TRADUTOR

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Ponto a considerar 8: Nascer de novo

"Jesus respondeu e disse-lhe: Na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus". João 3.3

Nunca tenho sido chamado tanto a atenção para as verdades do evangelho antes como o tenho nestes últimos dias, e que são dias de tamanha apostasia, e neste poste gostaria de considerar o seguinte ponto; nascer de novo.
Quem já leu este texto de João capítulo 3, sabe que não é a pessoa morrer e por um processo de reencarnação vir a nascer novamente, nem mesmo o homem tem por si o poder de encolher e voltar a virar um embrião no ventre de sua mãe, e não foi este questionamento que Nicodemos pôs diante de Jesus?(João 3.4). Mas, quem leu esta inteirado que Jesus não fala de você nascer de novo no seu corpo físico, mas, fala de você nascer espiritualmente diante de Deus, de você nascer do Espírito.
Toda a vez que alguém tem uma situação marcante em sua vida, situação esta da qual a pessoa tira algumas lições de vida para si. Logo essa pessoa conclui e diz para si mesmo e para os outros que nasceu de novo, porém não é deste nascer de novo de que eu estou falando.
O nascer de novo, é o mesmo que nascer de cima, ou nascer da vontade de Deus conforme, diz, João em sua introdução do Evangelho que escreveu: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas, de Deus"( João 1.13,14). Assim como num nascimento natural, a vontade não é do que nasce, mas, daquele que o gera, assim também  no nascimento espiritual, a iniciativa não vem da pessoa, mas, de Deus, é claro que diferente o novo nascimento, precisa de uma resposta reativa da pessoa a ação do Espírito Santo, que é a da fé e do arrependimento. Pois no evangelho novo nascimento é sinônimo de regeneração, e esta é uma regeneração moral, o oposto em teologia de depravação moral, depravação é o mesmo que degenerar corromper, apodrecer; e regenerar é restaurar trazer de volta aquilo que se estragou. Como todos sabem este é o processo que acontece quando alguém se machuca, a pele aos poucos se reconstrói forma um novo tecido que substitui o que veio a se perder. Assim da mesma forma, o homem tem a sua comunhão com Deus restaurada.Sim restaurada ao seu padrão natural, aquela comunhão que todos tinham de uma forma normal no seu nascimento e o homem no geral tinha antes da queda no Éden por seu patriarca, .
Mas, como eu dizia antes o novo nascimento primeiro se origina do coração de Deus, ele é o empenho constante do Espírito Santo, no coração do homem. Todo este empenho começa bem antes da pessoa vir a se converter, ou seja primeiro vem a iniciativa que nasce como diz o versículo já citado do coração ou da vontade soberana amorosa de Deus, quando a pessoa convencida pelo Espírito Santo de sua miserável situação de pecador vem a se arrepender, então lhe é apresentada pelo mesmo através da pregação da palavra as boas novas, ou seja o evangelho. E ao pessoa crer na mensagem do evangelho, de que Jesus Cristo é poderoso para salva-la de sua situação deplorável, de pecador, então é neste momento que a vontade de Deus concebe e dá a luz, a uma nova criatura, que como deixa-nos claro a escritura é um nascimento que nasce da vontade de Deus, sendo portanto um nascimento Espiritual.
Logo toda a referencia de Jesus ao viver em espírito está relacionado a esta vida, quando o mesmo faz referencia a mulher samaritana de que os verdadeiros adoradores adoram ao Pai em espírito e em verdade, Jesus fala que o verdadeiro adorador antes de ser adorador precisa ser nascido de novo, palavra semelhante a esta foi que introduziu o seu dialogo com Nicodemos, onde ele disse, que se a pessoa não nascer de novo não pode ver o reino de Deus(João 4.23).
Logo nascer de novo é algo essencial a toda vida na cristandade, não se trata de uma conversão religiosa, mas, duma conversão direta do homem a Deus. No novo nascimento não pode haver incapacidade do homem contra o pecado, pois não se trata mais, de uma homem nascido apenas da carne, mas, se trata de um homem superior nascido de alguém superior que é Deus, não vem da carne, mas, de Deus.

