo.” João 16.33
Você já imaginou qual foi o peso, ou o impacto e a importância desta palavra para os discípulos, de Jesus não só naquele dia, mas, em todos os outros que se seguiram, até depois da morte e ressurreição de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo?Qual o peso destas palavras sobre a vida de seus discípulos?
Qual é o peso de suas palavras?Não estou falando aqui de Jesus como Deus, mas, como pregador do evangelho do Reino de Deus. Muitas palavras são ditas hoje em nossos dias, nos púlpitos de nossas congregações, mas, será que são todas elas ouvidas, temidas?Ate que ponto tu, ó pregador, possuis  os corações dos que te ouvem?
As pessoas querem ouvir palavras bonitas, amam os discursos inflamados, mas,  não estão nenhum pouco dispostas a viver ao que, a mensagem do evangelho lhes convida. Questionando neste texto, pretendo fazer uma observação importante, que se ressalta entre Jesus e os discípulos, Jesus como bom mestre e cheio do Espírito Santo, tinha os corações daqueles que lhe ouviam, as suas palavras possuíam um impacto e um peso de urgência e significado para os seus discípulos. Meu apelo ao amado pregador, é que não se contente apenas, em trazer sermões, lógicos, ou contar histórias cronologicamente, fazendo pequenas ressalvas sobre a conduta moral, ou o caminho da fé de seus ouvintes, mas, procure algo mais. Paulo tinha isso, ele disse sede meus imitadores (1 Coríntios 11.1), ele sabia que suas palavras, não seriam apenas apreciadas, elas seria ouvidas e temidas. Se você prega a palavra de Deus, em sua boca as suas palavras não podem ser frívolas, inúteis ou ditas por dizer, o que você diz precisa ter significado, para que as pessoas te respeitem como homem de Deus. A sua vida precisa estar incutida em suas palavras, um orgulhoso jamais Deus usara, um preguiçoso jamais Deus procurara para ser seu porta-voz, a um avarento Deus jamais confiara as suas perolas. Você pode ser todos estes e outros que Deus não contara para serem seus porta-vozes, mas poderá ser usado por Ele mesmo assim, se permitir que seu Espírito opere em sua almalhe lavando com o sangue precioso de Jesus Cristo, a sua vida lhe lavando destas e de outras imundícias, porque como dizia antes; a sua vida precisa estar incutida em suas palavras, elas precisam ter um peso sobre os corações, você é um atalaia de Deus, não diga um "A", se isto não produzir vida.(Ezequiel 3.16-27)

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ponto a considerar 8: Nascer de novo

"Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus". João 3.3

Nunca tenho sido chamado tanto a atenção para as verdades do evangelho antes como o tenho nestes últimos dias, e que são dias de tamanha apostasia, e neste poste gostaria de considerar o seguinte ponto; nascer de novo.
Quem já leu este texto de João capítulo 3, sabe que não é a pessoa morrer e por um processo de reencarnação vir a nascer novamente, nem mesmo o homem tem por si o poder de encolher e voltar a virar um embrião no ventre de sua mãe, e não foi este questionamento que Nicodemos pôs diante de Jesus?(João 3.4). Mas, quem leu esta inteirado que Jesus não fala de você nascer de novo no seu corpo físico, mas, fala de você nascer espiritualmente diante de Deus, de você nascer do Espírito.
Toda a vez que alguém tem uma situação marcante em sua vida, situação esta da qual a pessoa tira algumas lições de vida para si. Logo essa pessoa conclui e diz para si mesmo e para os outros que nasceu de novo, porém não é deste nascer de novo de que eu estou falando.
O nascer de novo, é o mesmo que nascer de cima, ou nascer da vontade de Deus conforme, diz, João em sua introdução do Evangelho que escreveu: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas, de Deus"( João 1.13,14). Assim como num nascimento natural, a vontade não é do que nasce, mas, daquele que o gera, assim também  no nascimento espiritual, a iniciativa não vem da pessoa, mas, de Deus, é claro que diferente o novo nascimento, precisa de uma resposta reativa da pessoa a ação do Espírito Santo, que é a da fé e do arrependimento. Pois no evangelho novo nascimento é sinônimo de regeneração, e esta é uma regeneração moral, o oposto em teologia de depravação moral, depravação é o mesmo que degenerar corromper, apodrecer; e regenerar é restaurar trazer de volta aquilo que se estragou. Como todos sabem este é o processo que acontece quando alguém se machuca, a pele aos poucos se reconstrói forma um novo tecido que substitui o que veio a se perder. Assim da mesma forma, o homem tem a sua comunhão com Deus restaurada.Sim restaurada ao seu padrão natural, aquela comunhão que todos tinham de uma forma normal no seu nascimento e o homem no geral tinha antes da queda no Éden por seu patriarca, .
Mas, como eu dizia antes o novo nascimento primeiro se origina do coração de Deus, ele é o empenho constante do Espírito Santo, no coração do homem. Todo este empenho começa bem antes da pessoa vir a se converter, ou seja primeiro vem a iniciativa que nasce como diz o versículo já citado do coração ou da vontade soberana amorosa de Deus, quando a pessoa convencida pelo Espírito Santo de sua miserável situação de pecador vem a se arrepender, então lhe é apresentada pelo mesmo através da pregação da palavra as boas novas, ou seja o evangelho. E ao pessoa crer na mensagem do evangelho, de que Jesus Cristo é poderoso para salva-la de sua situação deplorável, de pecador, então é neste momento que a vontade de Deus concebe e dá a luz, a uma nova criatura, que como deixa-nos claro a escritura é um nascimento que nasce da vontade de Deus, sendo portanto um nascimento Espiritual.
Logo toda a referencia de Jesus ao viver em espírito está relacionado a esta vida, quando o mesmo faz referencia a mulher samaritana de que os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade, Jesus fala que o verdadeiro adorador antes de ser adorador precisa ser nascido de novo, palavra semelhante a esta foi que introduziu o seu dialogo com Nicodemos, onde ele disse, que se a pessoa não nascer de novo não pode ver o reino de Deus(João 4.23).
Logo nascer de novo é algo essencial a toda vida na cristandade, não se trata de uma conversão religiosa, mas, duma conversão direta do homem a Deus. No novo nascimento não pode haver incapacidade do homem contra o pecado, pois não se trata mais, de uma homem nascido apenas da carne, mas, se trata de um homem superior nascido de alguém superior que é Deus, não vem da carne, mas, de Deus.

