TRADUTOR

sábado, 31 de dezembro de 2016

Série Creio 2: Inspiração da Bíblia como Palavra de Deus

2. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17).

Creio que todo o cristão que faz honra ao seu nome, crer na inspiração dá Bíblia, muitos questionam a validade do Canon Sagrado, o acham tendencioso, que os livros nele inseridos visavam atender os interesses de um cristianismo imperialista a favor do imperador Constantino, perguntam se tudo não foi uma questão de interesses e nada de inspirado há de verdade. Todavia o maior testemunho em favor dela que temos é o testemunho do Espírito Santo, e o de milhões de vidas transformadas para a Glória de Deus ao redor do mundo porque creram nas sagradas letras e aceitaram a mensagem do evangelho nelas contidas. Este testemunho é tão grande que em todas as eras as pessoas que aceitaram o evangelho conforme as Escrituras, logo nos informa e deles se testemunham que tem experimentado o maravilhoso novo nascimento do qual Jesus a Nicodemos (João 3). A própria oposição a estás sagradas letras tem se tornado um testemunho de que ela é a Palavra de Deus, tanto por inspiração como por realidade, pois aonde as trevas são mais densas o brilho dá luz se mostra mais escelente.
*"Na inspiração verbal da Bíblia sagrada". A palavra é inspirada, isso quer dizer que ela é cheia; ela é inspirada verbalmente ou seja que a sua escrita, produção e organização foi inspirada por Deus. Ele revelou profecias e visões as quais foram nela escrita, autorizou o registro de histórias e discursos humanos, de anjos ou demônios que foram inseridos nela, mandou que se registrasse as suas palavras, leis, testemunhos. Quem a fez estava cheio do Espírito Santo.
Outra coisa, a expressão" inspiração verbal", também pode querer dizer, por verbo indicar ação, que a elaboração ou organização do Canon sagrado, foi feita por inteira inspiração divina, e não por interesses humanos. Por mais que os homens tivessem algum interesse nisso.
Outra definição para esta expressão, é que a Bíblia, é um instrumento de inspiração divina, sobre a vida daqueles que a recebem como regra de fé e prática, instrumento poderoso de Deus.
Quando lemos que a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus, vemos que este livro transmite pelo Espírito Santo que dele faz uso, inspiração para a vida daqueles, que o ouve. Inspirando através de suas verdades profundas fé no coração do leitor e do ouvinte atento.
* Única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão. É a bulsula pela qual o cristão se orienta, na qual ele dirige a sua vida, através dos valores e princípios nela revelados.
São infalíveis, pois quem os garante é o próprio Deus, que os sustenta pois são a sua palavra. Ele mesmo diz, que passariam céus e terra, mas, que a sua palavra estaria intacta, sem ser mudada ou arrependida( Lucas 21.33  ).
Fé normativa , ou fé que orienta a conduta do cristão em sua vida, e na formação do seu caráter. Está fé é fundamentada nos santos princípios e valores dá Palavra de Deus.
*" Divinamente inspirada". As Escrituras Sagradas são cheias de Deus, cheias com seu coração, propósito e designos para o homem, cheios com a sua revelação, cheias com seus conselhos, com a prescrição de seu santo caminho o qual é Jesus, cheias ou seja inspiradas, impregnadas, são Palavras de Vida Eterna( João 5.39/6.68/ ). Quem dela bebê tem a sede de sua alma saciada(João 4.14)
Não temos a Bíblia como um dogma, ela não nos é imposta por normas eclesiástica, mas, é a inspiração clara, insuperável, irrefutável, inesgotável, incomparável é que por si só a impõe como autoridade espiritual escrita para que a sigamos e creiamos em seus escritos. Seu testemunho e o testemunho do Espírito Santo, bem como o de milhares de santos pelos séculos atestam-na e aprovam-na como Palavra de Deus.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Série creio 1: Trindade

Nesta série de postagens estaremos fazendo
várias reflexões sobre os 14 crédulos das Assembleias de Deus. Nesta primeira falaremos sobre Trindade.

1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).

A expressão subsistente traz um sentido magnífico, que é existente em três pessoas.
*  " Sub" é um prefixo que traz a idéia de estar abaixo, ou sobre o poder de, subentender( ou aquela idéia ou sentido envolto, embutido ou contido em algo). Segundo o dicionário da língua portuguesa, é: Prefixo que significa inferioridade, aproximação ou substituição.
* Existente. Que existe, que tem um lugar na realidade; que tem presença, que vive ou tem vida, que é. O que é real.
* Logo subsistente é a existência que perpétua, ou está subtendida, ou que se manifesta, ou que está através de algo ou alguém. Aplicando isto a Deus, Ele subsiste(sub existe), ou existe através da trindade.
2. Ele " eternamente subsiste através da trindade e é a mesma". A palavra eternidade traz a significação de uma existência sem limites, sem princípio, sem fim, mas sendo presente, sendo real. Então Deus Ele, subsiste eternamente na trindade, ou seja, Ele existe em todos os sentidos e sempre e sempre; sua realidade se manifesta absoluta e sendo a essência plena de cada indivíduo da trindade e dela ao todo. O atributo da onipresença aliado a onisciência, torna a unidade de Deus uma realidade incontestável. A onipresença do Pai torna o Pai presente no Filho e no Espírito Santo, ao mesmo tempo que conserva a sua individualidade e isso se aplica aos demais. A onisciência do Filho torna o Filho conhecedor do todo do coração, da mente do Espírito Santo e do Pai e isso se aplica aos demais. E a onipotência vem apenas confirmar a possibilidade de isto ser uma realidade. A comunhão é outra peça importantíssima no estabelecimento e confirmação da unidade divina, pois não apenas conhecem o coração um do outro, mas, caminhão no mesmo caminho, seguem o mesmo passo, se firmam no mesmo propósito.
* Triunidade: Pense no exemplo da mexerica. É apenas uma mexerica, apenas um fruto, ela possui uma casca grossa que a torna uma, e ligas que prende suavemente os seus gomos. Nisto temos um  só Deus, que age em perfeita unidade, porque age como um e se manifesta sempre como um. Um só Deus.
Mas, analisemos está mexerica, ela possui vários gomos perfeitamente separados unidos apenas por esta liga e pela casca que os cobre. Mas, existe outra unidade neles, é que, dentro de cada um deles existe a mesma composição, que dá o sabor da mexerica, o mesmo dna, as mesmas moléculas, o mesmo sabor, pequenos favos com o mesmo líquido, o mesmo cheiro.Nada diferente, a não ser a sua individualidade. É claro que no caso de Deus, cada pessoa da trindade, tem a sua personalidade em individual, não são cópias um do outro. Mas, assim como a mexerica são um em essência, sendo três pessoas.
Da mesma forma, para falar sobre a unidade de Deus, precisamos falar sobre a unidade em dois pontos, como no exemplo da mexerica, a unidade externa(exemplificada pela casca e pela liga) e a unidade interna( exemplificada pela essência comum nos vários gomos).
Unidade externa: " A casca e a liga", Se refere a tudo o que Deus faz, a todos os seus planos executados(casca), e a todos os seus designos quando ainda internos, apenas no projeto( a liga).
A) " A casca". Deus age como um todos os seus feitos rendem lhe glória como a um, todos os seus caminhos são perfeitamentes um único caminho, pois o Pai, não seguem para um lado e o Filho para o outro, e o Espírito um caminho totalmente diferente. Por isso  é estranho pensar em Deus agindo de forma diferente daquele que é comum a nós pela palavra de Deus. A palavra para representar a casca e união plena.
B) " A liga". Há um sentimento e um propósito único, no coracde ambos os três, a um caminho de coração, de consagração a benevolência desinteressada, há um plano universal, há um caminho mais alto que os nossos, e está unidade de sentimento que é perfeitamente única, de pensamento( não que cada um não tenha o seu, mas, porque se harmonizam, mesmo sendo diferentes, mesmo cada um tendo o seu próprio, não existe falta de comunhão), os liga, os grudam. A palavra para representar a liga é comunhão plena.
Unidade interna: A essência nos gomos é a mesma. Dá mesma forma a essência em Deus é a mesma nas três pessoas. Pois o mesmo poder divino e os mesmos atributos comunicaveis e incomunicáveis, que há no Pai, há no Filho, e no Espírito Santo, são eternos, são onipresente, onipotente, oniciente etc... Por tudo isso, a unidade é perfeita, tanto externa quanto interna.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Caráter, religião e ateísmo


Se um Pai consegue por limites em uma criança fazendo-a o respeitar, então esta criança ira guardar tudo o
que ele veio a ensinar a ela (ou pelo menos a essência disto). Se um ladrão é pego em um roubo pela polícia, ele vai procurar fugir, se houver esta opção, alguns vão atirar, e outros se entregarão sem resistência, o fato é que a presença da polícia por si impõem uma consciência, medo de ser preso privado da liberdade, ninguém quer chegar perante um juiz e receber uma sentença punitiva. Muitos de nós quando não temos pessoas a nos vigiar, procuramos romper com nossos limites morais, em nome de uma necessidade, cobiça, medo ou outra coisa;  mesmo tendo consciência de que o que viemos a fazer seja errado. Sem a presença de uma autoridade que imponha respeito, ou melhor sem respeito e consideração às autoridades, ou mesmo sem  a presença de alguém que se imponha como autoridade, não há como garantir que prevaleça qualquer lei. Ou no tocante aos valores morais, sem consciência de alguém a quem você tem que prestar contas, ou mesmo você tem que dar satisfação de seus atos, jamais se questionara se é certo, ou errado. Já ouvi alguém dizer que bom caráter, não é algo exclusivo da religião, que ateus também podem ter bom caráter. Não posso absolutamente discordar, embora estes mesmos ateus de “bom caráter”, nasceram em uma nação religiosa cheia de valores morais, alguns até são filhos ou netos de cristãos, ou mesmo vizinhos, colegas de serviço, escola e por isso herdaram esses valores, ou mesmo farão influenciados, pois os valores morais cristãos são bons e edificantes a toda a sociedade, e atraem a admiração até dos mais ímpios dos homens. Agora estes valores não partiram deles, nem dos ideais aos quais eles pregam.
Se criarmos uma sociedade sem religião, e apenas com os princípios morais das religiões, uma sociedade onde não há crença no espiritual que a matéria é o princípio, que o homem veio do fruto da evolução que não é melhor ou diferente de qualquer animal irracional, que Deus não existe, que os princípios morais de certo ou errado são relativos e que não há verdade absoluta; em pouco tempo estes princípios morais serão corroídos e desaparecerá. Esta sociedade para tentar mantê-los(os princípios morais) a princípio terá que estabelecer leis impondo-os a sociedade que começara a questionar o governo, e vera isso como um regime ditatorial. É fato o que tenho dito, pois quanto mais nossa sociedade se afasta de Deus, e troca a autoridade da Bíblia e de Deus, pelas teorias e ideais anticristãos, assim os princípios morais vão se deteriorando, e o que antes era normal, hoje é anormal, o que era errado hoje é certo e dizer contra pode até ser crime em alguns países.Há um filme cristão de Nome , “A Jornada uma viagem pelo tempo”, o qual conta sobre um teólogo que viajou no tempo e descobriu que a dissociação da conduta moral, da pessoa de Deus, era danosa, simplesmente pelo fato de que sem a presença da autoridade de Deus ela não se sustenta e gradativamente se corrompe.
Voltando a afirmação de que," bom caráter, não é algo exclusivo da religião, que ateus também podem ter bom caráter"; tenho cinco considerações importantes, que gostaria que o leitor lesse e refletisse:
A primeira consideração que já ate o fiz nos parágrafos acima, nem um ateu que seja "bom caráter", é isolado totalmente de uma sociedade teísta, ou seja, o fato dele estar inserido nesta sociedade o influencia a própria psicologia diz que o ser humano, é um ser social. Logo concluímos que mesmo que o ateu despreze a pessoa de Deus, sua vida devido o contexto social será direta ou indiretamente influenciada em seus valores pelos, princípios religiosos.
A segunda consideração, em muitas pessoas o ser bom faz parte de seu temperamento, mesmo que sua ideologia seja uma ideologia ateísta, pois o temperamento, não muda com as idéias.
Terceira consideração, para Jesus Cristo não importa a aparência ou o que você faça de bom, ou aparenta ser uma pessoa bondosa, pois como é falado na carta aos Gálatas;" em Cristo Jesus nem a circuncisão, nem a incircuncisão tem virtude alguma mas, sim o ser um nova criatura"( Gálatas 6.15). Pois é como na área da saúde se você preparar uma mesa cirúrgica para um cirurgião, levando em consideração as técnicas assépticas, e no final você tocar nesta mesa com sua mão, e esbarrar nas, ferramentas com sua mão sem uma luva estéril, você entara compromete toda a mesa cirúrgica. Da mesma forma, se você não for uma nova criatura, para Jesus qualquer ato de justiça seu, é apenas trapo de imundícia, ou seja tua bondade pode e é considerada pecado, por que como disse Charles Finney, o seu propósito ultimo(o seu coração em linguagem popular) é egoísta. Logo só com Jesus realmente pode haver bondade real.
Quarta a consciência em si já é um ato constante de Deus no ser humano, logo não há como o ser humano fugir da influencia divina ficando o mesmo sem desculpa sobre os seus atos ímpios. O ateu pode falar contra a religião, mas, não contra a sua consciência, ele pode ate ser insensível aos clamores de sua consciência, mas, isso não o torna inconsciente apenas, diz que a sua mente esta cauterizada.
Quinta e ultima consideração, ainda refletindo sobre consciência, ha diferença de uma pessoa com consciência cauterizada no tocante aos assuntos morais é a insensibilidade, e isso não quer dizer falta de consciência e sim simplesmente a insensibilidade. Ou seja a pessoa sabe o certo e o errado, mas, não se sensibiliza não se incomoda, isso também é verdade no tocante as coisas espirituais. Vivemos numa sociedade onde as pessoas estão cada vez, mais insensíveis a palavra de Deus, não se importam com o erro, mas, questionam as pessoas que se importam( 1 Pedro 4.3 e 4).
Deixo um versículo Bíblico que diz, com propriedade em poucas palavras o que já tenho expressado.
"...porquanto tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu".Romanos 1.21.
Caro leitor pense nisto!Deus o abençoe!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Porque Deus me prova?

