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terça-feira, 19 de março de 2019

Uma receita de avivamento

Todos querem falar sobre avivamento, mas, de longe se encheram com auxílio de binóculos aqueles poucos que estão dispostos a isso. Geralmente, não estamos cansados e sobrecarregados o suficiente para deixarmos os nossos fardos de orgulho e egoísmo em troca da cruz da abnegação. Há um Hino que diz,"quando tudo perante o Senhor estiver, e todo o teu ser Ele controlar, só então hás de ver, que o Senhor tem poder, quando tudo deixares no altar".
Eu estou disposto a Deus? Alguém pode me dar, uma receita de avivamento aí agora, mas, será que ele estará disposto a vivê-la? Eu te dou uma receita de avivamento, caseira e bem simples. Ela começa com profundo arrependimento, uma vida quebrantada perante o Senhor Jesus, oração, jejum, fé completa ou de todo o coração em Deus, e um coração disposto a Ele sem reservas de coisa alguma. Mas, e aí? Quantos estão dispostos a isso? Eu estou? Para minha própria vergonha reconheço, que não estou completamente disposto, e Deus o sabe. Se eu estivesse disposto não estaria aqui, mas, como o vento estaria eu sendo levado por Deus aonde Ele quer.

João 3: 8. "O vento sopra onde quer. Você o escuta, mas não pode dizer de onde vem nem para onde vai. Assim acontece com todos os nascidos do Espírito".

 Alguém pode dizer que a igreja de hoje é rica e que os irmãos não querem correr o risco de ter as suas posses confiscadas. Mas, a igreja de Atos também era cheia de pessoas com posses, mas, todavia muitos eram guiados pelo Espírito a vender as suas riquezas, para o sustento daqueles irmãos necessitados. Não temos muito o que aprender. Somos como o homem que morreu afogado porque esperava o resgate de Deus. Quando chegou ao céu o atrevido ainda quiz confrontar o Eterno, mas, foi repreendido quando Deus lhe lembrou das diversas pessoas que lhe quisera oferecer ajuda. De igual modo estamos a esperar que  avivamento venha, quando temos já tudo o que precisamos em nossas mãos. Mas, falta alguma coisa, disse Jesus para o homem rico( Marcos 10.21). E creio eu que é apenas um coração disposto a Deus sem reservas de coisa alguma.
Muitos jejuam, muitos são batizados com o Espírito Santo, muitos são pregadores que falam e suas mensagens são impactantes, todavia não se segue um avivamento. Porque bem sabemos que avivamento não é movimento, mas, sim os frutos de um movimento direcionado verdadeiramente pelo Espírito de Deus.
Eu ainda creio que o tempo é breve, e sei que um despertar real se manifestará nesta geração, o qual dará os seus frutos, não será um movimento de ondas, mas, será uma movimento de ceifas, onde multidões glorificaram o nome do Senhor. 

sexta-feira, 15 de março de 2019

Por ser a verdade.

Atos dos Apóstolos 4: 19. Mas Pedro e João responderam: "Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus. 20. Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos".

 Nós não cremos em fábulas artificiais criadas pelos homens, e por isso o nosso compromisso se torna maior, a nossa causa digna e necessária. A nossa fé precisa ser sólida e não líquida, pura e não misturada, perseverante e não momentânea.
É por ser verdade que está estamos nesta, alguns perseguidos, outros criticados e sensurados, muitos perderam a vida e muitos ainda perderão. Alguns governos e ideologias nos vêem como ameaça, conspiradores, se divulgam por aí calúnias a nosso respeito. A uma constante oposição a nossa mensagem, e um questionamento aquilo que cremos e professamos. Não temos a simpatia das pessoas ( isso também porque o nosso caminho não cabe simpatizantes, eles não tem parte, somente tem parte conosco aqueles que se comprometem com a causa de nosso Salvador),e se temos é fingida.
É por ser a verdade que tentam nos fazer  pensar diferente, que surgem tantas adaptações a fim de nós tornar aceitáveis, mudam os nossos nomes, nos ensinam as suas tradições, nos impõe leis(Daniel 1.3 a 8/ 3  ). Todo ódio, ressentimento, amargura, espanto, aversão que o mundo tem por nós, é porque somos portadores da verdade de Deus, que está em Cristo Jesus, que é Cristo Jesus. Já viu alguém dizer, " ele se acha o dono da verdade!" Pois é, está frase é sempre dita por aqueles, que não querem saber da verdade, e com respeito a nós expressa o sentimento do mundo. Muita das vezes há apelos até emocionados, a nossas convicções, e nossas afirmações com o intuito de nos constranger ou fazer-nos recuar da verdade.
Cremos em Jesus, o qual é Deus, e o Filho de Deus, que está presente aqui em nós na pessoa do Espírito Santo, que em seu nome temos a salvação, e pelo seu sangue derramado na cruz a redenção de nossos pecados.
Cremos que somos herdeiros com Cristo das moradas celestiais, que em seu nome expulsamos demônios, curamos enfermos, anunciamos o evangelho que é o poder de Deus. Cremos na realidade de um descanso Eterno para os eleitos e num tormento Eterno para os reprovados. Cremos que a Bíblia é a palavra de Deus, é inerrante, vista por homens errantes. E por isso e por toda a nossa fé, somos tidos como a escória do mundo, para a sermos o tesouro do Rei. Porque isso é a verdade.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Além da revelação

"Deuteronômio 29: 29. As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei."

Toda a ideia se diverge quando vamos para além da revelação. Sabemos que se tratando de teologia há muitas correntes, de pensamentos, e a divergência é tão grande que beira a heresia a opinião alheia. Mas, por que isso? É porque fomos em nossas reflexões e observações para além daquilo que nos está revelado, além das escrituras. O texto diz o seguinte, o que Deus revelou é para nós e nossos filhos, mas, aquilo que está oculto é só para ele. Não estou dizendo aqui, que não possamos desenvolver uma teologia, mas, apenas afirmando que toda a divergência existente na igreja no âmbito da teologia se dá em questões que ou não estão na bíblia; ou que estão na Bíblia, mas, escritas de forma obscura, ocultas; ou que estão implicitas, mas, não claras na Palavra de Deus; ou são apenas citadas, não ensinadas. E por estás quatro pedras existe os muitos tropeços. Podemos livremente desenvolver os nossos pensamentos segundo as diversas vertentes do pensamento teológico cristão, mas, não venhamos a condenar nossos irmãos por questões extrabiblicas, ou de assuntos onde paira dúvidas. Existe esta divergência digo dentro das igrejas cristãs sérias, não das seitas heréticas que também são muitas, mas, quanto a estás seus motivos em discordar já é sabido, que vem do inferno para confundir as mentes dos simples. Pois são deliberados contra a palavra de Deus, ao ensinar coisas que contradizem a mensagem da cruz ensinando um outro evangelho.
Vamos refletir agora em cada um destes tropeços:
1°. Questões que não estão na Bíblia.
E porque não estão? Por que Deus, não as quiz revelar, são de âmbito Divino e que estão a sua mercer revelar no devido tempo. Mas, a curiosidade humana, se mete em muitas expeculações. A doutrina por exemplo que explica como se dá a união entre o Jesus humano e o Jesus Deus, a doutrina da transubstanciação (doutrina católica que diz que o pão e o vinho, se tornam verdadeiramente a carne  e o sangue de Jesus). Talvez por um esforço intelectual, olhando a gramática e ortografia grega e hebraica, alguém possa fazer uma exegese provando por a mais b, que estás doutrinas e outras que eu não citei, são sim biblicas, mas, é forçado, não é claro definido, é algo que alguém pensa e procura extrair da Bíblia seu apoio. Não quero desmerecer as doutrinas acima, apesar que como protestante a doutrina católica da transubstanciação, não a aceito. Nem estou dizendo que são heréticas, mas, que são especulativas, nem digo que não devam ser ensinada por suas respectivas denominações, mas, que não se deve dar a elas o status de inerrantes, pois embora com um esforço intelectual alguém possa dizer que são de base bíblicas, todavia não o são e sim são apenas raciocinios humanos em torno de um tema, e nem são ensinadas na Bíblia.
2°. Estão escritas na Bíblia, mas, de forma obscura.
Este relato já nos foi adiantado por Pedro, no tocante aos inconstantes e ignorantes( 2 Pedro 3.15,16    ). Mas, no tocante ao assunto por mim proposto, não são inconstantes nem ignorantes( ainda que talvez este segundo se aplique mais). Porém devido a obscuridade de algumas passagens no esforço exegéticos de alguns amados irmãos,  acabam os mesmos por chagar a conclusões divergentes uns dos outros, onde uma palavra pode significar n coisas. Alguns olham zelosos todos os contextos, e os originais, mesmo assim não conseguem ser concisos em suas conclusões. Minha simples opinião é que,  se estão obscurecidos para nós, pessoas que não vivemos mais na época em que os originais foram escritos, e para quem os mesmo foram escritos, então deixemos assim. Pois de certo para eles não era, pois estava envolvido pelo contexto íntimo de seus destinatários. Contexto este que por ser de foro íntimo, só Deus para sabe-lo. Podemos pelas nossas investigações às vezes listar possíveis realidades, que explique algumas expressões. 
Outra opinião é que com respeito ao entendimento no qual chegamos após uma cuidadosa exegese do texto, não deve ser desprezado, principalmente se o mesmo alia-se a uma convicção pessoal. Todavia não acho conveniente brigar com o próximo sobre coisas que não estão claras, e se são assim é por Deus não nos a revelou, e as divergências teologicas, como já disse, partem de quando vamos além da revelação.
3°. Estão implicitas mas, não claras.
Ou seja, são palavras ou idéias que quando se lê o texto bíblico você percebe, que está idéia está ali, mas, não está assim tão nítido, a não ser por um examinar cuidadoso da palavra de Deus. E neste sentido, mesmo assim, carece de um longo elaborar argumentativo filosófico sobre a idéia implícita, para que possa alguém vir, a concordar. Quando falo que estão implícita, é que são doutrinas, que podemos deduzir ou saber que embora o texto não fale sobre as mesmas todavia, podemos compreender elas por meio deles, ou também podemos saber que o que eles originalmente defendem vem a abarcar tal doutrina. 
4°. São apenas citados, não ensinados.

