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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Série Creio 6: Perdão dos pecados, Salvação e justificação...

6. No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9).
a). "No perdão dos pecados". Parece desnecessário dizer o que vou dizer aqui, mas, muitos encaram pecado como uma coisa meramente religiosa, e é fato que a palavra pecado seja usada apenas em campo religioso. Mas, é também um fato, não considerado pelas, pessoas que o pecado não é um delito apenas religioso, ele é crime em caráter universal, por isso o pecador é tão criminoso e digno de condenação quanto um assassino. Mesmo que não seja criminalizado( ou posto como crime em um código civil, de um país), todavia diante do governo eterno e universal de Deus, ele é e sempre foi crime, com sentença certa, a qual é a morte. A religião é uma forma de cultuar a Deus, mas, ela não detém ou limita a área de atuação do mesmo. Não somos culpados pela quebra de um rito, mas, de um crime contra a criação e o Criador. Você não pode deixar suas questões morais engavetadas no armário dá secretaria da sua congregação, dá sua igreja, ela vai e está com você desde o raiar de sua idade moral.
É necessário dar ênfase neste e em outros aspectos do pecado, para que não venhamos a dormir quanto a nossa necessidade de santificação diante de Deus. E para valorizarmos o feito de Jesus por nós, perdoando os nossos pecados. Crer que Deus nos perdoa implica numa vida de gratidão, e entrega a Deus, implica em saber qual o peso que este mal tem sobre nós, sobre as nossas vidas, e saber o que significa o que Deus fez em Jesus por nós.
b)"Na salvação presente e perfeita".
A salvação que Jesus nos garante, é perfeita porque ela não trata apenas do perdão dos pecados, mas, dá solução do problema que é o pecado. Porque é salvação, não é alforria apenas, nem mesmo anistia apenas. Perdoar um criminoso, sem procurar recupera-lo para que ele se torne um cidadão de bem capaz de viver entre os justos, sem voltar a encontre em crimes, ainda até maiores, é ineficaz.
Por isso a salvação concedida por Deus, através de Jesus, tanto no sentido de perdoar os seus pecados, como no sentido de reconciliar o homem com Deus (Romanos 5.1). Este reconciliar implica em ele não estar mais em rebeldia contra Deus, e isto é profundo pois não é uma reconciliação externa,  e sim interna, feita na alma, por isso digo que é uma reabilitação, porque não tem como Rei perdoar alguém que se manterá em rebeldia contra Ele, ou conceder o perdão dos crimes a alguém que não esteja arrependido e disposto a não voltar a sua vida de crimes.
c)."Na eterna justificação dá alma". Assim como nossos pecados são sentenciados com condenação eterna, também somos justificados com justiça eterna. Eterna porque quem nos justifica é o Eterno que é Deus. A justificação é o ato governativo do Rei, de declarar aquele que confia em Jesus de todo o coração, como justo. Porque o castigo devido aos nossos crimes já foram espiados em Jesus.
1 João: 2. 2. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo. - Bíblia JFA Offline
d) "recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor".
O perdão dos nossos pecados, a salvação perfeita e a eterna justificação, são dádivas que Deus através de seu Filho Jesus, nos concede gratuitamente, não é por esforço, nem por obra de caridade que poderemos alcançar o que nós temos alcançado de Deus. Isto trás muita confusão às pessoas que ainda não entenderam a graça de Deus, porque no caminho dá graça entra muitos criminosos, pessoas descriminadas e demonizadas não só pelos religiosos, mas, por todos até mesmo por aqueles que lhe são iguais. Mas, a grande diferença é que estes se arrependeram de sua vida de crimes e erros e procurando em Cristo Jesus encontraram descanso de suas almas. Mas, aqueles que são "bons" e "retos" aos seus próprios olhos, que fazem suas caridades, que possuem demais justiça, demais retidão, não conseguem achar descanso em Jesus, pois ainda não se encontram cansados demais para desejarem descanso e alívio de suas cargas. Estes que são aos seus próprios olhos retos e justos a sua própria justiça lhes basta, de forma que também não almejam alcançar nada de Cristo, pois não desejam ser justificados. Assim passam a condenar severamente aos demais, e não sabem os mesmos que não são nem um pouco justos, mas, são maus e tão dignos do fogo do inferno quanto aqueles que eles condenam, no entanto aqueles por se reconhecerem como tais, buscaram em Jesus e encontrarão perdão, justificação, reconciliação, restauração e vida com abundância. Coisa que os outros não poderão encontrar.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Ponto a considerar 15: "...O Diabo e seus anjos..."