 Porque Deus me prova? Primeiro é preciso saber em que sentido estou sendo provado? Para depois eu perguntar porque estou passando por isso? Porque geralmente está pergunta ( Porque Deus me prova?), não é feita no sentido de prova mesmo, mas, sim no sentido de querer saber o que fizemos para merecer, o sofrimento ou a situação na qual nos encontramos.
Mas, como já vimos na série de reflexões, "o provar de Deus", Deus não nos prova como sinônimo de castigo, e sim como sinônimo de teste e evidência. Vimos também que a causa, ou o porque d'Ele nos provar é a promoção do bem, seja este bem o do "Reino de Deus", de Deus, ou o nosso ( dependendo do contexto dá prova). Que a prova é o manifestar dá justiça de Deus, o evidenciar de seu amor, também que ela vem quando Deus vê em nós a " necessidade de sermos provados", para assim crescermos em fé, amor, comunhão, graça, conhecimento e sabedoria de Deus.
Logo o provar de Deus, não pode ser erroneamente indentificado como o castigo de Deus. Nossos pais não nos provam quando erramos, nem Deus, que incoerência essa, mas, na verdade é isso que estamos a dizer, quando perguntamos. Dizemos, "qual erro cometemos para merecermos ser testados por Deus?" Não, os nossos erros não nos torna merecedores de sermos testados por Deus, e sim de sermos condenados por Ele. A prova de Deus não é uma questão de merecimento e sim de necessidade. Mas estabelecemos também em nossa reflexão sobre o provar de Deus, que o provar de Deus não é só para os justos e sim para os ímpios também. Para os ímpios ele serve como evidência dá justiça, do amor de Deus, evidencia está apresentada ao impio para que ele fique indesculpável diante de Deus. Para o justo ele serve também como evidência de justiça, de amor de Deus, mas, não para julgamento e sim para confirmação da fé, para glorificação do nome Santo do Senhor Jesus na sua vida e pela sua vida.
* Vale ressaltar também que, tanto o ímpio como o justo são provados, mas, só o justo reconhece o provar de Deus.
Então porque sou provado por Deus?
* Se sou provado como um teste a fim de promover evidências( Deuteronômio 13.3/ Jó 23.10).
1.Pode ser para que o meu coração se exponha, revelando quem eu sou para mim mesmo.
2.Para que eu chegue ao meu limite, e venha a reconhecer até onde posso ir e que preciso sempre d'Ele para tudo.
3. Para que eu possa ter os meus olhos abertos a respeito de meus erros e equívocos, vendo através disto a justiça e o amor de Deus, e humilhado possa ter o meu coração apto para aprender com Deus.
* Agora a prova no sentido de evidência, é o testemunho de Deus para com o homem, seja para bem ou para mal.
*Raramente Deus criará uma situação para usa-la como prova, principalmente se está situação seja má, porque Deus a ninguém tenta( ou seja, persuade ao mal). Mas, a prova na grande maioria das vezes, e estabelecida em situações nas quais nos encontramos, ou venhamos a nós encontrar. E isso acontece sob a vontade permiciva de Deus, mas, tanto a circunstância quanto a situação em que nos encontremos veio apenas permitida não criada por Deus, e sim na grande maioria das vezes por nós mesmos ou pelo inimigo.
Quando há morte física ou alguma perda irrecuperável, isso não é resultado do provar de Deus, ou isso não aconteceu porque estou sendo provado, mas, isso aconteceu como resultado daquela circunstância e situação na qual estou envolvido( porque toda a sorte de mal que existe no mundo é resultado direto e indireto do pecado, lembremos a Bíblia diz por um só homem entrou o pecado no mundo, e por ele a morte, Romanos 5.12). Deus apenas usou aquela situação, mas não a criou, nem a manipulou. O provar de Deus está apenas no usar aquela situação para extrair dá mesma evidências. Um exemplo que se aproxima do que digo. Seria se um pai dissesse ao filho." Filho não impine a bicicleta que você pode cair e se machucar", mas, o filho responde. "Sou perfeitamente capaz de impinar a bicicleta andar de uma roda e ainda depois soltar o guidom". E quando o Filho faz a primeira vez vai tudo bem, e ele repete a segunda vez para se exibir, e cai e se machuca. Então nesta hora a palavra do pai ficou evidente naquilo que aconteceu para o filho, e a situação serviu como teste ou prova de que o pai tem razão. É claro é um pouco mais complexo o provar de Deus, mas, está ilustração chega bem perto do que tenho falado.
* Agora, nas, vezes em que Deus cria a situação, vale lembrar e questionar se este criar foi expontaneo de Deus, ou se foi provocado pelo homem. Não creio que exista isto, de Deus fazer porque simplesmente quer, mas, penso e tenho base bíblica para isso que sempre a provação é provocada pelo homem( direta ou indiretamente) ou para a promoção dá Glória de Deus (quando necessariamente dela ou seja dá prova resulte), lembrando que a promoção dá Glória de Deus é um bem inestimável para todo o seu Reino.
Sobre provas provocadas pelo homem temos, o exemplo do maná e das carnes no deserto(Êxodo 16). Sobre provas para a Glória de Deus, temos Jó, e a passagem no Evangelho segundo escreveu João, do cego de nascença na qual Jesus diz:João: 9. 3. Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus. - Bíblia JFA Offline

Para concluir deixo aqui mais duas observações sobre o porque Deus nos prova, não só a você em individual mas, a todos nós, digo tendo em mente tudo o que já falei aqui e na série de reflexões "O provar de Deus", publicada neste blog.
1°.Deus me prova porque Ele é justo, para que todo o homem fique indesculpável diante d'Ele. Para mostrar ao sofredor, que possa querer o culpar por suas desgraças, as provas ou evidências de sua, justiça, de sua bondade, de seu grande amor.
2°. Para a promoção do bem de seu Reino, para mostrar a todos os seus súditos, tanto a fiéis quanto a infiéis, a integridade de seus caminhos e atos, e a magnificência de seu governo moral universal.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O testemunho do Espírito Santo