"O evangelho de Satanás não é um sistema de princípios revolucionários, nem um programa de anarquia. Não promove conflitos e guerras, mas almeja a paz e unidade. Não procura colocar a mãe contra a filha, nem o pai contra o filho, mas promove um espírito fraterno por meio do qual a raça humana é tida como uma grande “irmandade”. Não procura arrastar o homem natural ao fundo do poço, e sim melhorá-lo e enaltecê-lo. Advoga a educação, o cultivar e o apelar ao que “de melhor existe dentro de nós”. Almeja fazer deste mundo um habitat tão confortável e apropriado, que a ausência de Cristo nesse habitat não será percebida, e Deus não será necessário. O evangelho de Satanás empenha se por ocupar o homem com muitas coisas deste mundo, de modo que ele não tem oportunidade ou disposição para pensar no mundo vindouro. Esse evangelho propaga os princípios do auto-sacrifício, caridade e benevolência, ensinando-nos a viver para o bem dos outros e sermos bondosos para com todos. Apela fortemente à mente carnal, tornando-se bastante popular entre as massas, pois ignora os fatos solenes de que o homem, por natureza, é uma criatura caída, alienada da vida de Deus, morta em delitos e pecados, e de que sua única esperança está em nascer de novo."
A. W. Pink


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pastores alertam para crescimento de movimento herético nas igrejas



Os Estados Unidos são responsáveis pela produção da maior parte da teologia consumida e ensinada no mundo todo. Desde os movimentos missionários dos séculos 19 e 20, que levaram o evangelho por todo o mundo, até as mais novas heresias e modismos do mundo gospel.
Segundo o site da revista pentecostal Charisma, um movimento novo tem preocupado pastores e líderes americanos, pois está se espalhando rapidamente por outros países. Chamado de “Hipergraça”, seus ensinamentos se baseiam em uma visão de que Deus não pune ninguém. Provavelmente influenciados pela exigência quase onipresente para que as pessoas sejam “politicamente corretas”, muitos de seus ensinamentos confrontam diretamente a Bíblia.
Para os críticos, o movimento é uma “evolução” de uma igreja que nas últimas décadas tem presenciado um declínio na doutrina e pregação bíblica. Paulatinamente, a teologia da lugar à terapia motivacional nos púlpitos. De outro lado, a busca pela prosperidade minou alguns dos fundamentos onde o cristianismo se sustentou por séculos.
Com isso, muitas igrejas e pregadores se recusam a combater o pecado. Raramente se menciona a necessidade de arrependimento ou nem se fala sobre temas como inferno e julgamento. Muitas dessas igrejas permitem que seus líderes vivam sem se preocupar em prestar contas, mesmo que claramente estejam distantes do que se esperaria deles.
O movimento da Hipergraça seria uma versão atualizada da antiga heresia conhecida como antinomianismo (em grego, anti significa “contra” e nomos , “lei”). Trata-se da crença que a lei moral do Antigo Testamento foi totalmente abolida. Como vivemos depois da vinda de Cristo, podemos viver do jeito que queremos, pois já não estamos debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Assim, resta ler o Antigo Testamento apenas metáforas, tipos e símbolos sobre a vinda de Cristo. O Novo Testamento acaba com a Lei do Antigo Testamento, por isso tudo é graça!
Ideias como palavras proféticas, busca pelo Espírito Santo, batalha espiritual, ou ouvir a voz de Deus são propositalmente ignoradas e muitas vezes ridicularizadas. Para os teólogos e pastores que estão alertando sobre esse movimento, ele pode colocar em risco o futuro do cristianismo e enganar milhares de pessoas.
Obviamente os líderes que integram esse movimento não admitirão que pertencem a ele. Afinal, não se trata de um movimento organizado, mas sua existência e influência tem crescido através de literatura cristã que enfatiza o sucesso pessoal e eclesiástico. Possivelmente não usam o termo e dirão que chegaram a essas conclusões sozinhos.
Com certeza a Bíblia fala sobre graça, mas aparentemente essas pessoas não leram ou convenientemente esqueceram de textos como Romanos 6: 1-2 “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?”
Contudo, o teólogo Joseph Mattera listou os 8 sinais mais claros de que uma igreja está seguindo a Hipergraça:
1. Os pregadores nunca falam contra o pecado
Se você estiver em uma igreja como esta, irá notar que a palavra “pecado” normalmente só é mencionada no contexto do perdão dos pecados em Cristo. Por vezes, recrimina-se as pessoas que ousam insistir no assunto, classificando-as de “legalistas” e “fariseus”.
2. O pastor nunca toma uma posição firme sobre a santidade
Na tentativa de atrair mais pessoas, tudo é feito para tornar os cultos mais agradáveis, em especial o sermão. Os ministros não tomam posição pública, nem ensinam os membros, sobre questões que estão na ordem do dia como aborto, homossexualidade, legalização das drogas, ou qualquer coisa que possa confrontar o público presente. Ignora-se qualquer tentativa de se estabelecer ou cobrar dos membros os parâmetros para uma vida de santidade.
3. O Antigo Testamento é quase totalmente ignorado
Nessas igrejas, o Antigo Testamento é tratado como um registro que não tem valor real com nosso estilo de vida moderno. Convenientemente, não se menciona os Dez Mandamentos nem as porções bíblicas onde Deus é mostrado como juiz.
4. Os líderes são autorizados a ensinar e pregar mesmo vivendo abertamente em pecado
Se não há mais condenação, pecados como imoralidade sexual, ganância e embriaguez são tolerados. Seja para membros comuns ou pessoas em posição de liderança, isso não é “importante”, pois não refletiria o amor ao próximo e respeito pelas suas escolhas.
5. As mensagens muitas vezes se voltam contra a “igreja institucional”
Os pastores que adotaram a hipergraça constantemente se voltam contra as igrejas mais “conservadoras”, pois acreditam que sua mensagem não é mais relevante para a cultura de hoje. Além disso, esses “fundamentalistas” apenas colaboram para que as pessoas em geral tenham uma má impressão dos evangélicos.
6. Os pastores pregam contra o dízimo
A hipergraça não estimulas as pessoas a lerem a Bíblia e chegarem às suas próprias conclusões, mas se preocupa em dizer no que elas não podem acreditar. Embora falem sobre ofertas e anunciem as necessidades financeiras da igreja, os pastores defendem que o dízimo é mais uma lei que foi abolida em Cristo. Portanto, cada membro pode decidir se deseja ou não se envolver financeiramente.
7. Os pastores pregam apenas mensagens motivacionais positivas
Dos púlpitos dessas igrejas ecoam apenas mensagens positivas sobre saúde, riqueza, prosperidade, o amor de Deus, o perdão de Deus e como se obter sucesso na vida. Não há preocupação nem interesse de se anunciar “todo o conselho de Deus”, nem estimular trabalhos evangelísticos ou missionários que exijam arrependimento e mudança de vida. Não se menciona a existência do diabo ou de seus anjos. Deus ama a todos e cuida para que nenhum mal chegue perto deles.
8. Os membros da igreja não precisam temer nenhum tipo de reprimenda da liderança
Os participantes de uma igreja da hipergraça serão convencidos que, por causa da forte ênfase na graça, tudo é permitido. Ou seja, nenhuma mudança real se espera deles, apenas que frequentem os cultos e sejam “pessoas melhores e mais felizes”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Ele agora é crente?