Mateus: 25. 41. Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos; - Bíblia JFA Offline

A palavra anjo tem origem no termo grego ággelos que significa mensageiro. Olhando por esta lógica, vemos que muitos se tem feito anjos do Diabo, e não é presunção minha dizer que o inferno também foi feito para estes.
Muitos de nós se tem feito seus anjos, seus mensageiros, seus ministros, porque infelizmente muitos cristãos, deixaram de ministrar a vontade de Deus, e ministram a vontade de Satanás, outros nunca chegaram a conhecer a vontade de Deus.
Muitos de nós chingam, amaldiçoam, escarnessem, exploram a fé dos leigos e simples, roubam e extorquem o dinheiro dos fiéis, dizem que Deus diz quando Ele não falou, não perdoam, não amam, assacinam, se embriagam, são sensuais, avarentos, mentirosos, não pregam a Bíblia de forma honesta, mas, sim com conveniência carnal, cheios de cobiça, torcem as verdades santas para agradarem a carne, faz concessões dá mesma para agradarem os homens. E ainda tem a tranquilidade de dizer, que são servos de Deus, ungidos ( são Saus), homens de Deus, profetas, eu me entristesso em concluir que muitos de nós, somos na verdade filhos do inferno.
Sabemos que o texto se refere a anjos que seguiram a Satanás, e não a homens, mas, assim como o mestre Jesus se referiu aos ministros das igrejas da Asia como a anjos ( Apocalipse 1.20/ 2.1,8,12,18/3.1,7,14  ). Não seria impróprio a mim dizer, que além de anjos (seres espirituais celestes) este texto também se estende a todos aqueles que são ministros e mensageiros do diabo mesmo sendo os mesmos homens. No grande dia algo que me chama a atenção é que Jesus diz, que muitos dirão naquele dia: 'Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos milagres?"(Mateus 7.22,23) Ou seja, estaram até mesmo achando que são ministros de Deus, todavia a resposta de Jesus revela o verdadeiro caráter de suas obras, e o tipo de relação que o Senhor tem com eles.
Primeiro Ele diz,"nunca voz conheci", ou seja, Ele não é e nunca foi Senhor e Mestre dos mesmos, e eles não são seus servos, seus anjos, seus ministros.
Segundo Ele diz,"apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade", vemos então que tudo o que realmente procediam d'Eles, era iniqüidade. Iniqüidade é a forma do pecado quando é praticado contra o próximo, ou seja do próximo estorquiram, mentiram, manipularam entre outros crimes, e crimes dos quais até pensar neles trás aflição a alma.
Mas, aí vem a pergunta, mas, eles não profetizaram, expulsaram demônios e fizeram milagres?
Tenho quatro respostas para isso.
1. Quando os discípulos voltaram dá missão evangelística a qual Jesus os encubera, eles estavam alegres, pelo fato de terem expulsado muitos demônios em nome de Jesus. Mas, o Mestre lhes apontou um motivo maior para se alegrarem, que era ter o nome escrito no livro da vida.( Lucas 10.17 a 20  ) O demônio sai, é no nome de Jesus, mas, e a vida de quem o expulsou será que esta garantida na eternidade? Muitos destes( não posso dizer por todos, Deus sabe quem são os d'Ele), procuram é glória e fama humana e já a encontram em seus ministérios, por isso já receberam o seu galardão aqui. Por isso diante de Deus não precisam esperar que receberam alguma coisa.
2. Toda a vez que alguém era curado por Jesus, Ele lhes dizia, "a tua fé te salvou", era a fé deles em Jesus, que abria a porta para o Mestre operar maravilhas. De igual modo quando ministramos a cura, o enfermo é curado por que crer em Jesus. Mas, muitos em seguida começam a propagar seus próprios nomes, e buscar a sua própria glória.
3. Na época de Josafá e Acabe, reis de Judá e Israel,  num dia estavam reunidos os dois reis para saírem em guerra, e então reuniram todos os profetas do Senhor, para saberem a direção de Deus, mas, o Senhor havia permitido um espírito de engano falar no lugar do Espírito Santo na boca dos mesmos, porque Acabe era um rei ímpio e Deus já se posera contra ele para o matar( 2 Crônicas 18.1 a 27  ). Seria impossível que o Senhor fizesse isso hoje em dia? Diante de tantos homens soberbos que se autodenominam profetas de Deus? Talvez até tivessem sido no início de seus ministérios, mas, assim como Balaão se venderam para Satanas( Números 22,23,24/2 Pedro 2.15 Judas 11/ Apocalipse 2.14). Pensam como Sansão que ainda possuem o Espírito de Deus dentro de si, mas, Ele já foi a muito tempo ( Juízes 16.1 a 22 ).
4. Profecias, expulsar demônios e operar sinais e maravilhas, são operações de Deus, feitas em nome de Jesus, logo não são obras de quem os ministra, eles são apenas vasos. Mas, quando contrastamos está passagem com a parábola onde o Rei separa os bodes das ovelhas, nela vemos quais são as obras dos homens, às quais Jesus se refere como iniqüidade, lá diz:"Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai- vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos;  porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; era forasteiro, e não me acolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo, e na prisão, e não me visitastes.
 Então também estes perguntarão: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou forasteiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos?Ao que lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixaste de fazer a um destes mais pequeninos, deixastes de o fazer a mim. E irão eles para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna". - (Mateus 25.41 a 46).
Vejam que não é porque sinais e prodígios se realizam por suas mãos, que você está fazendo a obra de Deus, mas, sim quando ampara o próximo em suas necessidades, não lhe negando nem a Palavra de Deus (a qual produz vida) e nem o pão.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Série Creio 5: Novo nascimento

5. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8).

Quando algo é necessário é porque sem ele não pode dar certo. Aplicando isto ao Reino dos Céus a sua e a minha entrada nele jamais será possível se não nascermos de novo. Muitos pensam que por serem batizados quando infantis na época em que ainda não tinham discernimento de nada, são filhos de Deus e possuem o Reino dos Céus por herança. Na verdade se não experimentarem o novo nascimento estão em profunda ilusão, porque já começaram errado, pois a Bíblia diz que é batismo de arrependimento, e em outra passagem diz que é necessário primeiro crer para depois passar pelo batismo, outro ponto é que o batismo é apenas simbólico, mas, como pode simbolizar algo que não ocorreu? ( Marcos 1.4/16.15,16   )
Outros até se batizam depois de velho tendo feito antes uma confição de fé, todavia sem ter se convertido genuinamente a Cristo Jesus. O novo nascimento começa no coração de Deus, porque ninguém que nasce de novo nasce da vontade da carne ( João 1.12,13 ). Mas, se efetua quando o homem é convencido do pecado pelo Espírito Santo, se arrepende do mesmo, e crendo em Jesus através do evangelho vindo a se converter a Cristo Jesus como seu Senhor e Salvador, passando a segui-lo com todo o seu coração.
O homem cristão que não é convertido a Jesus conforme as escrituras, não é nascido de novo.
No cristianismo institucional, há muitos conversões a religião e suas doutrinas, tradições, supertições, mas, não a Jesus. Destes surgem os fanáticos, carregados de loucura e ódio, que tanto macularam a história do cristianismo através dos séculos e ainda o fazem. A história da igreja é uma história em muitos casos de vergonha, por causa destes conversos a religião e não a Jesus. Dos tais nunca foi, nem há de ser o Reino dos Céus, pois jamais nasceram de novo. Porque da conversão de muitos na época em que a Igreja Católica era forte, se deu essa conversão através da espada e da força papal e dos imperadores, ou seja, foi conversões pela vontade do homem, logo não foi da vontade de Deus (ainda que falassem assim).
Mesmo hoje quando não há a imposição, muitos se convertem a religião e não a Jesus, a diferença vemos pelos frutos, pois aquele que é nascido de Deus, tem as virtudes do fruto do Espírito manifestas, são dóceis, tratáveis, humildes, submissos( no tocante aquilo que não contrária à vontade de Deus e as suas convicções) não são iracundos, não são sensuais, não são avarentos, não são soberbos. Posto que contrastarmos os que nasceram de novo com a maioria dos cristãos, vemos que vivemos no meio de uma geração apostata.
Se hoje creres em Jesus como Filho de Deus, Senhor e Salvador de sua vida com todo o seu coração conforme as Escrituras, serás salvo e integrado ao Reino de Deus. Mas é lícito que se arrependa e se converta a Ele crendo em fé genuína ou seja de todo o coração( não de boca, por impulso ou tradição)que Ele pode te salvar.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Série Creio 4: Todos pecaram...



4. Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3.23 e At 3.19). 

* Se por pecaminosidade o crédulo querer dizer a capacidade humana de pecar, discordo, pois o texto bíblico diz, que"todos pecaram", ele não diz " todos são capazes para pecar".
Segundo no versículo 23 do capítulo 3 de Romanos, Paulo encerra um discurso sobre a universalidade do pecado, no qual ele descreve uma conduta, consciente, livre e moral dos homens contra Deus.Primeiro ele descreve os atos dos gentios, depois os judeus, e conclui então com todos.
*Se por pecaminosidade o crédulo querer dizer, a natureza decaída e doente herdada de Adão, descrita em termos bíblicos pela " morte passada a todos os homens". Deus não nos culpa pela nossa natureza, e sim pelos nossos pecados. Deus em sua justiça inequívoca jamais julgaria-nos por algo com o qual nascemos, uma vez que nos foi imposto, mas, e isso digo com respeito a natureza decaída. Mas sim, Ele nos julga, quando em solidariedade, andamos nos mesmos caminhos que nossos pais.
* Se por pecaminosidade o crédulo querer dizer, o estado moral em que todos se encontram, porque todos pecaram, aí sim, tenho tranquilidade para concordar, pois é isso somente e nada mais o que o texto de Romanos 3.23 diz. Já o texto de Atos 3.19, citado como base apenas chama os pecadores ao arrependimento.
* É necessário que todos os homens reconheçam sua situação de miséria e rebeldia contra o Senhor Deus, percebam que a vida que levam lhes resultará em amarga condenação eterna. E se arrependam, isso é, mudem seus corações, seus caminhos, sua conduta diante de Deus, e passem a crer em Jesus como único e suficiente Salvador.
Porque único e suficiente Salvador? Porque não há necessidade de que outro sacrifício seja feito, de outro intercessor, outro mediador, pois o que Jesus fez o seu sofrimento e sacrifício foi suficiente para que todo aquele que nele crer não pereça, mas, tenha a vida eterna.
João: 3. 16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. - Bíblia JFA Offline
Atos dos Apóstolos: 3. 19. Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor, - Bíblia JFA Offline
*O que é redimir? O crédulo diz que a obra do Senhor é expiatória, ou substutiva, ou vicaria todas estas palavras dizem ou traduzem a mesma ideia, a de que Cristo morreu por nós, quando ainda éramos pecadores.
Romanos: 5. 6. Pois, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios. 7. Porque dificilmente haverá quem morra por um justo; pois poderá ser que pelo homem bondoso alguém ouse morrer. 8. Mas Deus dá prova do seu amor para conosco, em que, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós. - Bíblia JFA Offline
Mas, após o crédulo dizer que a obra de Jesus é expiatória, ele também afirma que ela é redentora. A palavra redemir, ou remir tem o mesmo significado de resgatar. Resgatar é salvar, livrar, restaurar.
Jesus veio," buscar e salvar o que se havia perdido" ( Lucas 19.10  ), Ele veio ao resgate de sua criação, a qual havia se desviado e se corrompido. Ele veio a fim de curar os enfermos, chamar para dentro aqueles que foram excluídos, para fazer o miserável assentar entre os reis da terra. Ele veio para restaurar o templo, já corroído pelos ventos do mal, da injustiça, da infidelidade, da mentira, do orgulho, do egoísmo, e de toda a sorte de pecado.
Ele veio "para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;" (Isaías 61.1).