A doutrina da eleição dos santos, é por vezes citados, em Atos dos Apóstolos (  Atos 2.47  ), por idéias como ": aqueles que se haviam de ser salvos", ou " eleitos segundo a presciência"(   1 Pedro 1.2), " vos predestinou n'Ele"(   Efésios 1.11 ), também a doutrina da Trindade na fórmula batismal( Mateus 28.19  ), bem como a própria fórmula batismal (  Atos 2.38 ), e outras doutrinas são citadas, mas, não desenvolvidas, e este desenvolvimento doutrinário que foi feito depois, foi o causador de divergências, pois cada um de seus desenvolvedores seguiu por uma vertente. Minha observação apenas é que não devemos brigar por questões secundárias ou terciárias a palavra, que sim devemos estar firmes e certos em nossas convicções, mas, lembrando que elas se baseiam em fontes que seguem as escrituras e não são elas, logo como tais são passíveis de falhas de seus autores. Hoje por exemplo a fórmula batismal se divide em por imersão, por aspersão, em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, ou apenas em nome de Jesus, no tocante a doutrina da eleição, tem aqueles que levam em consideração a preciência de Deus e outros dão ênfase na soberania divina.
 Neste texto não quero expor a minha opinião, nem impor a opinião mais correta, ou que eu ache, mas, apenas mostrar a incoerência na qual nós encontramos. Minha defesa e autocrítica neste campo é por causa de nosso compromisso diante do Senhor Jesus de sermos suas testemunhas ( João 17.21/ Atos 1.8   ). Se as nossas divergências de idéias se restringisse ao campo das ideias e não se traduzisse em sentimentos inflamados, divisões e guerrilhas, talvez não estaria aqui escrevendo este artigo. Porque todas estas dissensões trazem consigo, a característica da falta de amor, revelando ou contradizendo aquilo que Jesus disse sobre o seu amor, ser em nós a marca genuína de seu discipulado ( João 13.34,35  ). Pois no campo das ideias, sempre vai haver divergências e correspondentes de pensamentos as mais, variadas. Nos dias de Jesus, já existia na teologia judaica várias correntes de pensamentos diferentes, em nenhum momento Jesus saiu levantando bandeira de uma ou outra corrente e atacando de forma feroz os outros por suas ideologias, mas, também não escondeu o que pensava ou o que defendia. Para nós cristãos, devemos ter algo que uma linha de delimitadora em nossas correntes interpretativas, para que elas não se tornem como já tem acontecido de ser tropeço para nós e para aqueles que buscam o caminho da fé salvífica em Cristo Jesus.
No livro "Autoridade Bíblica Pós-Reforma", o autor apresenta as cinco solas da reforma, como um b caminho neste sentido. "Só a graça, só a fé, só as escrituras, somente Cristo, só a Deus a Glória".

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Tua vara e o teu cajado me consola

Salmos 23: 4. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Qual é o sentimento de uma ovelha na visualizar a presença de seu pastor, quando por um breve momento se encontrará a Mercer de um lobo, ou outro devorador? Quando ele chega ela olha para ele e berra, e ele então vem com seu cajado e bate no lobo, e com outras ferramentas o afugenta e tenta resgatar a ovelhas dos dentes afiados do predador de forma a não ofende-la mais do que já está, e quando por fim a resgata, e trata as suas feridas, põem a em seus ombros tal como na parábola do bom pastor. Por isso penso eu, ao estás ovelhas avistar o cajado de seu amo, se alegra, sente-se confortada. O cajado do pastor não causa medo, não leva a ovelha a se sentir acuada, mas, pelo contrário significa a expressão prática do amor e da dedicação do seu pastor por ela.
Dentro da perspectiva que escrevi de um ovelha em relação a seu pastor, não tenho a experiência de um pastor de ovelhas físicas, para saber se elas se comportariam assim, com respeito a seu pastor. Mas faço minhas construções com base naquilo que o mestre nos deixa registrado em João 10, nas informações do Salmo 23, e na parábola do bom pastor(Lucas 15. 3 a 7), onde o Senhor descrever a ovelha não como um animal, mas, como pessoas, com base na experiência comum daqueles pastores que o ouviam, ele retirava destas experiências aqueles comportamentos que se assemelhava aos de homens e fazia a sua aplicação. Pois na verdade nós somos suas ovelhas tal como nos é dito no salmo 100, e ovelhas de seu pastor.
E como ovelhas deste vasto rebanho sabemos que quando presenciamos o cajai do Senhor, estamos bem, estamos sendo consolados, estamos sendo livrados. A ovelha diz," ainda que eu ande sobre o vale da sombra da morte," ou seja vivemos num mundo onde a sombra da morte cobre toda a terra de forma que não as pessoas vivem em densas trevas. Tal como João escreveu em João 3.19 a 21, a luz veio ao mundo que estava coberto por trevas, e trevas de morte. Então a presença de Jesus que é está luz nós deixa seguros, e sem temor de mal algum, ainda que ainda andamos pelo vale da sombra da morte. 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Série Pecados 13: Imoralidade Sexual

"Atos dos Apóstolos 15: 29. Abster-se de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. Que tudo lhes vá bem."(NVI)
O prefixo "i" ou "in", quer dizer negação, ou ausência, aqui então entendemos que temos uma negação da moralidade sexual, ou moralidade que se aplica a questão sexual, ou aos comportamentos sexuais. Tudo a que se aplica a palavra " moral", se refere a condutas realizadas por uma vontade livre, espontânea e consciente. Mas a palavra moralidade é usada para se referir, a um conjunto de condutas moral, ou atributo, particularidade ou característica do que é ou possa estar relacionado à moral, também a uma caracteristica moral de prática habitual de uma pessoa. E a imoralidade, está relacionado a está característica habitual pautada na ausência de princípios e valores morais sãos, puros, e ou conforme ao que a palavra de Deus nos orienta que é a conduta adequada a moral. Ou a imoralidade é também a falta de compromisso com a moralidade ou a instabilidade moral na conduta. Como por exemplo pessoas as quais não podemos confiar, para a realização de certas coisas, como comprar algo com dinheiro para nós, pois a mesma poderia se apropriar dele e mentir sobre o seu paradeiro. Pessoas que não honram seus compromissos, mentirosos.
A imoralidade sexual, é uma falta de compromisso moral com a sexualidade certa ou a falta da sexualidade (expressão do sexo) conforme os princípios da palavra de Deus. O texto base desta reflexão é a NVI, conforme a tradução da Bíblia, vemos uma outra palavra que também merece nossa consideração, a qual é traduzida no lugar de imoralidade, a qual é impureza. O impuro é aquele cojus caminhos das intenções do coração, são contaminados pelo egoísmo, levando a escolhas sempre manchadas ou máculadas por desejos e ou propósitos visando a satisfação carnal ou auto-satisfação, os quais são isentos de compromisso com a moralidade, pois não são feitos pensado ou refletindo moralmente suas consequências, mas, unicamente a satisfação carnal nisto tudo.
Então em nossa reflexão chegamos a impureza ou imoralidade sexual, que é o desvio do caminho prescrito por Deus para a expressão da sexualidade. Este caminho é descrito em Gênesis 2.24, onde o homem deixa pai e mãe e passa a viver com sua esposa, através do casamento, e se torna um com ela por meio do sexo, e trilham toda uma vida juntos. Então a impureza sexual, vem  com a insatisfação do homem ou da mulher com seu cônjuge, adulterando fisicamente, cobiçando a mulher ou homem alheios(adultério na intenção), sendo incontido em sua juventude mantendo relações sexuais antes do casamento, ou tal famoso ato do ficar, que é oral de sexo sem compromisso, ou casual. E aí também vem os efeitos desta depravação moral incorrendo em corrupção de seus próprios sentimentos, como o homossexualismo, a bissexualidade, o sadomasoquismo, a bestialidade, pedofilia, necrofilia, incesto, etc...(Levíticos 18)
Como já tenho falado, a imoralidade é um procedimento que nega a moralidade, ou a conduta certa adotada pela moralidade, é uma conduta que não leva em conta aquilo que é certo, em 1 Coríntios 5, Paulo trata de um homem que era membro da congregação em Corinto que vivia de forma desavergonhada ou seja imoral com sua madrasta. Isso era segundo Paulo um comportamento que até mesmo os cidadãos ímpios de Corinto que era considerada uma cidade muito devassa, visto que até a expressão "corintiar" significava ir para as orgias sexuais ou para as noitadas. E Paulo disse que aquele crente estava fazendo pior que os ímpios, então ele dá um ultimato aqueles irmãos para que o excluísse da comunhão já que o mesmo não estava se arrependendo, não queria deixar o erro, mas, estava bem com ele.
Vemos então que o caminho da sexualidade sadia é simples, mas, a mente humana através de uma busca egoísta se envereda por muitas invenções, as quais nem cheguei a margem do mar de podridão moral a qual é a imoralidade sexual. Claro muito do que falei aqui, pode ser por muitos considerado algo como normal. Mas, o que este mundo que jaz no maligno considera como normal? De certo nosso parâmetro de pureza é a palavra de Deus.
 De todos os laços aos quais o homem se prende, este é um dos mais escandalosos, e o que mais compromete o homem, e por incrível que pareça é que mais ocorre no  mundo. Das modalidades de pecado, a imoralidade sexual em todas as suas variações são as que mais prendem os homens. No passado o Diabo usava dela para prender os homens na idolatria.
"Números 25: 1. Enquanto Israel estava em Sitim, o povo começou a entregar-se à imoralidade sexual com mulheres moabitas, 2. que os convidavam aos sacrifícios de seus deuses. O povo comia e se prostrava perante esses deuses."
As sacerdotisas dos templos pagãos da fertilidade usavam do sexo cultual para promover a adoração as suas deusas. No presente está tática tem se diversificada, usando o enfraquecimento da vontade, através do estímulo desenfreado da cobiça dos olhos na televisão, na internet, na música, na rua, na escola, se espalham os sacerdotes e sacerdotisas da imoralidade, prendendo através do sexo os corações dos jovens e velhos, os quais com as vontades enfraquecidas por estás inclinações, não conseguem trilhar o caminho da justiça, não conseguem manter seus corações limpos, é uma guerra, mas, o sangue de Jesus tem poder para quebrar de seus escolhidos toda a sorte de inclinação do inferno.
Como tenho falado das sacerdotisas, isso não somente no tocante às atrizes pornográficas, mas, a uma vastidão de moças que espalham vídeos provocantes no YouTube, Facebook, e outras ferramentas virtuais. Também na rua o uso de roupas e de posturas provocantes, tanto por mulheres como por homens, e isso tem se intensificado cada vez mais nesta cultura hedonista.
Minha oração é que aplicando a palavra de Deus a nós conforme o Salmo 119.9, observando as orientações da mesma possamos, não somente os jovens, mas, os velhos também, purificar os nossos caminhos. Está é uma verdade encontrada nos Salmos a outra, é a que diz que, aquele que medita de dia e de noite na lei do Senhor, e ao mesmo tempo não se assenta na roda dos escarnecedores, nem anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, estes tem as suas decisões e atos prosperado diante de Deus( Salmos 1). Desejo sexual sempre estará em nós, ele é inato,mas o caminho pelo qual trilhamos com este desejo não é inato, não é instintivo, é um caminho de escolhas conscientes e livres mesmo que esta liberdade seja um pouco limitada, pela nossa inclinação ao pecado. No entanto são escolhas que facilmente nos prendem em teias de pecado(vícios). Todos somos pecadores, mas, a palavra disse no Salmo 1, " não se detém nos caminhos dos pecadores", ou em outras palavras não se demora, não permanece, isso diz de alguém que não é teimoso no pecado, mas, que ao contrário procura se livrar dele o mais depressa possível, se arrependendo. Pois quanto mais tempo demorasse para romper com um pecado maior e mais danoso ele se torna em sua vida.
Paro por aqui, nesta reflexão, e que o Senhor Jesus, nós abençoe e nos livre dos laços do passarinheiro.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Ponto a considerar 21: Num abrir e fechar de olhos...