Além duma geração sem arrependimento, vivemos uma época onde muita, ou seja, a maioria também não acredita em arrependimento. O que eu quero dizer com isso? Quando vemos uma pessoa do mundão questionar a conversão de uma pessoa ao cristianismo dizendo: ”Tanto aprontou e agora esta dando uma de santão”. Estes que dizem isso são os mesmos que questionam a libertação e reorientação de um homossexual, a libertação de uma prostituta, a cura de um dependente químico, eles não acreditam porque não conhecem o evangelho que é o poder de Deus. Mas, o problema é quando vemos pessoas dentro da igreja com este tipo de mentalidade, pessoas que usam o nome evangélico, dizem crer que Deus é poderoso, e o Deus do impossível, porém negam o poder que seu evangelho tem de salvar, e digo salvar no sentido de resgatar tudo aquilo que se tem perdido, contaminado, estragado, e para ser mais profundo o evangelho tem o poder transformador, e o que é transformar, Jesus exemplificou isto na passagem de João capítulo 2, onde ele transformou a água algo insípido, inodor, incolor em vinho, algo saboroso e expressivo por demais. Da mesma forma o evangelho pode transformar o homem, é isto que a doutrina do novo nascimento, ensinada por Jesus a Nicodemos (João 3) fala. Vejo muito em novelas e filmes, um ensinamento que para o mundo é apenas o seu reflexo, mas, dentro da igreja é contaminação, este ensinamento é o ensinamento sobre a índole má, este ensinamento em filmes e ou novelas (vê se isto principalmente novelas da globo, onde os vilões são sempre inflexíveis até o fim, mesmo tendo oportunidade), as pessoas que creem nesta doutrina não conseguem aceitar uma conversão, uma transformação, e mudança no caráter das pessoas. Aos crentes que creem assim, eu pergunto:Se você não acredita na conversão das pessoas más, como pode esperar que Deus acredite em você? Pois melhor que você Deus conhece o âmago de cada um, e é Ele que é poderoso para fazer as pessoas nascerem não só da água, mas, também do Espírito. Sobre este tipo de “crente” que existe no cristianismo institucional, vem-me em mente um outro pensamento, que se os tais questionam, é porque os tais não receberão tal conversão, e como não poderão verdadeiramente provar do poder do evangelho é natural que vão questionar, pois não sabem verdadeiramente( mesmo que professem com a boca)que o evangelho é o poder de Deus.
Mas, vemos também outro lado desta história, pois a Bíblia ensina que as pessoas que se convertem verdadeiramente por consequência precisam produzir frutos que correspondam a sua conversão. Foi o que João Batista disse: “... produzi frutos dignos de arrependimento...”(Lucas 3.7,8).
E é verdade que muitos dos ditos convertidos não têm produzido frutos que comprovam, pelo contrário toda a vez que se oferece oportunidade para revelarem que Cristo Jesus está em sua vida, eles mostram que ainda são os velhos homens, cheios de carnalidade e pecado. Mas, quando falo das pessoas que questiono, logo digo, que se a pessoa não conhece o poder do evangelho estará sempre disposto a por duvidas, não estou falando de pessoas que podem possuir duvidas, mas, de pessoas que põem ou seja, elas não estão dispostas a apurar a conversão de alguém, mas, desacreditam, porque não creem que possa alguém realmente vir a se converter, a mudar. Pois como já disse são adeptas da doutrinação divulgada pela mídia, sobre a índole má, que diz que pessoas que tem tendência a ser má desde pequena, ou inclinação a isto nunca se tornam verdadeiramente boa. Para se definir assim a má índole tem que por consequência associar a isso uma doença, pois se a pessoa tem consciência ela tem a probabilidade de mudar a trajetória de sua vida, ela pode em algum momento desejar querer e se tornar uma pessoa boa. Mas, se ela é patologicamente má, então não se pode dizer nem realmente que ela é má, pois o ser bom ou mal está ligado a escolhas livres e morais, esta ligado ao livre arbítrio das pessoas, logo se a pessoa é patologicamente mal, ou os psicopatas da vida, então eles não são maus nem bons, eles é doentes. Porém quanto ao fator psicopatológico, até para isso se essa pessoa vier a conhecer a Jesus e provando com isso verdadeiramente o evangelho, Deus é poderoso para curá-lo, para sará-lo de sua patologia. Por serem cristãs, muitas pessoas possuem uma postura de defender que creem que Jesus pode mudar transformar e até mesmo curar alguém, mas, dentro de suas almas por ainda não conhecer este Jesus que professam de uma forma nominal, dão lugar a duvidas e acabam por desacreditar na pratica (não na confissão).
Notório é também e eu não poderia deixar de considerar, que devido a muitos escândalos que acontece hoje em dia, fica até mesmo difícil defender um ponto de vista radical, com respeito a fé genuína e frutuosa em Jesus, porém isso é necessário. Sabemos que mídia é carniceira, ela só vai dar ênfase aos maus comportamentos, até mesmo dos falsos cristãos, para poder com isso sustentar a sua tese. Mas, como disse em outra postagem se você não acredita que pode deixar de ser um ex, então não seja um ex alguma coisa, mas, seja uma nova criatura em Cristo Jesus. E como eu dizia os muitos escândalos na sociedade por parte de falsos cristãos, ou de pessoas que não são verdadeiramente convertidas, põem em cheque tudo o que falei de que pessoas podem e são transformadas, logo muitos incrédulos ou mesmo pessoas que estavam já começando a trilhar o caminho da fé em Jesus, acabam por desviar de uma vez.
Devemos considerar também que num templo cristão há de tudo, e pessoas de todas as formas, mas, quem esta ali esta no lugar certo, pois é ali que cedo ou mais tarde ele vai encontrar com Jesus, e sua vida nunca mais será a mesma.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Opinião contrária