João: 15. 26,27. Quando vier o Ajudador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim; e também vós dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio. - Bíblia JFA Offline
Atos dos Apóstolos: 1. 8. Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra. - Bíblia JFA Offline
João: 16. 7 a 11.Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Ajudador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo:  do pecado, porque não crêem em mim; da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais, e do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. - Bíblia JFA Offline
O testemunho do Espírito Santo, serve tanto para crentes em Cristo Jesus, quanto para não crentes. Para crentes vem vivificando e fortalecendo a fé, isto é, operando convicção. Para não crentes, vem convencendo do pecado, da justiça e do juízo, e operando fé em Jesus Cristo; ou seja é eficaz na conversão e o único que opera conversão genuína. Acontece que em nosso século atual, o cristianismo tem se esquecido deste testemunho, ou porque não falar que tem até mesmo sufocado-o. E você me pergunta:" Quando é que temos feito isto?"
Não estou dizendo que esquecemos ou negligenciamos saber da pessoa do Espírito Santo, estou apenas enfocando este ponto da Obra do Espírito Santo, o qual é tão necessário e tão primordial, que jamais deve ser esquecido ou tratado com pouco caso, e é isto que estamos fazendo. Sabemos que é Ele quem convence o homem, porque é Ele quem mostra Jesus ou revela a alma o verdadeiro e genuíno Senhor Jesus. O nosso trabalho é expor de forma clara as escrituras, mas, isso precisa ser feito em poder do Espírito Santo, e não em técnica humana. Ele age  cooperando conosco, mas, muitos não sentem essa necessidade de sua cooperação, mas, Ele é até muito mais que um cooperador nosso na incumbência que Jesus nos deu, Ele é nosso parceiro e nosso Aliado na causa do evangelho.  Eles falam dessa necessidade da presença e atuação do Espírito Santo, ensinam sobre ela, mas, não vivem ela, e não se sentem incomodados com isso, pelo contrário se contentam com qualquer vento que sopre. Mas, além da cooperação, Ele também tem um testemunho a dar, a respeito de Jesus, pois se Ele é nosso cooperador, então Ele é um membro importante nesta agência. Ele tem uma voz e precisa ser ouvida.
Fiquei muito maravilhado quando li isto na Bíblia, e descobri que Ele não apenas é um cooperador, mas, também é uma testemunha. Ele em sua cooperação opera e gera provas, evidências sobre Jesus, a todo o coração sincero na busca pela verdade. Ele faz o pecador enxergar, abre a mente dele para que ele possa compreender as escrituras, a pregação do evangelho, faz o pecador conseguir enxergar a realidade de Jesus Cristo.
Sempre que alguém ou uma geração começa a duvidar da pessoa e realidade de Jesus Cristo o Filho do Deus Vivo, o testemunho do Espírito Santo se apresenta para dissipar estas trevas. Foi por meio d'Ele que Pedro declarou:"Tu és o Cristo Filho do Deus Vivo"(Mateus 16.16).
Passarei agora a responder a pergunta que fiz acima, a qual é: Quando esquecemos e sufocamos o testemunho do Espírito Santo?
*Quando a Bíblia não é ensinada, mas, é torcida é usada como instrumento de justificativas para coisas contrárias a Deus. Tentamos sufocar o testemunho do Espírito Santo, pois Ele age conforme suas próprias palavras, ou seja a Bíblia. Digo," tentamos sufocar", pois quem poderá calar o ressoar de sua voz, mas, sufocamos no sentido de que o entristecemos e com isso não há uma cooperação nossa com o nosso Cooperador e Parceiro( ou seja, até queremos Ele como cooperador, mas, não como parceiro).
*Quando as conversões se dão por meio de técnicas humanas e não pelo poder de Deus. Porque Ele convence o pecador, Ele não faz nenhuma lavagem cerebral. Sua ação de convencimento se instrumentaliza através da verdade, do esclarecimento da verdade, da revelação da verdade, da vivificação e fortalecimento da verdade e mais em todo o seu uso para expor e elucidar da verdade, seu testemunho é como o testemunho de Jesus aos discípulos no caminho para Emaús, arde como fogo no peito e na consciência da pessoa que o ouve(Lucas 24.32).
Quando procuramos convencer pessoas a Jesus sem a ação d'Ele geralmente produzimos discípulos para nós mesmos, e não para Jesus. Estes jamais serão testemunhas de Jesus, porque não podem ser, pois nem mesmo o conhecem. Como poderia? Não estão verdadeiramente convertidos a Ele. E quando procuram testemunhar não são eficazes, pois são como os filhos de Ceva(os quais ficaram envergonhados e confundidos quando tentaram expulsar um demônio), dizem do que não conhecem são contraditórios( Atos 19.13-17  ). Está será a realidade deles e é a de muitos até que se convertam realmente a Jesus, e tenham em si o Espírito Santo, para serem como Ele verdadeiras testemunhas de Jesus.
* Quando fazemos concessões a respeito da verdade. A " verdade" aqui é o conteúdo da Bíblia, este é toda a verdade que o homem precisa saber a respeito de Deus e de sua realidade diante do mesmo. Quando abandonamos ou permitimos a flexibilização desta verdade para concordarmos com o mundo e não sermos perseguidos por ele, e sermos aceitos por ele. Neste momento estamos tentando sufocar, o testemunho do Espírito Santo, pois Ele age conforme a verdade da Palavra de Deus.
*Quando permitimos que o cristianismo se assemelhe a outra religião qualquer. Não somos, como já tenho lido, um arranjo helenístico, ou invenção de Roma, mas, somos os pregoeiros do "evangelho", e só podemos mostrar a superioridade e os benefícios desta mensagem, se o fizermos na virtude(poder) do Espírito Santo. Muitos questionam o nome dizem que não se pode transliterar o nome de Jesus, mas, esquecem que este nome tem o selo da aprovação do testemunho do Espírito Santo. Outros questionam a religião, dizem que somos uma farsa, e ai, me responda; " somos?" Por acaso podes me responder assim, de pronto sem saber o que o Espírito diz?(Apocalipse 2.7 " quem tem ouvidos ouça, o que o Espírito diz...") É o Espírito Santo quem dá testemunho de Jesus( João 15. 26,27), e você também poderá dar e ser testemunha de Jesus, se d'Ele fores parceiro.
João: 16. 13. Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas vindouras. - Bíblia JFA Offline
* Quando em nossa apologia deixamos de contar com o seu apóio. Será que em nossa apologia recorremos a Ele?" Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós'... disse Tiago em Atos 15.28.  A igreja do 1° Século, tinha no Espírito Santo, um grande aliado na realização de toda a obra de Deus. Quando vejo debates apaixonados sobre coisas que se resolveria tão facilmente se o Espírito Santo desse o seu parecer, mas, acontece que achamos que somos suficientemente capazes de resolver nossas nossas questões teológicas sem a participação da maior autoridade sobre o assunto. E com isso criamos facções fazendo motivo de guerra, daquilo que deveria ser um prazeroso labor.
* Quando todos falam e opinam sobre Jesus, e Ele não é ouvido. Não porque não queira, mas, porque não permitimos, ou porque mesmo sabendo que Ele tem algo a dizer, não procuramos ouvir, não fazemos questão de ouvir. E agimos como se Ele não quisesse falar, ou quê o que nós dissemos seja o que Ele quer dizer.Em um assunto de suma importância, no qual somente o seu testemunho valida algo, como poderia outra pessoa assumir o seu lugar? Nós somos testemunhas de Jesus, mas, o nosso testemunho é validado pelo selo do testemunho do Espírito Santo.
* Quando extinguimos a sua chama de nossas vidas.
Paulo diz em Efésios: 4. 30. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. - Bíblia JFA Offline
Se temos afugentado o Espírito Santo, através de nossa conduta pecaminosa que sempre o relega a segundo plano, outros nem mesmo um lugar o dão mais. Se não o buscamos, não o valorizamos, recusamos a ouvir os seus conselhos, resistimos lhe das mais diversas formas, como poderemos contar com Ele, se já não está no meio de nós, porque o temos expulsado do meio de nós. E dizemos Espírito Santo, Espírito Santo, mas, é mentira não o estamos estimando, antes nossas obras contrariam as nossas palavras
Quando todos estes pecados e outros mais cometemos contra Ele e contra a Bíblia, nós estamos esquecendo, menosprezando e sufocando o seu testemunho. Está tem sido uma postura do atual cristianismo diante do Espírito Santo, que ao fazerem assim ficam desarmados diante do mundo, e mesmo que consigam vencer um debate todavia não conseguem conquistar uma alma para Cristo. Pode até ser que dê uma maneira muito laboriosa consigam, mas, se tivessem a parceria do  testemunho do Espírito Santo, o êxito seria admiravelmente maior.

domingo, 20 de novembro de 2016

Ponto a considerar 14: "...em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado..."



Filipenses: 4. 11. Não digo isto por causa de necessidade, porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre. 12. Sei passar falta, e sei também ter abundância; em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado, tanto em ter fartura, como em passar fome; tanto em ter abundância, como em padecer necessidade. 13. Posso todas as coisas naquele que me fortalece. - Bíblia JFA Offline
O ponto a considerar nesta reflexão, está contido, em duas expressões de Paulo, a primeira é;"porque já aprendi a contentar-me com as circunstâncias em que me encontre" , e a segunda;"em toda maneira e em todas as coisas estou experimentado".
Paulo não disse que estava satisfeito por estar naquelas circunstâncias, mas, que havia aprendido a estar bem, a estar contente, a receber e perceber a benção e o agir de Deus em tudo aquilo. Ele estava é satisfeito por estar em Cristo, vivendo aquelas circunstâncias, porque não estava sozinho(Filipenses 4.13). Mas, desta referência o que eu quero tirar é esta palavra " aprendi", pois ele diz, "já aprendi a estar a contentar-me". Ele havia aprendido, não estava mais como um menino que não consegue compreender, e começa a reclamar, e a fazer malcriações. Todavia já estava como um homem experimentado, sabendo que Deus está no controle da situação, e passa a receber o que vem com compreensão( mesmo que não compreenda no todo, mas, o suficiente para tranquilizar-se), sem amargura, sem murmuração, sem ansiedades, sem cobiçar a situação de outro, mas, com ações de graça. Não com conformismo, nem comodismo, mas, em esperança e viva fé naquele que não nos deixa ser consumidos pelas circunstâncias.
Ele diz também que estava, experimentado em toda a "maneira" e em todas as "coisas".
A) Em toda a maneira.
Ou seja, toda a forma de provação, de experimentação através das circunstâncias e adversidades da vida às quais a sua mente podesse alembrar até aquele exato momento em que ele escrivia e vivia, ele já havia sido submetido. Ele não diz apenas que havia sido experimentado, mas, que sabia, ou seja, que tinha aprendido com todas aquelas situações, com todas aquelas maneiras diferentes as quais havia sido submetido, ele diz que aprendera a passar por elas.
B) Em todas as coisas.
Além de ser provado de diversas formas, maneiras, e aprendido em Deus, ele havia também aprendido e sido experimentado em várias coisas, ou em matérias diferentes, em áreas diferentes de sua vida. Na saúde, na doença, na fartura, na escaces, quando tinha abrigo, ou quando precisava dormir no relento. Então não importava a área de sua vida, ou a forma como a adversidade se abatesse sobre ele, ele já havia aprendido a forma certa de passar por ela. Ele sabia como estar contente em todas aquelas situações.
Note bem, ele estava contente em todas aquelas situações, mas, não com as situações, pois o seu contentamento estava fundamentado em uma certeza, uma convicção, que ele adquirirá em meio a todas estas situações, era a certeza de que Jesus Cristo o Deus Altíssimo, estava com ele em todo aquele momento.
E ele diz algo sobre esta certeza, que é desconcertante, para um homem sem fé genuína. "Posso todas as coisas naquele que me fortalece". "Naquele", estando em Jesus, eu posso tudo, posso passar por todas estas situações, e circunstâncias e estar contente. Por exemplo. " O café está naquela garrafa". Entendeu agora, o café está dentro da garrafa. Para melhor podermos aplicar esta mensagem, vejamos outra ilustração: "Passaram pelo mar tempestuoso naquele barco". O barco é Jesus, e todas as circunstâncias e situações sobre as quais Paulo passará, ou havia sido experimentado é o mar desta vida, e Paulo o passageiro. Igualmente nosso "Barco", é excelente, podemos descansar em Jesus,  tal como ele mesmo, o Mestre Jesus, descansou na popa do barco(  Mateus 8.23 a 27), em meio a tempestade. Não precisamos ficarmos ansiosos, fatigados, tristes, estressados, precisamos apenas descansar, após termos firmado a nossa fé em Jesus. Se passamos tudo em Cristo, não passamos, é Ele quem passa.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Palavra importante 24: Temperança



Mateus: 23. 25. Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque limpais o exterior do copo e do prato, mas por dentro estão cheios de rapina e de intemperança. - Bíblia JFA Offline
Temperança, está é a palavra Bíblica para domínio próprio, mas, em suas entrelinhas, ela engloba também, mansidão, sabedoria. Porque temperança não é como você enjaular um animal bravo, mas, tirado ou derivado da palavra tempero, é a atitude do coração que contagia todas as demais atitudes do teu ser, dosando-as com sabedoria, expressando-as com mansidão. Assim como o tempero que muda o sabor e o cheiro de um alimento, a temperança impõe a sua marca, sobre a vida de um homem. Por isso a verdadeira temperança não pode ser alcançada por meio de disciplinas e esforços humanos, mas, é resultado da comunhão do crente com Deus, é a marca de um homem cheio do Espírito Santo. Quando os opositores de Estevão olhavam para ele carregados de ódio, e respirando morte, o seu rosto pacífico era como de um anjo, por mais que suas palavras cortassem como a lâmina de uma espada, todavia eram pronunciadas na segurança e tranquilidade de quem sentia os braços aconchegantes do Senhor Jesus envolta do seu pescoço, num abraço amável(Atos 6.8a15/7  ).
O sal da sabor, e influência todo o alimento fazendo se perceber em todo ele. Assim temos estas duas características do sal, aplicáveis a idéia biblica de temperança. Pro sal dar sabor é algo natural, e necessário a sua essencialidade. Ou seja se ele não tem sabor ele não salga, não influencia o alimento, com o seu sabor. E o sal, graças a seu sabor, tem uma particularidade, que é o poder, de conserva. Assim o crente temperado, ele traz consigo o sentido do viver em Cristo, o sabor é este sentido. O sabor do sal cristão é um misto de sabedoria e mansidão. Porque esta mansidão se evidência pela expressão da sabedoria.
Um crente sem temperança perde a sua essencialidade, se tornando motivo de escândalo, sendo fútil, perde o sentido cristão.
Tenho presenciado nos dias atuais muita intemperança no meio dos cristãos, porque muitos acham que a religião pode mudar o homem, e em parte o concordo, mas, são como animais enjaulados. Por fora limpos, mas, por dentro cheios de glutonaria, de ira, de inveja, de cobiça. Conseguem tirar o rachado do vestido de uma mulher, mas, jamais conseguiram tirar a sensualidade de seu coração.
Jesus, disse fazei discípulos de todas as nações, mas, não disse para fazer discípulos de homens mas, discípulos dele. O problema é que antes de alguém ser discípulos de Jesus, ele é discípulo de um homem. Por que Paulo sabendo disso, disse sede meus, imitadores como eu também sou de Cristo( Mateus 28.19/I Coríntios 11.1  ). Logo muitos que ainda não chegaram a se converter a Cristo se tornando discípulos d'Ele, já estão a fazer discípulos para si mesmos, tornando o filho do inferno duas vezes(Mateus 23.15  ).
O certo é o discípulo de Cristo, assim como João Evangelista, encaminhar seus discípulos a Cristo. Ele nunca chamou-os a sí engando-os acerca de quem era, mas, mostrou que ela era apenas um instrumento para encaminhá-los até Jesus. Porque quando a pessoa começa a aprender de Jesus ele  é manso e humilde de coração, assim como o seu Mestre(Mateus 11.29  ).
Jesus certa vez disse," tende sal em voz mesmo( Marcos 9.50)", e este texto prossegue, "e guardai a paz uns com os outros". Mas, parece que as pessoas estão querendo é se devorar umas às outras(Gálatas 5.14,15  ). Não aprenderam com o Mestre. Precisão de seu tempero, precisam de seu Espírito Santo, de viver, experimentar e conhecer a verdade.
Se a marca de um homem que cresce em comunhão com Deus, é percebida na temperança( que inclui consigo sabedoria e mansidão), como podemos julgar santos, pessoas apenas, pela manifestação de dons espirituais, todavia sendo, cheia de inveja, cobiça, ira, e outras coisas? De certo então que quando assim fazemos, estamos redondamente equivocados. Lembremos da primeira epístola de Paulo aos Coríntios, a qual diz:
1 Coríntios: 3. 1. E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo. 2. Leite vos dei por alimento, e não comida sólida, porque não a podeis suportar; nem ainda agora podeis; 3. porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens? - Bíblia JFA Offline