1 Coríntios 15: 52. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
 Nesta passagem de Coríntios, Paulo explica três verdades relacionadas a nossa esperança de sermos arrebatados, ele diz que seremos transformados, ele diz que nossos corpos passaram a ser não somente glorificados, mas, também incorruptíveis, e que seremos finalmente livres da morte e do pecado. Na verdade são muito mais do que três declarações, que ele faz, pois ele fala além de ser os revestidos de incorruptibilidade, também seremos revestidos de imortalidade, mas, eu é que resumo as todas nestas três. E isso tudo acontecerá num abrir e num fechar de olhos.
O tempo em que ocorrerá será instantâneo, inesperado. Jesus o comparou a um assalto, ele disse que quando isso acontece o dono da casa não sabe, ele é pego despercebido( Mateus 24.42 a 44). O Mestre no entanto ressalta, que se o dono da casa o soubesse a que hora haveria de vir  acontecer o assalto ele vigiaria e não permitiria o ocorrido. No casamento judaico, o noivo sai coma sua comitiva para encontrar com a comitiva da noiva e de lá ir juntos para o local da festa. Jesus conta uma história assim, na qual as damas de companhia as quais eram dez, tinha um grupo que eram precavidas e o outro era a das despercebidas. As precavidas levaram azeite de reserva para assender as suas lâmpadas, as despercebidas confiaram que poderiam pegar azeite emprestado. No entanto ouve um atraso na comitiva do noivo, e por causa disso, as despercebidas (necias, loucas), não tiveram como pegar emprestado, pois devido ao atraso, as precavidas viram que não poderiam dispor de suas provisões sem contudo vir a correr o risco de ficarem sem azeite. De certo o azeite que as néscias tinham seria suficiente para todo aquele evento, mas, devido ao inesperado seus planos foram frustrados. (Mateus 25.1 a 13)
Quantas coisas acontecem em nossas vidas de forma inesperada?  É claro que aqui, Jesus mostra duas realidades, uma é a do assalto e a outra é a do casamento judaico. Na do assalto o pai de família é pego de surpresa, mas, é algo que está fora do controle do pai de família saber. Na outra a das virgens, as néscias foram também pegas de surpresa, mas, deveriam ou tinham como se precaver do ocorrido, coisa que as sábias o fizeram. Fica claro que o Senhor quer de nós uma constante vigilância, que o saber sobre a sua vinda está apenas em seu poder não no nosso. Ele não vai esperar ninguém se preparar, quando for o momento ele virá.
Há também outra parábola em que o Mestre, narra a história de dois mordomos de um senhor que sai para uma viagem longa. E por se demorar um mordomo começa a agir de forma leviana a violentar os companheiros e a desperdiçar os suprimentos da casa de seu Senhor. O outro já faz diferente ele gere a propriedade do seu Senhor com muita sobriedade, e equidade. E aí vem que seu senhor aparece de repente, e como será que ele achará aquele mordomo? Será que achará de forma leviana, ou achará de de forma fiel?(Mateus 24.45 a 51).
Então por meio desta solicitar três parábolas nós podemos perceber que não podemos estar desapercebidos, mas, em constante vigilância, por que não sabemos a que dia ou hora em que ele virá buscar a sua igreja. A aparente demora da volta de Jesus para nós é como na parábola do mordomo fiel, uma prova de fidelidade, na parábola do ladrão, uma prova de perseverança. Na parábola das dez virgens, um aviso de que devemos estar sempre preparados, precavidos, guardando e mantendo nossa comunhão com o Espírito Santo e nossos valores e princípios. Pois devido a aparente demora pode ser que nossos valores e princípios já estejam tão escassos, esquecidos, alterados, que o seu resgate talvez não nos seja possível a tempo hábil. Valores e princípios pode talvez exegéticamente não ser o que Jesus pretendia dizer na parábola, mas, aqui faço minha aplicação, pois os princípios cristãos, são diretrizes que nos levam a uma vida de castidade e vigilância, e perseverança naquilo que é o nosso foco, a grande salvação, a saber a redenção que se dará com o arrebatamento da Igreja. O tempo para alguns por falta de perseverança tem levado a o abandono daquilo que é importante, a negociata de valores e princípios irrevogáveis da fé. O tempo passa e a igreja na face da terra tem presenciado um grande um crescente câncer em seu seio advindo de muitos que querem ser cristãos, mas, tem medo e se acovardam diante do mundo, deixando e negociando a sua santidade, seus princípios, seus valores, por um mundo que jaz no maligno.
E a Palavra diz, " num abrir e fechar de olhos", não haverá tempo, e a nossa esperança se fará, a nossa realidade eterna com Cristo Jesus, se revelará. Nossas lágrimas serão enxugadas, nossas tristezas serão eliminadas, e tudo além daquilo que pedimos ou pensamos se fará.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Série Creio 14: Casamento e família.

16) Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo da criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn2.24; 1.27).

Os textos base deste, crédulo tratam da criação do homem, como macho e fêmea, do primeiro casamento o qual foi oficializado pelo próprio Deus, e da presença abençoadora de Jesus numa festa de casamento. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus, vai em assuntos além do casamento, família e da sexualidade do casal, nela se trata sobre aborto, tipos de fecundações, e tipos de uniões, recomendo ao leitor que a leia. Mas, em nosso texto nos deteremos em três pontos, no casamento, na família e na sexualidade do casal.

*Casamento:
O casamento é oficialmente e originalmente instituido por Deus, como uma união de um homem e de uma mulher, de forma estável, duradoura e indissolúvel, por isso a Bíblia fala o que Deus uniu não separe o homem. A existência do divórcio, do adultério e da poligamia, são invenções humanas, criadas por inspiração do pecado. Já em Gênesis 6, quando a Bíblia fala das causas da destruição do mundo daquela época, ela relata a existência destas invenções, como uma das causas do dilúvio(Gênesis 6.2 a 4/ Mateus 24.37 a 39). Os textos das citações, não são claros, mas, a ideia está implícita, pois no primeiro apenas fala sobre que os filhos de Deus, acharam as filhas dos homens bonitas e as tomaram em casamento; no segundo texto o de Mateus, a apenas a alusão a uma vida despreocupada e sem temor de Deus, mas, como se trata de descrições de atos feitos sob a inspiração do pecado, logo vemos que a prática da poligamia já era algo presente (   Gênesis 4.22) e uma das causas da destruição do mundo daquela época, o texto que fala sobre os descendentes de Caim, mostra o relato de Lameque que era casado com duas mulheres, e também era um homem homicida, não, ele não era um poligamia, era um bigamo, mas, ainda sim está dentro da nossa ideia de que o casamento foi feito por Deus para ser monogâmico.
Vemos no relato bíblico a poligamia como algo tolerado, mas, não aprovado por Deus. Quando o Senhor, prometeu a benção a Abraão de sua descendência, Ele a prometeu através de Sara, ao fraquejar Abraão ofereceu outro ventre o de Hagar, para que por meio dela, a qual não era esposa de Abraão, mas, serva de Sara, viesse Deus realizar a sua promessa. Mas, o plano de Abraão foi reprovado, pois o Senhor, disse:
"Em Isaque será chamada a sua descendência"( Gênesis 21.12   )
Mesmo que por meio de Hagar, num ato poligamico, veio a descendência de Ismael, todavia a benção da promessa estava sobre Isaque que era filho da esposa, e não dá serva.
Mas o adultério é algo, que não foi tolerado no contexto histórico e nem o é, e nunca foi aprovado por Deus. Não importa quem o pratique, seja homem ou mulher o pecado é o mesmo.

"Provérbios 6: 32. Mas o homem que comete adultério não tem juízo; todo aquele que assim procede a si mesmo se destrói."

Dos três o divórcio é uma prática que mesmo não sendo aprovada por Deus, todavia devido a crueldade e dureza do coração dos homens, foi legalizado e regularizado já nos dias de Moisés, a regularização veio como uma forma de podar os abusos dos homens (  Mateus 19.7 a 9 ). Diferente de Moisés, Jesus que deu muitas permissões para o divórcio, Jesus dá só uma que em caso de adultério, todavia a preferência de Deus e da Igreja, ainda é que mesmo nestes casos, os quais são delicados, envolve muita dor, frustrações e outras implicações, a vontade de Deus é que haja uma reconciliação.

* Família.
A família é um projeto de Deus, daqueles de ouro, ela tem a representação de Deus na criação dos filhos, um filho que tem uma visão má de seu pai, pode por consequência ter uma visão errada de Deus. Assim como a veracidade e credibilidade da Bíblia, e a existência de Deus, a família é atacada em todos os lados, seja por dentro desestruturando- a , seja por fora desprezando e a desconfigurando.
A família é constituída originalmente por um pai, uma mãe e filhos, é a chamada família original ou tradicional. É claro que com o tempo um dos cônjuges morre, ou ocorre o divórcio, ou ocorre de moças engravidarem fora do casamento, então devido a estes acidentes às vezes provocados às vezes sofridos pela família, então surge o que a sociedade hoje diz que são outras modalidades de família. Todavia o projeto original não se apaga, é um pai, uma mãe e os filhos. Por isso a palavra original, pois é por meio do casal homem e mulher que vem o surgimento dos demais, e no percurso da vida desta família surge os acidentes e insistentes, às vezes felizes como de um filho deixar a casa para se unir a seu cônjuge, às vezes infelizes de este filho retornar as vezes carregando seus filhos, e outras intercorrências, todavia não se pode mudar a configuração da  família tal como Deus a concebeu. Não que não possamos chamar de família uma casa onde a família é constituída de mãe apenas e filhos, ou de avó sem os pais e apenas os netos e tios, pois ainda é uma família, mesmo que devido às circunstâncias seja ela assim incompleta. Porém originalmente não é assim.
Ocorre também hoje em dia há um uso da palavra família com uma conotação sentimental e relativa. Neste sentido a qualquer grupo fraterno e intimamente chegado, classificam- se como família, por exemplo:
" A família Walmart".