Vivemos numa época de ânimos exaltados, o ego dos homens falta pouco saltar pelas gargantas, falando sobre isso lembro-me do mestre, quando expunha as suas ousadas opiniões, e como os seus opositores se enfureciam pegavam em pedras para o apedrejarem, blasfemavam dele, armavam-lhe ciladas por causa de suas palavras, a qual expunha o podre de seus corações(L2.35). E o que falar dos apóstolos e de Estêvão. Agora não é só no campo religioso que isso acontece, também em todo o campo ideológico, as pessoas não suportam a opinião contrária, por exemplo assim como um homofóbico, um homossexual, são agressivos e não suportam a opinião dos outros. Ninguém quer saber. A última foi a lei contra a homofobia, que não apenas combate o mal em si, mas, combate toda a liberdade de expressão passando também a ser um mal, contra outro mal.Um problema é que tanto os autores desta lei, como o movimento GLS, interpretam toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo, como sendo homofobia; há uma grande diferença entre você impor a sua opinião de você apenas expor, e todo ser humano precisa ter a sua liberdade de pensamento, de expressão desde que essa não interfira de forma agressiva violenta e prejudicial a expressão do outro.
Quando falamos de intolerância religiosa, e a intolerância dos não religiosos?Por certo muitos se calam de ante da opinião contrária, por não poder alçar a sua voz, e aqueles que podem falar não tomam atitudes contra a opinião contrária por que não tem poder, pois se tivesse usaria o mesmo.
Você já viu a propaganda do sindicato das empresas de ónibus, a qual desestimula a compra de motos?Eu pergunto, não é pois tal propaganda ditadora e ideologicamente má? Agora podemos ver isso, ler isso, e também dar a nossa opinião, sem precisar entrar em brigas e processos. Mas, as pessoas não suportam ouvir nem mesmo as suas próprias verdades; como vão querer ouvir as dos outros?É tanto que o convite de Jesus é este:
Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, que eu voz aliviarei. Tomai sobre voz o meu julga, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.(Mt 11.28,29)
Somente alguém cansado estará disposto a ouvir o evangelho.

