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quarta-feira, 18 de março de 2015

Táticas do espírito do Anticristo. Parte 12.

12° Substituição encoberta do Cristo verdadeiro pelo Cristo Falso nos movimentos cristãos.

Um coisa é certa quando o Anticristo vier, muitos ficaram admirados e confundidos, pois ele satisfará a idéia de Cristo que o mundo espera e deseja. Enquanto isso não acontece, o espírito do Anticristo vem tirando de muitos movimentos cristãos o verdadeiro Jesus Cristo e o substituindo por um falso. Ele tem procurado tirar Cristo do cristianismo, não da igreja porque está é o corpo de Cristo. O corpo sem a cabeça está morto. Mas, está é a sua real intenção, tirando o Cristo verdadeiro do cristianismo vir com isso a atingir o corpo de Cristo que é a igreja.  E como isso tem si dado? É o que vamos estar abordando nesta reflexão.
 Já notava eu que o natal de Jesus já não existe em algumas denominações, porque alegam que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. E eu concordo, Ele não nasceu mesmo nesta data. Mas, quando é então que Ele nasceu? Se não sabemos com precisão então porque não comemorar nesta data mesmo? E porque não podemos, e não comemoramos então? Não esqueçam do que já tenho dito; " o espírito do Anticristo, ele ataca por todos os lados." Pois o natal do mundo já substituiu a figura de Jesus pela do Papai Noel há muito tempo, assim como na Páscoa substituíram Jesus pelo Coelho da Pascoa. E da mesma forma seguindo o caminho do mundo muitos movimentos cristãos o tem feito. Há a desculpa de ser dia de festa pagã, mas, será que os cristãos o fazem por motivo pagão? Se o fizermos como o mundo faz, só pra agradar a carne, ai sim posso concordar. Mas a igreja é que tem o compromisso com o evangelho, em dizer que Jesus veio e nasceu (natal) e viveu como homem a fim de nos dar o exemplo, e depois morreu para remissão dos nossos pecados e ressuscitou para nossa salvação e esperança da vida eterna ( páscoa). E estas datas, que ainda são comemoradas, mesmo que de forma errada, são para nós igreja ferramentas muito importantes na propagação do evangelho. E o que fazemos com elas? As estamos entregando nas mãos do opositor. É por isso que vamos abordar sobre como se da este fato e de que maneira o opositor tem tirado Jesus e introduzido um usurpador no lugar.
A). Exaltando a visão particular de cada denominação.
Muita das vezes a denominação cristã através de seus dogmas, e costumes acabam por o incutir em seus membros uma visão equivocada de Jesus. Esta visão entra em contramão a visão bíblica a qual é a única visão certa da pessoa de Jesus. Qualquer visão extra precisa passar pelo crivo da palavra de Deus, não contradizendo a mesma então pode ser aceita, mas, se vier a apresentar alguma oposição deve ser descartada. Não se pode forçar uma interpretação ou tentar adequar de alguma forma a visão bíblica a nossa visão.
Por isso o  opositor procura exaltar esta visão em detrimento a bíblica. Por que esta é uma visão falha de um Cristo falho. O Cristo da denominação pode ser e é dependendo da visão da denominação.
1. Legalista. Denominações legalistas, que primam pela observância de muitas tradições e usos baseando-os em sua maioria em textos isolados da Bíblia ou em interpretações forçadas da mesma, transmitem uma imagem de um Cristo também assim. O Cristo do legalismo ele se preocupa com essas observâncias mais do que com o amor ao próximo e dedica-se a disciplinar e excluir ao invés de salvar.
2. Avarento. Igrejas cujo foco é a vida financeira de seus membros, mostram um Cristo bem capitalista e materialista. Um Jesus que constrói templos suntuosos e de pura vaidade como o templo de "Salomão" construído pela denominação "Igreja Universal do reino de Deus", que extorqui o bolso dos fiéis não pra sustentar os necessitados, mas, para alimentar a ganância dos " exploradores da fé ". Esse Jesus desentoa com o bíblico, Jesus reconheceu a possibilidade do rico que não deposita sua fé nas riquezas de se salvar, mas, insentivou seus seguidores a ter um tesouro no céu onde o ladrão não rouba nem a traça come. "Vendam o que têm e dêem esmolas. Façam para vocês bolsas que não se gastem com o tempo, um tesouro nos céus que não se acabe, onde ladrão algum chega perto e nenhuma traça destrói" ( Lucas 12.33).