* Sexualidade do casal
Além de monogâmico, o casal idealizado e criado foi de macho e fêmea. As expressões afetivas de uma pessoa, segundo a sociedade pode querer definir casais de composições diferentes, mas, a noção bíblica não se altera, é apenas homem e mulher. Há casais segundo a sociedade de homens, de mulheres, mas, querem adotar crianças, realizar o casamento. Mas, embora eles neguem que haja a necessidade de ser homem e mulher segundo a Bíblia para que seja um casal de verdade, estranhamente no relacionamento íntimo dos mesmos sempre um toma a posição de homem e o outro a de mulher. Em alguns casos como de casais de lésbicas, umas, se assumem como homem tomando a postura de macho, com cortes e roupas e jeito masculino. Mas, num casal heterossexual cada um assume seu papel naturalmente, embora os teóricos da ideologia de gênero, queiram dizer que isso é apenas uma imposição da sociedade, cunham até termos com tom científico para dar peso as suas declarações, como heteronormatividade.

" Cremos também que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor Jesus Cristo..."

Para terminar este breve comentário sobre o último tópico do crédulo das Assembleias de Deus, queria fazer uma ênfase na frase inicial, que diz que o casamento foi instituído por Deus, se cremos em Deus, se obedecemos a sua palavra, crendo e recebendo a como palavra não de homens, mas, divinas palavras de Deus. Então está afirmação tem sobre as nossas vidas um peso de importação incontestável. Hoje no mundo todos querem se opor ao casamento, todos falam mal, o mundo jaz no maligno, mas, a tristeza nossa é que muitos crentes se somam a estes muitos, a estes todos. Mas, a Palavra de Deus permanece a mesma, tão límpida, cristalina e de pureza inalterável. Através dela Deus estabelece e ratifica o casamento, para a formação do lar e da família, na união de um homem e uma mulher.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Série pecados 12: Escárnio

"Salmos 1: 1. BEM-AVENTURADO o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores."

Escárnio(definição)
substantivo masculino
1.
o que é feito ou dito com intenção de provocar riso ou hilariedade acerca de alguém ou algo; caçoada, troça, zombaria.
2.
atitude ou manifestação ostensiva de desdém, de menosprezo, por vezes indignada.
"olhou com e. para os eleitores que o vaiavam"(Dicionário Online)
Alguém aí se lembra da história do "sobe calvo"? Nesta história um grupo de garotos ociosos, se uniram para caçoar do profeta Eliseu, dizendo está frase acima, e ele os amaldiçoou e os mesmos foram mortos por duas ursas(2 Reis 23 a 25). O que levou estes garotos a escarnecer em de Eliseu? Penso eu que de certo, é devido a contaminação do povo de Israel com a idolatria dos povos vizinhos, graças aos desvios dos reis. Esta influência pagã, certamente alimentou comentários difamatórios contra os homens de Deus, e os via como ameaça, os jovens certamente foram influenciados por seus país ímpios, o que de certo se o profeta fosse revisar a altura, iria incorrer no risco até mesmo de ser assacinado. Alguém pode achar a atitude do profeta como exagerada, mas, a cultura em que ele vivia tinha homens muito violentos.
E falando sobre o escárnio, ele pode vir de pensamentos depreciativos em relação a quem ou de que se escarnea. Como falamos sobre a história de Eliseu, quanta mentira e calúnia é espalhada por aí, muitas de pessoas ímpias contra o povo de Deus e estas calúnias, são pano de fundo para as ações dos escarnecedores. Lembro me agora do que, nosso amado irmão no apóstolo Pedro nós disse, que nos últimos dias andariam escarnecedores de um lado para o outro, andando segundo suas próprias concupiscências, e dizendo onde está a promessa da sua vinda, por que desde que os pais morreram, tudo está como era antes ( 2. Pedro 3.3,4). Ele dizia que estes inrrefreados, andariam questionando e escarnecendo do caminho santo, como se fôssemos alguma piada. De certo que para vergonha nossa muitos têm feito de nosso caminho motivo de piada aos olhos dos ímpios, aos ouvidos daqueles que nos odeiam. Muito escândalo, muita falcatrua, muita desonra e motivo de vergonha e tristeza tem ocorrido no arraial. Mas, como diz o sacro texto, Deus não se deixa escarnecer (Gálatas 6 7 ). O que quer dizer isso? Quer dizer que Deus não se permite ser motivo de escândalo, e o texto termina dizendo que tudo o que o homem semear isto também ceifará.
Um coração altivo também gera uma postura escarnecedora. Lembremos dos soldados que vestiram Jesus de púrpura, colocaram nele uma coroa de espinhos, um canal em sua mão, e o escarneciam(Mateus 27.27 a 31). É um pecado que parte de um coração tolo e cruel, tolo pois uma pessoa sábia não desdenha de ninguém pois já entendeu que é pó e miserável quanto qualquer um, e que hoje pode no dia de amanhã pode estar na atitude daquele que sofre o escarneo. É cruel a pessoa que escarnecedores de alguém demonstra muita maldade e desejo de mal para com a vítima de suas depreciações.
Alguém pode até pensar que não, mas, num momento da vida você ter caído apanhado numa atitude de escárnio. É  só lembrar da infância quando aquele coleguinha chato, tomou um escorregão na cantina e foi a merenda toda para cima dele, e certamente vou não pensou três vezes e caiu na gargalhada. Taí pode até parecer, que não, mas nas entrelinhas seu subconsciente foi lá no fato de que ele é chato e disse:"Bem feito!" "Tomô? Distraído!" E aí neste mesmo dia alguém grita algo "engraçado a respeito, e ao envés dos risos pararem, eles aumentam. Então você me diz:
"Mas, isso não foi escarneo eu simplesmente ri, pois foi muito engraçado, não tinha como eu me segurar. "
Mas, se você fez, como que por reflexo? Por ser uma situação engraçada, sem ter tido ou pensado mal, então por que não parou de rir? Por que não fez nada para amenizar a vergonha da pessoa? Porque se você não fez nada, que te livra-se da postura de se agradar ou ter prazer naquele mal alheio, como podes pensar que não eras um escarnedor?
O texto base diz sobre a roda dos escarnecedores, o conselho dos ímpios, e o caminho dos pecadores, está roda ou grupinho, que se uni para zoar, a desgraça alheia. Donde também brotam conselhos ímpios ou seja que vão contra a Deus e o seu santo caminho que é o evangelho. Quantas vezes pessoas se unem para contar piadas sobre crentes, sobre pastores, ao mesmo tempo para difamar, contar sobre os abusos dos lobos de paletós, e contam escarnecendo de nós. "Crente é muito bobo". Mas, o Senhor nossa justiça conhece, a cada um e as suas obras não passaram impune. Mas, que sejamos vigilantes, que não venhamos a comungar com suas obras infrutuosas.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Ponto a considerar 20: " não se abala"

"Salmos 125: 1. OS que confiam no Senhor serão como o monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre."
Neste ponto a considerar gostaria de me concentrar na parte que diz;" que não se abala, mais permanece para sempre.  E porque não se abala? Falar sobre isso, numa época de muitos escândalos, esfriamentos, numa época onde muitos cristãos se tem deixado abalar, se desestruturar na fé. Porque para nós cristãos, afirmar a fé de forma dogmática não é nada proveitoso, as nossas declarações de fé, precisam ser de raízes profundas, de convicções verdadeiras. Em outras palavras, se você não está disposto a morrer pelo que você acredita, então não vale apena a sua crença. Gosto da palavra confiança, pois ele traduz de forma fiel a fé que Deus quer de nós, a fé que é proveitosa para o cristão.
O pastor responsável pela região eclesiástica onde congrego contou-nos um breve testemunho, sobre isso. Ele disse que foi visitar um irmão o qual já avançado em sua idade estava enfermo, e quando chegou ao seu leito lhe perguntou:
" O irmão ainda acredita em Deus?"
Ao que o ancião lhe respondeu:
" Não, eu não acredito em Deus, eu confio em Deus"!
A palavra fé, é uma palavra ambígua, em seu sentido ela pode querer dizer, uma confissão de fé ( crédulo), uma defesa meramente intelectual de algumas idéias, a concordância com aquilo que a corrente popular ou o meio em que se está enserido professa, ou a absoluta certeza naquilo que se pensa ou que se professa. Destes o último é confiança, está é a fé de todo o coração defendida por Jesus e é a qual ele chama nos a crer, e é a qual o ancião defendeu veementemente diante do pastor. Ele foi enfático, eu confio. Ou seja eu não apenas digo, ou exponho uma fé da boca pra fora, mas, tenho fé firme, convicta, inabalável.
Note que o versículo começa usando justamente está definição de fé, ele não diz: Os que são religiosos do Senhor ( fé dogmática), ou os que concordam com o Senhor ( fé nominal também é dogmática). Ele diz; " os que confiam no Senhor".
A palavra confiança também traz uma idéia de intimidade. Deus não quer precisar de te dizer a todo o tempo:
"Pode deixar comigo".
Ele quer que você automaticamente espere por Ele, aguarde n'Ele, descanse n'Ele. Se há um relacionamento entre você e Deus, a tendência é você a medida que vai crescendo em conhecimento d'Ele, também vá crescendo em fé n'Ele. De tal forma que você passe a saber, que pode esperar n'Ele para tudo, pois é isto que diz As Escrituras em:
"Provérbios 3: 5. Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento."
De certo tenho aprendido que Deus não gosta de falar muito não, mas, Ele gosta sempre de ser ouvido. Ele diz uma vez, e não entra em detalhes, sua palavra é bem clara. Pode até não ser para os outros, mas, é clara para quem Ele está dizendo.
Se o seu conhecimento de Deus cresce e a fé não acompanha, é porque existe uma contaminação neste conhecimento, a qual tem pervertido a sua visão sobre o Altíssimo, de tal forma que você não consegue ir adiante na fé, ousar mais no Altíssimo. Um conhecimento errado sobre Deus, pode e é muito frustrante, pois não da as raízes, o firme Fundamento, que precisas para descansar em Deus.
Minha afirmação de que a fé em Deus aumenta a  medida que aumenta o seu conhecimento de Deus, se baseia na passagem que diz, " a fé vem pelo ouvir a palavra de Deus". E se a fé, vem ouvir a palavra de Deus, certamente ela também crescerá no continuo escutar de sua voz(   Romanos 10.17 ).
Mas o texto diz sobre a fé inabalável em Deus. Certamente quem confia no Senhor jamais será abalado, há duas pedras de tropeço que fazem com que as pessoas fiquem abaladas. A primeira é que sua fé é nominal, ele não confia verdadeiramente em Deus. A segunda como já afirmei sua fé em Deus se fundamenta em mentiras e equívocos sobre a pessoa de Deus, por que o seu conhecimento está contaminado.