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Exploradores da fé


"Por que eu sei isto:Que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não perdoarão o rebanho, e que dentre vós mesmos, se levantaram homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si". Atos 20.29,30.

Ouve uma época em minha juventude que usei muito este versículo para combater o legalismo religioso. Hoje sinto me inspirado a usar este mesmo texto, para falar sobre um grupo de homens que existem no meio da igreja atual, que a semelhança dos legalistas são perversos, estes são os exploradores da fé das grandes massas. São homens cabeças, que com seus discursos e seus carismas, usam de toda sorte de argumentação para persuadir a mente leiga e simples, que nem sempre é assim tão simples e tão leiga, muitas destas mentes são doutores, e mestres, mas, se deixam enganar por estas mentes perversas como se fossem meros ignorantes, pois os mesmos são tão ferozes em suas argumentações, que iludem até mesmo os espertos. Pois na verdade são sábios segundo o mundo, mas, tolos e simples no tocante as coisas espirituais, e ao conhecimento das sãs doutrinas ( as sãs doutrinas é uma expressão bíblica que corresponde a doutrina dos Apóstolos e de nosso Senhor Jesus Cristo).
Mas, o que acontece com uma fé explorada? Como fica um coração enganado?Incrédulo, cheio de dúvidas, cético, incapaz de enxergar a verdade, pois tais exploração tem como único objetivo, o de cegar os olhos daqueles explorados, para que não mais enxerguem a verdade.
Diferente do que é muito afirmado, de que para ter uma fé forte as pessoas precisam ser cruas de conhecimento, digo que se o conhecimento for a verdade jamais ele trará frieza, mas, sim fortificação, convicção. O que acontece é que uma pessoa iludida e explorada, pode se decepcionar diante da verdade e se esfriar na fé, mas, a culpa não é da verdade e sim dos que exploraram a fé dos símplices. Porque a fé que se fundamenta na verdade, só se fortifica quando ela se alicessar em uma real verdade, pois toda a verdade é posta pelo teste da razão, da veracidade, toda a verdade é questionada, e só se mantém de pé aquela que é realmente, sinceramente, verdade. E é ai que as pessoas caem, pois são iludida por estes vampiros de fé alheia, elas passam a acreditar no que eles falam, levam as suas rosas ungidas para casa, seus mantos suados com a unção dos falsos apóstolos para casa, mas, eles pelos seus lados lhes dão um prato de mentiras e charlatanismos como se fossem a mais pura fiel e soberana verdade de Deus. E o pior é que usam o nome de Jesus. "Muitos viram em meu nome,"... disse Jesus(Lucas 21.8). E o que acontece? Acontece que as pessoas quando descobrem que foram enganadas, e iludidas, passam a se tornarem totalmente descrentes de tudo.
Lembro me do pai do menino que tinha um espírito mudo e surdo no corpo(Marcos 9.14-29). Você lembra do que ele disse a Jesus? Ele disse que era incrédulo, que não cria em mais nada, nem em ninguém, pois já havia sido iludido por muitos, e sua fé estava totalmente fracassada, mas, ele também disse, que estava naquela hora dando um último voto de confiança em alguém, e este alguém era Jesus. E o que aconteceria com a fé e a vida e a esperança daquele homem se Jesus fosse, mas, um explorador da fé alheia?
Meu amigo, pastor ou líder cristão, trate a fé de seus fiéis com amor,respeito e proteja-a contra os ataques destes lobos, pois eles farão como diz o apóstolo Paulo, coisas perversas, dirão barbaridades, tudo o que for possível para atrair os discípulos após si.A fé só pode crescer e ser fortificada, convicta, se for regada com a verdade. Por que você acha que a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus(Romanos 10.17)? Por que disse Jesus, "a tua palavra é a verdade"(João 17.17).
A fé precisa ser respeitada, aquele que diz que Deus falou o que Deus não falou, está atentando contra a consciência de seus fiéis, está desrespeitando-os. A fé precisa ser tratada com amor, somente o amor, estimula como um bom adubo a fé e a confiança mutua. A verdade traz firmeza, convicção e torna a fé inabalável. A convicção vem ou é gerada de conhecer e experimentar a verdade( João 8.32/16.13,14).

sábado, 5 de novembro de 2016

Fé convicta e fé inconvicta


Nesta reflexão falo de fé de uma forma universal, como sinônimo de confiança. Neste sentido há dois tipos fé a intelectual ou nominal(que não é fé de verdade, apenas se resume a uma confissão vazia) e a fé de coração. Mas, explorando a fé de coração, digo que existe a fé que é por convicção e a que não é; e sobre a fé convicta (por convicção) podemos diferenciar entre a que é enganada e a que não é; e que da fé que não é por convicção(inconvicta) podemos diferenciar a que é por tradição e a que não é.
I.                    Fé convicta é a fé estabelecida em certezas. “A fé vem pelo ouvir e o ouvir a palavra de Deus”.Esta é a fé inabalável do Salmo 125, é a fé que a pessoa tem, ou seja confia, crê, porque tem certeza dentro de si em quem ou que está confiando, tem certeza da veracidade, induvitabilidade( não sendo duvidável) da verdade ou aparente verdade filosófica, teológica, ou existencial, etç... em que crê. Hebreus 11.1 diz que a fé genuína, é a certeza( ou convicção) das coisas que se esperam. Logo fé convicta é que é a verdadeira fé.

1.    Portanto quando a fé convicta está fundamentada em preconceitos, em supostas verdades(sendo mentiras), como por exemplo a existência de seres mágicos(duendes, fadas, sacis), ou mesmo seres extraterrestres, sabemos pela palavra de Deus que os demônios tem o poder de tomar a forma de algo ou alguém para enganar. Para essa pessoa desconhecedora da palavra de Deus, que tem um ou outro encontro com seres assim, a fé na existência desses seres é inquestionável. Porque não podemos crer naquilo de que não temos conhecimento. O relacionamento das pessoas com estes supostos deuses e seres místicos, fazem os ter certeza da existência e do poder de tais seres, e esta fé é convicta até que o conhecimento a respeito destes deuses e seres místicos seja confrontado e posto em questionamento. E digo esta fé continuara intacta até que uma verdade maior seja revelada, até que uma verdade diferente a respeito das supostas “verdades” que costumeiramente esta pessoa tem ouvido e que com as mesmas ela tem sido guiada (ou mesmo manipulada) até aquele exato momento. Pois aquela verdade maior e oposta as outras, transformará ou revelará que as outras são na verdade mentiras. Pois a razão só aceita verdades e só aceitara uma mentira se ela estiver com aparência de verdade, mas esta mentira só permanecerá até que uma verdade lance sua luz sobre ela e a revele como mentira. E ai a razão a rejeitará. A razão é a faculdade intuitiva do intelecto que vê e defende as verdades ( neste caso há uma diferença entre verdades puras da razão e verdades da sensação, quando falo que a razão está vendo uma mentira como verdade, estou dizendo de verdades que a sensação ou os sentidos mostram a razão, não são verdades puras da razão, ou seja que a razão enxerga com seus próprios olhos ).
Este tipo de fé que estou falando é convicta, mas, é enganada. As pessoas podem crer profundamente numa mentira pensando ser ela verdade, e a vão defender com argumentos e raciocínios lógicos, perante alguém que a ouse questionar. Mas, o dia em que uma verdade revelar a razão, que está verdade é uma mentira, então a pessoa deixara de crer nestas verdades e se por ventura ela continuar a crer nelas, sua fé não será mais por convicção, mas será abalada e dividida. Permanecerá firme até que um questionamento invada a sua mente ou alguém a questione estará inseguro ou achara não existir verdades absolutas, e que a sua fé é como a de todo o mundo, e que as pessoas tem que ter fé, que a fé é poderosa, mas, que não há verdades absolutas, mas, apenas relativas. Pensará que a verdade depende da fé pra se tornar uma verdade para uma pessoa em particular, dependendo assim do ponto de vista de que a enxergo, e que se eu não creio será uma mentira, ou se eu ver de outro ângulo será uma mentira.Mas, a verdade não depende da fé para ser verdade. E se é exigido crer numa mentira para que ela se torne verdade para mim, eu poderei estar iludido, mas, a mentira continuara a ser mentira. O pensamento de que depende da forma como eu vejo, ou o ângulo que eu olho, é apenas uma forma de aceitar a mentira, uma forma de cultivar o orgulho. Por acaso isto fará com que eu mude a mentira fazendo a ser verdade?
Há na realidade somente um tipo de verdade relativa, e é a verdade que esta relacionada com o ponto de vista, e esta verdade não pode ser uma mentira se mudar o ponto de vista, pois é uma verdade incompleta, parcial ou em crescimento de perspectiva, o que eu quero dizer com isso? Como no exemplo de um acidente de carro, visto por varias pessoas, cada uma olhando o de um ângulo diferente. Ao serem entrevistados cada um vai descrever o fato de acordo com o ângulo de sua visão, isso é a verdade relativa, ela é parcial ou descrita da acordo com a perspectiva de cada pessoa, e pode crescer de acordo com o crescimento da perspectiva de cada um, o fato este é a verdade absoluta, ela não cresce e não se altera, pois é a essência da realidade, ela é o fato em si não a descrição segundo uma ótica particular.
Muitos até dizem, ou seja, argumentam: “Antigamente pensávamos que o sol girava em torno da terra, hoje descobrimos que é a terra que gira em torno do sol; pensávamos que o giro ou a orbita era circular, hoje se vê que também não é bem assim”. Mas, também se pode dizer a respeito disso, que cremos no que conhecemos e a medida que aprofundamos nesse conhecimento ou no seu aperfeiçoamento também ampliamos e aperfeiçoamos a nossa fé. Porque não temos todo o conhecimento a respeito de algo. Com respeito as supostas verdades  relativas( que na verdade são mentiras, pois uma verdade não pode deixar de ser verdade, se o ponto de vista mudar), o que se pode dizer é: “O que se pensava era apenas o que se pensava, mas não o que se tinha certeza, e se é que se tinha certeza de alguma coisa estávamos enganados.” Mas, a respeito das verdades absolutas e das verdadeiras verdades relativas assim, como eu já as tenho exposto, posso dizer que todo o conhecimento que evidencia uma verdade, não a abole, e todo o conhecimento que se opõem a ela  se enfraquece a si mesmo; e toda a dúvida a respeito dela se subtrai.Há aqueles que não confiam na existência de verdades absolutas, mas, independente da opinião pessoal, as verdades absolutas existem, se assim não  fora, o homem não estaria em busca da verdade, e poderia apenas aceitar uma mentira como verdade, como assim muitos o fazem.
2.       Mas quando a fé convicta esta fundamentada em verdades reais, ou seja quando não está enganada, esta é a fé do Salmo 125, que podemos chamar de fé inabalável. Ela é aquela que está fundamentada numa verdade real, numa verdade que seja como o ouro mais puro, e como o dia em que o sol está mais forte, ela não se opõem  a outras verdades como ela. E se opõem a uma “verdade”, é porque não é uma verdade e sim uma mentira, e essas mentiras com aparência de verdade, são formadas de preconceitos, de conclusões, afirmações e observações equivocadas, de parcialidades de visões limitadas a certo contexto cultural, social ideológico e de informações bem limitadas e míopes. Digo que possuem aparência é porque devido seu desenvolvimento e argumento lógico, esta mentira complexa ilude o seu receptor convencendo-o de ser verdade, ou parecendo, mas, a verdade não se anula diante da luz, ou do esclarecimento.
Por fé inabalável, não descrevo um mito, na verdade não se pode abalar a fé em Deus, quando ela é segundo as escrituras, pois na verdade foi isso, que Jesus disse: “quem crer em mim, como diz as escrituras, rios de água viva fluíram do seu ventre”João 7.37,38.