3. Ecumênico. A bandeira do ecumenismo nunca foi realmente a união das denominações cristãs, e sim das religiões. A denominação cristã que segue essa bandeira tem que admitir que "todos os caminhos levam a Deus" e por consequência que Buda, Alá, Jesus e outros nomes são todos nomes de um mesmo Deus. Logo o Jesus dessa igreja é um mentiroso, por que ele sai por ai condenando as pessoas através de suas religiões e de seus diversos nomes, é também um cara confuso pois ao mesmo tempo que ele diz algo no cristianismo, ele diz o contrário no espiritismo e no budismo.
4. Progressista. Progressismo é sinônimo de pós-modernidade. Uma denominação progressista defende as bandeira do politicamente correto, ou seja segue as correntes de pensamentos seculares. Nela todas as bandeiras humanistas tem o seu lugar, mesmo aquelas que são anti bíblicas.
Logo a imagem de um Jesus diferente do da Bíblia surge, ele não pode e não quer transformar as pessoas. Ele deseja que as pessoas se conforme com seu estado de miséria espiritual. Assim este falso Cristo é a cara de seu inspirador e não o Filho de Deus.
5. Denominacional e outros. É um Cristo que corresponde a visão ministerial, restrita e limitada da congregação. Isso digo para resumir, que o ambiente e as doutrinas, de uma denominação em particular podem e traduzem em muitas vezes uma visão errada e deturpada da pessoa de Jesus. E que o nosso inimigo fazendo uso disto procura doutrinar as pessoas fazendo as desejar, querer e imaginar um Cristo contrário ao verdadeiro Cristo de Deus, contrário ao Cristo da Bíblia. Não é a carne, nem o sangue que revela o verdadeiro Jesus e sim Deus o Pai(Mateus 16.16,17).
B). Exaltando a visão particular de cada pessoa.
Assim como cada denominação tem uma visão diferente de Jesus. Muitas pessoas também o tem. Muita das vezes temos uma visão parcial, incompleta de Jesus e isso é comum e normal, estamos num relacionamento com Deus e isto é feito de forma lenta e gradual. O problema não é a visão incompleta e sim a visão antibíblica. E é nesse foco que o opositor se esmera, exaltando ou seja, colocando ela como a certa acima da visão bíblica. Ele exalta a visão particular de cada um de Cristo, com isso ele relativiza a visão da pessoa de Jesus. E relativizando ele a desvaloriza.
Já vi um Cristo negro, coreano e conhecemos o mais famoso o europeu, mas, quando falo da visão particular de cada pessoa, falo de algo que vai além disso. Quando porém, vemos as pessoas que estão por traz destas representações de Cristo, percebemos então que há uma ideologia por trás de tudo isto.
O Jesus individual é manipulável, nunca contradiz a ninguém, é descartável a pessoa só o usa quando precisa do mesmo. Na maioria das vezes está visão particular de Cristo, parte do meio, é inspirada pelas ideologias predominantes e que mais influenciam a vida desta pessoa.Há Jesus marxista, Jesus niilista, Jesus espirita, e tem Jesus até mesmo na macumbaria africana, são fantoches das ideologias filosóficas e religiosas. Já falamos do Cristo denominacional, vamos refletir em ou na idéia de Cristo trazida por algumas correntes ideológicas.
1. Movimento negro.
Jesus não toma partido de nenhuma causa ideológica, por mais legítima que ela seja assim como a causa negra. Mas, nem tudo no movimento negro é legítimo, nem tudo é compatível com o evangelho, pois dentro dá idéia de consciência negra existe a determinação e preferência pelas religiões africanas e o culto aos seus deuses. Um Jesus do movimento negro concerteza é ecumênico e procura magia para ajudar seus eleitos. Isso é inconcebível ao evangelho genuíno.
2. Filosofia pós-moderna.
A visão de muitos filósofos sobre Jesus, trás uma idéia materialista, muitos vêem o como apenas um formador de opinião, um homem afrente de seu tempo um grande homem, mas, não como o Filho de Deus. Ja ouvi pensador dizer que Jesus era esquizofrênico, porque Ele falava com Deus e se dizia o Filho de Deus. Na filosofia pós-moderna não há lugar para o Cristo Filho do Deus vivo. Muitos cristãos não sabem, mas, quando vão contra a religião estam manifestando uma idéia enraizada de um filosofia pós-moderna de nome niilismo.
3. Progressismo.
Para movimentos como o gay, o feminista e o ateísta, o grande vilão é o fundamentalismo cristão, pois o mesmo depõem contra o " progresso ". Para os mesmos na época e no século em que estamos vivendo, os valores, princípios e doutrinas cristãs são uma pedra de tropesso a felicidade e as realizações das pessoas. Com isso alguns cristãos doutrinados por eles trazem consigo a visão de um Jesus que não deseja um novo nascimento, mas, que para o mesmo tudo esta bem assim como está, ele só pede para as pessoas não serem alcoólatras porque a sociedade assim o deseja também. O Jesus destes jamais ensinou a Nicodemos sobre o nascer de novo ( João 3. 1-21).