O poder de Deus

"Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego" Romanos 1.16

Salvação é o mesmo que um livramento que alguém recebe de algum perigo, e ou fim mal. Portanto a salvação que Jesus proporciona aos homens, é uma salvação que vai além de salvar o homem da condenação eterna, que é ser entregue ao tormento por toda a eternidade. Mas, a salvação proporcionada por Jesus ,segundo Mateus 1.21, também salva o homem da escravidão na qual o pecado o aprisiona, como por exemplo a consequência natural de todo o erro, pois não há ato ou escolha que um homem faça que não resulte necessariamente em nada, e não há mal que alguém faça que não possa resultar em mal para si mesmo. Se engana, quem pensa que isto não é verdade, pois um dos males é justamente esse, o de se iludir com a aparência do mal, que pode parecer, em bem e em alguma coisa boa, e até mesmo agradável, e dai que vem esta pergunta tola. "Que mal faz isso?"Além da consequência natural do erro, Jesus também nos salva dos vícios(que também é uma consequência natural não de uma pecado isolado, mas, da prática do pecado) que é a prática habitual de um pecado, pois todo o pecado gera vicio.
Logo o evangelho não traz ao homem uma salvação apenas no âmbito espiritual, mas, a salvação que o evangelho traz tem uma caráter transformador  e libertador, pois ela salva o homem do mal que seus próprios erros lhe trazem, e por fim o salva do futuro que aguarda a todos os praticantes deste mal. 
A definição de evangelho é do Grego (evangelion), significa "Boa Notícia" , "Boa Nova", "Boa Mensagem", porém que noticia é esta que Jesus Cristo traz, ora, quando a palavra. Ora a mensagem que Jesus traz é a mesma que era pré anunciada por João Batista, que era a chegada do reino de Deus. Mas Jesus dizia também que era necessário arrependimento, novo nascimento, e principalmente fé em sua pessoa, para que pudesse ter acesso a este reino, e ficar livre da ira vindoura. Aqui há três mensagem trazida pelas boas novas de Jesus, que a torna assim tão especial, pois este entrar no reino dos céus, que Jesus pregava, é na verdade a salvação da ira justa de Deus.Mas, Deus que conhece os corações não quer uma pessoa que não tenha do que se arrepender, se esta pessoa esta satisfeita com sua vida com suas escolhas, então esta pessoa não quer e não se sente necessitada de uma mensagem de salvação. A fé que hoje em dia é tão explorada, mas, se na igreja os lideres procuram tira-la de Cristo transferindo-a para amuletos, santos, campanhas, entre muitos substitutos que encobertamente se introduzem de forma mascarada ou mesmo até descarada, todavia a Bíblia nos dá o exemplo de Abraão que recebeu o título de pai da fé, e justo, porque estava confiando apenas em Deus, e em sua trajetória vemos suas decepções por todas as vezes em que acreditava em alguém diferente.
E por ultimo e para concluir este texto, o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, trazia consigo que para as pessoas fazerem parte do Reino de Deus, e ter a vida eterna, deveriam nascer de novo, e permita me também dizer que além das pessoas não estarem querendo se arrepender de nada, também elas não acreditam verdadeiramente em novo nascimento. Porque se acreditassem em novo nascimento, não estariam criando igrejas, que se adaptam aos seus vícios e pecados, pelo contrario estariam  se arrependendo, e depois crendo em Jesus, e por ultimo sendo regeneradas por Ele, ou seja, nascendo de novo. Pois hoje se você deseja ser um cristão, mas, não consegue largar seu mundano estilo de vida, tudo bem, pegue na web uma lista de igrejas e leiam em seus currículos  que nelas você vai achar uma que ler a Bíblia com seus olhos, e onde todos são "iguais perante a Deus", traduzindo, você não vai ali para ser mudado, e sim para fazer parte.
Porque nascer de novo, esta mensagem instruída por Jesus a Nicodemos, e escrita no terceiro capítulo do evangelho segundo escreveu João, traz consigo o sentido certo de transformação  e é aqui que eu concluo, se você se vê num pecado do qual você poderá sair a hora que você quiser  por que você precisa de um Salvador? Se você se vê num vício, que os psicólogos  um livro de auto-ajuda, e sua determinação conseguem vencer, então porque você precisa de um Salvador? Pois a verdade é que assim como um mosquito preso a uma telha de aranha não consegue se livrar se alguém não o tirar, e certamente ele sera traçado por esta aranha, da mesma forma, nenhum homem pode se ver livre do pecado, se Jesus não o salvar e é este poder que somente Jesus tem.
As pessoas conclui hoje em dia que se não pode se ver livre de algo é porque este algo faz parte de sua natureza, que eles nasceram assim e vão morrer assim, mas, a escritura traz o santo evangelho de nosso Senhor Jesus, e este santo e verdadeiro Jesus pode e sim liberta o homem de sua condição miserável e o traz para a sua gloriosa e maravilhosa luz. 
Se você é homossexual, prostituta, alcoólatra, não esqueça o evangelho também é novo nascimento, pois se é verdade que não existe ex-gay, então não seja um ex-gay, seja um novo homem em Cristo Jesus.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Serie pecados 3: Egoísmo

Dos fundamentos da injustiça, o egoísmo é o mais sólido deles e o mais necessário para que a mesma se estabeleça.De sorte que assim como uma das qualidades do pecado é a vaidade, também todo o pecado é necessária e originalmente egoísmo.O egoísmo diferente da vaidade não é uma qualidade do pecado, mas, todo o pecado como diz Finney, "é apenas uma forma diferente de egoísmo." Pois assim como toda a santidade se resume num amor benevolente e desinteressado, da mesma forma todo o pecado se resume num amor interesseiro e num coração a serviço do ego, numa consagração ao ego, ao bem pessoal como sendo o mesmo um bem supremo. Traduzindo em poucas palavras o pecado se resume em egoismo e a santidade em caridade(amor que leva a prática do bem, mesmo que não tenha retorno).
Embora convencionou-se que a devida tradução para o português ao invés de caridade fosse amor. Todavia a palavra caridade traz consigo um sentido de amor que leva a prática do bem ao próximo; e egoismo é amar a si demasiadamente até mesmo acima do próximo se assim me convier.
O egoísmo pode não ser percebido pelo seu praticante, mas, se analisarmos a sua conduta ao longo da vida, ou mesmo numa simples escolha, assim o notaremos. O egocentrismo, o narcisismo, o hedonismo; são marcas de uma geração que progride no egoismo. Um geração de cristãos altivos e sem arrependimentos, que critica o cristianismo antigo e de raiz nas escrituras(cristianismo genuíno e ortodoxo), esta é uma geração que não está pautada pelos valores da Bíblia sagrada.
Vejo muitos pastores, teólogos modernos e leigos que criticam a igreja falando mal de nossas atitudes conservadoras, mas, se analisarmos em que se baseiam, ou com qual fundamento, ou em que se fundamentão suas razões e ideias para nos criticar, vamos encontrar referencias hinduístas, espíritas, marxistas, humanistas, froidianas, mas, não bíblicas, pois até mesmo suas interpretações bíblicas são vistas com as lentes das filosofias acima citadas e outras que não são originalmente cristãs.E o que isso tem haver com egoísmo? Tem que de uma forma direta ou indireta todas essas correntes promovem um estilo de vida cuja essência é egoismo e vaidade(você pode até discordar de mim, mas, antes de me questionar questione a si mesmo). Quando falo de correntes digo do pensamento cristão moderno que tem outras fontes anti-cristãs e anti-bíblicas como orientadoras.
O egoismo faz parte da filosofia do nosso século, pois até mesmo a Bíblia eles usam pra proteger suas escolhas egoístas, frases muito comuns na boca do povo são: " Não jugueis para que não sejais jugados" principalmente se o dito cujo na sua arrogância não deseja ser questionado. Outra, "ame ao seu próximo como a si mesmo", traduzindo ame ao seu próximo se isso lhe for trazer algum benefício; é claro, se você afirmar isso, vão ficar escandalizados, mas, só usaram essa frase quando estiverem temendo por sua próprias vidas, ou num discurso para defenderem suas próprias práticas pecaminosas, acusando e chamando a igreja de preconceituosa e dizendo que ela não cumpre este mandamento para com eles. Outra, "Deus só quer o coração", sendo assim desde que eu chegue na igreja, chore, dê o dízimo, levante as mãos, ouça uma palavra triunfalista que com certeza me dirá o que estou passando e o resto dos crentes ali presentes, então tudo bem se após isto eu sair dali e minhas convicções e emoções se perverterem. Porque segundo os mesmo, não importa o seu viver dissoluto, o que importa é você dizer que é cristã, viver uma religiosidade.
Logo o egoísmo é o pecado do amor a si mesmo, acima de todas as coisas, dele ou de um coração egoísta, procede todos os males que convier para a satisfação do ego, da carne, direta ou indiretamente. Um coração egoísta pode pecar mesmo adorando, pois para a adoração não seja pecado, o propósito do seu coração precisa ser santo, tem que ser agradar a Deus sem reservas. Não há como agradar a Deus sem reservas se o coração preocupa em primeiro lugar em agradar a sim mesmo.