II.                  Mas, também há a fé que não é por convicção. Esta é a fé cega, que não possui certeza. Tem se um mito na religião e na ciência, que diz que toda a fé é contrária a razão, mas, quem crer em alguém deve por consequência crer nas verdades por ele afirmadas, e isso não é fundamentar-se na ilógica e sim na lógica da razão.
1.       Fé por tradição: É possível crer por tradição e isso ser de coração?Quando é que creio de coração? Creio de coração quando a minha fé produz obras(que são os aspecto físico da esperança).Quando aceito a crença ou ideologia popular em alguém; crença esta aceita pelo meu grupo social; e me ponho a exercê-la e andar segundo a mesma. Por exemplo; se moro numa nação onde o budismo é forte, ou se trabalho num lugar onde todos são, ou se meus pais e ou amigos são budistas. Então aceito a crença deles e passo a andar como eles andam e a professar os ensinamentos de Buda, então isso é crer de coração por tradição. Esse tipo de fé é uma fé que não pode ser questionada; pois se o for ela cai, ou deixa de ser de coração e passa a ser apenas nominal intelectual. Pois não é por convicção, quando você crer ou aceita algo sobre uma pessoa apenas porque o meio em que você vive aceita; por que a fé convicta, é de alguém que tem certeza a respeito de quem ou do que tem crido. Tem certeza daquilo que o levou a crer, de que é ou não digno de confiança e porque é digno de confiança, e do porque é digno de confiança. Por exemplo: Eu tenho a certeza de que Deus existe, de que a evidência mostrada pela natureza a respeito de sua existência e seu grande poder bem como a experiência pessoal que aquele que se chega a Deus adquire da pessoa dele, me levaram a crer nele. De que essa verdade tem se mostrado digna de confiança e não consigo achar motivos fortes e justos, e fieis o suficiente para rejeitá-la. Agora é possível crer ou confiar de coração por tradição? Não sendo por convicção?Será que esta fé não é apenas intelectual?Ela vai durar, ou seja, ser de coração até o dia em que for questionada; no caso da fé convicta enganada, precisará de que outra verdade lance luz sobre a mentira e a desmascare. Nesse caso é diferente, da fé por tradição, é diferente está fé é muito frágil não resistira ao questionamento, por que não tem bases para se firmar, é como o homem que constrói a sua casa sobre a areia (Mateus 7.24-27).A fé que é convicta mas enganada, resistira ao questionamento mantendo-se apegada a mentira te que ela seja desmascarada e se revele como  ela é, uma mentira.
Como confiar em alguém de coração não sendo por convicção?Eu posso nascer confiando, porque vejo que todos ao meu lado confiam; ou eu posso ser levado pela voz da maioria. A fé que não é por convicção é a fé que não tem certeza de quem ou o que é levado a confiar.Você confia por tradição quando não tem motivos para desconfiar, não tendo motivos para rejeitar a fé tradicional, quando não tem certeza como motivo para confiar, tendo apenas a influência da tradição como motivo para confiar. A pessoa confia de coração quando está fé produz esperança; e quando confio por tradição é a minha fé na tradição ou a minha fé tradicional, me levando esperançosamente ou em esperança a fazer algo; porque não tenho motivos para e sou influenciado pela tradição (por sua beleza, ou aparente alegria e outras influencias da tradição) a confiar, então somente então, o farei de coração. Porque quando é que uma criança que nunca foi paralítica, e é saudável; questionou a sua capacidade de andar? Ou desconfiou da resistência de suas pernas, para que andasse? Porque se vier a desconfiar, não andará com medo de cair, até que lembre que suas pernas são fortes e saudáveis e tenha certeza disso. Assim também como no caso das pernas, é a fé por tradição e não por convicção.
2.       Fé inconvicta que não é por tradição. Para se confiar, basicamente precisa-se da decisão, e para se decidir confiar seriamente, ou seja, de coração deve-se não ter motivos para dúvidas e desconfiança. Mas, a fé inconvicta que não é por tradição pode ser uma fé de coração? Existe tal fé?Que motivos podem ser o desta fé?O que é esta fé?A fé inconvicta é a fé que não pode ser questionada porque cai e fraqueja, não necessariamente ou exclusivamente é tradicional; mas, sempre que não for convicta. A fé verdadeira leva a pessoa a viver seguro de descansado na fé, ou seja, naquilo que crer ou em quem crer. E leva a esperança.  A tradição são costumes, crendices, e filosofias cultivados, por um seleto grupo, ou pela maioria. Há pessoas que são fascinadas por algo ou em algo, Israel era fascinado pelo estilo de culto e adoração do povo gentil a seus deuses, isso era porta psicológica para que eles se tornassem adoradores de falsos deuses. Igualmente as tradições exercem fascínio sobre algumas pessoas e as atraem com as cordas do fascínio, e estas pessoas creem nisto que exerce esse fascínio, esse domínio espírito-mental (espiritual e mental), sem nada questionar sem pensar e raciocinar, este é o poder da tradição. Deus não quer escravos, ele não quer cego, ele não quer uma fé nele que seja tal. Agora há pessoas que creem no que é diferente, no que é contrária a tradição, não sendo, porém está fé segundo a razão, que creem no que é aparente, que tem uma aparência de bom de confiável, que transmite confiança. Digo toda a fé que não poder ser questionada, ou seja, que não resistir a um questionamento não é uma fé convicta. E que toda a fé convicta inabalável, é baseada em verdades reais, o que é o contrário da outra a abalável ou enganada que se baseia em verdades irreais (ou seja, verdades “relativas”, segundo a visão, que algo pode ser ou não verdade de acordo com o seu ponto de vista, pois de certo, algo que deixa de ser verdade dependendo de sua relação, é algo que nunca foi verdade, pois a verdade natureza da verdade é imutável).Agora a fé inconvicta, não está baseada em convicções, antes crer sem exigir algo sólido, apenas crer como neste caso, tendo como motivo a aparência de algo que inspire confiança, ou que este algo é diferente; não tendo motivos para dúvidas estará disposto a confiar. É como alguém que entrega tudo ao seu mordomo pela primeira vez, não tendo feito isto antes, e sai confiando na fidelidade dele, sem antes atesta-la.
3.       Fé  inconvicta e fé convicta enganada. A diferença entre a fé convicta enganada e a inconvicta; é que a convicta enganada está fundamentada ou baseada em provas ou evidências a respeito da verdade em que crer(verdades sobre a verdade), e a inconvicta não tem bases ou evidencias, a pessoa aceita-a quando vem a mente, a luz de sua primeira compreensão; sem antes procurar a confirmação daquilo. Procurar saber se é verdadeiramente assim, ter a convicção, a certeza disto. Há os que têm medo por pensar que hão de se tornar incrédulos, porque seus raciocínios irão deduzir que aquilo não é verdade. Então permanecerão no engano?Você só rejeitara a verdade se rejeita outra verdade relacionada a ela. Por exemplo: Você não poderá crer que Jesus pode te curar se antes rejeitou ou rejeita que Jesus é o Filho de Deus e que ele pode te salvar. Ou seja, rejeitara a verdade, se rejeita uma verdade maior sobre a qual ela é submissa, sobre a qual ela esta fundamentada ou relacionada, da qual ela advém, que concorde. Porque concorde ou advém dela? Porque pode ser uma mentira a respeito desta verdade maior; ou pode ser uma verdade a respeito desta “suposta verdade maior”, que na verdade não é uma verdade maior...                                                                                                                                                         O meu pensar me levara a rejeitar certa verdade, se em mim rejeito outra verdade que concorde com ela, da qual ela advém, ou se submete. E se eu nunca ouvira falar de Jesus e ouço pela primeira vez?Ai vem que o evangelho é uma verdade espiritual, revelada primeiramente ao homem primeiramente pelo Espírito Santo, “todo aquele que do Pai ouviu e aprendeu vem a mim” João 6.43-47; um revelação consciente e ou inconsciente; após esta revelação o intelecto do homem fica receptível a palavra de Deus e se o homem aceita estas verdades, pregada-lhes pelo pregador e explicada a alma pelo Espírito Santo. A compreensão que ele tem dada pelo Espírito se fortificara pelas evidencias também concedidas pelo Espírito a ele no decorrer de sua vida, e a sua fé será inabalável e convicta. E de novo pergunto, mas, está fé, não é a luz de sua primeira e imperfeita compreensão? É a luz de sua primeira compreensão, mas, também a luz de evidencias indubitável concedida pelo Espírito. E digo mais, o Espírito Santo não deixa a compreensão das verdades do evangelho continue na mente do crente como estão, mas, está sempre ampliando ao conceder a razão, “muitas e infalíveis provas”. (Atos 1.3). Portanto a fé genuína no evangelho não pode ser considerada inconvicta, e se em algum momento foi abalável(enganada) por estar fundamentada em preconceitos, supostas verdades, mentiras, digo que a luz de um desejo sincero por conhecer mais de Jesus, o Espírito Santo a seu tempo quando a mente o coração(vontade) estão preparados, substitui as supostas verdades, por verdades reais, ou seja as mentiras por verdades.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Palavra importante 23: Disposição