"O evangelho de Satanás não é um sistema de princípios revolucionários, nem um programa de anarquia. Não promove conflitos e guerras, mas almeja a paz e unidade. Não procura colocar a mãe contra a filha, nem o pai contra o filho, mas promove um espírito fraterno por meio do qual a raça humana é tida como uma grande “irmandade”. Não procura arrastar o homem natural ao fundo do poço, e sim melhorá-lo e enaltecê-lo. Advoga a educação, o cultivar e o apelar ao que “de melhor existe dentro de nós”. Almeja fazer deste mundo um habitat tão confortável e apropriado, que a ausência de Cristo nesse habitat não será percebida, e Deus não será necessário. O evangelho de Satanás empenha se por ocupar o homem com muitas coisas deste mundo, de modo que ele não tem oportunidade ou disposição para pensar no mundo vindouro. Esse evangelho propaga os princípios do auto-sacrifício, caridade e benevolência, ensinando-nos a viver para o bem dos outros e sermos bondosos para com todos. Apela fortemente à mente carnal, tornando-se bastante popular entre as massas, pois ignora os fatos solenes de que o homem, por natureza, é uma criatura caída, alienada da vida de Deus, morta em delitos e pecados, e de que sua única esperança está em nascer de novo."
A. W. Pink


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Pastores alertam para crescimento de movimento herético nas igrejas