domingo, 1 de janeiro de 2017

Os três testemunhos do nome de Jesus!

Porque concordo com a transliteração do nome de Yeushua para Jesus?
 Minha defesa do nome de Jesus, não recorrera ao grego, nem ao aramaico, nem ao hebraico. Se meu argumento assim não for suficiente, nada mais poderei dizer, falo a humildes leitores e não a arrogantes( lembrando que arrogância difere de convicção). Para a defesa minha darei três testemunhos:
1° . O testemunho da história triunfante da Igreja pelos séculos.
2°. O testemunho do Espírito Santo ao nosso favor. Quem em sã consciência pode negar isso, sem correr o sério risco de desprezar a pessoa amada do Espírito Santo?
3°. O testemunho da Palavra.
* 1°. O testemunho da Igreja Triunfante.
Desde o primeiro século, do segundo passando pela Idade Média, Idade das Trevas, os diversos mártires, diversos País da Igreja, com John Huss, Savonarola e todos os Heróis da fé cristã, sempre o nome de Jesus foi da forma como pronunciado por cada um deles, foi poderoso, Santo e transformador. Temos a vida de Lutero, Calvino, Wesley, George Whitefield, e muitos outros reformadores e santos homens de Deus profetas de Deus, que jamais poderiam, estar enganado, pois a Escrituras lhes assegura: " Certamente o SENHOR Soberano não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas. " Amos 3:7
Não, jamais Deus lhes permitiriam por mais de um milênio, permanecer enganados, a respeito de algo tão sério como a adulteração do nome de seu Filho. E não deixou, pois foi poderoso ao usar os seus servos.
A história da Igreja, mostra o poder transformador do Evangelho pelos séculos, transformando vidas, cidades, e nações inteiras, mudando o rumo da história, como o fim da escravidão( que ocorreu na inglaterra por influência de John Wesley) e  os servos seus que foram usados até mesmo na ciência. A cura, a libertação, a ressurreição de mortos, a restauração de famílias, casamentos, laços e amizades. Quantas pessoas foram libertas, dos vícios, do cativeiro da macumbaria e da feitiçaria, do poder dos demônios, e do poder dos homens idemoniados. A Igreja Histórica, reformada, Pentecostal e etc..., pode e esteve enganada a respeito de muitas coisas, mas, a poderosa história da Igreja, que ficou marcada pelos séculos que se passaram, nos assegura, que Ela jamais esteve enganada e jamais poderia estar, a respeito do nome de Jesus. Temos o testemunho da história.
A). Se a igreja estivesse enganada a respeito do nome de Jesus, isso significaria que as portas do inferno prevaleceram sobre ela. E a Bíblia diz que as portas do Inferno jamais prevaleceram contra a igreja (  Mateus 16.18 ).
B). Se o cristianismo estivesse enganado a respeito do nome de Jesus, isso significaria que estamos expulsando demônios pelo poder de um nome de demônio. Uma vez que a Bíblia diz em 1 Coríntios 10. 20 e 21, que os ídolos são demônios, se o nome de Jesus, não é o nome do Filho de Deus, logo este é um ídolo e sim um demônio.
E se expulsamos demônios pelo nome de um demônio, então está o inferno dividido, e estaríamos contradizendo as escrituras que nos assegura, que um reino dividido não pode subsistir.
"Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: "Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e uma casa dividida contra si mesma cairá. Se Satanás está dividido contra si mesmo, como o seu reino pode subsistir? Digo isso porque vocês estão dizendo que expulso demônios por Belzebu. Se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam os filhos de vocês? Por isso, eles mesmos estarão como juízes sobre vocês. " ( Lucas 11.17 a 19).
Logo Satanás está dividido, só que não é está a verdade. Não em relação ao reino de Satanás, mas, é o que com estas heresias ele procura fazer com o "Reino de Deus", mas, ele já está derrotado, porque ele pode até parecer que está conseguindo, mas, não está.
Joao 15:20, 21- "Lembrem-se das palavras que eu lhes disse: nenhum escravo é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também perseguirão vocês. Se obedeceram à minha palavra, também obedecerão à de vocês. Tratarão assim vocês por causa do meu nome, pois não conhecem aquele que me enviou."
Se pregamos em outro nome porque então cai sobre nós a irá do mundo?