Disposição não é uma palavra que se encontra em abundância nas Escrituras, ou em tratados teológicos, embora podemos extrair está ideia de Gênesis a Apocalipse, e de toda a obra teologica sincera e ortodoxa. Disposição diz da sinceridade da vontade, do coração das pessoas, no querer real, desimpedido e insistente de alguém para a realização de qualquer coisa, e até mesmo de seu comprometimento com Deus é seu Reino.
Quando falo de disposição, penso nas pessoas que fazem e não nas que dizem. De certo as pessoas que dizem também são dispostas a falarem, mas, não a viverem.
Assim está é uma palavra muito importante no cristianismo, uma vez que como Paulo diz; " o Reino de Deus não consiste em palavras, mas, em virtudes "(   1 Coríntios 4.20 ), em poder. Ou seja, em algo realizador, e não em algo idealizador, fantasioso e fictício.
Jesus conta uma parábola que ilustra bem o que digo, e já faz bem um tempo que não ouço alguém pregar sobre ela. De que o pai de família chegou para os seus dois filhos e nem mabdou-lhes trabalhar na sua vinha. Mas o primeiro disse que não ia e o segundo falou que ia. Mas o primeiro se arrependeu e foi, e o segundo que disse que ia não foi. Logo quem fez a vontade de seu pai?
Quem fez a vontade de seu pai, foi aquele que mesmo dizendo não querer, todavia submeteu o seu coração a vontade do Pai. Quanto ao outro quiz agradar ao Pai com palavras, mas, não foi sincero para fazer vale-los(   Mateus 21.28-31 ). Assim a disposição sincera no Reino de Deus, aliada a fé de todo o coração, é que se apropria do poder que Deus lhe dispõe, e realiza a obra de Deus e o agrada.
Não são os discursos, nem as promessas, nem os propósitos de final de ano ou início de mês ou semana. Mas, é um coração disposto, inclinado para com Jesus.
" Eu amo aos que me amam e os que de madrugada me buscam, me acharam"( Provérbios 8.17  ).E porque poucos se dispõem quando é tão necessário?
Porque para se dispor a fazer a vontade de Deus, primeiro precisa crer de todo o coração, precisa se abnegar( ou seja, negar-se a si mesmo), precisa amar a causa de Deus, mais do que a nós mesmo, precisa romper consigo mesmo, romper com os espinhos( ambições e cuidados da vida, sedução e engano das riquezas), romper com as pedras ( com as resistências a Palavra de Deus no coração, e opiniões teológicas particulares) e crer de todo o coração; por que do contrário não conseguiras e não irás se dispor verdadeiramente.
É por não conseguirem se dispõem, a saírem da zona de conforto, muitos, são apenas críticos, assentados em rodas como nos mostra o Salmo 1.1. Eles são ímpios, conselheiros ímpios. Porque em sua indisposição, o seu comportamento é ímpio por desprezar aquilo, ou aquela disposição sincera que Deus exige em seu mandamento. "Amar a Deus, de todo o coração, entendimento, forças..." ( Marcos 12.30).
Nisto nesta falta desta disposição exigida por Deus em seu mandamento, está a impiedade dos mesmos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Ponto a considerar 13: " O Reino de Deus, não consiste em palavras... "

1 Coríntios: 4. 20. Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder. - Bíblia JFA Offline
Já tenho lido muitos livros, ouvido muitos hinos e músicas cristãs, tenho escutado inúmeras pregações e exposições da palavra de Deus. E já faz um tempo também que tenho andado fastigado, às vezes com o povo, as vezes com os pregadores. Não posso dizer, que dos que tenho ouvido, sejam pregadores de bajulação, muitos até possuem mensagens poderosas. Mas, o meu cansaso, está na apatia e indiferença do povo diante das pregações, e da parte dos pregadores é de contentar com a aparente aceitação. Mas, aí você me diz, mas, irmão nosso compromisso é apenas pregar, e o resto é com Deus. É eu pergunto se você podesse ver o inferno que os aguarda, sentir em sua carne a aflição e o fim o qual lhes espera, será que não farias algo mais? Quando Jesus entrou no templo, porque será que Ele não se contentou em chamar os cambistas de ladrões? Porque será que "Ele fez um chicote de cordas e expulsou todos do templo, bem como as ovelhas e os bois; espalhou as moedas dos cambistas e virou as suas mesas"?( João  2:14-17)
Porque não é suficiente falar. Se Jesus apenas, os chamasse de ladrões, Ele os estava apenas chingando, suas palavras não teria peso edificador, e sim ofensivo. Você não esta apenas chingando? Era necessário uma atitude que os acordasse para a realidade daquelas palavras.  Não diga uma palavra se quer, se ela não produzir vida. Porque as suas palavras precisam ser acompanhadas de ações, de uma conduta a autura daquilo que você prega, precisa estar em correspondência a Palavra de Deus. Se você prega arrependimento, volta ao primeiro amor, precisas instar com a igreja, com aqueles que te ouvem, que se arrependam. Que tomem uma postura diante da Palavra de Deus, que reajam, que saltem para fora do carro desgovernado, antes que ele caia no precipício. Que não se contentem em ouvir e se emocionar, e falar em línguas, chorar, mas, aborrecer a Deus com lágrimas profanas. Eles precisam tomar uma atitude firme em concordância com a Palavra de Deus, eles precisam decidir crer pelo resgate de suas almas. Eles precisam ter Cristo gerado em seus corações, eles precisam enchergar a realidade do caminho em que estão trilhando. E saber, que não é Jesus que eles estão trilhando, mas, é o caminho do inferno. Eles precisam vir realmente para Jesus.
O Reino de Deus, consiste em poder.Poder pra que? Para realizar tudo aquilo que falamos, tudo aquilo que pregamos em nome de Jesus. De gente que fala  de mais o mundo está cheio, e o inferno também. Paulo estava declarando está verdade a um grupo de homens exaltados e faladores, e ele disse. "Olha, eu quero conhecer agora é o poder de vocês, porque as suas palavras eu já conheço".
Mas, eu faço uso destas mesmas palavras não a falsos, mas, a irmãos em Cristo, porque já muito temos falado, mas, parece que a própria indiferença da igreja nos tem acometido. Falamos de amor e não amamos, de ajudar e não ajudamos, contra o pecado e pecamos por omissão, não de falar, mas, de tomar uma atitude como Jesus fez a altura de nossas palavras.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

O plano de Deus e eu, e você!

João: 3. 16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. 17. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. - Bíblia JFA Offline
Você já pensou no plano de Deus para sua vida? Você vive a vida, sem pensar em nada, porque na maioria das vezes quando você para pra pensar, você é tomado por uma angústia. Então porque Deus, o onipotente permitiu a sua existência? Seria um ato de sua bondade ou uma maldade sarcástico, de criar alguém para sofrer num mundo, miserável e mesmo assim, ainda depois de tudo ser condenado?
Em Jeremias Deus nos diz assim:
Jeremias: 29. 11. Pois eu bem sei os planos que estou projetando para vós, diz o Senhor; planos de paz, e não de mal, para vos dar um futuro e uma esperança. - Bíblia JFA Offline
E Tiago nos dá a seguinte informação sobre o caráter de Deus:
Tiago: 1. 13. Ninguém, sendo tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele a ninguém tenta. - Bíblia JFA Offline
Logo de Deus não vem, nenhum mal, Ele a ninguém tenta, Ele não induz ninguém ao mal. Não sei porque Deus permite o nascimento, de um sofredor, mas, sei que Ele é capaz e está interessado em remediar todo o mal, e livrar o sofredor de um sofrimento eterno. Sei que Ele é o primeiro interessado, e isso concorda a sua Palavra que diz:
1 João: 4. 10. Nisto está o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. - Bíblia JFA Offline
Sei também que todos os planos de Deus são os melhores possíveis, e que ninguém que nasceu, ou passou por este mundo veio por um capricho ou sem um propósito, ao acaso. É de certo também não veio para sofrer. Mas, veio porque Deus tem um plano, o qual precisa da existência desta pessoa e de nenhuma outra mais.
Por que então algumas pessoas vem, sofre e ainda vão sofrer na eternidade? Porque não deram ouvidos ao plano redentor de Deus, este plano é um plano geral que Deus tem na pessoa de Jesus, para toda a humanidade. Mas é necessário que está pessoa, creia e aceite a Jesus em sua vida como Senhor e Salvador pessoal. A partir daí, seguindo por Cristo, o caminho se abre para você conhecer os planos de Deus para sua vida.
João trás uma declaração de Jesus, que diz, que não é Deus que, se opõem ao homem, e sim o homem que se opõem a Deus, porque embora seja uma vida miserável e de sofrimento, ele prefere ela do que a Deus.
João: 3. 19. E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más. - Bíblia JFA Offline
Não há um capricho de Deus, pessoas não nasci de forma descontrolada, já existe um número pré estabelecido por Deus. É penso eu que a escolha de Deus da permissão, do nascimento de uma pessoa, é um ato de extrema bondade d'Ele, e que não é diferente. Todavia não somos capazes de compreender isso, penso também que isso na eternidade um dia será compreendido por nós.
Há um projeto de Deus é você faz parte dele, mas, você pode não entender isso, e nem desfrutar desta graça, por não receber a Jesus em sua vida. És como a planta que recebe por toda uma vida os cuidados do jardineiro é toda a sua atenção até que um dia morrer e isso tudo sem ter consciência do que está acontecendo com ela. Mas, a partir da hora que recebemos a Jesus, passamos a entender e a nós alegrar com o que Deus faz por nós hoje, além  é claro de termos a garantia da vida eterna.
Passamos a entender e receber o plano de Deus em nossas vidas.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O que éramos

Romanos: 5. 7. Porque dificilmente haverá quem morra por um justo; pois poderá ser que pelo homem bondoso alguém ouse morrer. 8. Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós. - Bíblia JFA Offline
1° "Dificilmente haverá quem morra por um justo", o texto não fala que ninguém morreria, mas, que é uma coisa difícil de acontecer.
Ora o justo,por ser justo não é uma pessoa carismática, seu jeito íntegro e imparcial não o deixa cair nas graças do povo. Pode ser que se alguém enchergar nesta justiça a bondade real, ele consiga alguém que se arrisque morrer, por ele, mas, isso seria difícil.
2° " Pois poderá ser que pelo homem bom alguém ouse morrer". Agora a situação do homem bom, se encontra um pouco melhor que a do justo. Pois pessoas bondosas geralmente gozam de serem pessoas carismática, de atrair a admiração dos homens, principalmente daqueles beneficiados pela sua bondade. Mas, quando o assunto é dar a vida por esta pessoa bondosa a coisa se torna rara, ele não mais encontra aquela multidão de admiradores.
Mas, ambos o justo, quanto o bom, não é certo que encontrará alguém que ouse morrer por ele. Paulo não afirma, que é certo, apenas admite que existe a possibilidade bem remota da aparecer um corajoso, e isso pelo que é bom, não pelo justo. Pelo justo até que pode aparecer, mas, é difícil...
3°" ainda éramos pecadores".
Mas a nossa situação perante Deus é muito pior, não somos justos, nem bondosos. Somos maus e criminosos. Sim, quando a gente usa a palavra pecado, muitos ainda não conseguem cair a ficha, do quão errados e culpados estão. Acham ainda que são dignos de alguma coisa, mas, troquemos pela palavra crime. Porque para muitos pecado é uma coisa de religião, ele esquece que Deus é independente das religiões, então pecado não é um regulamento estabelecido por uma denominação religiosa, mas, é uma transgressão, um crime contra o governo universal de Deus.
Logo por um justo alguém dificilmente morreria, por uma pessoa bondosa pode até ser que alguém ouse morrer, mas quem morreria por um criminoso?
Quem se importaria comigo, com minhas misérias e limitações? Quem sairia da sua comodidade, da sua Glória, de sua eternidade, de seu poderio, se reduziria e se humilharia até mim, no lodo, na lama, no caus, para me resgatar?
O quê eramos?
Éramos drogados, mendigos, homicidas, homossexuais, prostitutas, bêbados, corruptos, arrogantes, rebeldes, hedonistas, traficantes, senhores de nós mesmos, ateus, religiosos, céticos, justos aos nossos próprios olhos, cheios de nós mesmos, filantropos, bonzinhos, desenfreados, viciados, sábios e doutos em todo conhecimento, preguiçosos, para resumir estávamos no mesmo barco furado.
"Mas, Deus prova o seu amor para" comigo e com você, em que Ele deu a sua própria vida por mim e por você, quando eu ainda eu era um criminoso, um marginal, um excluído, digno de todo o mal é da condenação eterna. Não, nós não éramos justos, mas, agora somos Filhos de Deus.
" Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus,  os quais não nasceram por descendência natural, nem pela vontade da carne nem pela vontade de algum homem, mas nasceram de Deus." - João  1:12,13

domingo, 14 de agosto de 2016

O que te importa?