Os Estados Unidos são responsáveis pela produção da maior parte da teologia consumida e ensinada no mundo todo. Desde os movimentos missionários dos séculos 19 e 20, que levaram o evangelho por todo o mundo, até as mais novas heresias e modismos do mundo gospel.
Segundo o site da revista pentecostal Charisma, um movimento novo tem preocupado pastores e líderes americanos, pois está se espalhando rapidamente por outros países. Chamado de “Hipergraça”, seus ensinamentos se baseiam em uma visão de que Deus não pune ninguém. Provavelmente influenciados pela exigência quase onipresente para que as pessoas sejam “politicamente corretas”, muitos de seus ensinamentos confrontam diretamente a Bíblia.
Para os críticos, o movimento é uma “evolução” de uma igreja que nas últimas décadas tem presenciado um declínio na doutrina e pregação bíblica. Paulatinamente, a teologia da lugar à terapia motivacional nos púlpitos. De outro lado, a busca pela prosperidade minou alguns dos fundamentos onde o cristianismo se sustentou por séculos.
Com isso, muitas igrejas e pregadores se recusam a combater o pecado. Raramente se menciona a necessidade de arrependimento ou nem se fala sobre temas como inferno e julgamento. Muitas dessas igrejas permitem que seus líderes vivam sem se preocupar em prestar contas, mesmo que claramente estejam distantes do que se esperaria deles.
O movimento da Hipergraça seria uma versão atualizada da antiga heresia conhecida como antinomianismo (em grego, anti significa “contra” e nomos , “lei”). Trata-se da crença que a lei moral do Antigo Testamento foi totalmente abolida. Como vivemos depois da vinda de Cristo, podemos viver do jeito que queremos, pois já não estamos debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Assim, resta ler o Antigo Testamento apenas metáforas, tipos e símbolos sobre a vinda de Cristo. O Novo Testamento acaba com a Lei do Antigo Testamento, por isso tudo é graça!
Ideias como palavras proféticas, busca pelo Espírito Santo, batalha espiritual, ou ouvir a voz de Deus são propositalmente ignoradas e muitas vezes ridicularizadas. Para os teólogos e pastores que estão alertando sobre esse movimento, ele pode colocar em risco o futuro do cristianismo e enganar milhares de pessoas.
Obviamente os líderes que integram esse movimento não admitirão que pertencem a ele. Afinal, não se trata de um movimento organizado, mas sua existência e influência tem crescido através de literatura cristã que enfatiza o sucesso pessoal e eclesiástico. Possivelmente não usam o termo e dirão que chegaram a essas conclusões sozinhos.
Com certeza a Bíblia fala sobre graça, mas aparentemente essas pessoas não leram ou convenientemente esqueceram de textos como Romanos 6: 1-2 “Que diremos então? Continuaremos pecando para que a graça aumente? De maneira nenhuma! Nós, os que morremos para o pecado, como podemos continuar vivendo nele?”
Contudo, o teólogo Joseph Mattera listou os 8 sinais mais claros de que uma igreja está seguindo a Hipergraça:
1. Os pregadores nunca falam contra o pecado
Se você estiver em uma igreja como esta, irá notar que a palavra “pecado” normalmente só é mencionada no contexto do perdão dos pecados em Cristo. Por vezes, recrimina-se as pessoas que ousam insistir no assunto, classificando-as de “legalistas” e “fariseus”.
2. O pastor nunca toma uma posição firme sobre a santidade
Na tentativa de atrair mais pessoas, tudo é feito para tornar os cultos mais agradáveis, em especial o sermão. Os ministros não tomam posição pública, nem ensinam os membros, sobre questões que estão na ordem do dia como aborto, homossexualidade, legalização das drogas, ou qualquer coisa que possa confrontar o público presente. Ignora-se qualquer tentativa de se estabelecer ou cobrar dos membros os parâmetros para uma vida de santidade.
3. O Antigo Testamento é quase totalmente ignorado
Nessas igrejas, o Antigo Testamento é tratado como um registro que não tem valor real com nosso estilo de vida moderno. Convenientemente, não se menciona os Dez Mandamentos nem as porções bíblicas onde Deus é mostrado como juiz.
4. Os líderes são autorizados a ensinar e pregar mesmo vivendo abertamente em pecado
Se não há mais condenação, pecados como imoralidade sexual, ganância e embriaguez são tolerados. Seja para membros comuns ou pessoas em posição de liderança, isso não é “importante”, pois não refletiria o amor ao próximo e respeito pelas suas escolhas.
5. As mensagens muitas vezes se voltam contra a “igreja institucional”
Os pastores que adotaram a hipergraça constantemente se voltam contra as igrejas mais “conservadoras”, pois acreditam que sua mensagem não é mais relevante para a cultura de hoje. Além disso, esses “fundamentalistas” apenas colaboram para que as pessoas em geral tenham uma má impressão dos evangélicos.
6. Os pastores pregam contra o dízimo
A hipergraça não estimulas as pessoas a lerem a Bíblia e chegarem às suas próprias conclusões, mas se preocupa em dizer no que elas não podem acreditar. Embora falem sobre ofertas e anunciem as necessidades financeiras da igreja, os pastores defendem que o dízimo é mais uma lei que foi abolida em Cristo. Portanto, cada membro pode decidir se deseja ou não se envolver financeiramente.
7. Os pastores pregam apenas mensagens motivacionais positivas
Dos púlpitos dessas igrejas ecoam apenas mensagens positivas sobre saúde, riqueza, prosperidade, o amor de Deus, o perdão de Deus e como se obter sucesso na vida. Não há preocupação nem interesse de se anunciar “todo o conselho de Deus”, nem estimular trabalhos evangelísticos ou missionários que exijam arrependimento e mudança de vida. Não se menciona a existência do diabo ou de seus anjos. Deus ama a todos e cuida para que nenhum mal chegue perto deles.
8. Os membros da igreja não precisam temer nenhum tipo de reprimenda da liderança
Os participantes de uma igreja da hipergraça serão convencidos que, por causa da forte ênfase na graça, tudo é permitido. Ou seja, nenhuma mudança real se espera deles, apenas que frequentem os cultos e sejam “pessoas melhores e mais felizes”.

Fonte: Gospel Prime

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Ele agora é crente?