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Palavra importante 30: Perdão

"Mateus 6: 12. E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;"
A gente pode receber o perdão, pode ministrar o perdão, e pode viver o perdão. Eu já ouvi muito aquela frase, dita por pessoas amargas e insensatas, que não estão dispostas a perdoar: " Quem perdoa é Deus!" Mas, Deus condiciona o perdão d'Ele a nós atraves do nosso perdão. Se não perdoamos como podemos esperar o perdão de Deus?
Jesus certamente já viveu, em seu ministério terreno, algo bem semelhante. Quando certa vez, ele disse a um paralítico, que seus pecados lhe era perdoado. Pois naquele momento soube, vendo os corações daqueles que estavam ali, que estavam a questionar a sua dignidade em dizer aquela sentença, eles diziam em seus corações: "Quem é este que diz blasfêmias?" Outros pensavam: "Quem pode perdoar pecados, senão só Deus?" Então o mestre diante do questionamento dos mesmos resolveu complicar ainda mais a questão, ele disse: "O que é mais fácil, perdoar pecados ou dizer a  este paralítico levanta-te e anda?" Em outras palavras, nenhuma das duas coisas era fácil de se fazer, diante da ótica e capacidade humana, jamais poderiam realizar a cura daquela paralisia, e agora por incredulidade e dureza de coração estavam tornando o perdoar pecados uma coisa impossível. De certo alguns ali tinham em mente um julgamento e um ritual segundo a lei mosaica, para que se o delito cometido pelo homem podesse ser de alguma forma absorvido ele então deveria apresentar um sacrifício com o qual ele teria seu pecado expiado. E de certo os tais ficaram pasmados porque Jesus resolvia toda a questão com uma simples palavra. Outros de certo tinham em mente a limitação aparente de Jesus, um homem simples, um filho de carpinteiro, um pregador de rua, e por muitos ali um blasfemo, o desprezo que sentiam pelo mesmo preconceituava a visão deles sobre Jesus.
Mas,no mestre insistiu, o que é mais fácil? Perdoar pecados se é segundo os mesmos um ato exclusivo de Deus, e curar uma coisa impossível aos homens, logo a situação tanto física quanto espiritual do homem estava no mesmo nível. Jesus com essa pergunta ele nivela a situação física e a espiritual do homem no mesmo nível. Então estando tanto a situação física quanto a espiritual no mesmo patamar e em pé de igualdade no quesito dificuldade. Jesus dá o xeque mate no raciocínio dos fariseus: " Lucas 5: 24. Ora, para que saibais que o Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico), a ti te digo: Levanta-te, toma a tua cama, e vai para tua casa."( Lucas 5.17 a 26) Logo com o ato de cura de Jesus estava validando diante de todos os presentes ali, a sua autoridade e divindade como Filho de Deus. Pois aquilo que alguns fariseus razoavam entre si, sobre o fato de ser Deus o único que como rei e Senhor do universo poderia perdoar um crime contra a sua lei, ou um pecado, não estava errado, mas, eles não criam ou recebiam a Cristo Jesus como o Filho de Deus. Assim sendo aquela cura evidenciava a Jesus como Filho de Deus.
Mas Jesus estava ali, para ensinar algo novo, desconhecido por aqueles homens. Algo que José, o conhecido José do Egito, já sabia a muitos anos antes, e eles doutores da lei não sabiam. Algo que Jó, a muitos anos antes já sabia, e eles conhecendo a história de José e de Jó não sabiam. Veja que José perdoou aos seus irmãos, que lhe jogaram no buraco, odiaram, o venderam como escravo para os ismaelitas. Veja também o que Jó fez com seus amigos, que no momento de dor e sofrimento e grandes perdas, não serviram como amigos mas como inimigos como acusadores que estava ali não para lhe ajudar mas para ele investigar caçando pecados em sua vida. E o que dizer da atitude desesperada de sua esposa? Mas Jó perdoou. No entanto, há duas observações que preciso fazer:
1ª. Quando examinamos o Velho Testamento nós não encontramos um ensinamento sobre perdão, não que não haja ensinamento sobre o perdão de Deus, mas não há ensinamento estimulando as pessoas a darem o perdão ao próximo, exceto o ensinamento sobre o ano do Jubileu onde ao findar o ano seria dada como perdoada a dívida, isso digo no tocante ao pentateuco(Levíticos 25), mas, no livro de Neemias, vemos o mesmo a estimular os líderes de Israel a prática do perdão de dividas(  Neemias 5.9 a 12/ 10.31versão NTLH ). É claro que assim como Jesus deixou bem claro em seu ensinamento, diante do perdão de Deus para com os homens de seus muitos pecados, naturalmente as pessoas deveriam aprender com Deus fazer a mesma coisa que Deus fez a elas ou estava fazendo, que era perdoar. Deus estava lhes perdoando, demonstrações de perdão de Deus esta registrado em todo o Velho Testamento, desde o início até o fim. A observação porém que faço é que não havia ensinamento claro estimulando as pessoas a fazerem o mesmo que Deus fazia, as pessoas deveriam porém, aprender com o seu Deus. E isso Jesus deixou claro em seu ensinamento, e que  o perdão seria retirado se as pessoas não estendessem esse, perdão que elas receberam de Deus ao seu próximo(    Mateus 18.35 ). Embora não houvesse ensinamento claros, havia todavia exemplos, como os que nós já citamos de José e de Jó, e também de Moisés concernente a Miriam e Arão quando os mesmos murmuraram de sua pessoa (    Gênesis 45/ Jó 42. 7 a 10  ). Não está ali escrito uma declaração de Moisés, dizendo perdoo, mas o relacionamento do mesmo, com seus irmãos mostra esse fato.
Ainda podemos acrescentar o mandamento de amar o próximo, o qual sendo visto da forma certa por estes mestres certamente os levaria a inerrante conclusão de que deveriam perdoar aqueles que os tem ofendido. Esta verdade Jesus ensinou nós evangelhos com muita clareza (  Mateus 6.9a 15/ 7.12/Lucas 10.25 a 37   ).
2ª. O texto de Lucas em si, mostra o perdão por parte de Jesus, não de um pecado cometido contra a pessoa dele diretamente, de Jesus como homem, por isso alguns dali questionavam isso. Observo talvez, que se fossem cometidos contra ele como pessoa, não questionariam. Por isso, diziam que este tipo de postura caberia só a Deus, a postura de perdoar o pecado que era cometido contra o outro, pois na verdade todo o pecado é cometido contra Deus. Isso não seria nenhuma pedra de tropeço para eles, se cressem que Jesus era o filho de Deus, e eles não criam. Logo o verdadeiro embate naquele dia, nem era se Jesus deveria ou não perdoar aquele homem, ou se aquele homem deveria ou não receber o perdão, mas, era a divindade de Jesus.
Resumindo, como não criam que Jesus era o filho de Deus, o vendo apenas como um homem qualquer, como um profeta, ou mestre, então não conseguiam por isso, aceitar que ele promulgasse o perdão dos pecados daquele homem. Por isso alguns achavam que ele estava blasfemando. Portanto quando Jesus, os colocou frente a frente a outra impossibilidade que era a da cura, ele deu um fim nesta questão, mostrando para eles, que ele tanto tinha autoridade para curar como para perdoar.
Meu objetivo em tocar então neste passagem, que como disse está mais focada na divindade de Jesus, do que propriamente no perdão, é mostrar que assim como naquela época hoje em dia há pessoas que agem como aqueles doutores da lei, negam o perdão ao seu próximo, dizendo que só Deus perdoa. E estou dizendo de perdoar aquele pecado cometido contra ele, daquele no qual ele está envolvido como vítima. Não estou dizendo daquele pecado no qual ele não foi afetado, pois a este sim, cabe só a Deus. No tocante a isso o pecado tem três esferas de relação, o pecar contra si mesmo, o contra o próximo, e o contra Deus. Todo o pecado é contra Deus, mas, há pecados que é contra si mesmo, e a maioria deles é contra o próximo. Quando o pecado é contra si mesmo, cabe você se perdoar e aí então pedir perdão a Deus. Quando é contra o próximo cabe a ele te perdoar e também a Deus. E quando é só contra Deus cabe só a Ele. Acontece que neste caso devido a um coração orgulhoso, quando o pecado é contra o próximo e contra Deus, pode ser que o próximo não queira perdoar. Sendo assim, você já tendo o perdão de Deus, a situação se inverte, agora é você que precisa perdoa-lo por te negar o perdão, uma vez que vens a ele arrependido e ele tão duramente não te perdoa. Neste caso é você quem deve em seu coração perdoa-lo por tal atitude, pois sabes que naquilo que depende de ti você está em paz com ele(  Romanos 12.18  ). Quando ele finalmente poder te perdoar, isto será uma benção para ele mesmo que terá o coração curado. É justamente nestes casos que as pessoas por orgulho, gostam de usar o argumento dos doutores da lei, dizendo que não cabe a eles e sim unicamente a Deus, só na verdade cabe só a eles pois da parte de Deus ele está sempre pronto a perdoar. Não é necessário sacrifício pois no sacrifício que é Cristo já foi feito. É necessário apenas um coração contrito e pronto a perdoar.
Na parábola do "Credor incompassivo( ou que não demonstra compaixão)", vemos o claro ensinamento de Jesus sobre isso(   Mateus 18. 23 a 35). O homem que foi perdoado pelo rei de uma dívida impagável, que em sequência não teve misericórdia de seu companheiro por uma pequenina dívida. Por consequência quando o rei soube, que seu súdito a quem ele usara de misericórdia, recusara se a usar de misericórdia com seu companheiro por causa de uma miséria, então indignado o rei, suspende o perdão e condena o credor incompassivo. Jesus conclui a parábola dizendo que assim fará o Senhor a nós se de coração não perdoarmos aos nossos devedores.

sábado, 19 de janeiro de 2019

O que há de vir virá.