4. Espiritismo.
O espiritismo vê Jesus como um ser iluminado, aperfeiçoado e um espírito de luz. Eles não o vêem como o Filho do Deus vivo.
5. Islamismo.
 Para estes Jesus foi apenas um profeta. O Alá deles não é trino, portanto Jesus ta na mesma categoria ou até abaixo de Maomé.
C). Desprezando a visão bíblica.
O espírito do Anticristo já incutiu na cabeça de muitos que a palavra de Deus é um livro ultrapassado, fonte de discursos de ódio contra gays, negros e mulheres. Na idade média ele usou do catolicismo para proibir a bíblia aos leitores leigos e fora do clero. Assim hoje ele procura promover um crescente desprezo pela Bíblia , pois ele sabe que somente a visão de Jesus nela revelada, que é poderosa para poder libertar e transformar os homens. Já ouvi falar em bibliolatria mas, nunca cri ser isto possível. Pois a Bíblia diz que Jesus é o verbo ( logos, palavra), que a palavra santifica, e são elas que de Jesus testificam ( João 1.1/17.17/ 5.39). Sem a visão de Jesus que a Bíblia oferece, ele apresenta ao mundo e aos crentes adúlteros sua própria visão de Jesus de acordo com a conveniência de cada um.
D). Retirando o do centro de nossas pregações, estudos.
Não estou dizendo que não se ouve falar em Jesus, mas, em muito do que se ouve é uma visão secularizada, e mesmo quando o ministro tem uma visão bíblica, o centro todavia da mensagem é cada vez menos a pessoa amada de Jesus. Pregações triunfalistas, mensagens de auto-ajuda, o foco mais centrado no ego humano que no evangelho. E acontece de a pregação ou o estudo até ser cristocêntrico, mas, o Jesus que esta no coração e na visão do pregador não ser o da Bíblia.
E). Retirando o do centro de nossas canções.
As canções mais famosas do meio evangélico são de cunho triunfalista, positivista, materialista e com Jesus em segundo plano, o nome de Jesus nem sempre é evidenciado, o centro delas é o homem, não Cristo.
F). Retirando o do centro de nossas reuniões e comemorações mais importantes.
Já no início desta reflexão disse sobre o que foi feito da páscoa e do natal. Quando falo "retirando-o do centro", é por que não é mais em nome de Jesus, e sim ou em nome da denominação, ou em nome do pastor, do cantor, ou do ministério fulano de tal.
G) Incentivando o antropocentrismo.
Canções triunfalistas, pregadores egocêntricos e ou bajuladores de crentes, denominações com lideres que reinam e passam o reino para seus filhos, convenções ministeriais que para não perderem seus fiéis e seus dízimos abrem mãos da sã doutrina, dos princípios imutáveis da Santa Palavra de Deus. Se é o homem quem está no centro então onde fica Jesus?
H) Incentivando o culto ao corpo.
Até mesmo a aparência aparece mais do que Jesus, para vergonha nossa. O homem em seu antropocentrismo tem passado a venerar o seu próprio corpo, ouve de pouco tempo para cá um estouro de academias de ginástica e musculação. Igrejas se tornaram vitrines de moda e sensualidade. Não que o homem não deva cuidar de seu corpo e sim que Jesus deve vir e ser sempre o centro de nossa vida. Que o nosso corpo é o templo de sua habitação, e não um deus a ser adorado, nem mesmo instrumento de sensualidade.
I). Um deus chamado fé.
Expressões tais como," o importante é ter fé ", " o poder da sugestão ", "tem que ter muita fé", revela que para alguns a fé é que é o mais importante que o quê faz alguma coisa não é Deu,e sim, a fé. É um ideal que esvazia o Deus verdadeiro de todo o poder, e coloca este poder nas mãos do homem, ou melhor da sua fé. Elege a fé pessoal como um " deus" do homem é o homem como um "deus".
Quando na verdade a fé é apenas confiança em quem pode e faz realmente alguma coisa. Deus não precisa no entanto dela, ele apenas a exige como condição para a benção.

Concluindo, o inimigo procura sempre tirar Jesus de nossos corações, tirando o nosso tempo para ele através dos cuidados e ansiedades da vida, através das ambições mundanas, e por meio de seus mensageiros entre o povo santo. Estes mensageiros espalham mentiras em nome de Deus, e proclamam um outro Cristo, um outro evangelho, e isso nem sempre é feito de forma consciente. E depois da praga espalhada é preciso esperar a colheita para não arrancar o trigo com o joio( Mateus 13.25-30,36-43).

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