Além duma geração sem arrependimento, vivemos uma época onde muita, ou seja, a maioria também não acredita em arrependimento. O que eu quero dizer com isso? Quando vemos uma pessoa do mundão questionar a conversão de uma pessoa ao cristianismo dizendo: ”Tanto aprontou e agora esta dando uma de santão”. Estes que dizem isso são os mesmos que questionam a libertação e reorientação de um homossexual, a libertação de uma prostituta, a cura de um dependente químico, eles não acreditam porque não conhecem o evangelho que é o poder de Deus. Mas, o problema é quando vemos pessoas dentro da igreja com este tipo de mentalidade, pessoas que usam o nome evangélico, dizem crer que Deus é poderoso, e o Deus do impossível, porém negam o poder que seu evangelho tem de salvar, e digo salvar no sentido de resgatar tudo aquilo que se tem perdido, contaminado, estragado, e para ser mais profundo o evangelho tem o poder transformador, e o que é transformar, Jesus exemplificou isto na passagem de João capítulo 2, onde ele transformou a água algo insípido, inodor, incolor em vinho, algo saboroso e expressivo por demais. Da mesma forma o evangelho pode transformar o homem, é isto que a doutrina do novo nascimento, ensinada por Jesus a Nicodemos (João 3) fala. Vejo muito em novelas e filmes, um ensinamento que para o mundo é apenas o seu reflexo, mas, dentro da igreja é contaminação, este ensinamento é o ensinamento sobre a índole má, este ensinamento em filmes e ou novelas (vê se isto principalmente novelas da globo, onde os vilões são sempre inflexíveis até o fim, mesmo tendo oportunidade), as pessoas que creem nesta doutrina não conseguem aceitar uma conversão, uma transformação, e mudança no caráter das pessoas. Aos crentes que creem assim, eu pergunto:Se você não acredita na conversão das pessoas más, como pode esperar que Deus acredite em você? Pois melhor que você Deus conhece o âmago de cada um, e é Ele que é poderoso para fazer as pessoas nascerem não só da água, mas, também do Espírito. Sobre este tipo de “crente” que existe no cristianismo institucional, vem-me em mente um outro pensamento, que se os tais questionam, é porque os tais não receberão tal conversão, e como não poderão verdadeiramente provar do poder do evangelho é natural que vão questionar, pois não sabem verdadeiramente( mesmo que professem com a boca)que o evangelho é o poder de Deus.
Mas, vemos também outro lado desta história, pois a Bíblia ensina que as pessoas que se convertem verdadeiramente por consequência precisam produzir frutos que correspondam a sua conversão. Foi o que João Batista disse: “... produzi frutos dignos de arrependimento...”(Lucas 3.7,8).
E é verdade que muitos dos ditos convertidos não têm produzido frutos que comprovam, pelo contrário toda a vez que se oferece oportunidade para revelarem que Cristo Jesus está em sua vida, eles mostram que ainda são os velhos homens, cheios de carnalidade e pecado. Mas, quando falo das pessoas que questiono, logo digo, que se a pessoa não conhece o poder do evangelho estará sempre disposto a por duvidas, não estou falando de pessoas que podem possuir duvidas, mas, de pessoas que põem ou seja, elas não estão dispostas a apurar a conversão de alguém, mas, desacreditam, porque não creem que possa alguém realmente vir a se converter, a mudar. Pois como já disse são adeptas da doutrinação divulgada pela mídia, sobre a índole má, que diz que pessoas que tem tendência a ser má desde pequena, ou inclinação a isto nunca se tornam verdadeiramente boa. Para se definir assim a má índole tem que por consequência associar a isso uma doença, pois se a pessoa tem consciência ela tem a probabilidade de mudar a trajetória de sua vida, ela pode em algum momento desejar querer e se tornar uma pessoa boa. Mas, se ela é patologicamente má, então não se pode dizer nem realmente que ela é má, pois o ser bom ou mal está ligado a escolhas livres e morais, esta ligado ao livre arbítrio das pessoas, logo se a pessoa é patologicamente mal, ou os psicopatas da vida, então eles não são maus nem bons, eles é doentes. Porém quanto ao fator psicopatológico, até para isso se essa pessoa vier a conhecer a Jesus e provando com isso verdadeiramente o evangelho, Deus é poderoso para curá-lo, para sará-lo de sua patologia. Por serem cristãs, muitas pessoas possuem uma postura de defender que creem que Jesus pode mudar transformar e até mesmo curar alguém, mas, dentro de suas almas por ainda não conhecer este Jesus que professam de uma forma nominal, dão lugar a duvidas e acabam por desacreditar na pratica (não na confissão).
Notório é também e eu não poderia deixar de considerar, que devido a muitos escândalos que acontece hoje em dia, fica até mesmo difícil defender um ponto de vista radical, com respeito a fé genuína e frutuosa em Jesus, porém isso é necessário. Sabemos que mídia é carniceira, ela só vai dar ênfase aos maus comportamentos, até mesmo dos falsos cristãos, para poder com isso sustentar a sua tese. Mas, como disse em outra postagem se você não acredita que pode deixar de ser um ex, então não seja um ex alguma coisa, mas, seja uma nova criatura em Cristo Jesus. E como eu dizia os muitos escândalos na sociedade por parte de falsos cristãos, ou de pessoas que não são verdadeiramente convertidas, põem em cheque tudo o que falei de que pessoas podem e são transformadas, logo muitos incrédulos ou mesmo pessoas que estavam já começando a trilhar o caminho da fé em Jesus, acabam por desviar de uma vez.
Devemos considerar também que num templo cristão há de tudo, e pessoas de todas as formas, mas, quem esta ali esta no lugar certo, pois é ali que cedo ou mais tarde ele vai encontrar com Jesus, e sua vida nunca mais será a mesma.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Opinião contrária