2°. O testemunho do Espírito Santo.
"Nós aceitamos o testemunho dos homens, mas o testemunho de Deus tem maior valor, pois é o testemunho de Deus, que ele dá acerca de seu Filho. " 1 João 5.9
 Este é o mais eloquente e firme dos testemunhos. Os primeiros cristãos viram nele o selo da aprovação de Deus em toda a decisão tomada pela Igreja. Pedro quando pregou o evangelho aos primeiros gentios, viu que enquanto fala a palavra de Deus, eles receberam o batismo com o Espírito Santo, isso foi lhe mais do que suficiente para que também viesse a lhes batizar em água. Porque se o Espírito Santo havia aprovado, quem era ele para dizer ao contrário ( Atos 10.25 a 48/ Atos 15.8). Quando em Atos 15 ouve um consílio no qual ficou decidido o que a igreja haveria de cobrar, com respeito a conduta dos novos convertidos gentios. Tiago e os demais apóstolos e anciões disseram para colocar na carta que Paulo e Barnabé levaria, as seguintes palavras. " Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós"... (Atos 15.28) Logo o testemunho do Espírito Santo sempre foi sinal do selo da aprovação de Deus. Não estou falando de gente emocionada nem de fogo estranho, mas, da pessoa do Espírito Santo. Não estamos falando de um grupinho de fanáticos reunidos, com pseudo profetas falando segundo os seus corações, segundo as suas carnes, mas estou falando de toda a cristandade. Ai você pode questionar um pequeno grupo, mas, poderás questionar a todo o cristianismo com o peso do Espírito Santo? De seu testemunho?
Por testemunho do Espírito Santo, quero dizer da ação d'Ele por meio da igreja, confirmando ou reprovando.
Pregamos, curamos, expulsamos demônios, profetizamos, operamos sinais, milagres e maravilhas é na virtude do Espírito Santo. É pelo agir do Espírito Santo em nós. Mas, a Bíblia diz que é " em meu nome", disse o Filho de Deus, que fareis maravilha, e o Espírito Santo ópera segundo o nome para que este nome seja exaltado. E de maneira nenhuma Ele operária através de outro nome, pois a obra do Espírito Santo consiste em glorificar aquele que lhe enviou, e disse Jesus do Espírito Santo, " eu o enviarei." Vejamos os versículos que corroboram o que terminei de dizer:
I. Atos 1:8 -" Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra".
Logo o Espírito Santo, é aquele que operá ou capacita os crentes a serem testemunhas de Jesus. Ele não capacitará o crente para ser testemunha de outro, pois não dará aos crentes poder para serem testemunhas de Baal ou de qualquer outro.
II. Joao 14:26 - "Mas o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse. "
Ninguém pode receber o Espírito Santo, por outro nome, que não seja o nome do Filho de Deus. Logo afirmar que Jesus não é o nome do Filho de Deus, é a blasfêmia de dizer, que recebemos um espírito enganador, um demônio, por mais de um milênio. É dizer que não recebemos o Espírito Santo.
III. Joao 15:26 - "Quando vier o Conselheiro, que eu enviarei a vocês da parte do Pai, o Espírito da verdade que provém do Pai, ele testemunhará a meu respeito."
Ele é o Espírito da verdade, e não do engano, ele não testemunha para a oposição, para Satanás. Jamais ele testificara de outro nome, e se Jesus, não é Yehoshuah, então o Espírito Santo, não tem compromisso de testemunhar neste nome. E é o que Ele tem feito, a história da Igreja está repleta de capítulos e mais capítulos, mostrando a operação do Espírito Santo, a manifestação do seu poder, curando, salvando, libertando, operando sinais e maravilhas, em nome de Jesus, ou do nome correspondente do nome de Jesus em cada nação. Portanto não me venha, nesta hora, nesta altura do campeonato, dizer que estamos errado. Pergunte então ao Espírito Santo. Ou  estas louco para achar que o Espírito Santo é Espírito de confusão?( 1 Coríntios 14.33)
IV. Joao 16:13 a 15 -"Mas quando o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade. Não falará de si mesmo; falará apenas o que ouvir, e lhes anunciará o que está por vir.Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. Tudo o que pertence ao Pai é meu. Por isso eu disse que o Espírito receberá do que é meu e o tornará conhecido a vocês. "
Como é? "Ele me glorificara"... Ele é o espírito do engano ou é da verdade? Se é da verdade, como pode aprovar a adulteração do nome de Yeushua? Se é verdade que Jesus não é o nome de Yeushua? Como pode o Espírito da verdade se omitir por tanto tempo? E como pode Ele glorificar a outro nome? Tal postura, Deus não aprova e nem faz, é indecente de mais tal sugestão. Porque não é isto que vemos com nossos olhos? O Espírito Santo agir em nome de Jesus? Como pode alguém então dizer, que Jesus não é o nome do Filho de Deus?
V. Marcos 16:17 " Estes sinais acompanharão os que crerem: em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; ".
O " falarão novas línguas " se refere ao batismo com o Espírito Santo, não se pode receber o dom do Espírito Santo em outro nome. Pois foi o próprio Filho de Deus, quem condicionou o revestimento de poder a seu nome.