Que Deus nos livre desta geração nos dando uma coração igual ao seu.
"coração disposto a obedecer, cumprir todo o seu querer"...(Diante do Trono)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Táticas do Espírito do Anticristo. Parte 10

5º Avareza.


Na época do catolicismo predominante os lideres inventavam de tudo para extorquir dinheiro do povo, vendiam até mesmo indulgencia, hoje em dia os lideres neopentecostais e carismáticos redescobriram isso, e fazem de tudo para arrancar o ultimo centavo do bolso do ingênuo. A avareza o amor ao dinheiro é um fator que divide denominações, como conhecemos hoje as muitas campanhas fogueiras Santas em Israel, óleos ungidos, cajados, flor, arcas da aliança. A rede globo, certa vez fez até piada de nós devido a isso, pequenas igrejas grandes negócios.
É por causa do real que muitos pastores dividem campos, e se emancipam, não posso julgar todos, mas, muitos até mente ou são usados pelos espíritos de enganos para dizerem que essa divisão saiu do coração de Deus.Para muitos lideres cristãos de hoje o cristianismo é verdadeira pata dos ovos de ouro, eles esquecem estão lidando com almas, e vão ter que prestar contas de cada uma delas perante o justo juiz.

6º Falta de conversão ao propósito de Jesus Cristo.


Certa vez Jesus disse a Pedro:
“...e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos”(Lucas 22.32).

Esta mesma palavra serve para muitos, que são crentes que são convertidos, mas, são crentes e são convertidas a religiões as ideologias de homens, mas, não a Jesus. Saiba Jesus disse certa vez que quem com ele não ajuntam espalha ( Mateus 12.30). Será que seguimos o mesmo caminho que aquele que chamamos de mestre?
Há um proposito no coração de Jesus, e a sua igreja que é cumprir toda vontade do Pai, e a vontade do Pai é que ninguém se perca, todo aquele que procurar estar nos mesmos passos de Jesus, esta a confirmar os seus irmãos na fé, através da genuína propagação do evangelho e de todas as armas que o amor de Deus nos proporciona.
O meu questionamento será que o nosso cristianismo segue mesmo nos mesmos passos e na mesma direção que Cristo, Jesus disse olha se me perseguiram também perseguiram a voz. Pedro e os demais apóstolos estavam todos procurando um Messias secular que viesse atender aos propósitos e anseios dos israelitas, mas, Jesus não estava ali para erguer uma nação, mas, seus olhos estava na vida de cada pessoa em individual, e ele queria era salva-los da condenação eterna.Pedro era um zelote, ele não tinha os mesmo propósitos que o mestre, ele não esperava um Messias espiritual, mas, um rei um governante humano segundo a linhagem de Davi. Ele por várias vezes se escandalizou com Jesus quando ele declarava a sua missão que era morrer para a remissão dos pecados, e Pedro nestas vezes dizia, "não Senhor, não digas tal", e Jesus então o repreendeu certa vez, e disse não nestas palavras é claro " olha você esta dando ouvidos aquele que não entende os propósitos de Deus"(Marcos 8.27-33). Pedro só veio a compreender a Jesus quando veio a deixar de ser zelote, para ser de corpo e alma apostolo, discipulo e pregador do evangelho, foi quando Pedro se converteu de verdade.


7º Cobiça, inveja e espírito faccioso.



Quantas pessoas saem de suas denominações cristãs, por estarem de olho, na posição social, nos cargos e como não conseguem procuram fundar seus próprios ministérios. Cobiçam o dinheiro, mas não querem compromisso com o pastorear, Jesus chamou os mesmos de mercenários ( João 10.11-13). Eles não dão a vida pelas suas ovelhas, pelo contrario quando vem o frio sacrificam suas ovelhas, para comer suas carnes e gorduras e se aquecerem com suas peles.
Movidos por um sentimento de inveja que os corroem e produz uma raiz de amargura, os tais não só cobiçam a posição dos outros, mas, fomentam intrigas, promovem facções (divisões), desfazendo as palavras dos pastores, mesmo que os tais caiam, todavia suas sementes de divisão já foram plantadas no seio da comunidade em que congregavam (Tiago 3.13-14/1 Timóteo 4.1,2).

8º Medo.



O básico de toda a divisão no seio do cristianismo é a falta de abertura para a verdade que pode ser proporcionada por um coração orgulhoso, e inflexível (muita das vezes cegado por, inveja, espírito de engano, espírito faccioso, cobiça  e ou medo), mas, também muita das vezes essa falta de abertura para a verdade é proporcionada pelo medo. A pessoa se torna cega, obtusa, se recusa a ouvir (quando digo ouvir, estou dizendo de prestar atenção,examinar, ponderar sobre o mesmo, e ser humilde para aceitar quando a conclusão óbvia for que esta errado).
Geralmente aqui se encaixa aquele grupo que Pedro falou dos que distorcem as sagradas escrituras, que são os indoutos (2 Pedro 3.16 ), mas, digo se encaixam quando os mesmo achando estarem certos em suas interpretações ficam com medo de ouvir o que um irmão instruído tem a lhe dizer achando ser o mesmo um lobo cruel querendo o enganar e com medo de ser enganado, não preta a atenção, e repete suas crenças como um mantra e como uma viseira. Sendo esse indouto um líder pode até mesmo se tornar hostil para com o expositor da verdade.