Vivemos numa época de ânimos exaltados, o ego dos homens falta pouco saltar pelas gargantas, falando sobre isso lembro-me do mestre, quando expunha as suas ousadas opiniões, e como os seus opositores se enfureciam pegavam em pedras para o apedrejarem, blasfemavam dele, armavam-lhe ciladas por causa de suas palavras, a qual expunha o podre de seus corações(L2.35). E o que falar dos apóstolos e de Estêvão. Agora não é só no campo religioso que isso acontece, também em todo o campo ideológico, as pessoas não suportam a opinião contrária, por exemplo assim como um homofóbico, um homossexual, são agressivos e não suportam a opinião dos outros. Ninguém quer saber. A última foi a lei contra a homofobia, que não apenas combate o mal em si, mas, combate toda a liberdade de expressão passando também a ser um mal, contra outro mal.Um problema é que tanto os autores desta lei, como o movimento GLS, interpretam toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo, como sendo homofobia; há uma grande diferença entre você impor a sua opinião de você apenas expor, e todo ser humano precisa ter a sua liberdade de pensamento, de expressão desde que essa não interfira de forma agressiva violenta e prejudicial a expressão do outro.
Quando falamos de intolerância religiosa, e a intolerância dos não religiosos?Por certo muitos se calam de ante da opinião contrária, por não poder alçar a sua voz, e aqueles que podem falar não tomam atitudes contra a opinião contrária por que não tem poder, pois se tivesse usaria o mesmo.
Você já viu a propaganda do sindicato das empresas de ónibus, a qual desestimula a compra de motos?Eu pergunto, não é pois tal propaganda ditadora e ideologicamente má? Agora podemos ver isso, ler isso, e também dar a nossa opinião, sem precisar entrar em brigas e processos. Mas, as pessoas não suportam ouvir nem mesmo as suas próprias verdades; como vão querer ouvir as dos outros?É tanto que o convite de Jesus é este:
Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, que eu voz aliviarei. Tomai sobre voz o meu julga, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.(Mt 11.28,29)
Somente alguém cansado estará disposto a ouvir o evangelho.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Serie pecados 3: Egoísmo