3. O testemunho da Palavra.
"E eu farei o que vocês pedirem em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho"( Joao 14:13).
Toda a base de meu argumento do início até o fim, foi na Palavra de Deus, sem forçar o significado dos textos. Jesus disse em João 17.17" Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade."
Se a Bíblia que nós cristãos cremos ser veementemente a Palavra de Deus, e se é na verdade que nós somos santificados, e se é dela que tenho extraído os textos os quais atestam que só o nome de Jesus( nome pelo qual o chamamos e Ele nos atende) pode glorificar o Pai( isto é Deus). Como então vemos atestado através da reforma protestante, dos grandes avivamentos os quais ocorreram por meio de John Wesley, George Whitefield, Charles Finney e o avivamento Pentecostal os quais usaram o nome Jesus, e falaram e ministraram no nome de Jesus? Como vimos então tais movimentos glorificarem a Deus o Pai?
Quem se opõem ao testemunho da Palavra e do Espírito Santo, alega que milhões que morreram em Cristo Jesus estão no inferno, mesmo que venha a negar, mas, é isso que as suas declarações leva-nos a deduzir. Digo isso, pois, a Bíblia diz que quem aceita a Jesus recebe o Espírito Santo, e Ele permanece nos salvos como um penhor, ou garantia de que serão salvos.
2 Corintios 1:22 - "nos selou como sua propriedade e pôs o seu Espírito em nossos corações como garantia do que está por vir."
2 Corintios 5:5 - "Foi Deus que nos preparou para esse propósito, dando-nos o Espírito como garantia do que está por vir. "
Atos 2:38 - "Pedro respondeu: "Arrependam-se, e cada um de vocês seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos seus pecados, e receberão o dom do Espírito Santo."