Hebreus 10: 35. Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão. 36. Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa. 37. Porque ainda um pouquinho de tempo, e o que há de vir virá, e não tardará. 38. Mas o justo viverá pela fé; e, se alguém se retirar, a minha alma não tem prazer nele. 39. Nós, porém, não somos daqueles que se retiram para a perdição, mas daqueles que creem para a conservação da alma.

O que há de vir virá e não tardará. Esta sentença do escritor aos Hebreus e precedida e sucedida por uma orientação de fé, uma recomendação de paciência e perseverança na promessa de Deus. Ele diz, " necessitais de paciência". Somos por natureza tentados estimulados desde pequenos a procurar uma vida de independência, e isto cria em nós uma certa impaciência para com aquilo que não cabe a nós. E no tocante a promessa da redenção, precisamos ser pacientes e perseverantes, porque não podemos abandonar a nossa fé, não podemos deixar a nossa posição, relachar a nossa vigilância, frouchar ou negociar os nossos princípios. Não podemos deixar de crer, ou fazer uma adaptação na promessa tentando nos enganar, não podemos também seguir fazendo as mesmas coisas, mas, não acreditando mais nelas, não podemos abandonar o primeiro amor.
Logo então, não é apenas ser paciente, mas, é também ser perseverante na fé que uma vez nos foi entregue. A paciência que não tem perseverança nela, é uma paciência desgastada. Quando nos desgastamos, somos contaminados pelo misticismo e seticismo que nos atrofia. Passamos a crer de forma diferente, deixamos As Escrituras, e passamos a seguir as diversas modalidades pseudo cristãs, que surgem aos montes por aí. Ainda estamos esperando pacientes, mas, não com perseverança, pois já abandonamos a fé. E muitos já não crêem, na existência nem mesmo de um inferno o qual será a condenação dos infiéis, outros teem o cristianismo apenas como mais uma religião e a sua fé como mais uma fé. Aparentemente muitos ainda crêem e aguardam a tão bem-aventurada esperança, mas, é só intelectualmente, é apenas um dogma, que tem medo de negar com a boca, mas, já o tem abandonado no coração, e as suas obras e a sua conduta cotidiana o testificam isso, o que está em seu coração.
Mas, o que há de vir virá. Nossa esperança precisa permanecer a mesma, nada mudou, muito menos Aquele que nos prometeu. Eu não espero Jesus só nesta vida, a esperança no Eterno jamais falhará.
Mas, alguém dirá, quantos séculos se passaram desde que o sacro escritor pronunciou estas palavras? De certo há muitos, mas, o mesmo disse que o justo de Deus, não recoa de sua fé. E é justamente essa fé paciente e perseverante que,  identifica o justo do Senhor. A perseverança dos Santos é tema doutrinário importante no meio cristão, a forma como essa perseverança se dá, pode ser de discordância entre alguns ramos da igreja, mas, todos são unânimes quanto à necessidade desta perseverança, para o cristão e a realidade dela na vida do cristão verdadeiro.
Hoje assim como em todos os tempos, na era da Igreja,sempre se houve pessoas que não perseveraram, parece que há uma grande massa acrescente, entre pessoas que não querem saber de perseverar, de congregar de ficar firme na sua fé. E assim surge muitos movimentos que tentam segurar essas pessoas, mas, se uma pessoa precisa de ser segurada por movimentos, logo essa pessoa não está querendo mais, ela já realmente abandonou a sua fé, e está querendo apenas viver um cristianismo de faixada. Porque o cristão verdadeiro, ele se sustenta apenas na fé, e não precisa de movimentos para sustentá-lo na presença de Deus.
A verdade está inalterada, não precisamos costurar algum argumento explicativo, para justificar a aparente demora, os próprios apóstolos profeticamente, como no texto base desta reflexão já, prévia tanto o espaço de tempo de vinda de Jesus, e também o argumento daqueles que não creriam. Pedro diz em sua carta que os escarnecedores andaram de um lado para o outro questionando o dia da vinda do Senhor dizendo o texto que nos nossos pais morreram temos ouvido falar sobre a sua vida mas até hoje não aconteceu nada(   2 Pedro 3.4 ). No entanto mesmo com o espaço de tempo e os apóstolos já prevendo tal coisa, eles incentivavam os cristãos, aqui a manter sempre este sentimento de iminência, este desejo e esta esperança, vivos. Assim como a chama do fogo do altar no tabernáculo deveria ser mantida sempre acesa, de igual forma a chama da esperança precisa ser mantida, acesa isso é um desafio para a fé daquele que serve realmente ao Senhor. Morrer em Cristo significa que um dia ressuscitaremos, corpo transformado em glorificado, mas, a grande esperança nossa é que nós seremos arrebatados. Portanto meus amados e amigos leitores perseverem não apenas fisicamente na presença de Deus, mas, procure manter firme e acesa a chama da esperança na vinda do eterno na vinda de Cristo porque o que há de vir virá e não tardará.

"2 Pedro 3: 3. Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências, 4. E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 5. Eles voluntariamente ignoram isto, que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus, e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste. 6. Pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio, 7. Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. 8. Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. 9. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. 10. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão. 11. Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade, 12. Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? 13. Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça."

Das religiões do mundo a nossa é a única que tem uma esperança real, para dar ao mundo. Portanto não deixemos a chama inflamada em nós pelo evangelho se apagar.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Ponto a considerar 19:..." até do sábado é Senhor".

Mateus 12: 8. Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor."

Está expressão, o " Filho do homem, até do sábado é Senhor", foi dita pelo mestre, quando o mesmo foi questionado sobre os seus discípulos estarem colhendo espigas de trigo e se alimentando no sábado. O ato deles colherem ou mesmo prepararem alimento, num sábado, segundo a própria lei mosaica, era errado( Levíticos 23.3  ). Então diante deste questionamento, o mestre lhes expõem alguns fatos ocorridos ao longo da história dos judeus. O primeiro é o de que Davi comerá dos pães da proposição, algo que não lhe era licito comer, uma vez que ele não era sacerdote. O segundo era um que ainda estava a ocorrer, de que no sábado o sacerdote obrigatoriamente trabalhava, pois ele devia receber, preparar e oferecer os sacrifícios, deveria manter o fogo do altar aceso. Então diante dos mesmos Jesus conclui sua defesa com a frase que vimos assima. Da mesma vamos extrair algo, ou um ponto a considerar(Mateus 12. 1 a 8).
Ponto a considerar é que Jesus até mesmo do sábado é Senhor. Em outra passagem Jesus fala, que o homem não foi feito por causa do sábado,mas, o sábado por causa do homem( Marcos 2.27  ). Com essas sentenças Jesus pretende combater o entendimento equivocado, dos mestres da lei a respeito do propósito do sábado. Parecia que eles estavam agindo e vivendo em função da lei do sábado, o que não era essa a necessidade, e sim o contrário o sábado é que havia sido criado para que com o mesmo os israelitas tivessem(mesmo que forçados) um dia de folga dos seus trabalhos. No entanto está lei não deveria ser seguida de forma sega a ponto de que até mesmo o bem fosse negado ao próximo Por se tratar de um trabalho. No entanto o trabalho aqui seria em prol do próximo e não seria para propósitos egoístas. Visto que  outra passagem Jesus chama a atenção de um príncipe da sinagoga, e lhes lembrar que no sábado eles desprendiam seus animais para que eles possam ir ao campo pastar, outra ele diz que se algum destes animais caísse no  buraco eles entrariam lá para o resgatar. Aqui vemos outro equívoco deles, o de valorizar mais a vida de seus animais do que a vida do próximo( Mateus 12.9 a 14/Lucas 13.10 a 17).Hoje em dia quando se fala em aborto vemos como as pessoas se exaltam defendendo a abortante e desprezando o abortado, mas, quando se tratam de animais fazem passeatas gastam rios de dinheiro para defender a vida deles. Ou seja existe até mesmo ONGs. É a vida do próximo do semelhante sendo reduzida a lixo no quesito importância.
Outra coisa que queria pontuar aqui, é que Jesus é Senhor sobre tudo, nada está longe do domínio de seu senhorio, nem o vento, nem o mar estão longe de seu senhorio. Foi está a expressão que os discípulos usaram:
" Que homem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?"( Mateus 8.27   )
E ele disse que "até", do sábado ele é Senhor. Então sendo Senhor sobre tudo, tudo não escapa de suas mãos. Mas, se tudo não escapa de suas mãos então ele tem um propósito em tudo que parece ter escapado. Poderia ter ele impedido o vento de soprar o barco e de agitar as águas, mas, ele já tinha dado a fé aos discípulos e também já os tinha ensinado, não carecia dele fazer nada a não ser responder aos discípulos quando os mesmos dessem um passo de fé, mas, isto ele não faria fisicamente.
Este, " até" do sábado ele é Senhor, enfatiza nos também que não podemos por nada acima de Deus, que nada é senhor do Senhor, mas, ele é senhor sobre tudo. Que nada o controla, nem mesmo a nossa falta de fé, mas, ele está no controle de tudo. Também outra coisa que nos fica claro por meio desta declaração é que, não podemos viver a serviço das coisas, e das circunstâncias e do meio no qual estamos imergidos, mas, a serviço apenas do Senhor. Até mesmo um empregado cristão quando serve a seu senhor humano, deve fazer isso como se estivesse fazendo para Deus, ou de certo deve fazê-lo para Deus. Assim como os anjos são espíritos ministradores, que nos servem a mando de Deus, e não a nosso comando, porque não são nossos servos e sim nossos coservos; de igual modo o empregado cristão é servo de Deus a serviço do próximo, e o que ele faz ele não faz para o homem e sim para Deus. Foi o mesmo Jesus nosso Senhor, quem disse a Pilatos, que ele não teria nenhuma autoridade se não tivesse recebido de cima. É claro que Pilatos certamente não entendeu o que Jesus dizia, pois de certo pensou se tratar de César, mas, Jesus estava falando de Deus( João 19.11,12). Essa compreensão não deve gerar em nós um comportamento soberbo e rebelde, mas, pelo contrário deve nos conduzir a uma postura de santo temor em nosso trabalho, para obedecermos e não contratarmos nossos patrões, os quais não teriam a autoridade que tem se não lhes fosse ela delegada por Deus.
Mas, por outro lado isso, nos conduz a uma postura de liberdade em Cristo Jesus nosso Senhor, na qual não precisamos viver açoitados e forçados pelas ansiedades e circunstâncias da vida. Nisto também o nosso Senhor nos orientou, para não andarmos ansiosa nem, pelo comerel e beber, nem pelo vestir, nem pelo dia de amanhã, e Paulo, inspirado pelo Espírito Santo completa o argumento dizendo não andeis ansiosos por coisa alguma (  Mateus 6.25 a 34/  Filipenses 4.6).