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram:Mais importa obedecer a Deus do que aos homens". Atos 5.29

Quando esse episódio da história da igreja aconteceu, os apóstolos haviam sido encurralados pelas autoridades judaicas contra a parede, para que parassem de difundir o evangelho, de falar e ensinar no nome de Jesus, eles não recuaram e nem mudaram seus discursos, não suavizaram o evangelho, nem adaptaram o evangelho para serem poupados. Mas gostaria de me ater a uma pergunta que ocorre agora a qual é: O que te importa nesse momento de sua vida como cristão? Os apóstolos tinham bem definidos para eles o que lhes importava, e o que significava obedecer a Deus.Obedecer a Deus era nada mais nada menos que a propagação da mensagem de que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o qual foi enviado ao mundo para salvar no mundo a todo aquele que nele confiar, ou seja que confiar que Jesus poderia satisfazer a justiça de Deus e reconciliar o homem com Deus, salvando-o da condenação eterna reservada a todos os que obstinadamente recusam e desprezam a Deus.Mas, o que a nossa geração pensa sobre o que deve ser importante para um cristão? Jesus disse certa vez que o coração do homem está aonde está o seu tesouro, aplicando isso ao assunto que refletimos, concluímos que a vida das pessoas esta fundamentada naquilo que realmente é importante para ela. Até na retórica os nossos discursos podem não destoar muito do discurso de Pedro e dos apóstolos, todavia na hora de se colher os frutos os nossos não sãos os mesmos dos deles. Muitos cristãos são tão materialistas e amam tanto o presente século, que se fossem colocados naquele tribunal no lugar dos apóstolos de certo eu não teria esta frase para compartilhar com o amado leitor no dia de hoje, pois teriam dado ouvidos as autoridade judaicas. Você tem medo de morrer? Aqueles discípulos não tinham, pois também não tinham nada a perder, porque tudo o que mais lhes importava não estava ali, não estava aqui nesta terra, mas, o que lhes importava era a vida eterna que só Cristo  Jesus podia lhes dar, obedecer a esta missão de pregar o evangelho era o que tinham em mente.
Quando disse que a vida das pessoas esta fundamentada naquilo que é importante para elas;estou dizendo que é isso que eles procuraram e valorizaram, é isso que estará em suas escolhas e em seus caminhos, é isso que permeara as suas mentes e idéias. Sejamos sinceros a esta pergunta, importa-nos realmente que o evangelho de Jesus tal como nos foi entregue seja anunciado? Se é, então porque nossa vida não é marcada por esta causa? Então porque nos é tão importante esse século de forma que as nossa ambições pelos statos do mundo(riquezas, famas, glórias, reconhecimentos) nos consomem, e nos faz pregar um cristianismo do Reino da terra em contra posição do que deveria ser do Reino dos céus. O que é importante para você crente? A sua igreja precisa de sobreviver pelo status de aceitação por parte do mundo de forma que ela só critica o que o mundo critica, e só condena aquilo que é politicamente correto condenar? Você sacrificaria a sua boa reputação, e amizade, e trabalho, e saúde, e família para ver crescer o evangelho de salvação, aquele mesmo evangelho que Paulo disse que não se envergonhava?
Aqui deixo esta reflexão não como um testo terminado, pois cada um deve examinar- se a si mesmo e se auto avaliar para ver se esta vivendo dignamente perante o evangelho de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Logo que o amado reflita mais sobre o assunto aqui proposto, paz do Senhor Jesus!

sábado, 13 de agosto de 2016

O Eterno e Eu


Por que Deus disse, que provaria o povo,"para ver se seguem ou não" as suas instruções?(Êxodo 16.4).Ou, por que a palavra diz que viu Deus,que a luz era boa?(Gênesis 1.4). Por que isso, sendo o Senhor Eterno, e portanto onisciente? Pelo mesmo motivo que afirmou para Moisés que foi em 6 dias que fez tudo, e que ao 7º descansou(Gênesis 2.2); sabendo nós hoje que até no sábado Deus trabalha(João 5.17). E qual seria este motivo? Por que somos limitados, se Deus se assenta-se no seu trono e arrodear-se de suas criaturas e fosse-nos explicar, seus grande "porquês",não compreenderíamos por completo, ou seja ficaríamos cheios de dúvidas. Pois quando para sanarmos as nossas dúvidas, entramos em áreas complexas e ou que foge a nossa compreensão, adquirimos mais dúvidas. Por isso as respostas de Deus correspondem a nossa capacidade de entendimento; foi assim com Moisés e com o povo da época em que se escreveram as escrituras e é assim hoje da mesma forma. A passagem de Jesus com Nicodemos, não fala sobre o assunto, mas, nela tem uma frase que lança luz, sobre o assunto, a qual diz: "Se voz falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?"(João 3.12).
Tudo o que Deus diz ao homem, o diz para que ele entenda, por isso mesmo usa uma linguagem fácil, ou inteligível, acessível a razão humana, "atrai-os com cordas humanas com cordas de amor"(Oséias 11.4) usar estratégias humanas é o meio que Deus tem de comunicar-se com o homem.Deus poderia simplesmente afirmar que era "bom", mas, ele falou que "viu que era bom".É como quando falamos com nossos filhos, ainda crianças, e para que entendam temos que usar meios engraçados e até infantis para que compreendam-nos.

Deus vos abençoe!!

domingo, 7 de agosto de 2016

Música sacra, evangélica, secular e profana.

Texto base:
João: 4. 22. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus. 23. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. - Bíblia JFA Offline

1. Qual a diferença entre música sacra, secular e profana?
*A música sacra, em sentido restrito (e mais usado), é a música erudita própria da tradição religiosa judaico-cristã. Em sentido mais amplo é usado como sinônimo de música religiosa, que é a música nos cultos de quaisquer tradições religiosas( essa é uma opinião da Wikipedia, nem toda música religiosa é litúrgica e sacra, e nem toda música religiosa cantada nos cultos faz parte da tradição).
A expressão foi criada pela primeira vez durante a Idade Média, quando se decidiu que deveria haver uma teoria musical distinta para a música das missas e a música do culto, e tem em sua forma mais antiga o canto gregoriano. A música sacra foi desenvolvida em todas as épocas da história da música ocidental, desde o Renascimento (Arcadelt, Des Près, Palestrina), passando pelo Barroco (Vivaldi, Bach, Haendel), pelo Classicismo (Haydn, Mozart, Nunes Garcia), pelo Romantismo (Bruckner, Gounod, César Franck, Saint-Saëns) e finalmente o Modernismo (Penderecki, Amaral Vieira).Wikipedia(opinião entre parenteses minha)

Música sacra, ou litúrgica, é a música consagrada a Deus, de acordo com a liturgia determinada pela autoridade eclesiástica."Rolando de Nassau "

Música sacra num sentido, abstrato e Espiritual, é a música que inspira e desperta o cristão para o que é Santo, para uma vida de santidade. Que faz afluir as devoções religiosas, e o desejo pelo que é sagrado e religioso. Ela é pura em sua melodia, não inspirando no cristão sentimentos saudosos da velha vida.Sua letra promove a edificação da vida espiritual daquele que ouve, lhe edifica sua comunhão com Deus, sua santidade, promove a Jesus e inspira vontade de se chegar mais a ele, em fé, em comunhão, fazendo a sua vontade. Enfim a música sacra é a música que ajuda na manutenção da santidade, que promove o Reino de Deus.
Para concluir além da música sacra ser uma música erudita e religiosa, ela pode variar em estilos musicais, mas, sempre seguindo um critério de observância em cada comunidade cristã, que zela pela pureza, pela Palavra de Deus, pela inspiração Divina.
 Há igrejas que não possuem uma tradição de hinologia, logo não há discernimento entre a música secular e sacra de forma significativa, para eles o simples fato da música ser cantada por evangélicos já a faz ser cristã ou seja sacra.
Há música sacra original, se encontra desde a música erudita a músicas de corais e hinários cristãos, como Harpa Cristã, Cantor Cristão. São músicas que fazem parte da liturgia e identidade de uma congregação cristã, diferente da avulsa como corinhos, músicas de banda e cantores que seguem o rito popular.

* Música secular. É a música que fala das coisas da vida, é a música do mundo ( não num sentido pejorativo). É a música popular que não é religiosa, mas, pode expressar sobre religião, duma forma descompromissada.É a música que fala sobre amor, paixão, brigas, descreve um sentimento, conta uma história, fala sobre a terra, sobre o mar, sobre uma cidade, um povo, uma nação etc... É a música que fala sobre a vida, ela pode ser profana ou não em sua letra. Quando ela não é profana em sua letra, ela mesmo assim pode profanar, quando é cantada em um templo cristão e ou religioso, pois não foi feita para ser cantada ali. Da mesma forma uma música religiosa pode profanar, se cantada em outra religião, se não aquela para a qual foi composta. Neste caso, penso eu, não é a música que se torna profana e sim aquele que a executa.
Antes de continuar é necessário fazer distinção entre música e estilo musical, uma falamos sobre música sacra, não sobre ritmo( estilo musical) sacro.

A).Música é todo um conjunto da composição musical, o qual inclui ritmo( tempo musical), harmonia ( combinação perfeita das notas musicais) e melodia ( sequência simultânea e harmoniosa de notas musicais). Exemplo qualquer música que se cante ou sole, com ou sem letra musical.
B) Estilo musical, são as diversas formas de ritmo existente, para se executar ou cantar uma música. Exemplo: Valda, samba, marcha, rock, baião, reggae...
C) Letra é o texto poético ou não que se usa na execução de uma música.

* Música profana. É a música baixa e vulgar, que tanto na letra quanto em tudo, traz mensagens e inspira sentimentos e promove ideias, que contaminam a alma humana. Promove sentimentos e pensamentos que estimulam e afloram o pecado no homem.
* A música profana também pode ser qualquer música, quando em sua execução ela profanar, ou seja, contaminar aquilo é Santo, que é puro.
Quando você instroduz uma música e ou letra secular nos cânticos congregacionais, você está profanando a adoração a Deus. Neste momento mesmo que a música ou letra introduzida não seja profana em si, mas, por não ter sido feita para adorar a Deus, ela se torna profana e quem a introduzir um profano.
Mesmo um hino originalmente sacro e Santo, quando cantado com qualquer outro propósito que não seja adorar a Deus, ele se torna profano nos lábios daquele que o executa. Pois a pessoa que o executa é profano. Pois a verdadeira adoração está no coração do adorador. Se este coração está contaminado, não está consagrado a Deus, logo a sua adoração é profana.

2. Música evangélica( música cristã popular)é a mesma coisa que música sacra?
Não e sim, aqui digo, num sentido abstrato e Espiritual. Mas, não é a música sacra em seu sentido original e histórico( conforme vimos na primeira pergunta). A música sacra tem a ver com musica oficial de uma denominação cristã, as quais chamamos de hinos, ao passo que a música evangélica segue um curso livre.

Usamos a expressão “música cristã popular” para designar os cânticos não estabelecidos pelas normas litúrgicas oupráticas de culto das igrejas (católicas, ortodoxas, protestantes, evangélicas, pentecostais e neopentecostais) e de suas comunidades locais. "
Cremos que, em qualquer igreja ou comunidade cristã local, a boa música deve ser regulada pela boa teologia para produzir boa doxologia.
Rolando de Nassau"

Por isso, para que possamos a considerar num sentido abstrato e espiritual a musica evangélica como sacra, devemos olhar as seguintes observações:
* Se a música evangélica, recebe este título só porque é cantada por evangélicos, mas, não possui um conteúdo evangelístico, bíblico, e inspirado pelo Espírito Santo, então não é sacra, nem pode ser evangélica.
* Se música evangélica é a música com conteúdo evangelístico,inspirada pelo Espírito Santo, feita com foco em anunciar o grande amor de Deus, e salvar as almas perdidas, neste sentido ela até pode ser sacra. Mas, a música evangélica não está restrita a um estilo musical, pois o conteúdo rítmico dela pode variar e está a gosto, pop, rock, sertanejo, funk( aqui estou falando de ritmo, estilo, não de música melodia), o que é evangélico nela é a letra. A letra dela geralmente é cristã, embora o ritmo seja secular. Mas, isso não se aplica só a música evangélica, mas, a música sacra no seu sentido original, nunca esta presa a um estilo musical.