Temos estas três testemunhas que não podem falhar, sabemos que o cristianismo se corrompe, mas, não o Espírito Santo. E Ele é o responsável por manter a noiva imaculada e adornada para o grande encontro com o Cordeiro nas alturas. Por isso assegura a pureza da Biblia, para que possa por meio dela também manter a pureza da Igreja na verdade.


Série Creio 3: Concepção Virginal de Jesus, morte, ressurreição e ascensão

3. Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9).

A). "Na concepção virginal de Jesus". Diferente do catolicismo romano não acreditamos dignamente numa "Virgem Maria", mas, sim que a verdadeira Maria, mãe de Jesus humano, o teve quando ainda era virgem, quando ainda não havia se unido sexualmente a José seu marido. Mas, depois do nascimento de Jesus, lemos em diversas passagem bíblicas dos evangelhos o registro de relatos de irmãos de sangue de Jesus (Mateus 12.46,47/13.55/ Marcos 3.31,32/6.3/Lucas 8.19,20/João 2.12/7.3,5,10  ). O fato de Jesus ter nascido de uma virgem é um ato de soberania sobre os deuses das mitologias babilonicas na qual também há histórias fictícias de deusas virgens dando a luz. Por isso quando descrevemos o nascimento de Jesus, o cremos conforme a Bíblia, e não conforme o dogma, pois a sustentação de uma virgindade perpétua, é base para a sustentação de uma deidade extra além de Deus o eterno e soberano Senhor Nosso.
B)." Em sua morte vicaria e expiatória".
A morte de Jesus foi expiatória, a palavra vicaria tem o mesmo sentido e ideia  de expiatória, ou seja é a substituição. Neste sacrifício Jesus é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo ( João 1.29 ). Ele nos substitui no sentido de que Ele morreu pelos nossos pecados, a palavra " pelos" indica que Ele não nos substituí se tornando um pecador, mas, permanecendo justo recebe em si a recompensa de nossos crimes( 1 João 2.2/4.10).A palavra "pelos" tem o sentido de causa, se Jesus morreu pelos nossos pecados, logo concluímos que a causa de sua morte foi os nossos pecados. Neste sentido Ele fez a expiação, não que literalmente morresse por cada um de nossos pecados, sendo eles muitos, teria que Ele morrer infinitas vezes, mas, sua única morte foi suficiente por que apenas Ela satisfez a justiça de Deus, ao contrário dos inúmeros sacrifícios que jamais poderás fazer alguma coisa a não ser figurar o único sacrifício Reale suficiente o do "Cordeiro de Deus".
C). "Em sua ressurreição corporal dentre os mortos".
Após a sua morte expiatória, Jesus conforme as escrituras ressuscita de entre os mortes. A sua ressurreição nos transmite esperança, pois antes de sua morte ele nos fez várias promessas, como a de nossa ressurreição, dá nossa Salvação Eterna,  da vinda do Consolador, dentre outras que não nos faria sentido, nem seriam reais, se a ressurreição não acontecesse. Mas, agora que Cristo ressuscitou, a nossa vida está garantida n'Ele, e sabemos que a nossa esperança e a nossa fé não é vã e toda as suas palavras não caíram por terra(1 Coríntios 15.20 a 23/ Romanos 6.5)
D)."Sua ascensão vitoriosa aos céus ".
Após ter ressuscitado, ficou entre os discípulos pelo tempo de 40 dias, dando instruções e reunindo a si o rebanho o qual havia se dispersado com a sua prisão e morte. Tendo dado suas últimas instruções no monte das Oliveiras, foi elevado aos céus a vista de todos, e foi ocultado de seus olhos por uma nuvem, neste mesmo instante dois anjos apareceram e lhes declararam a frase:" Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir." (Atos 1.1-12)
Está é toda a descrição do evento o qual cumpre a palavra de Jesus, na qual o mesmo havia dito que era necessário sua ascensão, para que viesse a cumprir a promessa de enviar o consolador(João 16.7/7.39).

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