9º Colocar os dogmas no mesmo patamar que a Bíblia ou mesmo acima.


Jesus repreendeu os anciões dos judeus, por causa da chamada tradição dos anciões, que invalidava muitos dos mandamentos da palavra de Deus (Mateus 15.1-20 ). Se uma denominação coloca seus dogmas e tradições no mesmo peso que a bíblia de forma a competir com ela, muita das vezes até mesmo a substituindo isso não tem a aprovação de Deus, e isso causa divisão no cristianismo. Foi por isso que os reformadores foram expulsos do catolicismo, pois o mesmo até hoje  tem seus dogmas e tradições mais em estima do a que a santa palavra de Deus.Mas, não podemos ficar sossegados quanto a isso no meio cristão, pois isso até hoje ainda causa divisão pois, muitas denominações põem seus dogmas, como verdadeiros papas, que são intocáveis, e inquestionáveis, quando alguém os põem em cheque o mesmo excomungado.

10º Querer converter a igreja a si.


Por fim este fator tem sido a febre das ultimas, décadas, já escrevi sobre isto em outra postagem de nome, uma geração sem arrependimento, nele falei que se há algum problema, as pessoas logo concluem preciso mudar de denominação. Como diz as santas escrituras, eles possuem coceiras nos ouvidos e não a suportam mais, não possuem paciência para escutar os santos ensinamentos, por isso procuram formar doutores em teologias para explicar que seus erros e pecados não são erros e nem pecados. Assim nasce uma denominação nova a cada dia, uma para cada pecado, assim como existe um santo no romanismo para cada dia do ano. Querem converter a igreja a si mesmos, mas, não querem se converterem a Jesus. Como disse lá em cima, muitos são até convertidos a religião, mas, não a Jesus Cristo, nesse caso aqui difere um pouco, pois eles querem é converter a igreja aos seus próprios ideais e concupiscências nocivas de cada dia(2 Timóteo 4.3,4).
Quando falei sobre quem são os que distorcem as escrituras em outra postagem antiga, disse sobre este grupo, que a bíblia os classifica através do apostolo Pedro de inconstantes (2 Pedro 3.16).Pessoas que até mesmo distorcem a palavra forçando uma interpretação que favoreça o seu erro.

Conclusão.


Segundo Finney o egoismo humano é o resumo de todo o pecado, assim como o amor é o resumo de todo o cumprimento da lei. Sendo assim só podemos concluir, que o que move todos estes motivos e ou fatores para as constantes divisões se chama egoismo. Porque as pessoas possuem a si mesmas como o centro de tudo, e quando tomam alguma decisão só pensam e consultam aos seus próprios egos, ao invés de Deus, e de suas santas escrituras, pensam em si mesmas e não no próximo e se dizem que pensam é por que estão interessadas em algo que este próximo tem para as oferecer.

Táticas do Espírito do Anticristo. Parte 9

Táticas do espírito do anticristo dentro do Cristianismo:

A partir desta postagem estou começando a postar a sequência de reflexões sobre as táticas do espírito do anticristo, devido a falta de tempo não tenho postado como prometido. Eu agradeço a compreensão do amado leitor!

*Divisão.


Essa é uma tática que o Espírito do Anticristo começou, já a elaborar nos primórdios da igreja, enquanto havia homens fieis que expunham a sã doutrina combatiam as heresias e enquanto a igreja era perseguida por defender a Jesus Cristo, enquanto existiam apologistas e apóstolos fiéis, a igreja permanecia uma. Mas mesmo assim, muitos se levantavam ainda no primeiro século para tentar fracionar a noiva do cordeiro, todavia eram derrotados e legados serem a grande minoria, de forma que não era tão perceptível a divisão que eles traziam. Destes tinham os grupos gnósticos que separavam a matéria do espiritual condenando a matéria como se fosse algo tão mal, baseando se em epistolas Paulinas em textos isolados das mesmas. Nos primeiros anos da igreja os judaizantes descritos em Atos e em Gálatas, foram os mais destacados, pois muitos tinham voz expressiva na igreja, todavia foram derrotados no primeiro concilio que teve em Jerusalém.
Mas, foi com a estatização da igreja por Roma, que veio o grande golpe do Anticristo, pois para que a igreja viesse a se torna flexível às praticas pagãs incorporando-as em seu rol de liturgias(cristianisando-as), ela mesmo teve que se tornar inflexível contra todos os cristãos genuínos que se opunham a tais praticas. Aqui neste texto me proponho a listar nove fatores que não são os únicos, mas, que com certeza estão no topo dos vários fatores que durante os séculos contribuíram para a fragmentação da igreja como instituição (o cristianismo). A meu ver particularmente acho que existe uma diferença entre igreja e cristianismo, penso que o primeiro fala-se do corpo de Cristo e o segundo exprime todo o movimento e sistema religioso criado em torno do primeiro; portanto peso ao leitor que prestes atenção quando eu usar as palavras igreja e cristianismo daqui para frente, pois sempre que eu falar estarei destacando ambos para que não se confunda.

1º. Dureza e inflexibilidade dos líderes ou mesmo dos liderados.