Considerando a etimologia da palavra "sacro", música sacra é a música vinculada à religião, associar música sacra a um ritmo musical é anacrônico (retrogrado) e obsoleto(fora de uso). A ideia de sacro segundo o dicionário Michaelis é: "sacro = sagrado", A Música sacra não pode ser confundida com o "canto congregacional"(ou a música livre e ou avulsa, que não faz parte da liturgia oficial ou padrão do culto), que cada religião tem suas próprias regras musicais e teológicas para a sistematização de seus respectivos "hinos", a música sacra é um termo genérico a todo tipo de música usado em um determinado culto religioso, por exemplo, se alguma denominação adota cânticos em ritmo de samba em seus respectivos cultos, essa música pode ser considerada sacra, mesmo divergindo do ritmo erudito, tendo em vista que o sentido real e etimológico de sacro não vincula o termo a um tipo de ritmo musical. 
Argumenta-se que não há uma distinção precisa entre a música que expressa os sentimentos de natureza sagrada ou religiosa e que expressa os demais( a verdadeira distinção é feita num sentido abstrato e espiritual ). As obras sagradas de Bach são musicalmente similares às seculares.Mozart se utilizou de partes de suas composições religiosas em cantatas seculares e trechos de suas óperas para fins eclesiásticos. Uma missa também pode ser compilada somente a partir das composições seculares de Haydn.Wikipédia, acréscimos entre parenteses meus.

Para que um ritmo( estilo musical) viesse a ser sacro, teria que ser exclusivo da igreja e não é assim que acontece, muitos estilos musicais que são mais comuns a igrejas também se podem encontrar no meio secular, como músicas seculares que são cantadas em gospel (estilo de música afroamericana), que é um estilo cristão. Para termos um ritmo sacro, teria que Deus fazer assim como, no caso da composição da receita do incenso, feita pelos perfumistas a encomenda de Moisés para uso exclusivo do tabernáculo( Êxodo 30.35 a 38  ). Ou seja, teria que ser um ritmo, que nenhuma pessoa do mundo podesse tocá-lo ou compô, músicas seculares com ele. No entanto Deus, não há registro bíblico, nem referência de Deus, sobre ritmos.
Há quem não concorde com isso, para muitos, ritmos seculares, também são profanos, mas, originalmente todos os ritmos são seculares. Então estes que são contra, fazem diferença entre ritmos dançantes e não dançantes, dizem que os dançantes é que são profanos, por induzir a sensualidade.
Nem todo ritmo dançante induz a sensualidade, mas, certamente o histórico do convertido conta na hora dele, escolher um ritmo. O que quero dizer com isso?
Se na sua antiga vida, sem Jesus, você era fã, fissurado num estilo musical, depois de convertido, se você ouvir uma música evangélica, com aquele estilo, certamente poderás correr o risco de ser tentado, quando não for tentado realmente. Porque a sua memória vai associar aquele estilo musical a sua vida antiga, se não vigiar poderás ser induzido por Satanás a voltar a sua vida. Mas, esse mesmo estilo poderá não fazer o mesmo efeito em outra pessoa, justamente, porque o histórico de vida dela é diferente.
Neste caso a grande diferença está na letra, e na inspiração, se é uma música realmente dada por Deus ao autor, mesmo sendo de determinado ritmo dançante, não vira a inspirar sensualidade, pois de Deus não vem, mal algum( Tiago 1.13 a 15). Mas o que Deus inspira ele Abençoa ( Atos 10. 14,15).
Logo a música evangélica ela é sacra quando ela realmente é evangélica, tanto na letra, quanto na melodia, quanto na vida daquele que a executa. Não é sacra porém no sentido de não ser algo oficial de uma denominação cristã, e por não estar presa a identidade musico-litúrgica de uma denominação.

3.Música evangélica pode ser música secular?
Não, música evangélica de verdade, não. Mas, existe evangélicos que cantam música secular como se fosse música evangélica.
 Exemplo: Música romântica é música secular, existem músicas românticas que possuem em seu conteúdo expressões de fé, o que indica que são compostas por cristãos, mas não é louvor, nem evangélica, nem tão pouco sacra. Este tipo de música é próprio para casamento, noivado, mas, não para o louvor em um culto, nem mesmo para pregar o evangelho.
4. Música evangélica pode ser profana?
* Se a música evangélica, traz conteúdo herético, ou seja, que contradiz a sã doutrina, e difunde ensinamentos nocivos a vida espiritual, mesmo que camuflados de mensagem bíblica, então ela é profana.
* Mesmo que tenha uma letra cristã, mas, se sua melodia( a música propriamente dita) é de uma música secular, então não é sacra. Sua melodia não foi composta para louvar a Deus, o Senhor Jesus é perfeitamente capas de te dar uma melodia que se encaixe com a sua letra.
* Se a origem da sua letra, ou melodia, ou de todo o conjunto for de origem não cristã, de inspiração maligna, então ela é profana. Cantar música na igreja como neste caso, e como no caso assima, e profanar o lugar escolhido para adoração, é trazer fogo estranho( Números 26.61 ).
* É profana quando não é Cristocêntrica.
* E quando executada, não sendo para a Glória de Deus, quando é um instrumento de exibição da vaidade humana, de espetáculo de carnalidade, ela mesmo não sendo em si profana, mas, nas mãos de um profano ela se torna profana.

4. Posso cantar e ouvir música secular?
Desde que não seja profana sim, mas é preciso ser muito seleto quanto ao que se ouve.
Até que ponto uma música secular, é apenas uma música secular, e não profana?
Música instrumental, geralmente não possui uma mensagem com palavras, mas, a música não exprime apenas palavras, mas sentimentos também. E isso se dá através da melodia, não dá letra. Então se pergunte, que sentimento está música te comunica? Será que é benéfico ou maléfico?
De certo a música secular, não vai contribuir em nada positivamente, para a sua vida espiritual, mas, desde que ela não seja maléfica para a sua vida espiritual, sentimental e moral, ela poderá ser ouvida. Mas, minha recomendação é que aquele que escuta e canta música secular, não a escute como um fã, nem como uma pessoa do mundo( sem analisá-la). Mas, que dê preferência a música cristã, procure aprendê-la, ouça também música evangélica, mas, siga o mesmo discernimento como uma música secular, não escute como fã, seja seleto, e procure aquela que te aproxima e inspira em ti vontade de se aproximar de Deus.

5. A música secular tem alguma influência espiritual negativa na minha vida?
Em si a música secular que não é profana, pode te influenciar negativamente, nas, seguintes condições:

A). Quando você se torna um fã(isso também vale para a música evangélica).
Fã é uma palavra diferente e branda, para adorador de ídolos. Todo o fã tem um ídolo, um deus. Você gostar das músicas de uma banda é uma coisa, outra coisa é idolatra-la, ser uma Tietê, ficar observando, ser um seguidor dela.
Porque além de ser idolatria, isso começa a te influênciar no seu modo, de ser, de agir de pensar.

B). Quando você não é um estudioso da Palavra de Deus, e não tem uma vida de comunhão com Ele.( Salmo 119.9/1.1 a 3)

O seu conhecimento da Bíblia e a presença do Espírito Santo em sua vida, é um filtro eficaz, contra toda a mensagem do inferno, que possa vir a te ser comunicada através da música.
Se você não tem este filtro, sua mente se torna uma esponja, absolvendo toda e qualquer ideologia do inferno te comunicada através das músicas seculares, profanas e pseudo evangélicas.

C). Quando não é seletivo, e é passivo as mensagens a ti passadas.
Tendo este filtro que te falei acima, a presença do Espírito Santo em sua vida te tornará ativo, crítico e seletivo diante das músicas, terás os olhos abertos para discernir as armadilhas do inimigo, para se ver livre do laço do passarinheiro.
Por que a postura passiva, diante das mensagens pode te prender a laços mentais, espirituais do qual você terá depois muita dificuldade para sair. Lembrem-se que estamos lutando contra um inimigo que não vemos, mas, que se espreita por trás de vários marionetes e ferramentas, manipulando pessoas e situações e a gente não percebe. Porque olhamos com simplicidade para as coisas que estão em volta de nós, e não percebemos que estamos sendo atraídos pela serpente, estamos sendo puxados por cordas de sentimentos, seduzidos pelas idéias ( filosofias, ideologia, etc..)
Efésios 6.10 a 13.

D). Quando se tornam um vício.
Tudo o que pode ser usado para te afastar da vontade de Deus, será usado por Satanás. Isso também acontece com a música, ritmos contagiantes, estilo populares, letras que grudam na mente, às vezes por ser boa e muito bonita, às vezes por ser repetitiva( este é o caso em sua grande maioria das músicas profanas)
Você também se vicia em música, seja num estilo musical, ou nas músicas de uma banda, dupla ou cantor. Isso te prende com um laço, compromete seu modo de pensar, seus sentimentos, seu discernimento, suas escolhas, etc..

E). Quando você troca a música cristã pela secular.
 Há crentes que só cantam hinos na igreja, porque tem que cantar, se por estar participando de um conjunto, ou por ser hinos oficiais(como os da harpa cristã), mas, em casa e no seu dia a dia só ouve música secular.

F). Quando se torna um estilo de vida.
Palavras como funkeiro, metaleiro, gótico, emo, sambista, entre outras, não representam apenas estilo de música, mas, para muitas pessoas, é um estilo de vida. Determinando, seu modo de falar, agir, vestir, de enchergar a vida é interpretar o que acontece ao seu redor.
O exemplo de vida do cristão é Cristo, seu estilo de vida flui da inspiração do Espírito Santo em sua vida( Galatas 5.22 a 26/2.20).

6. E a música profana?
Se a música secular simples que não é profana em si(ou na sua essência e conteúdo), tem potencial de influenciar negativamente na vida de uma pessoa, a música profana nem se fala.
Mas, muita das vezes são as que pregam na mente da gente igual chiclete. O conteúdo é o mais deplorável possível, e geralmente é a que cai no gosto popular. O cristão não deve ficar remoendo estas coisas na mente, geralmente procuro não dar crédito, pois quanto mais a gente pensa no assunto, mais ela gruda na cabeça. Penso que um dos segredos é quando ouvir não ficar nervoso tentando não pensar nelas, é só não dar a ela a atenção, pois se ficar nervoso remoendo ela na cabeça, mais ela tende a ficar na memória.
Não, o cristão não deve cantar, pois ele é templo do Espírito Santo, e quando canta ele usa suas cordas vocálicas para profanar a si mesmo, contaminando com isso o templo do Espírito Santo ( 1 Coríntios 3.16,17).
Como efeito negativo, ela esfria a fé do cristão, pois afugenta o Espírito Santo, ao contaminar seu templo. Ai o desejo de congregar de estar em comunhão com os santos se vai, ele não consegue entender, mas, a música profana é um vento, que assopra e apaga o fogo, o fevor, do coração do crente. Essa observação serve também para a música secular simples, quando a mesma é usada de forma indevida de forma a ser também profana, quando você se encontra nas condições que listei na quinta pergunta.

7. Quando minha música é uma adoração?
Diante destas indagações acima, chegamos a conclusão, que em termos de profanação até mesmo a música dita " sacra", pode ser profana se aquele que faz uso dela não tiver como objetivo real e supremo de adorar a Deus, de promover e enaltecer o Reino de Deus.
 Concluímos que uma música evangélica, também pode ser tanto secular quanto profana hoje em dia e ao mesmo tempo ser chamada de evangélica, quando na verdade não é. Pois hoje dá se este título de música gospel a qualquer canto, desde que as pessoas que o executam, se digam cantores evangélicos.
O verdadeiro adorador, disse Jesus, adora ao Pai em espírito e em verdade(João 4.23). Então, quando o seu cântico é verdadeiro e guiado pelo Espírito Santo; quando não tem conteúdo profano ( heresias, distorções na Palavra de Deus, mensagens extranhas ao meio cristão e extranhas a mensagem bíblica) e quando a sua vida não é profana e o seu propósito ao cantar não é profano. Então neste momento a sua música é uma adoração.

Leia mais...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...