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Série pecados 11: Ódio

"Números 35: 20. Se também o empurrar com ódio, ou com mau intento lançar contra ele alguma coisa, e morrer; 21. Ou por inimizade o ferir com a sua mão, e morrer, certamente morrerá aquele que o ferir; homicida é; o vingador do sangue, encontrando o homicida, o matará.
Gênesis 27: 41. E Esaú odiou a Jacó por causa daquela bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e Esaú disse no seu coração: Chegar-se-ão os dias de luto de meu pai; e matarei a Jacó meu irmão.
Tito 3: 3. Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros."

 O ódio, assim como as demais paixões, cega a mente de seu possuidor. A lascívia, a fome extrema, a dor, e outras paixões as quais somos susceptíveis, tornanos incapazes de uma atitude de ponderação consciente sobre o que estamos sentindo, nos relegando a uma ideia fixa sobre o propósito da satisfação daquela paixão. Ou seja, você não consegue pensar ou ter uma autoconsciência sobre o estado em que se encontra, sobre a malignidade e as consequências de seus atos sobre o assunto. Você não consegue pensar ou raciocinar contra a paixão a não ser pela paixão, como um animal instintivo, pode até ser que dê forma fraca a mente veja o mal de suas ações, mas, não consegues sentir o peso das mesmas. É uma mente cativa e passiva diante do mal.
O ódio de Esaú levou com que Jacó ficasse exilado na casa de seu tio Labão por muitos anos. Como iniqüidade o ódio é um atentado contra a vida e harmonia em comunidade. Mas as pessoas do mundo nutre este veneno em escalas maiores e menores uns para com os outros, em alguns casos o ódio é o resultado oposto a outra paixão chamada pela opinião popular de amor, na qual num tempo a pessoa estava até doente e abobada de 'amor", depois como resultado da rejeição desta paixão a pessoa passa a ficar embriagada de ódio. Revoltas de grupos de pessoas movidas por cede de justiça ou vingança, também são ocasiões muito propicia aonde a manifestação do ódio. Nestas revoltas pessoas são assassinadas, violentas, agredidas em nome de uma suposta justiça, as pessoas ficam cegas e enfurecidas incapazes de raciocinar. Não há discernimento em suas ações a não ser aquele que favoreça a tal desejo maligno. O ódio também se manifesta numa opinião apaixonada de uma pessoa sobre um assunto, ideia e ou grupo e outra pessoa. Ouvi-se hoje em dia, falar dos chamados discursos de ódio, que são na maioria das vezes referenciado a nós cristãos, devido a nossa pregação contra o pecado, dizem que ao fazer-mos isso estamos a estimular o ódio das pessoas, o que não é verdade. O intuito da pregação contra o pecado é gerar arrependimento, ou o quebrantamento em um coração duro para que o mesmo possa após dar ouvidos a vós do Espírito Santo(  o qual, vem cooperando com a mensagem de arrependimento, convencendo no coração o pecador de seus pecados) se arrependendo e crendo no evangelho, e não de gerar atrito e discriminação entre as pessoas. É claro existe por parte de alguns (por não dizer muitos), um entendimento equivocado a respeito da doutrina e dos ensinamentos cristãos, e este equivoco sim, é o que leva estes a uma conduta de ódio.
 Mas, está mensagem de ódio, realmente existe e parte muita das vezes de partidários e ativistas, exaltados na defesa de suas bandeiras politicas e ideológicas, pois assim como disse Tiago a sabedoria do mundo é animal, diabólica(Tiago 3.13 a 18). Aplicando a fala de Tiago com uma adaptação a realidade destes movimentos, vemos que seus conhecimentos ideológicos aliado a fé cega e apaixonada nos mesmos leva a atitude de odio. Assim como feministas que odeiam homens, marxistas que brigam e até batem em quem manifesta a opinião contrária a eles. Já li em uma reportagem que uma feminista entrou e urinou dentro de uma igreja católica.
 Mas, o perfeito entendimento e aplicação da doutrina cristã, não gera ódio e nem nutriente para o coração de quem nutre o ódio.
"Tiago 3: 17. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. 18. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz."

"Mateus 24: 10. Nesse tempo muitos serão escandalizados, e trair-se-ão uns aos outros, e uns aos outros se odiarão."

O ódio como um sentimento natural é oposto a afeição natural. Em alguns casos surge em pessoas que tiveram uma afeição muito intensa, apaixonada por alguém, que após ser rejeitada e ou maltratada pela outra ( o objeto de seu " amor", de sua afeição), passam a manifestar antipatia e repúdio pela outra. Também vem como decorrência da nutrição bde mágoas, recebimentos, pensamentos negativos, memórias ruins a respeito de alguém. Em minha experiência de observação, o ódio, nunca surge de forma espontânea e sem um histórico precedente. É um fruto de alimentação de pensamentos e sentimentos depreciativos em relação ao próximo ou em alguns casos com o aspecto depressivo contra si mesmo. O ódio sempre tem um objetivo, ele é sempre contra algo.
O ódio se mostra pecado por dois motivos, ser fruto de alimentação de sentimentos e pensamentos depreciativos, e por ser direcionado contra alguém ou objeto personificado e ideia.
1°. " Ser fruto da alimentação ou nutrição de sentimentos e pensamentos depreciativos."
Quem não lembra da história de Caim e Abel, Caim ao ter seu sacrifício reprovado por Deus, passou a nutrir uma raiva em relação a seu irmão Abel, e o odiou até que o matou( Genesis 4.4 a 8 ).
Logo aqui há duas realidades concernentes ao pecado, uma é o sentimento que é a involuntária, e a outra é a nutrição (ou alimentação,ou i investimento) que é a voluntária. Ninguém senti ódio de forma espontânea é um sentimento estimulado, mas, ninguém continua ou permanece sentindo ódio de forma espontânea porque neste caso há um investimento. Então a pessoa nutri mágoa, frustrações pensamentos depreciativos em relação a algo ou isso resulta em ódio. Por ser um atentado muita das vezes contra a honra, integridade, contra a felicidade, e contra a visão ou a imagem que se tem de alguém, e outros males é um pecado.
*" A imagem que se tem de alguém". Aqui se tem os discursos de ódio, as manifestações que resultam em depredações de prédios públicos, em assacinatos e brigas e outras coisas. É a nutrição de pensamentos maus, instingado por ativismos inescrupulosos e inconsequentes contra algo ou alguém.
Neste exemplo temos atitudes ferozes de feministas, ativistas, contra templos e entidades cristãs.
2°. "Por ser direcionado contra alguém, ou contra objeto e ou ideia personificado."
* "Atentado contra honra integridade", como assim?
O indivíduo possuído pelo ódio, não consegue discernir honra e integridade em alguém que é objeto do seu ódio. Este sentimento amargurado contamina a visão da pessoa de forma que tudo o que o objeto de seus sentimentos depreciativos faz, para ele em particular é odioso. E o problema acrescenta-se quando ele parte para a difamação, da imagem que os outros têm desta pessoa. O que pode ser chamado hoje em dia de desconstrução.
* "Contra a felicidade". acaba sendo um pesadelo contra felicidade própria da pessoa que o tem, ou que nutre este ódio pela outra.
* "Objeto ou ideia personificado."
quando a pessoa odeia uma roupa ou carro ou qualquer tipo, isso é algo bem irracional, mas aqui existe uma personificação da ideia ou objeto. Ele trata aquele objeto como um mau, como alguém que deliberadamente ou instiga o ódio. Na verdade o objeto é inocente nisso tudo, mas ele projeta nele seu ódio, como se fosse uma pessoa. Por causa da ideia que ele acha que aquele objeto representa, o que aquele objeto representa para ele, como maligna ou digna de ódio, de seu ódio.
Isso acontece muito em ativistas ateus, quando atentam contra o cristianismo e tudo o quanto ele representa, também em relação a ativistas feministas e gays, quando atentam contra o cristianismo e tudo o quanto o cristianismo e o conservadorismo cristão representa, eles nos chamam de fundamentalistas, como se isso(ser fundamentalistas cristão) fosse algo mal. Há uma diferença e já falei isso em outra postagem, entre radicalismo e fundamentalista em cristianismo para mim são dois opostos diferentes. Muitos defendem suas pautas apenas ideologicamente, outros já agarram de forma bem apaixonada e agressiva estás bandeiras ativistas, de jeito a nutrir ódio contra o conservadorismo e fundamentalismo cristão, por eles assim chamado, devido este mesmo se opor as suas pautas ideológicas. Suas ideologias são a verdadeira fonte ou discurso de ódio, ironicamente eles dizem que nossas pregações é que o são.
Como fundamentalista cristão, eu digo que a Bíblia não defende o ódio, mas, segue a baixo três conselhos da Bíblia.
"Romanos 12: 18. No que depender de vocês, façam todo o possível para viver em paz com todas as pessoas."
"1 Timóteo 2: 8. Quero, pois, que os homens orem em todo o lugar, levantando mãos santas, sem ira nem contenda."

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Palavra importante 29: Redenção

Romanos 3: 24. Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.