Dos fundamentos da injustiça, o egoísmo é o mais sólido deles e o mais necessário para que a mesma se estabeleça.De sorte que assim como uma das qualidades do pecado é a vaidade, também todo o pecado é necessária e originalmente egoísmo.O egoísmo diferente da vaidade não é uma qualidade do pecado, mas, todo o pecado como diz Finney, "é apenas uma forma diferente de egoísmo." Pois assim como toda a santidade se resume num amor benevolente e desinteressado, da mesma forma todo o pecado se resume num amor interesseiro e num coração a serviço do ego, numa consagração ao ego, ao bem pessoal como sendo o mesmo um bem supremo. Traduzindo em poucas palavras o pecado se resume em egoismo e a santidade em caridade(amor que leva a prática do bem, mesmo que não tenha retorno).
Embora convencionou-se que a devida tradução para o português ao invés de caridade fosse amor. Todavia a palavra caridade traz consigo um sentido de amor que leva a prática do bem ao próximo; e egoismo é amar a si demasiadamente até mesmo acima do próximo se assim me convier.
O egoísmo pode não ser percebido pelo seu praticante, mas, se analisarmos a sua conduta ao longo da vida, ou mesmo numa simples escolha, assim o notaremos. O egocentrismo, o narcisismo, o hedonismo; são marcas de uma geração que progride no egoismo. Um geração de cristãos altivos e sem arrependimentos, que critica o cristianismo antigo e de raiz nas escrituras(cristianismo genuíno e ortodoxo), esta é uma geração que não está pautada pelos valores da Bíblia sagrada.
Vejo muitos pastores, teólogos modernos e leigos que criticam a igreja falando mal de nossas atitudes conservadoras, mas, se analisarmos em que se baseiam, ou com qual fundamento, ou em que se fundamentão suas razões e ideias para nos criticar, vamos encontrar referencias hinduístas, espíritas, marxistas, humanistas, froidianas, mas, não bíblicas, pois até mesmo suas interpretações bíblicas são vistas com as lentes das filosofias acima citadas e outras que não são originalmente cristãs.E o que isso tem haver com egoísmo? Tem que de uma forma direta ou indireta todas essas correntes promovem um estilo de vida cuja essência é egoismo e vaidade(você pode até discordar de mim, mas, antes de me questionar questione a si mesmo). Quando falo de correntes digo do pensamento cristão moderno que tem outras fontes anti-cristãs e anti-bíblicas como orientadoras.
O egoismo faz parte da filosofia do nosso século, pois até mesmo a Bíblia eles usam pra proteger suas escolhas egoístas, frases muito comuns na boca do povo são: " Não jugueis para que não sejais jugados" principalmente se o dito cujo na sua arrogância não deseja ser questionado. Outra, "ame ao seu próximo como a si mesmo", traduzindo ame ao seu próximo se isso lhe for trazer algum benefício; é claro, se você afirmar isso, vão ficar escandalizados, mas, só usaram essa frase quando estiverem temendo por sua próprias vidas, ou num discurso para defenderem suas próprias práticas pecaminosas, acusando e chamando a igreja de preconceituosa e dizendo que ela não cumpre este mandamento para com eles. Outra, "Deus só quer o coração", sendo assim desde que eu chegue na igreja, chore, dê o dízimo, levante as mãos, ouça uma palavra triunfalista que com certeza me dirá o que estou passando e o resto dos crentes ali presentes, então tudo bem se após isto eu sair dali e minhas convicções e emoções se perverterem. Porque segundo os mesmo, não importa o seu viver dissoluto, o que importa é você dizer que é cristã, viver uma religiosidade.
Logo o egoísmo é o pecado do amor a si mesmo, acima de todas as coisas, dele ou de um coração egoísta, procede todos os males que convier para a satisfação do ego, da carne, direta ou indiretamente. Um coração egoísta pode pecar mesmo adorando, pois para a adoração não seja pecado, o propósito do seu coração precisa ser santo, tem que ser agradar a Deus sem reservas. Não há como agradar a Deus sem reservas se o coração preocupa em primeiro lugar em agradar a sim mesmo.

Que Deus nos livre desta geração nos dando uma coração igual ao seu.
"coração disposto a obedecer, cumprir todo o seu querer"...(Diante do Trono)

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