Se somos hoje separados e divididos, é porque não concordamos, mas, a falta de concordância não deveria ser o pivô pois ninguém pode concordar absolutamente com tudo, mas é a dureza de coração, e a falta de abertura para a verdade é que ocasiona a nossa separação, e o orgulho é quem a sustenta. Não se engane se o cristianismo fosse um no mesmo coração no mesmo sentimento, como é desejo de Deus(João 17.21-23) e de muitos, creio que não haveria muitas denominações como há por ai. Mas, sabemos que as primeiras denominações surgiram não por rebeldia, ou porque os lideres queriam criar uma nova instituição cristã, mas, porque foram expulsos de suas denominações, como foi Martinho Lutero excomungado do Catolicismo, isso também aconteceu com John Wesley, dando com isso o surgimento do Metodismo, isso também aconteceu no Brasil com a Assembleia de Deus.
Mas, por quê? Um dos fatores é a dureza e inflexibilidade dos lideres, que não estão dispostos a abrirem-se para um dialogo, e nem mesmo o possuem a humildade de admitirem quando estão errados, não estão abertos a examinar a Bíblia e juntos procurarem concordar com o que a luz da palavra se revelar o melhor caminho. É claro nem sempre essa inflexibilidade parte do líder, muitas das vezes parte do liderado, talvez o líder até mesmo esteja disposto a ouvir as ideias do liderado, mas, quando o líder vai expor a luz da palavra as tais ideias o liderado inchado por um orgulho, ou mesmo conduzido por um espírito de engano, ou cobiça, recusa-se a ouvir a verdade.

2º. Falta de abertura para a verdade.


Este é outro fator que já cheguei até mesmo, entrar na discussão ai acima. Todo crente seja o líder ou o liderado, precisa estar aberto e receptível a verdade, ninguém sabe tudo, e é por isso que o conhecimento de Deus e da pessoa de Jesus é progressivo, a palavra de Deus diz que devemos conhecer e prosseguir em conhecer a Deus (Oseias 6.3 ), o fato é que nenhum conhecimento novo pode deixar de passar pelo crivo da palavra de Deus, pois pode ser um engano e um desconhecimento. Mas, acontece que nem sempre a pessoa possuidor deste conhecimento esta disposta a sujeitar a sua filosofia, sua teologia a palavra de Deus. Acontece também da parte dos lideres, que não querem ouvir o expositor e avaliar a sua filosofia, isso pode acontecer por insegurança e ou medo da parte dos mesmos, ou por falta de paciência para com a opinião alheia tipo vemos na Bíblia como o eram os fariseus e os saduceus. Mesmo assim devemos com sabedoria, e discernimento examinar todo o conhecimento que chega até nós e se for aprovada a luz da palavra de Deus, então ele pode ser aceito, mas, se não deve ser reprovado.
Acontece que nem todos estão receptíveis a verdade, existem na comunidade cristã vários grupos de pessoas que pensam que já sabem tudo o que precisa saber, Paulo disse que não é bem assim, pois ele fala quando alguém pensa assim ainda precisa conhecer e muito(1 Coríntios 8.2 ). O grande fato é que a verdade não se contradiz, e por isso todo o conhecimento deve ser provado pela palavra de Deus, pois se ele se opõe a mesma este é heresia.

3º. Espírito de engano.


Este é um fator terrível, na Bíblia contasse uma história que uma vez um espírito de engano saiu da presença de Deus, e confundiu os profetas de Acabe, para que Acabe viesse a ser morto. Muitas pessoas recebem profecias de morte, por não ter o discernimento, e não sabe que esta profecia não é benção, mas, um laço para a sua própria vida(1 Reis 22. 1-28 ).Assim como aquele espírito se dizia ser Deus, falando em nome de Deus como se fosse o Espírito de Deus, hoje não é diferente ainda há muitos espíritos de enganos da parte não de Deus, como foi naquela citação, mas, da parte do enganador das nações que é Satanás, pois, é assim que a Bíblia o descreve como o enganador das nações(Apocalipse 20.8), que é o Espírito do Anticristo, que João também o descreve como enganador(2 João 7). Este espíritos de enganos não trazem revelações de Deus, mas, revelações do próprio ego dos profetas. E com isso acreditando serem guiados por Deus, muitos homens e mulheres, saem e abrem novos ministérios, muitos pelos seus carismas, e valendo-se pregações que afagam os egos de outros conseguem levar estes ministérios para muito longe. O Caso dos espíritos de engano vai muito além de uma revelação para abrir um ministério, muita das vezes estes espíritos em ministérios legalistas promovem o fortalecimento do argumento de seus lideres, com visões de arrebatamento ao inferno onde pessoas que recusam seguir seus caminhos e suas doutrinas antibíblicas (que os mesmos usando de versículos isolados falam serem bíblicas) estão sendo atormentadas.
A ação destes demônios não se limita aos ministérios legalistas, muitos ministérios neopentecostais, são levados e enganados pelos mesmos, com a introdução de sincretismos religiosos em suas denominações, como práticas do espiritismo, das religiões afro-brasileiras, do judaísmo, até mesmo do islamismo, da psicologia, religiões orientais e etç.
A grande dificuldade é que como os tais não possuem uma teologia sã, acabam por acreditar ser estes enganos de Deus, e sendo assim fica difícil (não impossível se a pessoa for aberta a verdade) de convencer uma pessoa desta de seu erro, de que esta sendo enganada. A palavra de Deus disse que nos últimos dias as pessoa dariam ouvidos a doutrinas de demônios(1 Timóteo 4.1 ).

4º. Orgulho.


A grande pedra de tropeço dos lideres das denominações históricas foi o orgulho, hoje muitos deles criticam os pentecostais por seus erros e desvios doutrinários, mas, se os tais na época do surgimento do movimento pentecostal tivesse pegado a bíblia, e humildemente se abrindo para a verdade que nela esta contida sobre o batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais, e que não existe na palavra de Deus em lugar algum, registrado que o pentecoste foi só para aquela época, seria bem possível que hoje, não houvesse o movimento pentecostal, pois as igrejas históricas, teriam incorporado a elas a sã doutrina do Batismo com o Espírito Santo e os dons espirituais. Mas, o orgulho falou mais alto, o orgulho de um líder, ou mesmo de um liderado divide denominações, não a sã doutrina, Deus nunca pede ninguém para sair  da sua denominação, assim como o divorcio, muitas divisões ocorrem devido a dureza do coração dos homens, mas, nunca pela ação do Espírito Santo( Mateus 19.8).


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