Redenção é o ato ou efeito de redimir ou remir, que significa libertação, reabilitação, reparo, salvação. É o ato de adquirir de novo, de resgatar, de tirar do poder alheio, do cativeiro. É livrar-se de um passo arriscado, é livrar-se das penas do inferno.
Jesus veio nos resgatar e nos restaurar, Ele é o nosso Redentor, com letra maiúscula, pois nos redime do maior de todos os males, os nossos pecados.
Penso em nós como um mosquito na teia de aranha. Primeiro ele pousa cansado, ou curioso com a atmosfera, e aí quando tenta voar, percebe que suas patas estão presas. Afobado tenta ir mais adiante e não consegue, antes ao agitar as asas elas se esbarram prendendo também na teia. E cada movimento que ele freneticamente tenta fazer, faz com que ele se prenda mais a teia, de forma, que ele está tão preso, que a menos que alguém venha em seu resgate ele ficará preso ali ou até que morra de fome ou até que ele seja morto pelas presas da aranha sua predadora.
Assim e de igual modo estamos presos aos nossos pecados, por uma teia de vícios e mentiras que já não somos capazes de nos soltar por nós mesmos, a não ser que sejamos por Jesus, através da ação do Espirito Santo, e ao crermos no evangelho, libertos das garras do pecado.
 Se tentarmos tirar um mosquito da teia da aranha mesmo com o máximo cuidado corremos o risco de deixá-lo sem uma pata ou sem as asas. Devido a aderência seu resgate pode ser consequente, ou seja, terá um dano que ele levará consigo em sua breve caminhada.
Também conosco mesmo após o resgate fica as sequelas, as marcas dos vícios, da rígida disciplina a qual o pecado nos submeteu para cumprirmos a sua vontade. Não são todos os vícios que deixamos tão prontamente assim que somos por Ele resgatado, por que na verdade são tantos, pois são uma teia. Alguns destes grilhões vam sendo soutos pouco a pouco, até que venhamos a estar totalmente libertos, porque na verdade alguns são mais terríveis e incomoda muito tanto a nossa alma, que nossa limitada atenção se volta quase que inteiramente para eles ignorando os outros que vão se inrrolando atrás deles. De forma que só os persebemos, quando somos libertos daqueles que damos mais atenção.
Os nossos pecados deixam marcas em nossa fraca natureza, que se assemelham as asas arrancadas dos mosquitos, a nossa grande graça é que nosso libertador é o próprio doador da vida, Ele pode restaurar as nossas pequenas e frágeis asas.
O grande problema da escravidão ou um deles, é que ela não é apenas física, ela não se estabelece apenas por fora, mas, ela inrraizasse para dentro, ou quando começa de dentro ela brota para fora. Pessoas escravas do pecado estão entranhadas de suas cadeias, estão enfraquecidas em suas vontades de forma que não conseguem dar um passo adiante, sem que dê dois para trás.
Jesus começa por dentro. Lembro da planta que nasceu e deu sombra sobre a cabeça de Jonas, veio um bicho e atacou a sua rais e a planta morreu. Quando você corta uma árvore e sabido que ela vai brotar novamente, então você taca fogo na raiz e ele vai queimando a raiz por dentro até chegar a consumila. O fogo do Espírito Santo, queima a raiz do pecado por dentro, gerando uma convicção e um arrependimento profundo na alma. Se deixar Ele agir, Ele vai queimar até que não se ache mais as raízes do inferno em sua alma.
Aqui ainda cabe falar da nossa grande redenção, o arrebatamento da Igreja, para irmos definitivamente morar com Jesus na Glória. Neste tempo seremos totalmente restaurados ao nosso estado de comunhão que o homem tinha com ele no princípio da criação, e além de sermos restaurados a este estado que tínhamos e perdemos, ainda seremos elevados a um estado de incorruptibilidade, assim como o apóstolo Paulo nos assegura:   
    
"1 Coríntios 15: 51. Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; 52. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade."

Abra o seu coração hoje para Jesus. E deixa entrar o Rei da Gloria. E a tua vontade que outrora era fraca que não conseguia se livrar de suas inclinações ao erro, vai então ser vigorosa contra o mal, pois não fará por si mesma, mas, pelo Espírito Santo, que agirá em ti.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Ponto a considerar 18: " ... e serme-eis testemunhas..."

Atos dos Apóstolos 1: 8. Mas recebereis o poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.


Deus nos chama a sermos suas testemunhas, temos como nosso cooperador nesta empreitada o Espírito Santo. O mundo  não tem como ver o Espírito Santo, mas ele nos tem como ver, muitas pessoas rejeitam as provas visíveis, encontradas pela arqueologia bíblica, arquivada pela história da igreja, vista na biologia e  nas ciências no geral, eles as podem contestar, mas, como poderão contestar as provas vivas? Poderão, sim, até tentar, e isto faram e o fazem, mas, a presença atuante do Espírito Santo agindo por nós, torna o nosso testemunho inegavel a consciência individual para quem ele for apresentado. Mesmo que o neguem para os outros, por serem obstinados, mas, não poderiam  negar, para si mesmos. E mesmo que não recebam, ou não o aceitem, todavia não poderão nega-lo.
Esta mensagem foi originalmente dada aos apóstolos que eram testemunhas oculares da pessoa de Jesus, da mensagem e realidade do evangelho. E quando receberam o resvestimento de poder, passaram a testificar em com autoridade, ousadia, e muitos milagres o Espírito Santo operava por meio dos mesmos corroborando aquilo que falavam. Hoje não somos testemunhas oculares da pessoa de Jesus, mas, como ainda temos o Espírito Santo em nós, e Ele testifica em nossos corações que somos filhos de Deus. Trilhando na mesma fé dos apóstolos, podemos também nos torna testemunhas vivas do Senhor Jesus, não de termos visto. Ele, mas, de que Ele é vivo é real, sermos testemunhas de sua mensagem, de que é a verdade, pois que a temos provado e podemos testificar como Pedro de que só está palavra é Palavra de Vida Eterna. E assim como os apóstolos nosso testemunho da mensagem, do poder transformador do evangelho, também será corroborado pelo Espírito Santo, para que o mundo saiba que Jesus Cristo é o Senhor, para Glória de Deus Pai.
A unidade cristã tal como nosso Senhor Jesus Cristo suplicou, em João 17.21, e o amor entre os irmãos tal como o mesmo ensinou em João 13.34,35, são marcas inegáveis do testemunho de um povo que é discípulos de Jesus Cristo.
Ainda temos que ser testemunhas, ainda temos que salgar e brilhar deste mundo que jaz no maligno. Mesmo que os apóstolos tenham partido, e que tenham dado o seu testemunho, nós também temos o nosso. O nosso testemunho é diferente do deles, eles que testificaram do que viram, nós testificamos do poder daqu'Ele a quem eles viram. O nosso testemunho mostra que a Palavra ainda é viva, que o logos ainda é vivo, que Jesus é Eterno e jamais deixará de estar Vivo, e opera a vida naqueles que esperam por Ele. Ele virá, o Espírito,  diz a Igreja, diz e aqueles que esperam também dizem Ele virá.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Palavra importante 28: Jesus

Mateus 1: 21. E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.

 Jesus este é o nome. O nome que foi levantado para edificação e confusão, sim confusão para muitos confusão, mas para muitos esclarecimento. Para quem confusão? Confusão para aqueles, que o rejeitam,  que não o buscam, para aqueles que o desprezam, para aqueles que se acham sábios, se acham detentores de todo o conhecimento, de toda a verdade, de toda a luz. Quando na verdade estão em trevas, e é justamente essa trevas em suas mentes, que traz a confusão a todo aquele que recusa crê em Jesus Cristo, e a receber Jesus como filho de Deus. Está em grande confusão, porque Satanás o pai da mentira, o tem cegado com trevas tão profundas. Foi pelo fato dele rejeitar a luz, como diz lá em João capítulo 3, versículos 18 a 21, que diz que os homens amaram mais as trevas do que a luz. Que a luz veio, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más, e quem tem as suas obras más, esse não quer saber de ficar na luz. Porque não quer que suas obras sejam reprovadas. Então este Jesus vem, e todo aquele que, quer que abre o coração e ouvir a voz do Espírito Santo e o recebe, este não anda em trevas. Este não está em confusão, para este, Jesus é fonte de grande esclarecimento, porque através da sua fé em Jesus todas as coisas se definem muito bem. Como disse Paulo lá em 1 Coríntios 2.14 a16. Ele é um homem espiritual, logo ele discerni tudo, mas, de ninguém é discernido. Assim ele é um homem espiritual, e como foi dito em João é o Espírito Santo, que guia o homem toda a e em verdade, então assim sendo aquele que crê em Jesus não anda em trevas.

"João 16: 13. Mas, quando vier aquele, o Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. 14. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar. 15. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar."

 Hoje em dia Satanás tem trazido confusão na mente das pessoas,  tentando desfazer do nome de Jesus, este nome maravilhoso que tem se mostrado, o nome justo, e inegualavel. Quando Satanás não consegue afastar, as pessoas de Jesus, ele procura por outros meios tentar tirar este poder deste nome santo, o que é impossível, mas como diz, é pela fé. Então ele procura então me minar a fé hoje, nos círculos cristãos. Já chegou a dizer ou reduzir Jesus teologicamente a uma criatura, como o fizeram Ário e as Testemunhas de Jeová.
 A última hoje, ele tem introduzido uma ideia, de que o nome de Jesus transliterado, não é o nome certo do filho de Deus, ele diz é Yeshua ou Yeoshia, não é Yesus ou Jesus.
Eles separam uma sílaba da outra na intenção de tentar criar ali um nome composto para Jesus. E dizerem com isto que este nome composto é o nome de um deus pagão. Eles dizem Ye, e depois sua, com a intenção de traduzir como cabeça de cavalo ou de porco. Outros questionam o j que é uma letra que surgiu bem depois com a separação ou a distinção da letra i do j, agora  no português, bem como Inglês.
Outros procuram, outros tipos de desculpas como dizer que não pode transliterar o nome de uma pessoa. Esquecem que os próprios apóstolos como Pedro e Paulo usavam dois nomes transliterados Pedro usava o nome de Cefas, Paulo usava o nome de Saulo. Esquecem ainda mais que este questionamento surgiu agora, eles prontamente ignoram o testemunho do Espírito Santo. Eles prontamente ignoram o testemunho da história da igreja triunfante através dos séculos, um testemunho marcado por mártires, um testemunho marcado por sangue, por muitas conversões todas feitas com nome o transliterado, esquecem que Jesus disse lá em João que o Espírito Santo glorificaria a Jesus. Se, esse Jesus o qual nós falamos é o nome de um deus pagão, como pode então o Espírito Santo fazer isso? Como pode Ele glorificar o nome de um deus pagão? Isso se deu por muitos séculos, vários, vale se lembrar dos grandes avivamentos, de John Wesley, de Martinho Lutero, de Charles Finney, do avivamento pentecostal e de outros grandes homens de Deus, e o que Ele ainda está fazendo hoje, tudo em nome de Jesus?
Pode ser, que perguntes, mas, ele não leva em conta o tempo da ignorância? Mas ele deixaria a igreja coluna e firmeza da verdade na ignorância? Alguém pode dizer, mas, muitos na igreja, tem estado na ignorância, e digo que é porque querem, não porque Ele deixa. Todo cristão sincero, conhece o Espírito Santo, e por Ele é conhecido, e jamais anda em trevas.
Sinceramente ninguém se escandaliza com o nome de Deus, mas todos se escandalizam com o nome de Jesus. Se Jesus não fosse o nome importante, não seria tão perseguido, e tão combatido, e tentado a ser desacreditado. Hoje ainda mais, devemos combater em favor deste nome este é o nome aprovado pelo próprio Espírito Santo, não devemos dar ouvidos a falatorios profanos, como diz a própria palavra de Deus.

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